Total de visualizações de página

A pombagira

Meus livros de Magia Astrológica no link

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Respeite os ancestrais

POR ACASO, VOCÊ FAZ IDEIA DE QUANTOS INOCENTES, QUANTOS MÁRTIRES  QUANTOS GUERREIROS E BUSCADORES, MORRERAM EM NOME DA FÉ, E ACIMA DE TUDO DA VERDADE? PRINCIPALMENTE PRA PRESERVAR CONHECIMENTOS SAGRADOS, DEFENDER TRADIÇÕES ANCESTRAIS E SEU POVO! ENTÃO, NÃO PEQUE CONTRA OS ANCESTRAIS, NÃO LUDIBRIAR PESSOAS É UM MANDAMENTO FUNDAMENTAL DO CÓDIGO SAGRADO DE OLORUM E OROMILÁ! NÃO ENGANE PESSOAS PRA ESCRAVIZÁ-LAS, PROSTITUI-LAS OU ROUBÁ-LAS! VOCÊ QUE SE DIZ MÉDIUM, PAI DE SANTO, BRUXO OU QUALQUER OUTRA TITULARIDADE QUE QUEIRA USAR, USE-O EM NOME DA VERDADE E HONESTIDADE E NUNCA PRA SATISFAZER ASMODEU, BELZEBU OU SATÃ! SEJA DIGNO DOS DONS QUE RECEBEU, TENHA DIGNIDADE PESSOAL E SEJA PORTADOR DA VERDADE QUE OS ANCESTRES QUEREM TE PASSAR...

terça-feira, 9 de julho de 2013

Alguns dos grandes testes aos quais Abrahão foi submetido durante sua vida


Lech Lechá

A Torá nos descreve alguns dos grandes testes aos quais Abrahão foi submetido durante sua vida. No total foram 10 testes, e Abrahão conseguiu superar todos eles. O primeiro dos testes, conforme está escrito: "E o Eterno disse a Abrão: Vai-te de tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei" (Gênesis 12:1).

Aparentemente, abandonar a própria casa e ir para outro lugar parece um teste fácil, ou comum. No entanto, analisando melhor a situação de Abrahão, percebemos que justamente aqui jazia o seu teste. Abrahão não era nenhum jovenzinho e já tinha suas raizes e seu sustento garantidos na cidade em que morava. Ele tinha construído toda a sua vida lá, tinha a sua família. Mas, mesmo assim, ele venceu o teste e saiu de sua zona de conforto. Não para buscar melhores condições de vida, mas apenas por causa de um chamado divino. Além disso, podemos acrescentar outro ponto. Toda pessoa que vai fazer uma mudança, mesmo que seja por motivos de forças maiores, sabe para onde vai e aonde quer chegar. No entanto, no caso de Abrahão, vemos que o chamado divino só ordena que ele vá, sem revelar para que lugar ele iria.

Ele iria andar muito ou pouco? Ele iria para um lugar que falava a mesma língua que a dele ou não? Que tipo de pessoas ele encontraria no novo lar? Ele ia viver do quê? Seria bem aceito no novo ambiente social, ou teria problemas com sua visão de mundo? Eram muitas perguntas sem resposta para Abrahão.

Todos nós temos um chamado divino que nos pede constantemente que saiamos da nossa terra, da nossa parentela, e da casa de nossos pais. Todos temos um anseio de alma (veja, o chamado é divino, e não material) que exige que saiamos de nossa zona de conforto se quisermos ir em sua busca. Mas quando pensamos em ir atrás do chamado, surgem as mesma dúvidas que acometeram Abrahão.

Assim este é um chamado para que nós confiemos em nosso chamado divino e tentemos dissipar um pouco as dúvidas que naturalmente se estabelecem. Mesmo sem ter resposta para tudo o que queremos, a sugestão da Torá é que sigamos o anseio de nossa alma, tendo confiança de que, se o chamado veio, é porque ele tem algo de válido e deve ser perseguido. 

Quando o chamado de alma é abafado e posto em segundo plano, o que acontece conosco? Nos desviamos do caminho e começamos a nos afundar na busca incessante por uma zona de conforto. Nos acomodamos com o que temos, com o que já conquistamos, com nossas raizes e, neste momento, deixamos de ir atrás de nossos maiores desejos e de realizar o nosso pleno potencial espiritual. Passamos a viver uma vida enfadonha e sem graça, onde nossos sonhos e planos ficam sepultados, em troca de alguns confortos de ordem menor.

Mais adiante na história, acabamos descobrindo que Abrahão é levado à Terra de Canaã. Esta terra é o símbolo cabalístico do nosso máximo potencial espiritual, da nossa meta, da realização do nosso chamado. Chegar à Canaã significa chegar aonde queríamos. E que alegria está envolvida nisso! Mas quantas pessoas não abdicam de seu chamado divino para ficar na casa dos pais? Essa é uma escolha pessoal, obviamente, mas que implica na perda da possibilidade de chegar à Terra de Canaã, para ficar na zona de conforto da cidade natal.

Todos nós, mais cedo ou mais tarde, passamos pelo mesmo teste de Abrahão na vida. Quando damos um passo confiante neste sentido, também acabamos partilhando do destino de Abrahão: acabamos nos transformando em pilar de crença e em um modelo de comportamento para o mundo. E então, qual é o seu chamado divino? 

Y. A. Cabalista

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Vaierá - a destruição de Sodoma e Gomorra


Na energia de Vaierá - dentre outras coisas, lemos o famoso relato da destruição de Sodoma e Gomorra. Desta história podemos aprender algumas coisas muito interessantes. Por exemplo: apesar da destruição já ter sido decretada e estar em vias de ser executada, o texto nos mostra que assim que Abrahão fica sabendo da catástrofe iminente, ele começa a interceder pelos habitantes das duas cidades. O texto nos mostra como Abrahão implora a Deus, e pede veementemente para que os habitantes da região fossem salvos. Mas de que adiantaram os rogos de Abrahão? Mesmo sendo Abrahão símbolo de uma pessoa extremamente espiritualizada, e apesar de ele ter pedido e implorado, o texto nos mostra como, no final das contas, as duas cidades foram destruídas do mesmo modo.

A Cabalá nos ensina que, muitas vezes, quando pedimos alguma coisa ao Universo, ou desejamos algo muito veementemente, este algo pode se concretizar; mas, em muitos casos, pedimos e nada acontece. Quando este “nada acontece”, muitos começam a achar que nossos pedidos e rogos não foram ouvidos, ou que não existe nada para mais além do nosso mundo físico que se "encarregue" de ouvir nossos pedidos. Mas, isto é um equívoco. O que se passa é que, às vezes, a resposta que precisamos receber é um "não".

Da ótica da Cabalá, quando pedimos por algo e nada acontece, não é porque nosso pedido não foi ouvido, mas porque ele foi respondido como um "Não". Embora nós, seres humanos, tenhamos todo o direito de desejar e de pedir o que quisermos, às vezes não somos atendidos pois a Espiritualidade sabe que aquele desejo concretizado só faria causar uma explosão em nossa vida.

No caso de Sodoma, apesar de Abrahão ter pedido e de o seu desejo ser extremamente elevado e altruísta, a resposta recebida foi um "não", a cidade não seria salva. Por quê? Porque Sodoma representa as consequências negativas na vida de uma pessoa. Sodoma continuar a existir implica uma "explosão" do ponto de vista espiritual.

Portanto, a Cabalá nos ensina que se estamos pedindo por alguma coisa e nossos pedidos não estão sendo atendidos, precisamos refletir se estamos pedindo o que realmente precisamos e se o que pedimos será bom para nós. Isso é o que eu chamo de um pedido "ecológico". Se ao analisarmos nossos desejos virmos que eles talvez não sejam tão ecológicos, por que não aceitar o não que estamos recebendo do Universo e reformular nossos rogos? É por isso que muita gente vive nas encruzilhadas fazendo oferendas e não vê os resultados, porque nem sempre as divindades nos respondem como queremos, mas, como precisamos ou como a força maior do universo entende que será melhor. Mas toda ação terá sim uma reação e quase sempre pra estes imprudentes uma reação ruim...

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O Ifá nos revela a mensagem divina por meio dos códigos sagrados


O Ifá fala também através do eerindinlogun. Mas existem certas restrição conceitual a isso e apenas a prática pode separa uma coisa da outra. Por esses motivos não existe razão para que pessoas pré-estabeleçam que o eerindinlogun não é Ifá. Essa afirmação pura e simples ao meu ver mostra apenas desinformação e ignorância. O que temos que examinar de fato são questões de prática que podem desconectar o uso do eerindinlogun de Ifá e faremos um analise disso a seguir.

