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sábado, 6 de novembro de 2021

FOTOS incríveis do outro lado da Lua são reveladas pela China





A China liberou novos dados coletados pelo lander da missão Chang’e-4 e pelo rover Yutu-2, que continuam investigando o lado afastado da Lua.

Na última segunda-feira (20), a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) publicou uma nova série de imagens e dados, incluindo fotos da Lua em alta resolução, registradas pela Terrain Camera de 360° da sonda estacionária e pela câmera panorâmica do jipe espacial.
Recentemente, a CNSA havia disponibilizado uma grande quantidade de dados científicos coletados pela sonda, bem como imagens registradas pelas suas câmeras. Os dados foram coletados durante um período de 12 dias lunares, ou seja, quase o ano inteiro de 2019 segundo o portal Science Alert.
Doug Ellison, líder da equipe de engenharia da câmera do rover Curiosity, da NASA, baixou uma série desses dados, compartilhando algumas dessas imagens em seu perfil no Twitter.

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Quatro fotos da cratera em diversas imagens divulgadas pela PCAM do Chang'e-4 e do rover Yutu-2. Agradeça a Doug Ellison pelas instruções e confira os incríveis dados em seu perfil (processamento, modelos 3D, panoramas...).    
Além disso, Ellison uniu algumas fotos para produzir imagens maiores e panoramas, incluindo vistas detalhadas de crateras e regolitos, bem como fotos do lander, rover, do horizonte distante e das trilhas deixadas pelo Yutu-2 na superfície lunar.
Além da galeria de Ellison, o Tchniques Spatiales também reuniu os dados obtidos pela câmera do lander em imagens e compartilhou em sua galeria publicada nas redes.
De acordo com Philip Stooke, cartógrafo do Centro de Ciência e Exploração Planetária da Western University de Ontário, nos primeiros 13 dias lunares, o rover dirigiu 351 metros.

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Tanto o Chang’e-4 quanto o Yutu-2 são movidos a energia solar, por isso, hibernam durante a noite lunar, "despertando" entre 24 e 48 horas após o nascer do Sol no local de pouso da missão.
Atualmente, a China está se preparando para iniciar a missão da Chang’e-5, que deverá obter amostras da Lua e, até o final deste ano, deve ser lançada no foguete Long Mach 5.
 
 

sábado, 28 de novembro de 2020

Novo coronavírus surgiu pela 1ª vez na Índia em meados de 2019, segundo cientistas da China

 


Apesar de o SARS-CoV-2 ter sido relatado pela primeira vez em dezembro de 2019 em Wuhan, China, muitos estudos e a Organização Mundial da Saúde têm tentado descobrir onde o vírus realmente teve origem.

O novo coronavírus surgiu na Índia em julho ou agosto de 2019, e não em Wuhan, China, afirmam acadêmicos chineses em estudo publicado no portal de pré-impressão SSRN.

Segundo a pesquisa, planejada para ser publicada no jornal Lancet, na Índia houve uma onda de calor em maio e junho do ano passado, que levou a uma crise de fornecimento de água, que por sua vez trouxe um contato mais próximo entre humanos e animais selvagens, como macacos.

Como resultado disso tudo, a primeira transmissão de humano para humano na Índia ocorreu em julho ou agosto desse ano.

Os cientistas da Academia de Ciências da China também disseram que as más condições de higiene da Índia e o seu sistema de assistência médica "menos eficiente", bem como seu "clima tropical" e "população muito jovem" foram fatores que contribuíram para a propagação do vírus.

Em março, autoridades chinesas culparam os soldados americanos que visitaram Wuhan pelo surto do coronavírus, enquanto na semana passada a China apontou o dedo para a Itália depois que um estudo de Milão sugeriu que o vírus estava circulando localmente desde o ano passado.

Segundo uma coletiva de imprensa realizada na sexta-feira (27) por Zhao Lijian, porta-voz chinês, o SARS-CoV-2 pode não ter originado na China.

"Embora a China tenha sido a primeira a relatar casos, isso não significa necessariamente que o vírus tenha tido origem na China", disse em resposta a uma pergunta sobre as acusações contra a Índia.

