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domingo, 8 de outubro de 2017

O Tarô e outras artes divinatórias, espertam curiosidade e interesse pela magia



O Tarô e qualquer oráculo ou arte divinatória, tanto por ser complexo, despertar curiosidade e magia, acaba causando fascínio em uns e medo em outros. Claro que a parte do medo, é gerada pelas falsas pregações bibliolátras, que demoniza tudo, mas, o fascínio também nem sempre é real. Muitos que tem o dom, busca seus conhecimentos, por um chamado, até mesmo quem não quer estudá-lo, mas, recebem uma forte intuição de que as cartas passarão uma mensagem importante. Mas, tem aqueles que se mostram fascinados, apenas por quem querem explorar os arcanos, colocar suas duvidas querendo resolver seus problemas quase sempre mesquinhos, surrando o tarô, diariamente, sem dom e sem respeito. Assim ele se torna muito mais um perigo que uma ajuda.
Muitas pessoas estão interessadas em adivinhação, com a ajuda das cartas de tarô. Um dos oráculos e arte mais antiga e complexa falar sobre o que foi analisado por muitas pessoas, tentando entender o jogo de cada um não é nada fácil. CG Jung, o homem descobriu os antigos símbolos das cartas de tarô. A visão de que estes símbolos, que são formas ocultas, mas eles estão presentes em nossa consciência e comportamento independente de sua própria vontade. Desde a fundação de Jung na maneira que só nós podemos viver uma vida plena, se estamos em harmonia com os símbolos. e perceber, compreender a sua mensagem.
Camadas mais profundas da alma arquetípica do patrimônio escondido recebemos dos antepassados. Eles evoluíram em paralelo com a humanidade. "Neles encontramos os princípios humanos unificadores que são comuns a todos nós." Diz CG Jung.
Os cartões de imagens específicos, detalhados e experientes e arquétipos que expressam ideias. As palavras não podem articular com precisão as imagens pois estão, por conseguinte, sob a forma de imagens, imitando uma cena. Tal como acontece com a melhor representação possível pode ser definido, você nunca pode saber exatamente, ou expressá-la, totalmente. As cartas de tarô são um par de opostos que se envolvem. Quando um cartão é selecionado, antes de ter que se sentar no fundo do pequeno mundo de misticismo e de profecia, devemos estar abertos para acomodar novas informações. Assim, o lençol puxado para cima para ajudar a devolver a imagem que está em harmonia com nós mesmos sobre nossa alma e e sobre o mundo a nossa volta. As páginas são mensagens curtas e concisas, mas o seu nível de compreensão e conhecimento se expande, enche o emblema dizeres e significados, que são revelados e estão no mais profundo inconsciente e passa pelo subconsciente, até nossa mente consciente... Namastê
Carlinhos Lima

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Astrologia arte divinatória milenar

Astrologia arte divinatória milenar
Astrologia arte divinatória milenar

Nem a ciência e nem  religião podem destruir ou combater a religião - ambas descendem da astrologia

De vez enquanto, me deparo com algum vídeo idiota, do tipo "detonando de vez a astrologia" ou leio pesquisas que apontam que a "astrologia mudou, porque a posição das constelações mudaram", e assim por diante! Bem, a posição do eixo da terra mudou, as galáxias e entrada das estações mudaram um pouco e nós astrólogos sabemos muito bem disso. No entanto, a astrologia é como já escrevi diversas vezes, em sua maior parte, simbologia e interpretação. Ela não é refém da astronomia e é muito mais arte do que ciência exata. A astrologia mistura ciência, arte, magia e simbologia, além de espiritualismo e tudo mais que cada estudiosos queira incorporar, mas, acima de tudo ela é uma arte divinatória. E essa arte usa acima de tudo, simbologia.

