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domingo, 1 de outubro de 2017

Os sacrifícios e polêmicas na crença dos orixás


A magia sagrada


A grande polêmica que fazem com a religião dos orixás é o fato de em alguns de seus rituais animais serem sacrificados. Uma prática que existe desde quando o homem precisa alimentar-se. Sempre foram realizados por muitas religiões, mas que aos poucos foram deixando de existir em algumas. A pergunta é, então, por que o candomblé ainda faz o que, para muitos, é considerado uma barbaridade? A resposta é simples: essa religião tem uma profunda relação com o planeta Terra, tanto que suas danças são feitas com os pés totalmente plantados no chão, diferente do balé, que parece demonstrar que os bailarinos, dançando nas pontas dos pés, desejam alcançar o céu. Essa ligação com a terra não poderia excluir a necessidade que o homem tem de se alimentar para sobreviver.
Oferecemos aos deuses tudo aquilo que nos mantém vivos e alegres: alimentos, flores, perfumes, água limpa e fresca. Tranquilizo os leitores dizendo que no dia em que os homens deixarem de ter na mesa galinha, galo, carneiro, porco, boi… naturalmente esses animais deixarão de ser ofertados aos deuses. Se um dia o sacrifício humano existiu foi porque as tribos se alimentavam de seus semelhantes. Se a desculpa para crítica de sacrifício de animais se deve ao fato de eles serem seres vivos, gostaria de lembrar que laranja, alface, couve também são seres vivos.
Afinal, quando arrancamos uma raiz de inhame para que ela faça parte da nossa farta mesa de café da manhã, nem lembramos que sacrificamos um ser vivo. Neste caso é para nos servir de alimento, e quando arrancamos uma flor pelo simples prazer de curtir sua beleza? Gostaria, apenas, que as pessoas que criticam os rituais refletissem sobre o que foi dito anteriormente, com o coração e a mente aberta, e chegassem às suas próprias conclusões.
Caso tudo o que falei ainda não tenha servido para que o sacrifício de animais no candomblé possa ser compreendido, quero lembrar que os animais de que o povo se alimenta no seu dia a dia são mortos em série, de maneira cruel, nos abatedouros. Os animais dos cultos afros são reverenciados desde que são escolhidos nas feiras livres, até o momento em que são oferecidos aos orixás, quando cobrimos seus olhos com folhas específicas de calma e cantamos a fim de diminuir o estresse que eles possam estar sentindo. Além disso, eles não são animais quaisquer, são escolhidos aqueles que o sacerdote consagrado para esta função percebe que já estão no momento de passar para outro estágio evolutivo. Não matamos o animal, damos a ele um novo nascimento, por isso cantamos: Bi ewe yeje para lala ie, Ògún pere pa = Demos-lhes um novo nascimento, você resistiu à prova, ultrapassou seguramente privações e sofrimentos, você não está morto, está vivo. Somente Ogun mata.

Mesmo perseguida, a astrologia fascina o homem há milênios



O milenar saber astrológico





Astrologia tem fascinado as pessoas por mais de 6.000 anos, com seus insights sobre os acontecimentos mundiais e da natureza humana. Esta poderosa ferramenta, como muitos descobriram, pode revelar as profundezas de sua personalidade, incluindo habilidades, talentos, motivações e desafios em qualquer área da vida de relações com o dinheiro para a carreira, amizade, crianças, família e criatividade.
Astrologia é muito mais do que o seu signo solar. Seu gráfico (nascimento) natal, quando calculada para a sua data exata, horário e local de nascimento, mostra todos os outros planetas, seu signo ascendente (também chamado de Ascendente) e as casas (áreas da vida). Ao contrário de seu signo solar, que é compartilhado por milhões de pessoas, o seu mapa de nascimento é único, como você é. É o seu mapa personalizado dos céus.
Quando interpretado por um astrólogo experiente, seu mapa natal revela o seu potencial nesta vida e também onde você está nessa jornada. Você pode obter insights sobre as fases atuais e futuras, quando a esperar que a evolução da carreira, romance, compromisso, um aumento na renda e muito mais. Como uma ferramenta de previsão, a astrologia pode ajudar você a se preparar para períodos de sucesso, bem como tempos desafiadores. É tudo no tempo, que é a força da astrologia como uma ferramenta de previsão.