As pessoas que sejam de Candomblé e que estejam interessadas em resgatar no Candomblé o eerindinlogun baseado em Ifá e de também harmonizar o culto de Orixá do Candomblé com o culto de Ifá, assim como isso já é feito com o culto de egungun.  Claro que existe para o Candomblé o desafio de se harmonizar com a Umbanda. No Candomblé, o Jogo de Búzios, abandonou as histórias associadas aos Odù. Ninguém sabe e nem procura saber quais são (poucos e experientes sacerdotes, ainda estudam os búzios observando os odus). No Dillogun cubano essas histórias são muito bem organizadas e colecionadas.

As pessoas, atualmente, nem mesmo procuram saber os mitos históricos associados aos Orixá, que não fazem parte de Ifá e sim do próprio culto de Orixá, e que são importantíssimos na transmissão dos valores da religião. As pessoas se orgulham de dizer que o Candomblé é uma tradição oral. Mas, só fazem isso para justificar a sua preguiça ou incapacidade de estudar e ler. Tradição oral é obter os conhecimentos nas estórias. No jogo de búzios, as histórias foram substituídas por significados. Para cada Odú foram pré-estabelecidos significados e o máximo que a pessoa aprende são esses significados pré-interpretados. Não existe interação entre o olhador e o consulente na análise das histórias e nem as explicações dos valores morais da religião. 

Sem a determina a orientação também não existe a determinação de qual o tipo de Ire e Ibi. Novamente, o olhador fala o que sua mediunidade indica. Arquétipo de Orixá: Pela falta de conhecimento do que é Odù, e de sua interpretação, ocorreu um processo simples e direto de associar búzios a um número, este a um odu e por fim (o que interessa mesmo) este a um orixá. O que importa é este orixá. Pelo arquétipo do Orixá a pessoa diz o problema da pessoa ou a quem deve recorrer para solucionar.

Não se usa os Ìbò: a maior parte das pessoas nem sabe o que é. Sem o uso de Ibô acabou a interação entre o olhador e o Ori do consulente. O Olhador responde o que a sua mediunidade indica. Igualmente acabou com isso a seleção das oferendas e ebós usando o oráculo. Ao invés de usar o Ibô para determinar o que será feito, o olhador de forma arbitrária e questionável, diz e detalha o que vai ser feito.

O eerindinlogun é Ifá, feito com os 16 Odù méjì. Desta maneira os nomes de odù tem que ser os mesmos de Ifá. Os nomes usados no jogo de búzios variam e incluem nomes de omon odù (ofun karan, obeogunda) e outros que não existem (alaafia (?), ejilaxeborá). No Jogo de Búzios não se determina se o Odù esta em Ire ou Ibi e isso é muito básico em Ifá. Depois de determinar o Odù a primeira coisa que fazemos e saber sua orientação e intensidade. Isso é parte da interpretação. No jogo de búzios isso não é feito.

No Candomblé muitos até fazem as 4 caídas, mas, duvido que entendam porque fazem. O motivo das 4 caídas é o mesmo de Ifá, mas, foi mantida apenas as quantidade de caídas sem o seu significado, porque não se determina o estado do Odù. Vejam, dizer que tem um oráculo com Odù que não se determina a orientação e o tipo de influência, é o mesmo que não ter um oráculo de Odù. Só essa razão estrutural já seria o bastante para dizer que o Jogo de Búzios não tem nenhuma relação com Odù. Após esta sequencia estruturada, em Ifá pode se iniciar uma outra respondendo a questionamentos do consulente, através do seu Ori e usando os Ibô. Assim a quantidade de interações desta fase não estruturada é indefinida, mas, a fase relativa ao Odù se encerra com a determinação completa do seu estado.

Uso de objetos: É muito comum usar objetos colocados na peneira para traduzir significados. Este é um aspecto animista que não faz parte de Ifá e muito menos do eerindinlogun. Quantidade de caídas: Em ifá usa-se uma sequencia de 4 Odù para se interpretar o problema e a solução para o consulente. Esta sequencia se inicia com o Odù principal segue pelos seus testemunhos, que foram usados para se determinar o seu estado e é complementado pela sombra ou um odu combinado. Cada Odù tem seu signifcado nisso e utilidade, complementando o principal.

O que liga um Ebó a um odu é geralmente a quantidade de elementos. Assim, de novo a neurose da numerologia influencia o jogo de búzios, como se Exu fosse contar o número de coisas para saber qual o Odù. A maior parte das pessoas faz a escolha do Ebó estritamente ligado a um Orixá. Assim, eles definem como ebó uma comida votiva ligada ao Orixá que ele entendeu que falou no jogo. Como expliquei a quantidade de búzios determina o Orixá e assim a saída é então oferecer uma coisa para este Orixá.

Determinação do Ebó: Em Ifá a determinação do Ebó para pelo Ori do consulente. É um processo interativo usando o Ibô. Existem um conjunto de opções e detalhamento disso. No jogo de búzios o olhador normalmente termina a sua consulta dizendo o que vai ser feito, ou então ele faz uma caída, olha para ela e sai passando o que fazer. Dificilmente ele passa por um processo interativo de escolha. O próprio processo de selecionar o que vai ser feito usa critérios pouco objetivos onde um Odù que não fez parte de nenhuma das 4 caídas pode receber um Ebó porque apareceu em sub-formações de búzios.

O merindinlogun (ẹẹ́rìndínlógún) e Ifá. O que esta no núcleo da questão, junto com vários aspectos colaterais e acessórios é se ele representa uma comunicação de Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) entre o aìyé e o orun] Sim, na minha opinião o merindinlogun (ẹẹ́rìndínlógún) representa uma comunicação de Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) entre o aìyé e o orun. Essa discussão, creio eu ficou mais intensa nos últimos anos devido ao estabelecimento do culto de Ifá no Brasil e com o surgimento dos primeiros Babaláwo brasileiros que, mais do que se preocupar em fazer dinheiro vendendo obrigações, estão inseridos na cultura da religião e participam de fóruns e grupos de discussão virtuais contra o merìndìnlógún.

Em primeiro lugar, temos a questão do culto especializado ao oráculo, que é novo no nosso ambiente cultural e que deu uma nova dimensão a essa discussão. Ifá é um culto diferente do Candomblé. É um culto especializado e orientado a uma divindade, Orunmila (Ọ̀rúnmìlà), o elerii (ẹlẹ́rií) ìpin, testemunho dos destino de todos nós. Os sacerdotes de Ifá se dedicam a ser os mensageiros de Orunmila (Ọ̀rúnmìlà), que por sua vez é o mensageiro dos orixa (òrìṣà) e de Olódùmarè, o Deus supremo dos Yorùbá. No que pese ser impossível praticar a religião sem que todos os orixa (òrìṣà) estejam envolvidos os sacerdotes de Ifá se dedicam exclusivamente a uma única divindade Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) e tudo deles gira e torno dele. Ifá é Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) e é também o nome do oráculo através do qual Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) fala conosco.

Apesar de Orí ser um nome conhecido, e o Borí a cerimônia mais executada, e talvez mais popular, do Candomblé eu não vejo com clareza as pessoas entendendo de fato o papel de Orí na sua vida ou mesmo o sentido de um Bọrí (Bori). Eu acho que isso se soma aquelas coisas repetidas por imitação ao infinito e digo isso porque apesar de todo mundo conhecer a palavra e o significado do sentido de Orí na vida das pessoas é substituído pelo orixa (òrìṣà), sem conhecimento do valor do culto a ori, o orisá pessoal de cada ser humano. Mas Ifá não o é, e nesse caso Orí assume uma outra proporção e por isso eu tive que iniciar este segmento citando-o. É claro que eu posso estar sendo aqui otimista ou fundamentalista demais, entretanto não dá para falar nisso de forma diferente. Não, antes que concluam isso, Ifá não é um culto a Orí. Ifá é um culto dedicado a Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) uma divindade cujo propósito de existência é ser o mensageiro entre o aiyé e o orun (ọ̀run).

Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) fala através de sinais e de histórias. Suas histórias são metáforas, parábolas e meias verdades que devem ser interpretadas. Orunmila (Ọ̀rúnmìlà) fala sempre através de um Odù. Existem 256 Odù e os sacerdotes de Ifá dedicam a sua vida a aprender a entender as mensagens de orunmilá através desses Odùs, a aprender os versos de Ifá, poemas, os ésés, que contem através de metáforas os ensinamentos e mensagens para os consulentes. Além disso devem aprender a como fazer as rezas, os ébó, as folhas e até sacrifícios que permitirão ao odù atuar na vida das pessoas.