Tem muitos astrólogos, em especial os que tem escolas de astrologia, vendem cursos e trabalham pra revistas e sites, que tentam vender uma astrologia moderna, mais calcada na psicologia e tudo mais, querendo descartar antigos métodos e fundamentos milenares da astrologia, alegando que a astrologia de hoje, "faz mais sentido, é mais refinada, mais estudada e mais científica", mas, como eu disse a astrologia se adapta a muita coisa. Trabalha bem com a psicologia, apesar de muitos psicólogos ficarem cheios de dedos sobre isso, da mesma forma que é bem complementada com cabala, angeologia, espiritualidade e com orixás, como eu gosto de trabalhar. Mas, ela continuará sendo filha das tradições esotéricas, da simbologia antiga e ninguém pode dizer que isso ou aquilo é "bobagem e que só o que os astrólogos modernos usam hoje é correto". Muito pelo contrário. A Astrologia, sem os conhecimentos antigos, não seria nada. Se aceitam por exemplo, que um certo planeta rege um signo e casa, e que em aspecto com outro planeta, vai revelar uma certa influência e revelar algum evento, então porque dizer que o astro regente de um ano, ciclo ou dia seria bobagem? Em astrologia, assim como qualquer ciência, tudo é subjetivo. Até mesmo a ciência das academias, não podem provar todas as suas teorias! Até hoje falam muita coisa sobre as teorias de Einstein, sobre a criação do universo ou sobre seu tamanho, mas, ninguém pode comprar nada. Ninguem foi no espaço além da orbita lunar! Então como provar que as imagens de telecópios são reais? Como comprovar que as imagens que a Nasa divulga, não são apenas ilusão de ótica, formadas por alguma força superior que só quer confundir os homens? Os astrofísicos, podem até trabalhar sobre os sistemas e órbitas daqui de nosso sistema solar, mas, como garantir que tudo que eles defendem sobre o resto do universo está correto? Tudo é subjetivo. E na astrologia, assim como na magia, tudo tem um fator maior chamado simbologia e dogma de fé.

Sim, isso mesmo, dogmas, mitos, metáforas, fé, estigmas e conceitos diversos. Da mesma forma que acontece com a religião. Ninguem pode provar que funciona, como ninguém pode provar que não funciona! A Bíblia tá ai com milhões de edições, bilhões de leitores e seguidores, sendo divulgada pra uns como se fosse verdade absoluta, mas, sabemos bem que as coisas não são bem assim! A Bíblia, não caiu zipada do céu, não foi escrita por Deus e nem venham com esse papo, dizendo que ela foi toda inspirada, pra que ninguém possa contestá-la. Sabemos bem que ela foi escrita em épocas diferentes, locais diferentes, por pessoas diferentes e pra propósitos diversos, que a igreja, deu um jeitinho de mesclar tudo pra fazer seu marketing de poder. Mesmo a Torah, que atribuem a Moisés, com seu Pentateuco, sabemos bem que ele não escreveu todo o conteúdo e que no desterro da Babilônia os rabinos corrigiram muita coisa, enquanto complementaram outras, inclusive garimpando lendas e mitos de outras culturas.

E voltado a astrologia, quero apenas explicar, que as constelações, servem apenas de base, tanto pra montagem do horóscopo, como para nos posicionar, quanto a relação dos planetas e casas numa carta natal, mas, que o chamado Zodíaco, é na verdade uma faixa virtual. Com desenhos imaginários, alinhados a mitos, símbolos e até mesmo fantasia. Por isso, mesmo que costumo também enxergar o zodíaco, até mesmo com um sistema orácular ou divinatório. E por isso, não creio em quem pensa que se trabalha com astrologia, apenas aprendendo em escolas e estudando técnicas em manuais. Na verdade, pra ser um bom astrólogo, é preciso ter dons, vocação, afinidade com a busca divinatória e sincronia com temas místicos. Afinal a astrologia, vem sim do misticismo, do ocultismo e tem o a raiz na magia.