Os criados com santidade


A divindade dos anjos


Os seres humanos, por outro lado, não são criados com santidade. Pelo contrário, são criados com um corpo físico que tem fortes impulsos e desejos de agir em total contraste com a santidade. Quando os homens exercem controle sobre suas urgências físicas e agem de acordo com a moral e a ética, tornam-se espirituais e santificados por obra de seu próprio empenho. Contrapondo-se aos anjos que são estacionários, os seres humanos caminham, podendo, portanto, progredir. É por esta razão que os ensinamentos de nossa Torá nos dizem que os homens são superiores aos anjos.
Quando as pessoas progridem espiritualmente, elas impactam o ambiente que as rodeia. Sua família, seus amigos e sua comunidade são influenciados por sua espiritualidade. Eles assim possibilitam que outros sigam seus passos, suas pegadas. Daí o título de meu trabalho, “Os anjos não deixam pegadas”. As pessoas, sim, deixam sua marca.

“Os anjos não deixam pegadas”







“Os anjos não deixam pegadas”, baseia-se na afirmação do Talmud de que os anjos apenas ficam parados, enquanto os seres humanos podem caminhar.
Nesta afirmação está implícito que por mais santificados que sejam os anjos, eles o são por terem sido criados desta forma. Sua santidade não é fruto de suas próprias ações. Os anjos não conseguem aperfeiçoar-se. Não se podem tornar ainda mais santificados do que quando foram criados. Pois os anjos são estacionários, nem progridem nem retrocedem.
Essa afirmação é muito profunda e em termos de angeologia deixa margem pra certas controvérsias. Ou seja, se eles cairam um dia, ou alguns deles, quer dizer que retrocedem sim e se há hierarquias, de certa forma eles podem subir por elas... Um exemplo é a historia de Lucifer e Miguel, quando um caiu o outro substituiu no comando do exercito celestial...

As ocorrências cíclicas da natureza

Os fatos inesperados são recebidos


Como o tempo é cíclico, fatos inesperados são recebidos com espanto. Assim, as ocorrências cíclicas da natureza – por exemplo, as fases da lua e as estações climáticas – são encaradas como acontecimentos normais da vida, mas o que escapa do ritmo normal do tempo é visto com preocupação e medo, como um eclipse, uma enchente etc. O nascimento de gêmeos, que contraria o desenlace normal da gestação, constitui também um fato excepcional.
Os afrodescendentes assimilaram o calendário e a contagem de tempo usados na sociedade brasileira, mas muitas reminiscências da concepção africana podem ser encontradas no cotidiano dos candomblés. A chegada de um novo odum, ano novo, é festejada com ritos oraculares para se saber qual orixá o preside, pois cada ano vê repetir-se a saga do orixá que o comanda: será um ano de guerra, se o orixá for um guerreiro, como Ogum, de fartura, se o orixá for um provedor, como Oxóssi, será de reconciliações, se for de um orixá da temperança, como Iemanjá, e assim por diante. O ossé, a semana, constituiu-se num rito semanal de limpeza e troca das águas dos altares dos orixás. Cada dia da semana, agora a semana de sete dias, é dedicado a um ou mais orixás, sendo cada dia propício a eventos narrados pelos mitos daqueles orixás, por exemplo, a quarta-feira é dia de justiça porque é dia de Xangô. As grandes festas dos deuses africanos adaptaram-se ao calendário festivo do catolicismo por força do sincretismo que, até bem pouco tempo, era praticamente compulsório, mas o que a festa do terreiro enfatiza é o mito africano, do orixá, e não o do santo católico.


Iorubás e eventos experimentados e reconhecidos por toda a comunidade

Calendário Iorubá


Antes da imposição do calendário europeu, os iorubás, que são a fonte principal da matriz cultural do candomblé brasileiro (Prandi, 2000b), organizavam o presente numa semana de quatro dias. O ano era demarcado pela repetição das estações e eles não conheciam sua divisão em meses. A duração de cada período de tempo era marcada por eventos experimentados e reconhecidos por toda a comunidade. Assim, um dia começava com o nascer do sol, não importando se às cinco ou às sete horas, em nossa contagem ocidental, e terminava quando as pessoas se recolhiam para dormir (Mbiti, 1990: 19), o que podia ser às oito da noite ou à meia-noite em nosso horário. Essas variações, importantes para nós, com nosso relógio que controla nosso dia, não o eram para eles. Sobre este calendário e o inicio da tradição que resultou no Candomblé e Umbanda que conhecemos hoje, trato em meus estudos de Umbanda Astrológica...