Na nossa teologia, antes de nossos espíritos virem para o aiyé, no orun (ọ̀run) nós nos ajoelhamos perante Olódùmarè para junto a ele pedirmos o nosso destino, que alguns preferem chamar de objetivo de vida. Nesse momento nós escolhemos o que queremos viver nessa vida, o que queremos realizar e qual o nosso objetivo ao nascer no aiyé. Olódùmarè pode concordar com o que pedimos ou não, ou pode ainda definir para nós outros objetivos de vida. Essa conversa é uma das coisas mais importantes para nós e dela poderá depender por exemplo qual será o nosso odù de nascimento, porque ele faz parte do nosso Orí e vai ser definido para nos ajudar na vida que vamos ter aqui no aiye.

Odù é a base da comunicação de Orunmila (Ọ̀rúnmìlà), e como muitas palavras em yoruba ela é usada para várias coisas. Odù são marcas gráficas, assinaturas, que representam um símbolo. A este símbolo estão associadas histórias e versos que formam a famosa e tão pouco conhecida literatura de Ifá, poemas de Ifá, que eram transmitidos oralmente, mas que hoje já encontramos escritos. Esse conjunto não é completo, muita coisa se perdeu, ou uniforme cada escola de Ifá tem o seu que pode ter variações em relação a outras. É interpretação dessas histórias que podem estar na forma de mitos ou de poemas é que vem o significado de um Odù. A mensagem que um odù traz para nossa vida esta contida nas histórias que são associadas a ele.

O verdadeiro espiritualista nunca maltrata os animais

TANTO PESSOAS, QUANTO ANIMAIS, BUSCAM ACONCHEGO, CONFORTO, SEGURANÇA E CARINHO! POR ISSO É MUITO TRISTE VER ANIMAIS E PESSOAS JOGADAS NA RUA, COM FRIO, COM FOME, SEM UM TETO E SEM CARINHO! E PRA PIORAR, A MALIGNA DROGAS E MALDITA VIOLÊNCIA, CAUSANDO DORES E MORTES... ANIMAIS INDEFESOS QUE JÁ SOFREM PRA CONSEGUIR COMER E SOBREVIVER, AINDA TEM QUE SE DEFENSAR DE PESSOAS SEM CARÁTER QUE GOSTA DE MASSACRAR ANIMAIS, OUTROS QUE ABANDONAM SEUS BICHINHOS SE A MENOR DOR NA CONSCIÊNCIA  UMA PESSOA AINDA PODE SE DEFENDER COM MAIS FORÇA, PODE CONVERSAR, PODE ARTICULAR E UM ANIMALZINHO NÃO! NÃO MALTRATE OS ANIMAIS INDEFESOS... CHEGA DE VIOLENCIA CONTRA OS INOCENTES!

É preciso amar


"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã". É assim que começa uma canção da Legião Urbana.

A história de saber amar os outros, de cuidar de quem está perto, de saber que a recíproca é verdadeira, de curtir quem está vivo (enquanto está), de ter a exata noção de que ninguém é para sempre, de fazer bem a quem nos faz bem, enfim, todas essas obviedades... essa história só é óbvia lá entre nossos baús de conceitos. Na vida diária, no bate-estaca do cotidiano, o que fazemos é viver espirrando estilhaços nos outros e, principalmente, em quem está mais perto, mais abraçado, no convívio.

O que quer dizer "amar as pessoas como se não houvesse amanhã"? Quer dizer sugar delas a melhor seiva que há, para então não se arrepender de tê-las perdido no coração; ou para não se lamentar olhando fotos que o computador perderá um dia; ou para não cansá-las com uma chuva de infelicidades diárias. Assim, nada vinga, de fato.

E eu acho improvável amar as pessoas. Não havendo amanhã, restará um hoje do qual somos incapazes de nos aperceber. É quando ele se converte em lembrança que a gente exclama: era isso! Mas não deu tempo de ser direito. Já me arrependi assim com a morte de alguém e talvez ainda colecione desses arrependimentos. Estou falando ainda de amar as pessoas amáveis, aquelas mais próximas, como pais, irmãos, filhos. Essas são as pessoas a quem provavelmente nos ligamos mais, numa espécie de aprendizagem que vem com gosto, cheiro, sol e chuva. 

Tirando a prova dos nove, você vai viver sua vida com o frescor que conseguir, mas terá um manual de sobrevivência bem mais completo e restritivo do que poderia antes. E então você não namora mais uma pessoa; você namora uma família, que, por sua vez, namora a sua família. Então você precisa saber como amar tantas pessoas que não faziam parte daquele desenho de árvore genealógica que você aprendeu na escola (e continua aprendendo). Ah, como aquilo é precário! Na era digital, na plenitude do link e das redes, as aulas de Biologia ainda insistem em desenhos lineares e unidimensionais.

A capacidade de gostar dos outros é imprescindível neste tempo de links quebrados e páginas viradas. E então você precisa aprender a amar as pessoas que mais atinge, além de amar as que precisa adotar. É assim que as pessoas nos surpreendem. É dessa forma que a vida dança com você, dando a impressão de que é você que está marcando a cadência, mas não é. O problema é amar e desamar, desarmar um amor rarefeito, descansar do costume de ser infeliz todos os dias e coisas assim.

Welsh: um conto com muitas possibilidades de leitura

O homossexualismo, aliás, é tema de uma das melhores histórias do livro. "Culpa católica (você sabe que adora isso)" é um bom exemplo da inteligência de Welsh como escritor. E de como um conto pode oferecer tantas possibilidades de leitura e ter tantas reviravoltas quanto um romance. Joe, o personagem do conto, é um beberrão homofóbico que na primeira cena da história espanca um gay na rua. Joe "queria obliterar as feições retorcidas da boneca boiola, mas só conseguiu encher a cara dele de pontapés", enquanto seu amigo Charlie chegava para controlá-lo. Os dois então vão comemorar a surra no gay em um pub em que a irmã gêmea de Charlie se encontra. Lucy (a irmã) e Joe acabam na cama e, neste momento, Joe tem uma espécie de colapso, em que a narrativa de Welsh, entre a piração e a realidade, joga com o leitor. Joe começa a ter alucinações que viram pesadelos. Envolto em uma maldição, ele se vê transando com alguns de seus melhores amigos. Angustiado para se livrar do pesadelo, a certa altura, Joe tem uma epifania e encontra o diabo.
Chamar um escritor de "perspicaz observador da alma humana" é o que de melhor se pode fazer a um autor, mas o elogio que se pode fazer a Welsh passa longe do etéreo, pois o escocês prefere olhar para as coisas terrenas, mais especificamente para a confusão em que o mundo se meteu depois da Revolução Industrial. Welsh cutuca fundo as feridas do capitalismo, mostrando, de forma sempre divertida, como o sistema fode com gente que até pouco tempo acalentava alguma esperança na vida e no ser humano. Mas não, Welsh não é o que se pode chamar de um autor engajado. Pelo contrário, talvez não haja um autor contemporâneo menos engajado que o doidão escocês. Welsh, de forma magistral, aponta sua machine gun em vários alvos: a igreja, os conservadores, os neo hippies, os modernos, os ricos, os drogados, os homossexuais.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A espiritualidade e o amor são mais importantes que o materialismo e ambições

No tempo em que predominam o consumismo, a ignorância calculada, a busca desenfreada pelo prazer e a esquiva total da responsabilidade, não é difícil verificar qual competidor está em vantagem. Si os imanentistas satisfazem o intelecto com respostas adequadas ao atual estado do conhecimento humano, em longo prazo não saciam sede humana de afeto e de sentido. Desprovidos de melhores respostas, tornam-se tão apelativos quanto os próprios religiosos que criticam. Si os religiosos transformam a obra divina numa fuzarca da qual se quer distância e não convivência, a se turno alguns descrentes encaram os mais legítimos sentimentos meramente como instintos. Todos olham para todas as direções, menos para cima. Entretanto, ainda que de forma capenga, o Amor ainda é um trunfo dos transcendentalistas.

A Fé é um ponto ao qual se dirige o espírito em sua evolução


"Passar dos fantasmas da fé para os espectros da razão é somente ser mudado de cela" (Fernando Pessoa).

No velho embate entre imanentismo e transcendentalismo que torna à pauta em virtude do reforço dos movimentos laico e ateu. Por imanentismo compreendemos a concepção de que tudo o que existe encontra-se limitado ao mundo físico e regido pelas leis naturais. Por transcendentalismo, a concepção de que o mundo físico é a parcela de algo maior, regido por leis naturais elaboradas por uma inteligência superior. O imanentismo pretende trazer para suas bases o pensamento filosófico e o científico e escuda-se no materialismo, tanto aquele baseado nos fatos do mundo quanto o promissório. O transcendentalismo lida, sobretudo, com a religião. Mais com a religião que com o espiritualismo, lamentamos observar. Em meio aos dois extremos, a massa cinzenta de pessoas de existência indefinida vagando desprovida de sentido.

