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domingo, 12 de janeiro de 2014

Conhecimentos astrológicos: a influência dos astros sobre o homem

A ideia da continuidade está intimamente ligada a um conceito chave da física clássica: a causalidade local.
As causas das influências astrológicas são desconhecidas. Na realidade ainda não se sabe como os Planetas, Signos, Estrelas e Constelações atuam sobre nós. Temos uma causalidade não local.

Uma consequência direta cultural e social deste conceito da causalidade é achar que o Universo é uma grande máquina. Isto, segundo Prigogine, só vale para sistemas dinâmicos integráveis. E é a partir da dinâmica cósmica mágica inconsciente que atuam os símbolos como portais poderosos e mágicos interligando o ser ao Cosmos e revelando a partir de toda essa configuração simbólica que é o alfabeto celeste, a vontade do Criador, das forças superiores e como devemos atuar para evoluirmos, psicológica, física e espiritualmente.
 Aonde realmente começa a influência astrológica? Se essa experiência for levada ao pé da letra, a Astrologia baseada apenas no mapa de nascimento torna-se incipiente e caótica, no sentido determinístico. A corrida dos espermatozoides também parece ser governada por algumas forças externas que determinavam seu destino final. A bioquímica, genética, história natural e mitologia pareciam estar inexoravelmente interligadas e ser apenas aspectos diferentes do mesmo tecido cósmico tão complexo. E os processos bioquímicos no nucleo-plasma e visualizava os cromossomos e até mesmo a estrutura molecular do DNA. As configurações fisioquímicas parecem estar intimamente ligadas com impressões filogenéticas primordiais, recordações ancestrais, mitos e imagens arquetípicas, tudo isso coexistindo na mesma matriz infinitamente complexa. Esse espermatozoide que eu me tornara parecia-se com um complexo microcosmo, um universo em si mesmo.
 Seria a Astrologia caótica? Poderíamos considerar que os signos Solar, Lunar, Ascendente e MC, seriam poderosos atractores que condicionariam o comportamento de um ser humano, preso à mecanicidade existencial, ao longo de sua vida? E, nesta visão, como veríamos o livre-arbítrio ou a escolha das trajetórias existenciais?

Um planeta atua em nós por imagem ou por algo mais real? É só um corpúsculo ou poderíamos considerá-lo também como uma onda, pelo menos em termos da evolução da espécie humana como um todo? Na verdade a astrologia não gera caos, não inclina a nada, não influencia e não é adivinhação. Ela é orácular, mas, de forma divinatória e não adivinhatória. Sua forma é sob o poder dos símbolos cósmicos e não sobre energias físicas.

Santo Agostinho se debruçou sobre isto, pra tentar explicar se tinha os astros um poder sobre os homens, se esse poder era por ordem de Deus ou se nada influenciariam. Bem ai ele entrou num dilema, pois não soube captar que há a predestinação e a escolha, isso é que forma o jogo existencial. E a astrologia serve como ferramentas onde nós nos preparamos pras tarefas e batalhas desse jogo. A astrologia é quase que totalmente simbologia e não matéria física.
 “A definição de Ascendente, Meio-do-Céu e Vertex podem ser muito simples para os astrólogos tecnicamente inclinados, mas são muito mais complexos do que se pensa, mesmo em latitudes “normais”.
Robert Hand

A. Volguine pergunta:
A Revolução Solar deve ser calculada a partir da posição tropical ou sideral do Sol?

Certos mapas indicam posições em que fica difícil evitar uma catástrofe, ou um “des-astre” (dos astros). Como explica René Thom: uma fronteira catastrófica é fácil definir, o difícil é saber para onde vai o sistema.
 Influencia Astrológica
Segundo G.I. Gurdieff ,estamos sujeitos a sete influências:
1. A hereditariedade em geral.
2. As condições e o meio no momento da concepção.
3. A combinação da irradiação de todos os planetas de seu sistema solar durante sua formação no seio de sua procriadora.
4. O nível das manifestações conscientes de seus procriadores – enquanto eles mesmos não tenham alcançado a idade de um ser responsável.
5. A qualidade de existência consciente dos seres de seu círculo imediato.
6. A qualidade das ondas de pensamento formadas na atmosfera que o rodeia – e isto, igualmente, até sua maioridade; em outros termos, os desejos e os atos cheios de bondade sinceramente manifestados pelos “seres do mesmo sangue”. E, finalmente:
A qualidade de seus próprios seres, quer dizer, dos esforços conscientes que eles cumprem para transmutar em si todos os dados necessários à obtenção de uma Razão objetiva.
 A posição de um planeta varia de acordo com a sua órbita em torno do Sol, órbita que não é calculada analiticamente. É um problema de solução analítica impossível. Existem soluções particulares para três corpos, o que não é o caso, o que se faz são observações ao longo do tempo e as devidas correções das perturbações orbitais. Mesmo nos tempos atuais, o cálculo aproximado da posição tem um limite de tempo e espaço.

