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Os Orixás regentes de 2027

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sábado, 20 de novembro de 2021

A Beleza e a Magia dos Cultos Afro-brasileiros

[Ogum+Yara.jpg]
 
 
As cerimônias celebradas para os orixás são acompanhadas de oferendas e sacrifícios. Geralmente, o orixá manifesta sua aceitação encarnando-se em um de seus elégùn. As entradas em transe durante as cerimônias tomam características diferentes de acordo com o orixá festejado. Para Xangô, ela se realiza em épocas afastadas uma das outras e ele só se manifesta num dos seus muitos elégùn presentes, estando, porém todos suscetíveis de serem possuídos pelo deus. Esse transe, uma vez iniciado, é de longa duração(cinco, nove ou dezessete dias) e manifesta-se geralmente no momento do sacrifício de um carneiro. O transe de Ogum, Observados na região de Holi, realiza-se praticamente a cada quatro dia, isto é, a cada semana de ioruba, no dia que lhe é consagrado. 
 
O deus se manifesta em seu elégùn, sempre o mesmo, e durante um curto espaço de tempo, de vinte minutos à uma hora. O transe é provocado pelos ritmos dos tambores, após as oferendas e sacrifícios. Uma festa para Ògún Edeyi, em Ilodô, na região de Holi, Houve transe de muitos orixás, embora as oferendas tenham sido feitas para um deles. Todos esse deuses possuíam seus elégùn respectivos só ao ouvirem as chamadas ritmadas dos tambores, própria para cada um deles. 
 
Naquele dia, viu-se ali uma série de elégùn fazer evoluções diante do templo de Ògún Edeyi, trazendo objetos simbólicos de seus deuses: Ògún, deus dos ferreiros e dos guerreiros, trazia dois sinos de ferro e um facão, Şàngó, o trovão, brandia seu machado de dois gumes; e sua esposa, Ợya, divindade das tempestades, agitava um leque de couro; Ợdẹ, deus dos caçadores, trazia um facão e bastões de caça; Odùa-Òríşàálá, todo de branco, apoiava-se em um cajado de estanho, metal que lhe é consagrado. Os elégùn faziam evoluções, dançavam, dialogavam e cada um deles comportavam-se de maneira diferente, de acordo com as características de seu orixá. Eles se mantinham em atividade ao som dos ritmos dos tambores, exatamente como ocorre nas cerimônias para os mesmos orixás no Brasil ou em Cuba. 
 
No Brasil a responsabilidade do culto repousa sobre o pai ou a mãe de santo, correspondentes aos nomes de origem ioruba, babalorixá ou ialorixá. São chamados também de ¨zelador¨ ou ¨zeladora¨, termos equivalentes aos de ¨babalaxé¨ou ¨ialaxé¨, pai ou mãe encarregados de cuidar do ¨axé¨, do poder do orixá. Esses terreiros são geralmente compostos de uma construção, denominado barracão, com grande sala para as danças e cerimoniais públicas, de uma série de casas, onde são instalados os ¨pejís¨, consagrados aos diversos orixás, e de casas destinadas à residência das pessoas que fazem parte do candomblé. 
 
Os pais ou as mães de santo são assistidos por pais ou mães pequenos, ¨babá¨ou ¨ia kekerê¨, e por toda uma série de ajudantes, com papeis e atividades diversos e definidos. Assinalamos a ¨dagan¨, que, antes das cerimônias publicas, encarrega-se, com a ajuda de ¨iamorô¨, do ¨padê¨ou ¨despacho de Exú¨, do qual falaremos mais adiante; a ¨iatebexê¨, que assiste o pai ou a mãe de santo na direção da seqüência dos cânticos dos orixás, no decorrer das cerimônias públicas; a ¨iabassê¨, que supervisiona a preparação das comidas destinadas aos deuses e aos seres humanos; as ¨ekedis¨, que são encarregadas de cuidar dos ¨iaos¨logo que estes entran em transe; o ¨sarepebê¨, que leva as mensagens para a sociedade do terreiro. Encontramos anda o ¨alabê¨, chefe dos tocadores de atabaques. Existem enfim as “iaôs”, “mulheres” dos orixás, que são os filhos e as filhas de santo. 
 