Apesar de a Organização Mundial da Saúde considerar o mercado atacadista de frutos do mar de Huanan, na cidade de Wuhan, o potencial epicentro do coronavírus, a agência especial da Organização das Nações Unidas ainda está investigando as origens da pandemia.

 

sábado, 6 de julho de 2019

Em meio a 'corrida de OVNIs' com China, EUA aprovam patente de veículo similar a objeto voador





O Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO) supostamente não teria revelado por que decidiu aprovar a patente para este veículo futurista, que havia sido rejeitada anteriormente.

Depois que um cientista da Marinha dos EUA, chamado Salvatore Cezar Pais, registrou a patente para um objeto voador incomum, parece que o documento recebeu o aviso de permissão em meio a preocupações de que a China poderia estar desenvolvendo uma tecnologia similar, informa The Drive.
O veículo em questão se assemelha a um OVNI e emprega um "dispositivo inercial de redução de massa" para atingir "velocidades extremas", cita a publicação.
A patente postula que "é possível imaginar um veículo híbrido aeroespacial/submarino (HAUC), que devido aos mecanismos físicos possibilitados pelo dispositivo inercial de redução de massa, pode funcionar como um veículo submersível capaz de velocidades subaquáticas extremas [...] e capacidades de invisibilidade melhoradas", escreve o portal.

Investimento chinês no setor

Embora o examinador de patentes Philip Bonzell tenha inicialmente rejeitado o pedido, a mídia revela que o diretor de tecnologia da Empresa de Aviação Naval dos EUA, Dr. James Sheehy, atestou pessoalmente a legitimidade da nova tecnologia em carta enviada ao Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO).
Sheehy afirmou na carta que, enquanto o "método de aceleração/movimento" descrito na patente "está além do estado do possível" no momento, "a China já está investindo significativamente nesta área" e prefere que os EUA "detenham a patente em vez de pagarem para sempre mais para usar esta tecnologia revolucionária".
O USPTO então emitiu um aviso de permissão para a patente, embora a organização aparentemente não tenha fornecido nenhuma explicação sobre o porquê de ter posteriormente decidido conceder sua aprovação.
De acordo com a mídia, no início deste ano o ex-senador estadual de Nevada, Harry Reid, declarou que os Estados Unidos, Rússia e China estão atualmente em uma "corrida de OVNIs", possivelmente implicando que os três países "estão atualmente lutando para serem os primeiros a dominar a tecnologia por trás de um veículo híbrido submarino e aeroespacial e a implantar em uma escala substancial".
 
 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Astrologia: as estrelas do firmamento



Na América pré-colombiana, na China, na África Negra, no Oriente Médio, na Índia, nas civilizações do Crescente Fértil (antiga Mesopotâmia) ou na Europa, existem registros - elaborados com maior ou menor grau de análise, complexidade ou sofisticação - sobre as estrelas do firmamento. Há registros de cerca de 15 mil anos aC. de que as fases da Lua já eram anotadas em pedaços de osso e estas parecem ser as mais antigas observações astronômicas que se conhecem.
A observação e o estudo do céu - nos mais diversos lugares da Terra e em diferentes épocas - ajudaram a estabelecer o ritmo dos afazeres sociais, em consonância com as estações do ano, pois percebeu-se que, conforme o tempo transcorria, alguns padrões celestes se repetiam. Os fenômenos celestes foram sendo observados e classificados ao longo de milhares de anos. Procurava-se uma ordem no céu, que pudesse revelar um padrão capaz de servir de guia para que os seres humanos pudessem antever os eventos terrestres. O Céu oferecia, antigamente, o mais importante sustentáculo de orientação para as atividades relativas à agricultura, aos deslocamentos terrestres ou marítimos e aos rituais de religação do homem com seu entorno. Astrólogos, estudamos o Céu para descobrir suas mensagens e como elas se relacionam conosco aqui na Terra. Para isso usamos uma linguagem, a astrologia. Por isso, não nos basta entender as características físicas de estrelas, planetas, cometas ou de certos fenômenos anuais como eclipses ou lunações.
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