O tempo nas sociedades africanas tradicionais


O tempo tem que ser criado


Para o pensador africano John Mbiti, enquanto nas sociedades ocidentais o tempo pode ser concebido como algo a ser consumido, podendo ser vendido e comprado como se fosse mercadoria ou serviço potenciais – tempo é dinheiro –, nas sociedades africanas tradicionais o tempo tem que ser criado ou produzido. Mbiti afirma que “o homem africano não é escravo do tempo, mas, em vez disso, ele faz tanto tempo quanto queira”. Comenta que, por não conhecerem essa concepção, muitos estrangeiros ocidentais não raro julgam que os africanos estão sempre atrasados naquilo que fazem, enquanto outros dizem: “Ah! Esses africanos ficam aí sentados desperdiçando seu tempo na ociosidade” (Mbiti, 1990: 19).

Fé e rituais: Quando se vai ao terreiro

Começa quando tudo estiver “pronto”


Quando se vai ao terreiro, é aconselhável não marcar nenhum outro compromisso fora dali para o mesmo dia, pois não se sabe quando se pode ir embora, não se sabe quanto tempo vai durar a visita, a obrigação, a festa. Aliás, candomblé também não tem hora certa para começar. Começa quando tudo estiver “pronto”. Os convidados e simpatizantes vão chegando num horário mais ou menos previsto, mas podem esperar horas sentados. Então muitos preferem chegar bem tarde, o que pode acarretar novos atrasos. E não adianta reclamar, pois logo alguém dirá que “candomblé não tem hora”. Uma vez, depois de muita espera, perguntei a que horas iria o candomblé realmente começar. A resposta foi: “Depois que mãezinha (a mãe-de-santo) trocar de roupa.” Enfim, o tempo será sempre definido pela conclusão das tarefas consideradas necessárias no entender do grupo, a fórmula: “quando estiver pronto”.
Essa idéia de que o tempo está sujeito ao acontecer dos eventos e ao sabor da realização de tarefas necessárias pode ser observada no cotidiano dos terreiros também fora das festas. Pesquisadores que estão se iniciando em trabalho de campo espantam-se muito com a “falta de horário” das mães e pais-de-santo, tendo que esperar horas e horas, se não dias, para fazer uma entrevista que pensavam estar agendada para um horário bem determinado. Clientes que vão ao terreiro para o jogo de búzios ou outros serviços mágicos também podem se sentir incomodados pelo modo como o povo-de-santo usufrui do tempo.

O astral do amor e paixão


Cinderela é uma mulher


Idealisticamente, a Cinderela é uma mulher que se casa com seu príncipe encantado e vivem felizes para sempre. A Umbanda Astrológica pode ajudar cada mulher para saber se um homem em particular é o seu príncipe própria e especial de charme, e que horas ela é Cinderela .
No sentido tradicional, Cinderelas são mulheres que se casam com príncipes reais de famílias reais. As respostas são sempre as estrelas! O sucesso ou fracasso de um casamento depende dos pontos fortes e fracos do mapa astrológico do dia do casamento (Gráfico Casamento). E a chave para o sucesso no amor e casamento bem-sucedido, depende do mapa dos envolvidos, estarem bem alinhados ao mapa do céu daquele dia da união, como também, geralmente tem ângulos mágicos, especialmente os feitos pela Chiron e / ou o Sol, também sobre os pontos citados como pontos de busca, de amor ou de sonhos...