Certos dignitários chamados “ogãs” não têm funções religiosas especiais, mas ajudam materialmente o terreiro e contribuem para protege-lo. Formam uma sociedade civil de ajuda mútua, colocada sob a invocação de um santo católico. Alguns “ogãs” levam o título prestigioso de obá, no Terreiro Axé Opô Afonjá, e o título de “mangbá”, no Axé Opô Aganjú, como lembrança de acontecimentos que, na África, deram nascimento ao culto de Xangô. Nos dias de cerimônia pública, chamada de xirê dos Orixás” – a festa, a distração dos orixás - , o barracão é decorado com guirlandas de papel, nas cores do deus festejado, o chão é cuidadosamente varrido, salpicado de perfumadas folhas de pitanga, e grandes palmas atadas com fitas decoram as paredes. No início da festa, três atabaques de tamanhos diferentes, denominados run, rumpi e lê, acompanhados por um sino de percussão, o agogô, tocam apelos ritmados às diversas divindades. Esses atabaques apresentam uma forma cônica e são feitos com uma única pele, fixada e esticada por um sistema de cravelhos para os nagôs e os gêges, e por cunhas de madeira para os tambores ngomas, de origem congolesa e angolana. 
 
O pai ou a mãe-de-santo, cercados por seus ajudantes, fica sentado próximo dos atabaques, que são colocados sobre um pequeno estrado enquadrado por palmas trançadas. Os ogãs são instalados em cadeira ornamentadas e marcadas com seus nomes, onde só eles tem o direito de se sentarem; os visitantes importantes sentam em bancos e cadeiras e o resto do público fica dividido em dois grupos, homens de um lado e mulheres do outro, todos separados da parte central do barracão, onde dançam os filhos e filhas-de-santo. 
 
 Antigamente, o piso do barracão devia ser de terra batida, e os iaôs dançavam descalços a fim de que o contato com a terra e o mundo do além, onde residem os orixás, fosse mais direto. Por razões de prestígio, o piso do barracão é atualmente de cimento e, algumas vezes, recoberto com assoalho de madeira. Tais instrumentos foram batizados e, de vez em quando, é preciso manter sua força (o axé), por meio de oferendas e sacrifícios. Os atabaques desempenham um duplo papel, essencial nas cerimônias: o de chamar os orixás no início do ritual, e quando os transes de possessão se realizarem, o de transmitir as mensagens dos deuses. Somente o “alabê” e seus auxiliares, que tiveram uma iniciação, tem o direito de tocá-los. Nos dias de festa, os atabaques são envolvidos por largas tiras de pano, nas cores do orixá invocado. 
 
Durante as cerimônias, eles saúdam, com um ritmo especial, a chegada dos membros mais importantes da seita e estes vêm curvar-se e tocar respeitosamente o chão, em frente da orquestra, antes mesmo de saldar o pai ou mãe-de-santo do terreiro. No caso de um desses atabaques ser derrubado ou cair no chão durante uma cerimônia, esta é interrompida por alguns instantes, em sinal de contrição. Durante os toques de chamada, feitos no início da cerimônia, os atabaques são batidos sem o acompanhamento de danças e cantos, o que contribui para realçar, graças a essa ausência de elementos melódicos, a pureza de ritmo associada a cada orixá. O uso da bata, utilizando no culto de Xangô na África, perdeu-se no Brasil, mas foi mantido Cuba. 
 
Os ritmos bata são ainda conhecidos por este nome na Bahia. Acontece o mesmo com o ritmo denominado “ibi”, dedicado a Oxalá, que na África é batido sobre tambores conhecidos como ìgbìn. Outros ritmos, como, por exemplo, o “ijexá”, são tocados em certos terreiros sobre os ìlù, pequenos tambores cilíndricos com duas peles ligadas uma à outra, durante os cultos de Oxum, Ogum, Oxalá e Logunedé. Em lugar de ritmos, podemos chamá-los “ideofones ou locuções musicais”. O elemento melódico das músicas africanas destaca-se, no decorrer das cerimônias privadas, no momento dos sacrifícios, oferendas e louvores dirigidos às divindades diante dos “péjis”. São cantos sem acompanhamento de tambores, ficando o ritmo ligeiramente acompanhado por palmas. A melodia é rigorosamente submetida as acentuações tonais da linguagem ioruba. 
 