Por isso, esqueçam essa bobagem de querer inserir um décimo terceiro signo na faixa zodíacal. Sabemos que há outras dezenas de constelações, que poderíamos inserir num sistema zodíacal. Mas, o número doze não foi escolhido por acaso. Assim como não é contado que o Cristo tinha doze apóstolos ou Jacó tinha doze filhos, também a toa ou por acaso. Há conceitos cabalísticos, espiritualistas e magísticos por tráz disso tudo. Jesus poderia ter escolhido 14 discípulos, 16 ou 19, e assim por diante, mas, foi escolhido apenas doze. Da mesma forma, a roda zodíaco, foi pensada e revelada pelos mestres do astral superior, pra ter 360 graus, divididos por 12 casas de 30 graus. Que são os doze meses existenciais e trinta degraus iniciáticos dos senhores do tempo. Também esqueçam esses argumentos que dizem "derrubar a astrologia". Não nos baseamos na influência direta dos astros e sim na simbologia formada por sua configuração. 

Há até, como na astrologia lunar, quem se baseia nas fases da Lua e a grande maioria se baseia nisso, por ser o astro mais próximo da terra. Assim como se observa as estações do ano, onde eram feitas cerimônias especiais pelos magos e bruxas. Porém, como eu disse, existe todo um conceito por trás, aplicações e finalidades, pra cada estudo. Não somos refém de um simples método, não temos que buscar comprovação disso ou daquilo, pois, além de observar a posição dos astros, há grande importância na sua interpretação. Assim sendo, se diversos astrólogos observarem uma carta astrológica, cada um vai interpretar de uma forma. Não que seja uma bagunça, mas, que uma carta, tem milhares de códigos, que nos apresentam muitas e muitas interpretações, dependendo do olhar de quem a observa. Da mesma forma que ao olhar pro céu, cada pessoa terá um foco. Alguém pode olhar pra uma nuvem e vê um desenho de um cão, mas, um amigo do lado observar e dizer que na verdade ela parece com uma foca. Enfim, essas possibilidades de interpretações, não tiram o valor da astrologia, pois como eu disse, cada código tem seu valor. Um astrólogo pode focar o lado da saúde de um cliente, como sendo mais importante. Enquanto outro, ir direto nas questões sentimentais, sexuais ou profissionais. Por isso, cabe intuição, interação entre cliente e consultor, como também, concentração e preparo.

A medicina também é uma ciência reconhecida, mas, quando mostramos exames a mais de um médico, é muito raro, não haver discordância. Vemos controvérsias sobre temos importantes, quando um diz que isso faz mal e outro diz que não. E o ponto de vista ocorre em todas as áreas. Mas, não é a toa que a astrologia tenha resistido ao tempo, com mais de 6 mil anos, segundo pesquisadores, porque pra mim, a astrologia, existe, desde os primórdios da civilização humana. A astrologia existe desde que o pensamento mágico surgiu na mente do homem.

Carlinhos Lima

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O tarô não é joguinho de diversão. É arte divinatória e requer responsabilidade


O Tarô é uma arte divinatória sensacional, mas, nunca foi extraido dele, o que realmente é sua essÊncia. É um oráculo fantástico, mas, as pessoas abusam tanto, que acabam se cansando dele. Na verdade ele que se cansa dos abusadores, por isso se fecha e chega ao um momento em que não mostra mais nada. E ao contrario do que simplistas, escrevem livros, querendo explicá-lo como um joguinho de cartas que serve pra fazer consultas profissionais, na verdade ele é muito mais do que cartas, pois nos conecta ao inconsciente coletivo e individual. Ele é uma chave pra portais eternos. Nunca estará ultrapassado, pois seus ensinamentos são atemporais... Mas, há um erro grande em se acessá-lo todos os dias, com a metodologia praticamente inútil de "carta diária", ele não é um joguinho de celular, que se paga centavos pra ter uma mensagem todos os dias. É uma arte divinatória, merece respeito e só deve ser acessado, em momentos especiais, e quem não respeita o Tarô, acaba sendo penalizado! Ele não pode ser jogado todos os dias, assim como a Lua não é luminosa todos os dias, o sol não brilha sem nuvens todos os dias e as marés não estão altas todos os dias - Assim como o mar não tá pra peixe toda hora, as ondas não dão pra surfar todo momento e o vento não move moinhos, nosso consciente e inconsciente coletivo não pode ser acessado a nosso bel-prazer! Não temos que colocar nosso destino nas mãos dos arcanos, perguntando a eles a todo momento o que vem o que temos que fazer e o que tá acontecendo... A maior parte das respostas precisam ser buscadas.