Na Umbanda Astrológica estuda-se em especial o amor e comportamento das pessoas


Pelos movimentos e ciclos astrais


Na Umbanda Astrológica estuda-se bem os movimentos e ciclos astrais, que determinam fases importantes na vida das pessoas, como por exemplo, fases de crescimento profissional, amor e de assuntos ligados a saúde. Quíron é o planeta da Cinderela. Como qualquer outro planeta, Chiron está em constante movimento, uma vez que orbita o sol. Como Chiron se move no céu, sempre que faz um ângulo MÁGICO à seu planeta chave do amor, das buscas ou dos sonhos, você está no auge de seu ciclo de Romance.
O mesmo é verdadeiro quando a posição destes astros citados acima amor, buscas ou sonhos no céu faz um ângulo mágico para o seu Chiron. É nessas horas que você está no seu Tempo Cinderela e você é o mais atraente, mais charmoso e mais fascinante. Esses planetas são os que regem casas importantes do mapa e personificados a partir de Vênus, Netuno e Júpiter. Mas, há que se observar, também quais são os regentes das casas 12, 7 e 9.
Durante o seu tempo de Cinderela, as pessoas te perdoam por tudo. Eles ignoram suas falhas e você está no auge de sua popularidade. É esse um bom momento pra mulher que deu uma puladinha de cerca pedir perdão e reconciliar, caso o mapa do marido também esteja tocado por essas configurações também. Especialmente o ponto do perdão do marido. É durante o seu tempo Cinderela que você é tão irresistível como você pode possivelmente ser. Você quase pode andar no ar. Isto é, quando você tem a maior chance de satisfazer aos seus príncipes encantados, se apaixonar juntos e se casar com eles. Mas, como você deve ter adivinhado, seu Portal de Cinderela está aberto apenas para algumas vezes em sua vida e apenas brevemente de cada vez. Não perca. É fundamental que você aproveitá-la sempre que ele ocorre em sua própria vida. Ao estudar as seguintes configurações citadas acima de Cinderela, você pode começar a aprender a reconhecer a abertura de seu Tempo Cinderela própria para que você possa atravessá-la antes que se feche. Pra saber sobre esse período é preciso observar o mapa natal de cada pessoa...
Namastê!
Climazzen Astrologia

Candomblé e participação


Crença afrobrasileira


Num terreiro de candomblé, praticamente todos os membros da casa participam dos preparativos, sendo que muitos desempenham tarefas específicas de seus postos sacerdotais. Todos comem no terreiro, ali se banham e se vestem. Às vezes, dorme-se no terreiros noites seguidas, muitas mulheres fazendo-se acompanhar de filhos pequenos. É uma enormidade de coisas a fazer e de gente as fazendo. Há uma pauta a ser cumprida e horários mais ou menos previstos para cada atividade, como “ao nascer do sol”, “depois do almoço”, “de tarde”, “quando o sol esfriar”, “de tardinha”, “de noite”. Não é costume fazer referência e nem respeitar a hora marcada pelo relógio e muitos imprevistos podem acontecer. No terreiro, aliás, é comum tirar o relógio do pulso, pois não tem utilidade. Durante a matança, os orixás são consultados por meio do jogo oracular para se saber se estão satisfeitos com as oferendas, e podem pedir mais. De repente, então, é preciso parar tudo e sair para providenciar mais um cabrito, mais galinhas, mais frutas, ou seja lá o que for. Em qualquer dos momentos, orixás podem ser manifestar e será preciso cantar para eles, se não dançar com eles. Os orixás em transe podem, inclusive, impor alterações no ritual. Eles podem ficar muitas horas “em terra” enquanto todos os presentes lhes dão atenção e tudo o mais espera. Durante o toque, a grande cerimônia pública, a presença não prevista de orixás em transe implica alargamento do tempo cerimonial, uma vez que eles devem também ser vestidos e devem dançar. A chegada de dignitários de outros terreiros, com seus séquitos, obriga a homenagens adicionais e outras sequenciais de canto e dança. Embora haja um roteiro mínimo, a festa não tem hora para acabar. Não se sabe exatamente o que vai acontecer no minuto seguinte, o planejamento é inviabilizado pela intervenção dos deuses.

Pelo fim da hipocrisia



Pelo fim da hipocrisia - “Sou uma feminista convicta. Sempre busquei o melhor para as mulheres. Dediquei mais de duas décadas de minha carreira a responder a uma questão: por que as mulheres raramente são as heroínas? Há quem não me entenda, mas o que ofereço é uma nova perspectiva feminista, sem hipocrisia. Muitos dos escritos feministas modernos conspiram a favor das perspectivas chauvinistas masculinas ao perpetuar o desprezo pela beleza e pelo sex appeal das mulheres. O feminismo radical deprecia o encanto feminino. Por que não estimular a feminilidade em vez de aboli-la?” (socióloga inglesa Catherine Hakim)

Igualdade entre os sexos



Igualdade entre os sexos - “O mito feminista da igualdade dos sexos é tão infundado quanto a afirmação de que todas as mulheres almejam a total simetria nos papéis familiares, emprego e salário. As feministas insistem que a independência financeira é necessária para a igualdade em casa. Argumentam ainda que a maior parte das mulheres é carreirista, como os homens, e detesta ficar em casa para criar os filhos. Diversos estudos indicam o contrário. A maioria das mulheres prefere ficar em casa em tempo integral quando as crianças são pequenas, pelo menos até elas começarem a frequentar a escola. Um parceiro bem-sucedido torna essa opção mais viável.” (socióloga inglesa Catherine Hakim)
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