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A pombagira

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Vida e morte: As religiões, com suas inumeráveis filosofias



As religiões, com suas inumeráveis filosofias, intromissões e distorções feitas por religiosos, cegos, loucos, fanáticos, demagogos ou fracos, causam conflitos, incompreensões e duvidas insanáveis. Que apenas causam no homem falta de fé e angustia. Apenas os bons de coração, iluminados e bem guiados, se destacam no meio a tanta falácia intolerante da maior parte das religiões. E má pregações, causam barbáries, como as que vimos nessa semana no Paquistão ou em muitsa partes onde o terror, passou a ser uma causa de braços religiosos insanos. O mundo não precisa de religião, mas, de espiritualidade. E saibam que nem todo religioso é espiritualizado, assim como nem todo espiritualizado tem religião. Aliás, quando se é iluminado e espiritualizado, dificilmente terá religião. E se tem, acabará se destacando e se tornando maior do que a religião a que pertence.
Se as religiões, focassem mais a fragilidade de homem e a necessidade dele de viver bem e em paz na terra, jamais teríamos as barbaridades no mundo inteiro e que estamos cansados de ver. Por mais que tenhamos filosofias religiosas, nenhuma consegue nos livrar da morte e nenhuma tem sido suficiente pra apenas gerar amor a vida, ao ser humano e a Deus! Pois sempre acabam se perdendo na busca pelo poder, na vaidade e na disputa.

Comportamento e destino: Uma mulher pra ser bonita, altamente atraente e sensual



Uma mulher pra ser bonita, altamente atraente e sensual, não precisa se enquadrar nos padrões de beleza impostos pela sociedade. Ela tem apenas que ter um perfil centrado em sua essência, altivez, um refinado padrão de elegância, os quais são gerados por seu caráter firme, temperamento livre e com uma pitada de malícia, aliado ainda a uma personalidade envolvente, sinceridade e altas doses de fantasia. Uma mulher perde todo seu charme, quando ela para de sonhar, de se envolver em seus desejos e quando se torna seca, áspera e amarga. Por isso, pra está altamente envolvente, ela precisa também está envolvida, não se fechando pras sensações. Assim ela se valoriza com altruísmo, comporta-se com autoestima e reflete o melhor que está grafado em sua alma. - (Filosofia de Umbanda Astrológica)

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Astrologia: as estrelas do firmamento



Na América pré-colombiana, na China, na África Negra, no Oriente Médio, na Índia, nas civilizações do Crescente Fértil (antiga Mesopotâmia) ou na Europa, existem registros - elaborados com maior ou menor grau de análise, complexidade ou sofisticação - sobre as estrelas do firmamento. Há registros de cerca de 15 mil anos aC. de que as fases da Lua já eram anotadas em pedaços de osso e estas parecem ser as mais antigas observações astronômicas que se conhecem.
A observação e o estudo do céu - nos mais diversos lugares da Terra e em diferentes épocas - ajudaram a estabelecer o ritmo dos afazeres sociais, em consonância com as estações do ano, pois percebeu-se que, conforme o tempo transcorria, alguns padrões celestes se repetiam. Os fenômenos celestes foram sendo observados e classificados ao longo de milhares de anos. Procurava-se uma ordem no céu, que pudesse revelar um padrão capaz de servir de guia para que os seres humanos pudessem antever os eventos terrestres. O Céu oferecia, antigamente, o mais importante sustentáculo de orientação para as atividades relativas à agricultura, aos deslocamentos terrestres ou marítimos e aos rituais de religação do homem com seu entorno. Astrólogos, estudamos o Céu para descobrir suas mensagens e como elas se relacionam conosco aqui na Terra. Para isso usamos uma linguagem, a astrologia. Por isso, não nos basta entender as características físicas de estrelas, planetas, cometas ou de certos fenômenos anuais como eclipses ou lunações.

Contemplador de astros: constelações e símbolos do Zodíaco



Constelação é o nome dado a certos grupos de estrelas do Céu onde são projetados, com a força coletiva do imaginário da humanidade, certos desenhos e formas que as distinguem no firmamento. A palavra vem do latim com-stelattus, marcado com estrelas.
Os astrônomos classificam as estrelas pela sua magnitude, latitude, declinação, ascensão reta e classe espectral. O Sol, por exemplo, em torno do qual gravita a Terra e os planetas do sistema solar, é uma estrela anã branca.
Por volta de 1970, 88 constelações eram aceitas universalmente, além de grupos estelares menores, chamadas asterismos. Em 1945, a União Internacional Astronômica marcou oficialmente os limites das constelações e quais estrelas pertencem a qual constelação.
A pesquisa do espaço exterior, a partir da invenção da luneta por Galileu Galilei, descortinou para a humanidade a visão de nebulosas, quasares, pulsares, centros emissores de raios-gama, de raio-x, buracos negros e outras galáxias.
A visão de um Céu decomposto em partes desconhecidas já foi motivo de terror para o matemático francês Blaise Pascal.
Para a astrologia e seus praticantes, como há 3 mil anos atrás, no entanto, o Céu ainda detém um Saber que não é expresso pelo peso específico ou absoluto das massas - ou não-massas - que o compõem. É um Céu desafiante, contudo, mas o olhar difere. E se o olhar difere, a compreensão é outra.
As chamadas estrelas fixas - em contraposição às estrelas errantes (os planetas) - constituem um dos palcos por excelência no qual se trava, portanto, a batalha entre a visão simbólica de um universo includente e a visão descarnada de um cosmos sem significado ontológico, fadado ao exercício estéril da luta ideológica entre potências tecnologicamente "avançadas".
Dr. Amancio Friaça, em comunicação no seu curso Origens, SP, 1998

Zodíaco: Astrologia e Poder







Astrologia e Poder
"Nenhum homem está submetido a outro homem, mas pode estar submetido a ele politicamente, isto é, acidentalmente. Desta forma, os nascimentos [as cartas astrológicas] e as revoluções [planetárias] dos reis são causas universais para seus súditos"
Morin de Villefranche - Astrologia Gallica, sec.18
A astrologia pode ser utilizada como um instrumento a mais, entre tantos, para avaliar e sondar as tendências coletivas que podem se desenrolar ao longo do tempo, em uma nação. Guardadas as devidas proporções e mantida a possibilidade de livre arbítrio, espera-se que a interpretação astrológica, mais do que vaticinar eventos fatídicos, possa ser utilizada como um potente instrumento que amplie as escolhas dos vários grupos sociais e políticos em um regime democrático.
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