 Os dois elementos, o ritmo e melodia, encontram-se associados no decorrer do “xirê”, quando os sons dos atabaques são acompanhados por cantos. Antes de começar o “xirê” dos orixás no barracão, faz-se sempre o “padê”, palavra que significa “encontro” em ioruba; um encontro, principalmente com Exu, o mensageiro dos ouros deuses, para acalma-lo e dele obter a promessa de não perturbar a boa ordem da cerimônia que se aproxima. Nos terreiros de origem kêtu, o “padê” se apresenta de duas maneiras: pode consistir em alguns cânticos em honra a Exu e em oferendas de farofa amarela, de cachaça e azeite-de-dendê, depositados fora do barracão ao ter início o “xirê”. 
 
 O “padê” pode, também, tomar uma forma mais elaborada quando houver um sacrifício de um animal de quatro patas – carneiro, cabra, bode, tartaruga – acompanhado de animais de duas patas – galo e pombos -, bem cedo ao amanhecer. O “padê”, nesses casos, faz-se a tarde, algumas horas antes do “xirê”. Trata-se, então, de uma cerimônia completa em si mesma e que escapa aos limites dessa obra. Não se tratam mais de orixás, salvo no que se refere a Exu. Faremos uma breve descrição dessa manifestação, pois ela pertence ao domínio da evocação de defuntos ancestrais e das bruxas e não do culto aos deuses africanos propriamente ditos. Esta “padê” é em princípio, acessível apenas aos membros do terreiro. 
 
 As oferendas ficam reunidas no centro do barracão: alguns recipientes contendo farofa amarela, cachaça, azeite-de-dendê e acaçá. A “dagan” ajoelha-se e arruma as oferendas, de acordo com os cânticos, em pequenas porções dentro de uma cabaça entregam, entregando-a a “iamorô”, que dança em torno dela e leva-a para fora do barracão. Os “iaôs” ficam ajoelhados, o corpo inclinado para frente, com a cabeça pousada para frente sobre os punhos fechados, colocados um por cima do outro. 
 
O pai ou a mãe-de-santo entoa os cânticos, que são repetidos em coro pelo conjunto de filhos e filhas-de-santo. Exu é saudado como prelúdio a uma série de cantos e louvores dirigidos sucessivamente aos “essás”, fundadores dos primeiros terreiros kêto na Bahia: Essá Assiká, Essá Obitikô, Essá Oburô, que são dessa maneira, devidamente honrados em companhia de quatro outros: Essá Ajadi, Essá Adiro, Essá Akessan, Essá Akayodé, sobre os quais não se conhece muito além dos nomes. Uma vez terminada essa parte do ritual, todos se põem de pé, mãos estendidas em forma de saudação, enquanto a “iamorô” e as outra pessoas que tomaram parte ativa no “padê” dançam por um momento, para honrar a memória dos portadores de títulos desaparecidos. Mais tarde, no início da noite, começa o “xirê”. Os “iaôs” começam por saudar a orquestra e se protestar aos pés do pai ou da mãe-de-santo, executando em seguida, ao som dos atabaques danças para cada um dos orixás. 
 
Descrevemos, nos capítulos seguintes, o caráter dessas danças, ora agressivas, ora graciosas, ora atormentadas. Para o conjunto dos fies, esses cantos e danças são formas de saudar as divindades. Para os filhos-de-santo, consagrados a um orixá determinado, quando chega a hora de evocar o seu deus, a dança adquire uma expressão mais profunda, mais pessoal, e os ritmos, pelos quais foram sensibilizados, tornam-se uma chamada do orixá e podem provocar-lhe um estado de embriaguez sagrada e de inconsciência que os incitam a se comportarem como o deus, enquanto vivo. O transe começa por hesitações, passos em falso, tremedeiras e movimentos desordenados dos “iaôs”. Imediatamente, ficam descalços, as jóias que usam são retiradas, as calças dos homens são arregaçadas até o meio da perna. Depois de alguns instantes, eles começam a dançar, possuídos pelos seus deuses, com expressões faciais e maneiras de andar totalmente modificadas. 
 