A semente é plantada, o tempo passa, os processos se realizam e a planta surge. "Esta é a vida e não espere nada além disso", concluem vitoriosos seus adeptos. A seu turno, os que se julgam donos de visão mais ampla fazem promessas vagas de outro local que eles mesmos não sabem nem definir nem descrever. Recorrem à Fé pela Fé, o que a cega e enfraquece. Não conseguem compreender a Fé como um ponto ao qual se dirige o espírito em sua evolução: ontem uma promessa, hoje um fato. Por isso nossa adesão a Kardec e à Doutrina por ele codificada, na qual se privilegia a Fé raciocinada. Creia; contudo, verifique continuamente quais as bases de sua crença.

Desprovidos de melhores respostas, tornam-se tão apelativos quanto os próprios religiosos que criticam. Si os religiosos transformam a obra divina numa fuzarca da qual se quer distância e não convivência, a se turno alguns descrentes encaram os mais legítimos sentimentos meramente como instintos. Todos olham para todas as direções, menos para cima. Entretanto, ainda que de forma capenga, o Amor ainda é um trunfo dos transcendentalistas. No tempo em que predominam o consumismo, a ignorância calculada, a busca desenfreada pelo prazer e a esquiva total da responsabilidade, não é difícil verificar qual competidor está em vantagem. Si os imanentistas satisfazem o intelecto com respostas adequadas ao atual estado do conhecimento humano, em longo prazo não saciam sede humana de afeto e de sentido.

Na Natureza há harmonia e inteligência

Há, portanto, A Natureza, algo muito maior e mais abrangente do que querem uns e outros, e quem consegue vislumbrar isto não se conforma mais com qualquer tipo de reducionismo, seja de ordem pretensamente filosófica ou científica, seja de ordem pretensamente religiosa. Há harmonia na Natureza e há uma Inteligência que a rege. Aceite quem quiser: há autor espiritual contemporâneo - Inácio Ferreira - observando que no grande plano da Natureza é difícil afirmar categoricamente onde termina o mundo físico e onde começa o que se convencionou chamar "plano espiritual" - ou extrafísico, ou outra dimensão, etc. Desenvolvemos nossa existência naquela parcela da Natureza que acessamos mediante cinco portas, e esta parcela não sofre uma solução de continuidade quando o instrumento do qual nos utilizamos perde suas forças e desfaz-se. Daí a possibilidade de mútua interferência.

Stephen Greenblatt: profetas e livros sagrados

A impressão que nos ficou da leitura d'A Virada, do celebrado estudioso norte-americano Stephen Greenblatt é a de que imanentistas querem definir seus profetas e livros sagrados. Os cristãos têm a Bíblia Sagrada, os cristãos espíritas O Livro dos Espíritos - embora não o leiam -, os fiéis muçulmanos o Corão, os hindus os Vedas e o Baghavad Gita, etc. Caso os imanentistas endossem a tese de Greenblatt, encontrarão no poeta romano Lucretius, e em seu poema De rerum natura os fundamentos de suas ideias. Logo, clero e ritos. Não fazemos aqui qualquer crítica às manifestações da descrença, mas reparamos na sutileza dos fatos, ao notarmos que o crítico, e uma forma ou outra, acaba por adotar as práticas do criticado.

Chaiê Sara - D'us tinha abençoando Abrahão com tudo na velhice


Chaiê Sara - é cheia de eventos e acontecimentos, mas, dentro dela, um versículo que chamou a atenção de muita gente ao longo da história foi: "Abrahão estava velho, entrado em dias, e D'us tinha abençoado Abrahão com tudo.” 

Os cabalistas explicam que não, que envelhecer e ser "entrado em dias" são duas coisas muito diferentes. "Entrar em dias" significa viver a vida de modo completo e envolvente, fazendo com que cada dia seja uma experiência única e singular. Este é - grosso modo - o conceito cabalístico de Carpe Diem. Não no sentido de aproveitar o dia e derivar dele o maior prazer possível; mas no sentido de viver aquele dia intensamente, "entrando nele de cabeça".

A verdade é que muitos de nós temos medo de entrar em nossos dias e viver a vida plenamente, com total presença de espírito, com o corpo e alma, com paixão e entusiasmo totais. Não confiamos na vida o suficiente para deixar que ela nos possua. Por conta de coisas que vivemos no passado, ficamos com medo de experimentar a vida como fonte de sofrimentos, de muitos desapontamentos, de vergonha, de medo, de raiva, etc.

Quando esta visão de mundo se torna padrão em nós, preferimos deixar que os dias passem passivamente enquanto nos colocamos na mera função de marcar a passagem do tempo, como um prisioneiro numa cela, marcando na parede os dias que lhe faltam para a liberdade. Vivemos uma vida passiva e desinteressante, na qual só observamos nossos dias correndo, e somos "tímidos" demais para nos envolvermos com um só deles. Assim, o que podemos aprender daqui é que no mundo encontramos pessoas que vivem e envelhecem, mas que, no processo, não entram em seus dias; e outras que sim o fazem.

Isso explica, entre outras coisas, porque às vezes vemos gente jovem que aparenta ter muito mais conteúdo e "experiência de vida" do que uma pessoa mais idosa. Quantas vezes não nos deparamos com pessoas extremamente jovens mas com uma "vivência" incrível? Quase certamente, o que aconteceu é que esta pessoa jovem se permitiu entrar nos dias, algo que muitos idosos não se dão ao luxo.

Na verdade, muitas vezes observamos o contrário, que muitas pessoas, após anos levando a vida com todas suas pressões e prazeres, com todas suas agruras e maravilhas, desenvolvem uma certa indiferença às perdas e bênçãos de sua existência. Estas pessoas acham que passaram por coisas demais para se submeterem ao lado vulnerável da vida. Em vez de chegarem ao fim da vida como pessoas radiantes, elas perdem o brilho de viver; chegam apagadas.

O filósofo Sêneca, em uma de suas reflexões sobre a vida, disse que uma coisa muito lhe intrigava no ser humano. Quando uma pessoa perguntava para outra sua idade, a resposta era "tenho 30 anos", por exemplo. Sêneca diz, no entanto, que se formos pensar corretamente, justamente o que esta pessoa "não tem" são 30 anos. Este é o tempo de vida que já passou e que a pessoa jamais recuperará! O que ela de fato "tem" são os anos de vida que ainda lhe restam. Se ela for viver até os 70, por exemplo, os anos que ela de fato "tem" são 40.

A Cabalá nos ensina que as coisas não precisam ser assim. Não precisamos ser como algumas pessoas que "têm" 80, 90 anos de vida, mas, na verdade "não têm" sequer um ano de vida realmente vivida ou vivida intensamente. Cada vez que "entramos em nossos dias", mesmo os anos de vida que já não temos mais podem ser contabilizados como uma posse nossa, pois fazem parte integral do nosso ser e de quem nos tornamos. É exatamente como Abraham Lincoln mencionou certa vez: “No final das contas, não é a quantidade de anos em sua vida que importa, mas sim a quantidade de vida em seus anos." Que possamos todos ser "entrados em dias"! Y. A. Cabalista

Não devemos perder a coragem e nem esquecer de nossos valores


Não percas, portanto, a tua coragem e o teu valor, diante da tormenta. Refugia-te na prece e na confiança ativa, amparado pelos benfeitores que te assistem e segue para diante, com teu vaso de consolações, lenindo aflições e pensando feridas naqueles irmãos que, tangidos pelos padecimentos morais, se aproximam sequiosos da fonte de luz. Não te faltarão amigos abnegados que, de nossos círculos, velam por ti e por tua vitória no campo das provas a que foste chamado. Perdoa e prossegue. A luta angustiosa do mundo é o meio. Jesus é o fim. Não troques, meu irmão, os frutos sublimes da eternidade pelas flores efêmeras de um dia. Com a lâmpada acesa da oração, atingiremos o Alto. Rogando, pois, ao Senhor para que te não falhem as forças no bom combate, a fim de que continues valoroso e sereno até o triunfo final, sou o amigo e servo humilde.

O missionário do bem não possui na Terra outro padrão maior que o Cristo, desprezado e crucificado no mais sublime ministério de renunciação. O médium, cônscio das elevadas obrigações que lhe cabem, sofre os antagonismos do meio, a incompreensão, muita vez, dos mais amados e, sobretudo, experimenta o constante assédio das forças desintegrantes das trevas que ainda cercam a maioria dos homens. Por trazer nova contribuição da verdade, aos domínios da revelação, paga doloroso tributo de sacrifício à indiferença dos semelhantes.