As estrelas também mudam lentamente de posição ao longo dos séculos e milênios. O início do zodíaco tropical, o chamado ponto γ, (zero de Áries), é outro fator complicador. O posicionamento deste ponto em relação às estrelas indica o início das grandes eras. A posição do ponto varia pela equação aproximada dada a seguir: p = 5.028,796195 + 2,2108696×T + termos de ordem mais elevadas. (T em milhares anos, p, variação do ponto γ, em segundos de arco).

O termo constante dessa velocidade corresponde a um ciclo de aproximadamente 25.772 anos. Essas variações não impedem a utilização da Astrologia num curto período, mas coloca em dúvida sua extrapolação para períodos maiores (mapas de 2000 anos AC). A imprecisão se torna muito grande.
 epler, astrônomo do século XVI, mais famoso em seu tempo como astrólogo do que como matemático, afirmava: “Os astros inclinam, não obrigam”. Jung costumava levantar o mapa astral de seus pacientes.

A Astrologia antiga utilizava apenas sete planetas, que eram dispostos numa estrela de sete pontas seguindo a sequência do maior passo (Lua) até o menor, Saturno. As implicações dessa disposição são muitas: indicam os dias da semana, as horas dos dias, o regente do ano, e até o Pai Nosso! É aqui que a Astrologia se torna um instrumento da Magia e Alquimia. Trabalha também com doze signos, casas, aspectos, regências etc. Não vou me entender sobre isso, pois este simpósio é de Astrologia, para astrólogos, com uns poucos leigos.
 A Astrologia é um conhecimento tradicional cuja origem se perde nas brumas do tempo.
Menosprezada pelos adeptos de uma visão científica, continua ativa e praticada por milhões de pessoas no mundo inteiro.
Só a Índia possui mais de 25 milhões de praticantes.
Uma utilização clássica da Astrologia é a indicação dos talentos de uma pessoa. Por talentos, entenda-se habilidades e caráter.
Segundo Viktor D. Salis, na Grécia arcaica só se dava o nome a uma criança depois de analisar seu mapa e verificar quais os seus talentos.
Yukteswar, guru de Yogananda, tinha suas razões quando afirmava:

“Uma criança nasce naquele dia e naquela hora em que os raios celestiais estão em harmonia matemática com o seu karma individual. Seu horóscopo é um retrato desafiador, revelando seu passado inalterável e seu provável resultado futuro, mas a carta natal somente pode ser corretamente interpretada por pessoas de sabedoria intuitiva: essas são poucas.”
SWAMI SRI YUKTESWAR , no livro Autobiografia de um Yogui, de Yogananda.

A força da oração

Assim, al-Ghazali era um professor em uma madrassa , um especialista em lei islâmica, que sofreu um colapso nervoso em 1095. Seu colapso foi causado pelo fato de que ele sentiu que estava perdendo a fé. Ele ficou paralisado e não conseguia falar. "de seu médico diagnosticou um conflito profundo emocional, e mais tarde Ghazzali explicou que ele estava preocupado que embora soubesse muito sobre Deus, ele não sabia o que o próprio Deus queria". Ghazzali foi a Jerusalém , praticado exercícios sufistas e voltou para o Iraque, dez anos depois de escrever Iyah alum al-Din (O Revivial das Ciências da Religião). Ele se tornou o texto mais citado muçulmano após o Alcorão e a ahadith. "Foi com base na percepção de que o ritual importante e só a oração pode dar aos seres humanos um conhecimento direto de Deus, os argumentos da teologia (kalam) e Falsafah, no entanto , poderia nos dar nenhuma certeza sobre o divino. " O que você acha? É só através do ritual e oração que podemos conhecer a Deus? O argumento teológico nos levar a lugar nenhum, espiritualmente? "Todas as regras da sharia sobre comer, dormir, lavar, higiene e oração foi dada uma interpretação devocional e ética, para que eles não estavam mais diretivas simplesmente externos, mas os muçulmanos habilitado para cultivar essa consciência perpétua do divino, que é defendido pelo Alcorão A sharia tinha, assim, tornar-se mais do que um meio de conformidade social e uma imitação servil exterior do Profeta e sua sunnah:. tornou-se uma forma de alcançar interior islam Al-Ghazali não era. . escrever para os especialistas religiosos, mas para os indivíduos devotos Havia, ele acreditava, três tipos de pessoas: aqueles que aceitam as verdades da religião sem questioná-los, aqueles que tentam encontrar justificação para as suas crenças na disciplina racional de Kalam, e os sufis, que têm uma experiência direta da verdade religiosa.