Os orixás são recebidos com gritos e louvores e, em seguida, fazem a saudação aos atabaques, ao pai ou à mãe-de-santo, aos “ogãs” do terreiro, sendo, finalmente, levados pelas “ekédis” ao “pejí” do seu deus. Os “iaôs” vestem-se, então, com roupas características de seus orixás e recebem suas armas e seu objetos simbólicos. Uma vez convenientemente vestidos, todos os orixás encarnados voltam em grupo ao barracão, onde começam a dançar diante a uma assistência recolhida. Xangô “pavoneia-se” majestosamente; Oxum requebra-se; Oxossi corre, perseguindo a caça; Ogum guerreia; Oxalufã, enfraquecido e curvado pelo peso dos anos, arrasta-se mais do que anda, apoiado no seu “paxorô”. 
 
Há várias sutilezas sobre essas entradas em transe que se inspiram em detalhes indicados nas lendas dos deuses. Se a festa é para Xangô, podê-se aguardar a sua volta momentânea à terra, acompanhado por suas mulheres: Oxum, Oiá-Iansã e Oba; eventualmente, seu irmão mais velho, Dàda-Àjàkà, participa dessa cerimônia. Mais raramente, aparecem Oxalá ou Nanã Buruku. Se a cerimônia destina-se a Ogum, Oxossi também estará presente, sendo provável o comparecimento de Oiá-Iansã, freqüentemente em briga, a golpes de sabre, com Ogum. Se a festejada for Oxum, Xangô estará presente, podendo Oxossi também comparecer, como lembranças de suas aventuras passadas. 
 
O estímulo, nessa circunstância, seria um determinado ritmo que sensibilizou o “iaô” no decorrer de sua iniciação. Existia um controle da comunidade, da qual faziam parte os orixás, que os obrigaria a levar em conta o caráter cãs relações que existiam entre eles. Isso é válido, quer se trate de laços hereditários ou de manifestações de arquétipos, que tal modo torna-se rigoroso o conformismo do “iaô” possuído pelo comportamento convencional esperado pelo deus modelo. 
 
A diferença entre as cerimônias para os orixás na África e no Novo Mudo decorre, sobretudo, de que, na primeira, invocasse um só orixá durante uma festa celebrada em um templo reservada para ele, enquanto no Novo Mundo vários orixás são chamados em um mesmo terreiro durante uma mesma festa. E ainda na África tal cerimônia é celebrada geralmente pela coletividade familiar e um só elégùn é normalmente possuído. No Novo Mundo, não existindo essa coletividade familiar, o orixá tornou-se um caráter individual e acontece que, durante uma mesma festa, vários “iaôs” são possuídos pelo mesmo orixá, para satisfação própria e de todos aqueles que cultuam esse orixá. Deuses Iorubás na África e no Novo Mundo - Pierri Fatumbi (Tradução de Maria Aparecida da Nóbrega)
31/8/2010
 
 
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A Economia mundial na corda bamba! O Brasil, China, Itália, EUA, Espanha e União Européia...


Não precisa ser economista, nem entender de Mercado pra ter já há algum tempo uma certa noção sobre o risco que vinha correndo a Nação Americana de adentrar num periodo no minimo à beira de uma recessão! Esse ano tornou isso mais evidente tanto pelo fato de estarmos sob a regência de Mercurio, que é um astro ligado a organização das coisas, do comercio, das negociações e da informação, como pelo fato de 2011 preceder o ano que os famosos tratados dos Maias trazem como sendo um ano catastrófico. Bem, não há evidencias nem que essas proficias sejam mesmo verdadeiras, como também não podemos garantir que elas tenham sido interpretadas corretamente e ainda que mesmo que tenham sido, que elas mesmo acertem alguma coisa! No entanto, como esoterico, astrologo e pesquisador tanto da magia, do sagrado e da espiritualidade, aprendi uma coisa muito importante - coisas reveladas em tempos inesperados, tornam-se produtores de eventos inesperados! Ou seja, assim como tudo parece incompreensivel, inpenetravel e subjetivo, quando se refere ao tempo futuro, coisas se revelam em tempos que só o Astral Superior sabem pra que servem! E como as Escrituras nos dizem "há um tempo pra cada coisa", sabemos que quando coisas reveladas mexem muito com nosso inconciente e chama-nos atenção é por quê alguma coisa vai acontecer.

A nação americana que tem um grande agrupamento no setor Ocidental do mapa, nos mostra que o governo dos EUA, sempre se preocupou demais com o que acontece com o resto do mundo muito mais do que deveriam se preocupar com seu proprio país, isso por que a ganancia deles é desenfreada, e por isso se envolveram em tantas guerras. Assim surgiram alianças importantes, aliados poderosos e dominaram o mundo por decadas, mas, tudo tem seu preço! E erros de governos estultos veio trazendo nos ultimos anos o país na direção de no minimo  necessitar passar por reformas importantes, cortes nos gastos e mais responsabilidade com as finanças da nação americana.