Guarda a fonte do amor que a Providência Divina te situou no espírito bem-formado. E porque as pedras do mundo te dilaceram as esperanças, não permitas se resseque, em teu íntimo, o manancial de pão celeste, que a mediunidade localizou em tua avançada capacidade de servir. Meu amigo, que o Senhor te fortaleça o coração nos testemunhos da fé. Aceita as angústias da hora presente, convicto de que o sofrimento é a nossa única oficina de purificação individual. Sabemos que os espinhos da amargura te feriram fundo n’alma generosa e sensível. Entretanto, é nesses acúleos de dor que desabrocharão as rosas de tua felicidade porvindoura. Não condenes, não odeies, não revides.

O uso de colares na Umbanda - proteção e magia


O uso de colares era tão comum na Antiguidade que originou a ourivesaria e a joalheria como indústrias manufaturadoras de colares, pulseiras, braceletes, talismãs, tiaras, etc., para atender aos sacerdotes e aos fiéis mais abastados que preferiam ter objetos de proteção confeccionados com pedras e metais preciosos e de difícil aquisição pelo resto dos membros dos clãs ou tribos do passado. Reis, rainhas, príncipes, imperadores, ministros, etc., que formam a elite dos povos antigos, não usavam colares comuns ou de fácil confecção, mas recorriam a artesãos especializados para confecciona-los, tomando a precaução de terem colares únicos e de mais ninguém.

Cadáveres eram enterrados com colares, talismãs, etc., pois precisavam proteger seus espíritos no mundo dos “mortos”, assim como haviam precisado deles aqui no mundo dos “vivos”, e isso acontece até os dias de hoje na cultura ocidental cristã, na qual o uso de antigos colares mágicos e protetores perdeu seus fundamentos, sendo substituídos por gravatas, lenços, cachecóis, fitas, etc., que envolvem o pescoço dos vivos e dos cadáveres, certo? Portanto, irmãos(ãs) umbandistas, não se sintam constrangidos(as) por usar em público colares ou “guias”, pois não é em nada diferente do que todo mundo faz.

Os padres da Igreja Católica usam rosários, crucifixos pendurados no pescoço (um colar, certo?), escapulários, etc., assim como todos os sacerdotes da maioria das religiões atuais o fazem com seus colares consagrados. Enfim, não há nada de excepcional, incomum ou fetichista no fato de os médiuns umbandistas usarem colares de proteção ou de trabalhos espirituais quando incorporados pelos seus guias.

O uso de colares, pulseiras e talismãs é tão antigo quanto a própria humanidade Todos os povos antigos pesquisados adotavam o uso de colares confeccionados com pedras roladas, seixos, dentes de animais, pérolas, penas, sementes, pedaços de ossos ou de madeiras esculpidas, conchas, unhas de certos animais, cabelos humanos ou crinas de animais trançados, etc. São tantas as coisas usadas na confecção de colares que não nos é possível listar todas. O uso com respeito de colares confeccionados de forma rudimentar se perde no tempo, tendo começado em eras remotas, quando ainda vivíamos em cavernas ou éramos nômades, mas precisávamos de protetores contra o mundo sobrenatural ou contra o perigo de animais e insetos venenosos ou os malefícios feitos por outras pessoas, etc. Então, que fique claro aos umbandistas que o uso de colares ou “guias de proteção” não é uma coisa só da Umbanda ou dos cultos afro aqui estabelecidos. Inclusive, os índios americanos também usavam e ainda usam colares, braceletes, pulseiras e talismãs, tal como fazia e faz o resto da humanidade.

Não confundam Umbanda com ficção e romance...


FAZENDO UM GIRO PELAS CAPITAIS, CHEGA A SER ENGRAÇADO O QUE ENCONTRAMOS BRASIL Á FORA, EM MATÉRIA DE UMBANDA, CANDOMBLÉ, TARÔ E MAGIA... O QUE TEM DE "MESTRE DOS MAGOS POR AI  NÃO TÁ NO GIBI! CARAS QUE APRENDEM CONCEITOS DA RELIGIÃO OU DE ESOTERISMO E COMEÇAM A VENDER CURSOS COMO SE FOSSEM ALEISTER CROWLEY, EM SALVADOR, TEM CERTOS POPULISTAS DA FÉ, QUE TOMAM CARRO, MOTO, CASA E TODA GRANA DOS SUPERSTICIOSOS DESAVISADOS! TEM UM CARA FAMOSO, VENDER DE CURSOS DE UMBANDA (COMO SE A Umbanda EXISTISSE PRA SER USADA DESSA FORMA...) QUE SOLTA UMA PEROLA ATRAS DA OUTRA! E OLHA QUE O CARA TEM MUITOS LIVROS NA PRAÇA! PEROLAS COMO ESTA: "EXU TIRIRI, TRABALHA PELA LEI TAMBÉM PELA VIBRAÇÃO DE OGUM E PELOS TRONOS DOS 7 REINOS..." 

TIRIRI NÃO TEM LIGAÇÃO DIRETA COM OGUM (apenas a afinidade entre essas duas linhas é que os dois são senhores dos caminhos, são de abertura e iniciam tudo), NÃO É DA MESMA VIBRAÇÃO E FALANGE DE 7 CATACUMBAS OU 7 ENCRUZILHADAS... SÃO VIBRAÇÕES DISTINTAS, CORRENTES DISTINTAS... ESSES LIVROS DE FICÇÃO DE GUERREIRO FULANO DA MEIA NOITE, MAGO DA CHAMA DOURADA, DA ESPADA DOURADA OU FICAR USANDO NOMES YORUBÁS QUE NINGUÉM CONHECE SÓ PRA IMPRESSIONAR, JÁ VIROU CAFONICE... SE LIGA!

E ESSA ESTRATÉGIA DE DIZER QUE É DESCENDENTE DE ÍNDIO, DE AFRICANO, DE CIGANO, SEJA LÁ O QUE FOR, NÃO É A DESCENDÊNCIA QUE FAZ O MAGO DE VERDADE E SIM UMA SERIE DE COISAS! FICAR DIZENDO QUE É REPRESENTANDO DE EDITORA GRINGA, QUE FAZ FÓRUM, PALESTRA O DIABO A QUATRO PRA IMPRESSIONAR OU ARREBANHAR UM MONTE DE ESTUDANTE DE ESOTERISMO E TARÔ APENAS PRA FAZER NUMERO E MANIPULAR! ISSO JÁ DEU, NEM O INSTITUTO O... C... DEU GRANDE COISA! O TARÔ NÃO É SENSACIONALISMO E MANIPULAÇÃO... CLARO QUE PODEMOS SIM FAZER FÓRUNS, CURSOS, PALESTRAS, MAS, SEM TODO ESSE AR DE DEMAGOGIA E EXCENTRICIDADE, USANDO OS TAROLOGOS DE BOA FÉ E BUSCADORES QUE NÃO ENXERGAM UM PALMO DIANTE DO NARIZ...

Harmonia no médium e poder do mago, por meio do ponto cantado


">Procura-se através dos PONTOS CANTADOS, obter-se harmonia para a aproximação dos Guias Espirituais, manter concentrados os componentes do terreiro, integrando-os num ambiente de misticismo puro. Em um terreiro de Umbanda é de muita valia e necessário se faz a presença de um elemento homem ou mulher para auxiliar a cantar e dar início aos pontos, devendo o mesmo estar perfeitamente ambientado e ser conhecedor do ritual, concorrendo para o ritmo e cadência dos cânticos. Denominado SAMBA, cuja palavra provêm de um dos verbos da língua Quimbundo: KÚSAM­BA ou KUSÁMBA, que quer dizer, orar, rogar, saltitar, rejubilar, a ele está afeto a incumbência dos PONTOS CANTADOS, quando solicitados pelo Ogam, pelo Guia em trabalho ou ainda quando houver necessidade para tal fim.

É por intermédio do PONTO CANTADO, que o Umbandista complementa a invocação de determinados Guias das Linhas de Umbanda, os quais certamente cumprem o chamamento em obediência ao ponto. Ele é o lenitivo que nos desliga por momentos das atribuições cotidianas, acercando-nos dos Guias e Protetores. Assim sendo, podemos afirmar que os PONTOS CANTADOS, movimentam poderosas forças, pela magia do som, harmonioso e invocativo, que de certa forma condiciona o médium a promover os fenômenos mediúnicos. Temos constatado que determinados pontos coordenados com frases religiosas na sua extraordinária inflexão e expressão empolgante, despertam sentimentos místicos e psíquicos, naqueles que procuram comunicação com o astral, fazendo-os entrar num campo vibratório peculiar.