E você, acha que acredita em Deus só porque vai todo sábado na igreja e vive com a Bíblia na mão? Você já descobriu seu Deus, ou acredita nas pregações do pastor ou do padre? Lembre-se bem: "nem todo que diz Senhor, Senhor, entrarão no Reino do Céu..."

Antes de pensar que é um convertido ou como muitos hipocritamente pensam um "santo", primeiro certifique-se que sua fé é mesmo real e com razão! Se lermos a Bíblia com profundidade e atenção veremos que Deus se manifesta diretamente muito poucas vezes, mas, só capta isso, quem não se deixa levara pelos mitos, lendas, metáforas e poemas contidos nos livros... Reflita e analise-se...

O poder do Amaci - iniciação, magia e força espiritual

AMACI vem da palavra ‘amaciar’, ‘tornar receptivo’, é um ritual, uma espécie de iniciação que todos os médiuns umbandistas, iniciantes ou não, devem, pelo menos uma vez ao ano, passar.
É um liquido preparado com folhas e águas sagradas escorado por alguns fundamentos específicos da Umbanda e que tem como objetivo a lavagem da cabeça/coroa do médium. Nesse contexto, o Amaci ‘despertar’ as faculdades nobres do médium que ainda estão adormecidas, descarrega e apazigua o chacra coronário (centro de recepção espiritual Superior) e ainda liga/religa o médium ao Orixá, fazendo com que ele tenha a Sua vibração e energia interiorizada em seu espírito, mente e coração. Receber o Amaci é entrar em contato direto com o Poder do Orixá, é um momento de grande emoção e que deve estar enredado pela reverência, amor, devoção, lealdade e comprometimento para com o Orixá, a Umbanda e o Plano Espiritual.

A Umbanda é realizadora e transformadora por excelência. É uma religião que nos aproxima do Sagrado e que permite adentrarmos em nós mesmos para assim, de forma mais verdadeira e intensa, nos colocarmos à “disposição” do próximo, seja ele encarnado ou desencarnado. Simbolicamente, o médium deve se considerar uma ferramenta usada pelo Divino em favor do Outro, da Comunhão e da Paz, um instrumento que deve e merece “reparos periódicos” para que não se perca a qualidade do trabalho manifestado, para que as engrenagens não enferrujem, para que as juntas não atrofiem, para que a maleabilidade não resseque e para que o molejo não se enrijeça. Envolto em toda essa grandiosidade, um dos rituais mais potentes quando pensamos em “reparos periódicos”, é o que chamamos de AMACI.

Agora o médium não está mais sozinho. Agora ele “pertence” ao Orixá, ao Poder Realizador que em forma de Divindade o acolherá em todos os momentos. É um ritual fundamental para uma verdadeira e segura caminhada espiritual dentro dos fundamentos da Umbanda. É um cerimonial único e divino que quando bem orientado e bem realizado, o médium perceberá as mudanças que acontecerão em sua vida espiritual, consequentemente em toda sua vida.

É o momento em que o médium se coloca diante do Sagrado como ‘Filho de Orixá’, que abaixa sua cabeça em respeito e em saber à Superioridade Divina. Ocasião em que o médium deve se ajoelhar e deixar a voz do coração dizer: (… nome Orixá…), estou aqui! Estou aqui de joelhos me reverenciando diante de sua Força Sagrada e pedindo que me acolha em seu “colo” Divino. Estou pedindo que me receba como seu filho (… nome Orixá…) e me ampare como espírito. Sim, me entrego! Me entrego de corpo e alma, consciente e convicto de que é a Lei de Pemba que me ajuíza e que é a Lei de Umbanda que me sustenta. (… nome Orixá…), que seu Poder se manifeste em mim e através de mim. Que suas Forças sejam as minhas forças. E que seu Amor Divino e Incondicional envolva minha mente, meu coração e minha alma para que eu O manifeste através de minhas palavras, pensamentos e ações… E ainda com o coração batendo forte, o médium deita-se sobre a esteira de palha aos pés de seu Pai Espiritual e recebe o Amaci. Água cheirosa que ao escorrer pelo rosto se mistura com as lágrimas numa junção de fé, sagrado e pertencimento.

É uma firmeza espiritual que ainda permite o médium, caso deseje ou seja necessário, mudar de terreiro sem qualquer dano. Portanto, não é e não propicia fechamento de portas, pelo contrário, abre nossa mente, nossos sentidos, nosso espírito e nossa alma para que a Aruanda se instale dentro de nós e que construa um futuro de Paz
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