O EUA, pertence ao raio das àguas, por isso tem um povo tão emocional, muitas vezes passional e cheio de egocêntrismo. Na nossa Umbanda Astrológica poderiamos dizer que pertencem ao Raio de Yemanjá, o que por sí só já exigiria  um maior cuidado com o Mercado Interno, com as finanças do país e com o povo americano, vontando mais os olhos pra seu proprio umbigo, deixando um pouco de lado o olhar invejoso na riqueza dos outros.

Obamma como eu já disse em outros artigos é um homem que identificamos como alguém da Vibração Astral de Oxumaré, "aquele que vem pra transformar" ou pelo menos tentar! E nesse ano de Mercurio que é uma oitava inferior de Urano, o astro que vai regêr o alinhamento da previsão Maia, nos mostra que o que pode acontecer em 2012, depende muito das decisões que estão sendo tomadas hoje! Caso sejam certas não corre-se altos riscos, mas, caso sejam fracas, debeis e inprecisas, poderemos sim ter um ano de muito problema e bem maiores do que estamos vendo hoje.

E pra lembrarmos o ano 2012 será regido pela Lua que é o astro que rege a nação americana. Por isso, ela tem que receber das mãos de Mercurio, uma economia mais arrumada, com reformas importantes feitas e com os ajustes necessários, se não... E isso vale também para o Brasil que tem que aproveitar o bom momento que ainda está vivendo pra fazer ajustes, reformas e organização, pelo menos as que forem possiveis agora!

A Nação Americana vem sendo depurada por Plutão, que desafia Jupiter e Vênus, mexendo fundo na riqueza do EUA. E a tendência é que se não forem feitas as mudanças necessárias no momento, a partir de novembro pode ficar muito pior, quando Plutão também faz oposição ao Sol da Independência Americana.

Jupiter que sempre foi o Anjo Protetor Americano, continua protegendo a nação, por isso este povo e o governo ainda tem força e muita disposição pra continuar lutando, por isso, não caiu ainda profundamente. Só que Urano também é um astro depurador da nação, por isso a desorganização e embate político egoista no Congresso Americano, o que parece que vai perdurar por mais tempo do que se imagina.  Urano também desfavorece a nação americana no que se refere a negociação externa, na parte de Mercado Financeiro e no campo da informação. O que reajusta um pouco mais e dá proteção juntamente com Jupiter é Netuno que é o astro das bases americanas. Ele mostra que as origens e pilares da fé, da espiritualidade e da criatividade americana continuam fortes.

O Sol Progredido americano, bloqueia a imagem da nação, por isso esse rebaixamento do país. E a tendência é que se não fizerem os ajustes certos e necessários, a partir de novembro ainda deste ano, o clima pode ficar ainda mais tenso!

O mapa da Itália também sofre aflições de Plutão, mas, podemos concluir nas configurações como um todo que é uma fase bem mais tranquila do que a dos americanos, ao menos neste momento! Isso por que Saturno em transito favorece a recuperação da Italia, mesmo que seu Primeiro Ministro esteja fraco políticamente. Já a Espanha traz um risco maior, segundo os transitos astrológicos, Saturno e Plutão, bloqueiam muito o país e coisas ainda mais desconfortantes para a União Européia podem ser reveladas.

Um dos mais significativos acontecimentos históricos do século passado foi a formação da União Europeia. Ao longo dos últimos dois milênios os países da Europa lutou lutas amargas e sangrentas na tentativa de ganhar o domínio, com poderes vasto mundo de blocos com base nos impérios da Inglaterra, Portugal, Espanha e França, culminando com a ascensão de uma Alemanha unificada no final do século 19 século. A devastação causada pelo nacionalismo alemão, em particular resultou em uma necessidade profunda para resolver os problemas das nações da Europa. Inicialmente, este começou como uma simples união econômica entre os países do Benelux, França, Itália e Alemanha, com a CEE em 01 de janeiro de 1958, mas culminou com a formação da União Europeia em reais 1 de novembro de 1993 em 0,00 horas, em Bruxelas, através do único europeu agir. Foi nessa época que a expressão "União Europeia" se tornou oficial.