Os povos em suas liturgias religiosas, desde os tempos imemoriais, invocam suas divindades, não só pelo vocábulo, como também, pela palavra cantada, através de hinos, ladainhas, mantras, cânticos, salmos e pontos cantados. Inúmeras são as finalidades dos PONTOS CANTADOS nos terreiros de Umbanda. Servem entre outras, para DEFUMAÇÃO, PEDIDO DE FORÇAS, para SUBIDA ou DESCIDA DOS GUIAS, HOMENAGENS, PEDIDOS DE GRAÇA, AGRADECIMENTOS, etc. Devemos considerar ainda, que todo espírito tem seu PONTO CANTADO individual e de linha, pelo qual é invocado, individualizado e que por intermédio dos mesmos, possamos ter a garantia de uma comunicação precisa, reconhecendo no espírito manifestante, a sua classificação na linha de origem e seu grau evolutivo, causando uma diferenciação distinta entre os espíritos, mormente de um Caboclo para um Preto Velho.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Humanos, a vida e os riscos


Em um único século, nós, seres humanos, conseguimos por em risco toda a humanidade, a Terra e seus seres viventes e inanimados em nome da busca de uma felicidade torpe baseada em facilidades mil, de plásticos confortáveis e da superalimentação de alguns povos privilegiados, em contraste com a fome que ainda assola a terra negra da África ou os escravos mandchus da Ásia superpopulosa. Isto é felicidade? Para alguns sim, para nós talvez, mas certamente não representa a natureza com toda a sua força criativa e potente. A felicidade se mostra em um figurino de roupas cálidas e charme questionável; o homem se vende a uma torpe dignidade; e nem os mais requintados aromas poderiam encobrir a indecência de caráter em que o ser humano se enlameou dentro de um mundo sem princípios morais. 

Hoje em dia, vemos-nos inundados de informações televisivas desconexas e estereotipadas que nos apresentam um mundo de felicidade utópica e fantasiosa. A imensidão de lares pobres e amontoados vê novelas irreais, que exibem a opulência para um Brasil descamisado e devedor dos bilhões de dólares que representam sua escravidão a um mundo globalizado. Temos saídas?

Deus prometeu dons e uma terra de prazer


Respondendo, disse-lhes: «A vós é dado a conhecer os mistérios do Reino do Céu, mas a eles não lhes é dado. (Mateus 13:11)Disse-lhes: «A vós foi dado a conhecer os mistérios do Reino de Deus; mas aos outros fala-se-lhes em parábolas, a fim de que, vendo, não vejam e, ouvindo, não entendam.» (Lucas8:10)


ASSIM, A TODO ESCOLHIDO QUE É DADO O PODER DO MAGISMO, A MEDIUNIDADE INTUITIVA E ALMA DE MAGO OU SACERDOTE, O ASTRAL SUPERIOR DÁ O PODER DE CONHECER OS ORÁCULOS. ASSIM COMO NO IFÁ, NA ASTROLOGIA E EM OUTROS MEIOS QUE O CRIADOR REVELA SEUS PLANOS POR MEIO DE CÓDIGOS, PARÁBOLAS E PROFECIAS... SÓ QUE NEM TODO MUNDO TEM ESSE DOM, POR ISSO, ALGUNS QUE NÃO TEM, OU QUE ACHA QUE TEM, PARTEM PRA ENGANAÇÃO LUDIBRIANDO PESSOAS E PREGANDO A MENTIRA! MAS, A VERDADE VOS LIBERTARÁ!
"E SERÃO LEVADOS PRA UMA TERRA QUE JORRA LEITE E MEL"!

NOSSA! QUE PROMESSA MARAVILHOSA FEZ O SENHOR DEUS! NÃO É MESMO? ESSA PROMESSA QUE DEUS FEZ AO POVO DE ISRAEL, NÃO É EXCLUSIVAMENTE DELES, E SIM PRA TODOS NÓS! QUE TAMBÉM SOMOS SEUS FILHOS E COMO TAL, HERDAMOS E SOMOS AGRACIADOS COM TODAS AS BELEZAS E PRAZERES QUE O SENHOR QUER NOS DÁ!

MAS, PERCEBA QUE ESSE "LEITE E MEL" NÃO SE REFERE APENAS A COMIDA PRA SACIAR O APETITE DE NOSSO INTESTINO, ELE TEM NA VERDADE UM INTERESSE MAIS PROFUNDO, ELE SE REFERE A VIVER A VIDA COM PRAZER E COM ALEGRIA, NUTRINDO NÃO SÓ O CORPO, MAS, A ALMA. QUE ELEMENTOS TEM MAIS HAVER COM PRAZER E AMOR QUE O LEITE E MEL! DEUS QUERIA QUE SEU POVO VIVESSE O AMOR, OS PRAZERES TAMBÉM DO SEXO, POR ISSO A PROMESSA DO ALIMENTO GOSTOSO, COMO BENÇÃO DE PROCRIAÇÃO... MAS, SER LIVRE É SER LEVE, TER A CONSCIÊNCIA E O INCONSCIENTE TRABALHANDO EM HARMONIA... POIS TEM PESSOAS QUE SÃO REBELDES E PENSAM QUE SEREM TRANSGRESSORES É SINAL DE LIBERDADE. QUANDO NA VERDADE É APENAS PRISÃO NAS CORRENTES DOS DESEJOS. SER LIVRE E VIVENCIAR O AMOR E O SEXO, É ESTÁ PREZO, NÃO A AMARRAS, MAS, DE CERTA FORMA É ESTÁ LIGADO A VONTADE DO COSMOS. ENTÃO É UMA LIBERDADE DE DESEJOS OBSCUROS E MALIGNOS, MAS, ESTÁ CONECTADO POR VONTADE E DESEJOS CRIADORES, É ISSO QUE A DIVINDADE QUER. NÃO DESOBEDIENTES EM POTENCIAL, MAS, SÁBIOS QUE SE CONECTAM A VIDA E AOS PRAZERES DA EXISTÊNCIA.

TEM MUITAS CAROLGAS ENRUSTIDAS, BEATAS E FANATICAS BIBLIOLATRAS QUE INTERPRETAM MAU A BIBLIA E ACHAM QUE SE TRANCAR NOS BLOQUEIOS DO PURITANISMO É SANTIDADE, QUANDO NA VERDADE SER SANTO É ESTÁ ZEN, CONSIGO MESMO EM LUZ! PLENO EM SATISFAÇAO, POR ISSO DEUS PROMETEU LEITE E MEL.

CERTA VEZ UMA GAROTA DE PROGRAMA DISSE QUE NÃO ERA ESCRAVA SEXUAL, POIS FAZIA POR GOSTAR E PORQUE ERA "LIVRE", MAS, SER REFEN DOS DESEJOS OCULTOS NÃO É SER LIVRE! E SER LIVRE DESSA FORMA É MESMO ESTÁ NO CONTROLE? E SE ALGUM CLIENTE INSANO NUM DADO MOMENTO COLOCA ELA, SOB A MIRA DE UMA ARMA PRA FAZER COISAS MALIGNAS... A LIBERDADE É ESTÁ EM CONEXÃO COM A EVOLUÇÃO DA ALMA E NÃO COM A TRANSGRESSÃO SÓ PRA MOSTRAR REBELDIA! DESEJO A TODOS, MUITO PRAZER, MUITO ORGASMOS E MUITA PAZ COM LUZ NO ESPIRITO! NAMASTÊ

CARLINHOS LIMA

OS ANJOS E OS NOMES DE DEUS!

OS ANJOS E OS NOMES DE DEUS! Eles foram extraídos das antigas escrituras hebraicas  concretamente de três versículos do capítulo 14 do livro do Êxodo  os versículos 19, 20 e 21 foram compostos, cada um, no texto em hebraico por 72 letras. Segundo informações transmitidas por Lenain para encontrá-los devemos proceder da seguinte maneira: escrever separadamente os 3 versículos, começando da esquerda. Em seguida devemos pegar a primeira letra dos versículos 19 e 21 e, após, a primeira letra do versículo 20, que está escrito na linha do centro, começando pela direita. Estas três primeiras letras formam o atributo do Anjo Planetário. Seguindo-se a mesma ordem até o final, obteremos os 72 atributos das virtudes divinas. A seguir acrescenta-se a cada um desses atributos ou qualidades, um dos dois grandes nomes divinos, que em português significa “de Deus”, -IAH (Yod-He) ou – EL (Aleph-Lamed), deste modo obtemos os 72 nomes dos anjos, originalmente compostos por 3 letras, porém cada um contendo em si o nome de Deus, segundo o versículo da Escritura que diz; “Meu anjo andará diante de vós; observai-o, pois ele leva em si o meu nome”.