No Purin do Templo, o sacerdote, nem sempre tinha resposta, nem sempre o oráculo do templo se iluminava... Não podemos tá investigando as pessoas pelo Tarô, tá prevendo tudo, pois tem regras, são postais muito poderosos e nem todo segredo deve ser buscado pois muitas mentes são verdadeiras caixaa de Pandora...

Desculpem-me os que vivem de consultoria, mas, meu dever é falar das regras oraculares, e como tal, sabemos que prudencia, respeito e outorga são necessariamente inprecindiveis sempre! Aqueles que tem a outorga, linhas ciganas fortes e uma ancestraldiade abençoada por Ifá ou Metatron, até podem acessar um pouco mais, mas, mesmo assim, tudo merece descanso e equilibrio! - Carlinhos Lima

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O destino das coisas e dos homens - astrologia, arte divinatória

Tudo o que nasce ou é feito neste momento, tem as qualidades deste mesmo momento. (Jung)

É com essa crença e afirmação que o astrólogo levanta uma carta astrológica para um ser vivente ou um evento que se faz presente. Uma carta natal para astrologia, nos revela os efeitos dos astros não sobre as pessoas, mas, mostra-nos códigos importantes de energias em ação no cosmos, tanto naquele instante, quanto em que sentido ruma-se aquelas forças num futuro continuo...

A astrologia não é adivinhação, mas, é ciência divina que observa as energias que regem o movimento do universo e ação das vibrações sobre a ancestralidade humana. Se umindivíduo por exemplo, nasce leonino, ele terá sobre sua coroa, toda força de Oxalá, que direcionará sua vida rumo a atos pacificadores, artisticos, desportivos e de plena simpatia para com a vida. Mas, e os defeitos dessa pessoa e o lado negativo de Leão e Oxalá? Tem muitas perguntas que não se respondem com frases simples, mas, com filosofia, magia e arte. Ou seja, não há signo ou orixá negativo, mas, o contexto de uma configuração geral e os códigos que uma existência traz é que fazem uma carta e não um único signo serem considerados negativos ou positivos.

Por exemplo, quem nasce num signo onde o Sol se encontra atacado, aflito e fraco, sabemos bem que seu Orí e seu espírito não terá a força necessária pra defender suas ideias, seus ancestrais e sua própria existência. Por isso muitos morrem cedo, muitos sofrem de amor a vida inteiro, muitos estão constantemente doentes e fracos. E pra que ser ve as ciências divinatórias então? Serve para autoconhecimento. Assim como o treinamento de um soltado não pode garantir que ele não morrerá na guerra, conhecer seu signo não quer dizer que você vá anular os conflitos e viver uma vida de sucesso. Mas, assim como o treinamento de um soldado, poderá servir para sobreviver e se esquivar de perigos maiores, além de ampliar resistência, o conhecimento astrológico, nos servirá para nos conectarmos a forças auxiliares ou extras, para enfrentar os desafios.

Pois muito se debate se há destino, enquanto outros afirmam que o livre-arbítrio é soberano. Mas, a verdade é que os dois tem finalidades, princípios e duelam no jogo da vida o tempo inteiro. Além disso, apenas temos que decidir sobre aquilo que nos é dado, sendo que más escolhas, pioram nosso destino, boas escolhas facilitam nossa vida. O destino existe pra ser moldado e o livre-arbítrio pra ser usado com sabedoria.

Axé - Carlos Lima Pesquisas
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