No entanto, é quando algo novo é formado ou fundada, que não há significado verdadeiramente duradoura, ea criação da União Europeia, após as negociações de Maastricht de 1992, consagrado em seu horóscopo os princípios de visão e renovação em um Estado europeu. No entanto, este estado é executado, esta visão vai informar suas ações: a criação de uma união democrática e solidária dos estados, que compartilham os mesmos ideais.

Apesar de a União Européia não ter um mapa inicial boa, no momento ela não sofre ataques pezados de Plutão que é um astro que vem aterrorizando as nações mencionadas acima e que rege a agricultura, as bases e a infra-estrutura do bloco. Por isso, ela ainda tá sendo capaz de agir positivamente, (quando tem coragem) pra aliviar a tensão! Mas, por outro lado, Saturno está depurando o comercio, o poder de negociação e de informação, e até tecnologias desse importante bloco, e ataca mais fortemente a partir de novembro, coincidindo com um momento tenso, também dos EUA, o que pode ser um mal sinal. E afeta lideranças, governos e autoridades importantes que representam este bloco. Por isso vai depender muito de inteligência, prudencia e muito jogo de cintura da diretoria desse bloco. O Transito vazio de Urano sobre a União Européia, também não vejo como um bom sinal, pode simbolizar, falta de união, lideres querendo tomar posições e direções diferentes... Além do mais a Lua progredida não anuncia um segundo sementre e inicio de 2012 positivos para o bloco não! Sem falar que o mapa da UE não é um mapa de longa durabilidade!

E por falar me Economia Mundial, vemos que o mapa da China realmente mostra que ela é mesmo uma nação gigante! No entanto, a fase atual não é mais do crescimento tão alto que ela vinha acostumada a mostrar ao mundo. Breve ela terá que pisar o pé no freio, fazer ajustes e controlar o consumo. Planetas fortes, vibrações importantes do Zodiaco, lançam bloqueios a China. E um forte influência pode já nos revelar alguma noticia referente a esse ajustamente chinês, já a partir de outro deste ano, quando podem começar a surgir preocupações internas. Ai dependerá das autoridades chinesas se revelam ao mundo ou não seus desafios economicos e preocupações.

O mapa da posse de Dilma mostra que o Brasil tá realmente mais preparado e mais tranquilo do que os outros paises, mas, não passa ileso de todo esse saculejo do Mercado Financeiro não. E a partir de maio de 2012, tende a se revelar um periodo mais tenso para o Governo Dilma.

O mapa da Independencia também não mostra graves riscos, mas, revela que um dos setores que permanecerão complicados, sensiveis e tensos, ainda por um bom tempo é a area política que pode em certos momentos tirar a tranquilidade do governo. E um periodo de possivel agravamento pode ser entre novembro e janeiro. Que pode coincidir também com alguma tensão vendo de turbulências exteriores, referentes a economia, mercados ou até do campo diplomático.

A Lua progredida do Brasil tensiona Marte, na area política. E como Marte é regente de transportes no governo, comunicação e comercio, é o revelador dessa crise tantos nos ministérios, quanto no Congresso e também nos esportes. Afinal teremos eventos importantes me nosso país. E uma das coisas que principalmente a imprensa e população vai continuar batendo é o problema dos aeroportos e da segurança.

O mapa da Bovespa, tá realmente tensionado por planetas importantes ligados ao "aqui e agora" da economia, inclusive Jupiter, pelo menos até novembro não dá tranquilidade aos investidores o que torna tudo muito precipitado, com atos impulsivos e ações desnecessárias. O que é preciso é que se atue com calma, afinal Saturno tá abençoando e muito o mapa da Bovespa, mostrando que ela continuará como uma das mais fortes e firmes do mundo! Mas, o que vem como risco de fora, poderá afetar com maior impacto a Bovespa pode se revelar entre os meses de outubro e fevereiro. Inclusive a Lua progredida da Bovespa, também aflige muito o mapa da Bolsa até esse mesmo mês. Por isso paciência, prudencia e sabedoria por parte dos investidores é que vai fazer com que a Bolsa passe com tranquilidade (ou não, caso continuem agindo impulsivamente) se eles agirem bem e com firmeza!

Carlinhos Lima - Astrologo

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