Religião e sexualidade


UMA COISA QUE MARCA MUITO NA MENTE DAS PESSOAS QUE LEEM A BIBLIA, QUANDO ELAS BUSCAM RESPOSTAS PRA SEUS DILEMAS ESPIRITUAIS, É A CONFUSÃO MENTAL QUE A MÁ INTERPRETAÇÃO GEROU AO LONGO DOS TEMPOS NA VIDA DAS PESSOAS! VOCÊ FAZ IDEÁ DE QUANTA MOCINHA SENSUAL FOI MANDADA AOS CONVENTOS, MOSTEIROS E TEMPLOS E TIVERAM SUA SEXUALIDADE ARRANCADA POR DOMINADORES DA "FÉ"? QUANTOS TIVERAM QUE VIVER UMA VIDA FALSA INDO CONTRA SEUS INSTINTOS MAIS PRIMORDIAIS? E PIOR, QUANTAS FORAM ABUSADAS POR LÍDERES RELIGIOSOS, HIPÓCRITAS, MENTIROSOS E SAFADOS? SIM! MUITS FORAM TRANCAFIADAS E ABUSADAS, AINDA TENDO QUE MENTIR SOBRE UMA CASTIDADE QUE NÃO TINHAM MAIS! OU EM MUITOS CASOS, ALGUMAS SAFADINHAS QUE TIVERAM CASOS, PAIXÕES ARDENTES COM LÍDERES RELIGIOSOS E PASSARAM SUA VIDA, TENDO UMA SEXUALIDADE ATIVA E MENTINDO... POIS BEM! O QUE MARCA, COMO MENCIONEI ACIMA É AO LER A BÍBLIA E LERMOS: "CRESCEI E MULTIPLICAI", QUANDO SABEMOS QUE BIOLOGICAMENTE, SEM FAZER SEXO ISSO É IMPOSSÍVEL!

AI VEIO TODA MÁ INTERPRETAÇÃO DA TORÁ, COM OS ADEPTOS DO PATRIARCADO TENTANDO IMPOR UMA CASTIDADE FALSA, INVENTARAM ATÉ A TAL CIRCUNCISÃO, MAS, NÃO PARARAM DE FAZER SEXO, ALGUNS ATÉ COM VÁRIAS ESPOSAS (QUE HIPOCRISIA)! ENFIM, O SER HUMANO, SALVO EM ALGUNS CASOS, NASCEU PRA VIVENCIAR SUA SEXUALIDADE E TER SEXO, PROCRIAR E TER PRAZER É TAMBÉM SUA MISSÃO! A MENOS QUE ELE SEJA UM ESCOLHIDO... O QUE GEROU MUITAS DISTORÇÕES E MÁ INTERPRETAÇÃO, FORAM OS TEÓLOGOS DA IGREJA, QUE REESCREVERAM O ROTEIRO DO CRISTO, COMO SE ELES FOSSEM OS DONOS DA VERDADE! E QUANTO A CRISTO? CREIO SIM QUE ELE FOI CELIBATÁRIO, PORQUE TENDO ORIGEM DIVINA, REPRESENTANDO O MESHIANISMO, ELE NÃO PODERIA TER ENVOLVIMENTOS CARNAIS, ASSIM COM MARIA E COMO MUITOS OUTROS ESCOLHIDOS, MAS, NÃO QUE O SEXO SEJA PROIBIDO A TODOS OU QUE SEJA MALIGNO - VAMOS VIVER PESSOAL!

O nome divino e os anjos

O nome divino - IAH deve ser acrescentado sempre que a qualidade atribuída ao anjo estiver relacionada com a evolução da consciência e o nome divino – EL sempre que a qualidade atribuída ao anjo estiver relacionada com manifestações no plano material. Ensinamentos da tradição revelam também que o nome divino – IAH possui uma tônica yin, passiva, feminina, negativa, o repouso, a mente intuitiva, o dócil, a tranqüilidade contemplativa e o nome divino – EL possui uma tônica yang, ativa, masculina, positiva, o movimento, o intelecto, o racional, a ação criativa.

Amor, sexo, carma, destino, oráculos e sedução!

Amor, sexo, carma, destino, oráculos e sedução!
Amor, sexo, carma, destino, oráculos e sedução!

 A mulher buscando ser feliz no amor e na vida sexual


Por falar de destino, carma, oráculos e alma gêmea em meu livro, cheguei no ponto da bagagem de cada um, que podemos interpretar como dons especiais, privilégios e certos dotes ancestrais... quem lê o livro entenderá! E olhando a vida ao nosso redor, percebemos facilmente de que certas pessoas tem mais poder do que outras tanto pra fazer coisas especiais, quanto pra conquistar com maior facilidade do que outras! E voltando a BÍBLIA, vemos que assim como nos dias de hoje no passado tinham por exemplo, mulheres fatais que enlouqueciam os homens, muito mais do que outras! Não tenham duvida, tem mulheres que nascem com um balacobaco a mais, com uma pegada a mais, com maior carisma, com mais sensualidade e são mais irresistíveis! Isso tudo tem haver com o carma, com a ancestralidade e com a espiritualidade, pendendo pro lado bom ou ruim... Dalila foi um desses bons exemplos, enfeitiçou SANSÃO, com seus quadris largos, seios fartos e muito charme que encheu o fortão de tesão, mesmo tendo aos seus pés, dezenas ou centenas de hebreias de sua tribo! Davi da mesma forma foi enfeitiçado por Bateseba, mesmo tendo passado por muitos amores! Também SALOMÃO, se apaixonou perdidamente pela RAINHA DE SABÁ... Enfim se for falar aqui teria que escrever por muitas horas... Então deixe seus dons aflorar e seu encanto dominar!
Pra fanáticos ou cegos que tentam ler a Bíblia como se fosse um romance, todo certinho e tudo verdade e não capta seus códigos ocultos e suas revelações, quero continuar afirmando aqui alguns conceitos - eu já afirmei sobre almas gêmeas, e quero afirmar também sobre destino. Quem já leu a historia que fala do drama de Tobias, sabe bem que uma certa viúva já tinha casado várias vezes e que um demônio matava seus maridos! Óoooo! Um demônio matava? Esperai! Que negocio é esse? Cadê todas aquelas frases de cds gospel  frases de camisetas crentes e todas aquelas balelas pregadas por pastores sensacionalistas, hipócritas e mentirosos que vemos todo dia na Tv? Do que que eu tô falando? Ainda não se ligou? Quer que eu desenhe? Eu to falando de todas aquelas afirmações de que sendo crente tudo tá na mão de Deus (como se ele fosse um ser que não tivesse mais nada a fazer e passasse apenas a cuidar de quem lê a BÍBLIA), que o DIABO é um "fracote", que as forças do mal não podem intervir, basta gritar nas igrejas e blablabla... Enfim, essa historia de Tobias, nos revela muitas coisas. Primeiro que estamos vulneráveis sim, que o demônio nos ataca, basta que estejamos fracos, dentro de um carma pesado  cheios de pecados e sem luz. E não é apenas pagar dízimos e bajular um pastor que nos dá luz não! Pelo contrário, pode nos tornar apenas idiotas sectários e hipócritas!

O ARCANJO RAFAEL, nos revelou a existência de demônios que se alimentam de sexo, que matam, que interferem e que não se livra apenas com oração, (mesmo que ele tenha dito pra rezar, antes da lua de mel), na verdade a oração é um elemento amplificador, mas, os ritos sagrados são muito mais importantes, prova disso, foi o ritual com o peixe... além disso o mais importante de tudo, foi Tobias ir reencontrar sua alma gêmea  tirá-la dessa triste sorte de viuvez, e tirá-la do demônio  E acima de tudo, as escolhas pelo bem e pelo amor! O amor é que liberta e não fanatismo sectário... shalom!


As seitas da  moda, bibliólatras, que fazem da pirotecnia uma ferramenta pra atrair grana, ignoram todo lado místico e sagrado esotérico das Escrituras. E dessa forma, esquecem-se de tradições profundamente ligadas as origens do CRISTIANISMO, como os essêneos, os cabalistas e muitas outras tradições ocultas que só os iniciados sabem, pois a origem da Bíblia tem mais ligações místicas do que se pensa... Enfim, por falar em lado místico da BÍBLIA, não temos dúvida que ela aprova a existência do amor e que deixa clara que as almas gêmeas estão destinadas a se encontrarem... O que há de complicado e que muita gente não entende, é que a alma gêmea é rara e tem um imenso mar de obstáculos no percurso de reencontro. Por isso muita gente não encontra numa única vida! Mas ela existe sim, trago um capitulo especial no meu livro que está sendo editado e revisado sobre este tema, além de falar como ponto centro do destino, dos oráculos e das divindades agindo sobre nós... E o mais confortante é que todo mundo tem direito ao amor e a almas gêmeas! Isso mesmo almas, lendo o livro vocês entenderão... Mas já adiantando alguma coisa, esclareço aqui que temos a oportunidade de encontrar alma gêmea, alma afim, alma de costas e alma nova que ganha ou não um papel especial em cada uma de nossas encarnações. Percebam que tem pessoas que se apaixonam por muitas outras pessoas, chegando até ao ponto de nem saber o que é amar e perdendo o foco, passando a desacreditar no amor - isso é porque ela abusou, não esperou seu amor verdadeiro e passou a viver apenas pelos desejos - tenha fé na sua alma gêmea, acredite no amor verdadeiro e ele virá! NAMASTÊ

 
CARLINHOS LIMA

Ser médium: mediunidade e animais

mediunidade e animais
A MAIORIA DAS PESSOAS PENSAM QUE SER MÉDIUM  SER LÍDER RELIGIOSO OU SER MAGO SERVE APENAS PRA CUIDAR DE GENTE, OU QUE A MISSÃO ESPIRITUAL É APENAS TRABALHAR EM PROL DE PESSOAS! MAS, CUIDAR DA NATUREZA E DOS ANIMAIS É FUNDAMENTAL... QUEM VÊ UM ANIMAL COM FOME, FERIDO E ABANDONADO E NÃO FAZ NADA TÁ SENDO OMISSO E NÃO CUMPRE BOA PARTE DE SUA ESPIRITUALIDADE - E MALTRATAR UM CACHORRO, UM GATINHO OU QUALQUER ANIMA, TAMBÉM PREJUDICA A ESPIRITUALIDADE DE QUALQUER UM... MUITOS SE DIZEM MAGOS, RELIGIOSOS E SÁBIOS, MAS, NÃO RESPEITAM OS ANIMAIS...

Orixás e o instinto maternal

VOCÊS JÁ DEVEM TER PERCEBIDO QUE TEM MULHERES QUE TEM UM INSTINTO MATERNAL MAIOR QUE AS OUTRAS... TEM MULHERES QUE GOSTAM DE ENGRAVIDAR, CUIDAR DE CRIANÇA E ADORAM SER MÃE! ENQUANTO OUTRAS SE PUDESSEM NUNCA IRIAM PARIR NA VIDA... SE PUDESSEM AO TER SEUS FILHOS SÓ DEIXARIAM COM O PAI E SÓ OLHARIAM PRAS CRIANÇAS DE TEMPOS EM TEMPOS! NO PRIMEIRO CASO SÃO MULHERES QUE TEM ORIXÁ ANCESTRAL DE ÁGUA  COMO OXUM OU IEMANJÁ, REGENDO A CASA DO LAR, DAS BASES FAMILIARES E DOS SENTIMENTOS INTERNOS DA ALMA. JÁ O SEGUNDO TIPO SÃO AS QUE SÃO SECAS, TEM OMULÚ OU NANÃ REGENDO AS BASES FAMILIARES E COMO ORIXÁ ANCESTRAL... AS MULHERES MATERNAIS SÃO MAIS DOCES, MAIS ROMÂNTICAS E MAIS SEXYS...

Simbologia e poder do portal de Aquário


Nem sempre esta convivência é pacífica e, normalmente, lembra a morte. Insiste-se ainda em que seja uma representação da água, mas afirmo que de lunar e canceriano nada tem este símbolo de Aquário. Ao contrário, ele é a expressão do lógico e do evolutório. Os símbolos e signos aquosos, como o símbolo de Câncer, são braços sensuais e envolventes, em carícias gordinhas. Também nada tem a ver com o símbolo de Peixes que, em formas arredondadas, alongadas e atadas, expressa a vontade de viver em dois mundos, sendo um e sendo o outro. Nada tem a ver também com o símbolo lascivo de Escorpião que, nas curvas voluptuosas de um M, representa um animal pronto para o sexo e a procriação. Não, definitivamente Aquário não é Água. Poderia ser Fogo. Vejo, nas diversas "ondas", várias pontas do signo de Sagitário. Seriam diversos "sagitários"... uau! Um Sagitário já é difícil de controlar, quanto mais vários! Piadas à parte, o símbolo de Aquário tem mais significados que podemos não perceber completamente, mas que guardam relação com uma mudança de era, de gestação de uma nova forma de pensar e de agir. Sim, este signo tem a ver com os signos de Ar. Com os gêmeos querendo se separar, mas tendo as suas barras verticais – o tema do ar espiritual – jungidas por traves horizontais que os aprisionam em um plano terreno. Tem a ver com Libra, que já conseguiu uma bolha única de ar entre as suas barras. 

NA VERDADE HÁ ORIGEM DE MUITOS MITOS, DE MUITOS DEUSES, TEM MUITA LIGAÇÃO COM A HISTORIA DOS ANJOS, ESPECIALMENTE OS CAÍDOS, A QUAL ESTOU ABORDANDO NO SEGUNDO VOLUME DE MEU LIVRO DE UMBANDA ASTROLÓGICA!
símbolo de Aquário. Este símbolo é o único no zodíaco a expressar um grande desconforto, pois em nenhum de seus pontos temos uma acomodação confortável: são serrilhas (ou ondas) que, se estiverem fora de fase, mostram uma trituração, um subir e descer de dentes pontiagudos, lembrando mais um ato de mastigação do que qualquer outro motivo. Alguns podem dizer que estas ondas são de água. Perfeito, vem da ânfora de Ganimedes servindo a ambrosia aos Deuses, mito por demais incômodo para os mais tradicionalistas, pois põe em dúvida até mesmo a honra do pai dos deuses, colocando-o na condição de um homossexual. Isto também pertence a era de Aquário. A convivência do homem com o homossexualismo é algo muito difícil e incômodo para ser encarado de frente. Héteros contra Homos também está estampado neste símbolo de Aquário. Veja que as ondas são iguais, mas em níveis diferentes, e não especulares ou complementares, como na relação entre homem e mulher. Em Aquário, as ondas não são complementares, são iguais. É o mundo de busca da igualdade. Por isto é uma luta de titãs, júpiteres e prometeus.

Aquário: o portal do Aguadeiro

Aquário é uma contínua evolução, é um símbolo que tematiza uma contínua labuta pelo progresso, um contínuo trabalho mental. Neste símbolo vê-se o prometeico progresso do homem. Vejamos o porquê. Nenhum símbolo pode ser lido em uma única direção. Alguns são óbvios, pois induzem uma única direção, como o de Sagitário e o de Áries, ou as curvas do Leão, que levam à cabeça do espermatozoide, ou as curvas da Virgem que, no voluptuoso corpo, acabam-nos deixando sem a esperança de sexo. No símbolo de Touro, aprisiona-se uma bolha de ar e ainda põe-se um peso em cima, como se Touro quisesse para si na totalidade dos tempos o fogo da sabedoria de Prometeu. Capricórnio, que não decidiu ainda entre a densidade de seus símbolos, prefere mostrar-se às vezes como uma cabra que espera pelo tempo, às vezes pelo "Tau", símbolo do próprio tempo. Não, Aquário é o signo prometeico que, visto no sentido vertical, leva o homem de uma situação turbulenta a outra pelo espaço interior do ar turbulento do saber. Ele consegue sair de uma margem e chegar a outra, ele sai de seu corpo físico basal e atinge seu corpo mental. É a dicotomia da evolução.
O AGUADEIRO, para passar de uma margem a outra deste rio de conhecimento, ele não navega, ele simplesmente é arremessado pela energia elétrica de seus neurônios, não em estado mediúnico pisciano, ou na lógica virginiana, ou na paciência capricorniana. Em um estado aquariano, o fluxo de idéias é nervoso, é contraditório, a evolução é difícil. A passagem nunca é suave. Aí pergunto: será que ela realmente ocorre? Da teoria elétrica, o símbolo de Aquário é um capacitor dentro de um circuito: após um acúmulo de elétrons em uma posição, e em função do dielétrico interno das duas armaduras, ocorre, em um determinado momento, um fluxo explosivo. Caminhar em Aquário é caminhar em uma senda sem limites e por vezes escura. É o evoluir das épocas, a busca de esclarecimento.
Analisando o símbolo de Aquário, deveríamos desistir de analisá-lo, pois é muito complexo, mas vamos tentar. Nestas duas serras, perdemos as barras ou formas físicas que expressam a noção de uma fácil acomodação e adotamos serrilhas ou ondas, incômodas por natureza, pois em nada indicam estagnação ou aceitação de um estado pré-definido. Tudo está por definir na forma física deste símbolo. O ar aparentemente é solto, mas está em um canal que o induz a uma movimentação contínua, num fluxo forçado. Certamente, não é um fluxo laminar. Ao contrário, temos uma situação de turbulência do ar entre as paredes deste canal com arestas. Dentro de Aquário, você é arremessado para todos os lados. Mas assim é o fluxo do saber e de adquirir mais conhecimentos. Neste símbolo, você está presente em três épocas: no passado – a serrilha ou onda inferior; no presente – a turbulência do ar no interior do símbolo; e no futuro – na serrilha ou onda superior.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores