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sábado, 15 de agosto de 2026

Espiritualidade: O homem em movimento

 


Os andarilhos frequentemente caminham pelas estradas sem destino como nômades que renunciam a fixações geográficas, psicológicas e sociais. Não é raro encontrar andarilhos de estrada com manifestações de visões e pensamentos delirantes.

O objetivo das pesquisas esotéricas é investigar possíveis conexões entre a movimentação constante dos andarilhos e a eclosão de delírios. Coletando e analisando narrativas de andarilhos, explorando especificamente os conteúdos alusivos à representação de si, de seu mundo e de sua caminhada pelas estradas da vida.

Ideias persecutórias, megalomaníacas e depressivas, superdivertidas afetivamente, aparecem com frequência nos pensamentos sobre o presente, o passado e nas reflexões sobre os motivos do deslocamento constante. Os resultados sugerem que há uma forte relação entre a movimentação constante e sem destino e as ideias e visões delirantes que os acometem.

Vemos constantemente em canais de TV programas religiosos de seitas que pregam uma nova vida, de prosperidade, de amor e de felicidade. Como se tudo se resolvesse com um clique. A vida não é um software que alguns cliques resolvem tão facilmente.

Os mercenários da fé dizem resolver os problemas das pessoas somente pelo fato e o ato de frequentar um desses templos feitos por essas seitas, mas tudo isso não passa de engodo e demagogia. A Própria Bíblia que é usada constantemente é muito clara em mostrar que o homem cresce, se ilumina e evolui através de um processo lento. Vemos isso na vida de Cristo, nas pregações dos profetas e na trajetória dos escolhidos de Deus.

Na historia de Jó vimos pelo que ele teve que passar só para provar que não era fiel só por ser um protegido de Deus. Se nossa vida muda tão der repente nem sempre pode ser por meio de Deus, tudo não passa de engodo. Ademais pra falar e operar por meio da religião e da fé tem sim a necessidade de um sacerdócio muito firme e iluminado. E não existe igreja sem sacerdócio.

Também podemos ter certeza que não existe sacerdócio sem autoridade constituída em Cristo e no Senhor que deu sua vida em amor da humanidade. E Paulo nos diz que Jesus operou no mesmo sacerdócio de Melquisedeque, com celibato, ritos e obediência a Tradição, aos Ancestrais e ao Criador.

A Ordem de Melquisedeque é necessária e não as roupas empresarias como ternos e gravatas que nos lembra muito mais o sistema luciférico empresarial, modista e moderno preparado para o Anticristo. Vemos muito claramente que o bem opera pelo amor e pela dualidade e a Mulher Vestida de Sol é a representação da virtude de Maria e da pureza da mulher como mãe do Salvador. Não deixemos nos iludir pelo marketing da era moderna. Tudo é só com intuito de ganhar dinheiro e vida prospera. Jesus disse "meu Reino não é deste mundo" e depois disse "juntai tesouros no céu". Por isso digo "Quem tem ouvidos ouça" assim como afirmou o Mestre Salvador.


Super modernidade, modernidade tardia e pós-modernidade. Sejam quais forem os nomes dados à contemporaneidade, inegavelmente vivemos numa época em que a flexibilidade, a pluralidade, a expansão do tempo e do espaço, a realidade virtual, a exigência de movimentação e a incerteza povoam sobejamente o cotidiano do sujeito.

O ser humano vive hoje uma condição de desenraizamento sem precedentes que o torna um sujeito circulante, em movimento, seja no espaço geográfico, seja no social e psicológico. Associado a um complexo conjunto de fatores que modelam o mundo contemporâneo – tais como a globalização, a virtualização da realidade, a aceleração do tempo, a substituição dos espaços fechados (lugares) pelos espaços abertos (não lugares), a dispersão, o desemprego e a pobreza– o fenômeno da errância se expressa com maior radicalidade na figura extrema dos andarilhos de estrada: sujeitos que perambulam sem destino pelas rodovias do país, fazendo da caminhada uma estratégia de sobrevivência (Justo, 1998).

Grande parte dos sujeitos que vivem na condição de andarilhos se desloca pelas rodovias do país à procura de trabalho, principalmente nas colheitas de grãos que, em determinadas regiões, ainda empregam mão-de-obra volante na agricultura. Em situações de extrema necessidade, recorrem à mendicância ou procuram ajuda em instituições filantrópicas das cidades por onde passam. Entretanto, outra parte dos andarilhos é formada por verdadeiros dromomanias da atualidade: aqueles que já abandonaram todas as perspectivas e sonhos de encontrar trabalho, restabelecer uma família, ter uma moradia e fixar-se num lugar. O termo dromomanias é o nome dado aos desertores na época do Ancien Régime, e, em psiquiatria significa mania deambulatória (dromomania). Dentre eles, muitos já estão há bastante tempo "vivendo no trecho", como designam a perambulação pelas estradas, e assumem efetivamente a condição de andarilho e a errância como um modo de vida.

Assim como os dromomanias, desertores do Antigo Regime, os andarilhos da atualidade rompem com toda a malha da rede social, abandonam os lugares de assentamento e sedentarização (família, trabalho, domicílio e tantos outros) e assumem o nomadismo como forma de vida. Tudo o que possuem carregam num saco que levam às costas e mesmo esses pertences mínimos são provisórios e rotativos. Essa imagem é percebida no Arcano Zero do Tarô, em termos de Umbanda Astrológica, está simbolizado em Exu, o Grande Senhor dos Caminhos, conhecido vulgarmente como membro do "Povo da Rua".

A história de vida do andarilho testemunha uma conjugação de várias dificuldades que incidem de forma candente na vida dos mais pobres desalojando-os de nichos sociais. Migrações constantes da família (deslocamentos do nordeste para o sudeste, mudanças de regiões ou de propriedades rurais, êxodo do campo para a cidade), baixa escolaridade, desqualificação da mão-de-obra, uso abusivo de bebidas alcoólicas, conflitos familiares que incluem a morte dos pais e desentendimentos entre o casal, o desemprego prolongado, a desesperança, a falta de seguridade social, a desfiliação e tantos outros acontecimentos tornam o sedentarismo insuportável, impulsionando o sujeito a buscar na "estrada" alguma chance de minimizar o sofrimento. Mas, é fácil reparar em retirantes, que o que faz mais pessoas pegarem a estrada é o sonho de melhorar também em termos sociais. Ou seja, ser uma nova pessoa, encontrar mais integração em outro lugar, e conseguir fugir da solidão que vive onde está. E pode ter certeza que em tudo isso, existe uma conotação espiritual.

Vivendo na situação extrema de isolamento, desassistência, solidão e desamparo, não é raro encontrar casos de andarilhos de estrada com manifestações de persecutória e pensamentos delirantes de si e do mundo, bem como delírios derivados do consumo abusivo de álcool durante muitos anos. Boa parte desses andarilhos é formada por egressos de hospitais psiquiátricos que foram lançados, larga Manu, ao "mundo" pelas políticas de desinstitucionalização estabelecidas para combater o modelo asilar de confinamento da "loucura", vigente até há bem pouco tempo. Porém, também aqueles lançados à errância pela miséria e pelo desemprego acabam expostos à produção de visões e ideias delirantes. Liberados do confinamento forçado e sem a possibilidade de um reassentamento social mínimo, mediante o resgate de uma moradia, trabalho, dos vínculos familiares, acabaram encontrando na perambulação pelas estradas ou na itinerância de cidade em cidade, a única forma de sobrevivência.

Outra parcela dessa população, embora originária dos desalojamentos progressivos do trabalho, moradia, da família e demais vínculos psicossociais, acabou encontrando nos longos anos de errância pelas estradas, apenas a companhia dos próprios delírios. (Justo, 2000, p. 20) Essa ilusão de que o homem através de uma religião e apego a Bíblia pode ser um rei ou um homem prospero na terra não passa de manipulação, pois o projeto de Deus é que o homem possa evoluir espiritualmente e não materialmente e assim Jesus nos diz: "juntai tesouros no céu".

Assim percebemos aqui, que não recebemos apenas a influencia dos Arcanos destacados e de regência definida, e que na loucura e falta de direção do homem, pode-se sentir a força atuando do Arcano Neutro Zero. Como Também sentimos além da regência dos orixás, a força de Exu, atuando sobre os movimentos humanos, isso comprova que o Senhor dos Caminhos também nos impulsiona a tomar certas atitudes.


Carlos Lima (Carlinhos Lima) - Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.


terça-feira, 12 de maio de 2026

Astrologia: Mas o que era a Estrela de Belém?

 



Mas o que era a estrela de Belém?


Desde que Kepler procurou uma explicação astronómica para o que os magos terão visto no céu, que os astrónomos têm estudado o problema. Os magos do Oriente terão provavelmente vindo da Babilónia, actual Iraque, onde viviam algumas comunidades judias, ou da Pérsia, actual Irã, onde residiam também algumas comunidades judias, menos numerosas e interpenetradas estas com os seguidores de Zoroastro. Os magos eram homens sábios, mágicos e astrólogos, altamente respeitados por todo o Médio Oriente, pelo que chamá-los reis apenas reflecte a sua importância na sociedade do tempo.

A imaginação popular tem retratado o episódio das mais variadas formas. Por vezes, aparece uma estrela por cima da manjedoura; outras vezes, um cometa, como no célebre quadro de Giotto existente em Pádua, pintado nos inícios do século XIV, pouco depois de uma espectacular passagem do cometa Halley. A cena é sugestiva, e imagina-se os magos seguindo uma estrela que, pouco a pouco, lhes indicava o caminho. Outra imagem curiosa é a da «Adoração dos Magos» da oficina de Vasco Fernandes, pintada no início dos anos 1500, pouco depois da descoberta do Brasil. Um dos magos é um índio brasileiro, com o seu traje de penas. Vale a pena ir ao Museu de Grão Vasco, em Viseu, para observar a pintura.
Em 1603, Johannes Kepler, à época astrónomo e astrólogo imperial, observou uma conjugação dos planetas Júpiter e Saturno, que apareceram no mesmo meridiano celeste, um por debaixo do outro, e foi seguida por um agrupamento de Marte, Júpiter e Saturno, que apareceram muito perto. Pouco depois, uma supernova brilhante, resultante da explosão de uma estrela, apareceu na mesma área do céu. Kepler supôs que a supernova teria sido criada pelos planetas, o que hoje se sabe ser impossível. Fez cuidadosamente as suas contas e reparou que entre os anos 7 e 4 a.C., data já então considerada provável, para o nascimento de Cristo, se tinha verificado uma conjunção de planetas e um agrupamento. Imaginou que uma «estrela nova» tivesse também aparecido na altura e que ela tivesse guiado os magos a Belém. Sem o saber, Kepler originou uma polémica que ainda hoje perdura, originando anualmente dezenas de artigos científicos, livros e reflexões religiosas.

O que terá sido, afinal, a estrela de Belém? Algumas respostas são muito simples. Foi um milagre, dizem alguns crentes, pelo que não há explicação possível. Não se deve tomar a Bíblia como verdade histórica, dizem outros, pelo que, naturalmente, nunca houve nenhuma estrela de Belém. Muitos astrónomos, contudo, ficaram fascinados com o problema. Todos os anos aparecem novas interpretações e novos dados científicos e históricos. A polémica persiste, contudo, e as explicações são variadas.

Todas estas interpretações possuem duas falhas gritantes. Por um lado, não conseguem explicar o estranho movimento da estrela de Belém, que teria precedido os magos na sua viagem de oriente para ocidente, os teria depois orientado de norte para sul, ao viajarem de Jerusalém para Belém, e teria parado sobre o local onde se encontrava Jesus. Nenhum dos fenómenos celestes apontados poderia manifestar comportamento tão estranho. Por outro lado, e este será o argumento mais forte, nenhuma destas teorias permite explicar que apenas os magos tivessem visto um fenómeno espectacular no céu. Os judeus de Jerusalém deveriam ter igualmente visto o cometa ou a supernova, não se percebendo que uns tenham ficado impressionados com o fenómeno e outros o tenham ignorado.

Dois livros recentes parecem lançar mais alguma luz sobre o problema. Um deles é de Mark Kidger, um astrónomo britânico que actualmente trabalha no Instituto de Astrofísica das Canárias. A obra, intitulada The Star of Bethlehem: An Astronomer’s Point of View saiu sob a chancela da Princeton University Press. O outro é da autoria de Michael Molnar, um astrónomo norte-americano. Tem como título The Star of Bethlehem: The Legacy of the Magi e foi publicado pela Rutgers University Press.

Ridger apresenta como explicação não uma mas várias «estrelas de Belém». Segundo este astrónomo, o «primeiro sinal» terá sido uma tripla conjunção de Júpiter e Saturno, que se registou no ano 7 a.C. na constelação Peixes. Argumentando que Peixes é o signo da Judeia, Ridger diz que qualquer fenómeno astronómico aí registado seria seguido com atenção pelos magos, que esperavam por um sinal anunciador do nascimento do Messias. Ao contrário dos habitantes locais, que não se interessavam por fenómenos celestes nem por astrologia, o alinhamento dos dois planetas no mesmo meridiano, passando um por debaixo do outro, seria seguido com interesse pelos magos da Babilónia ou da Pérsia que, apesar de terem origem judia, viviam sob influência da astrologia grega, romana e zoroastrista. 

O «segundo sinal» seria um agrupamento dos planetas Júpiter, Saturno e Marte, que se registou em Fevereiro do ano seguinte, 6 a.C., igualmente em Peixes. O «terceiro sinal» seria uma conjugação de Júpiter e da Lua, que se realizou em Fevereiro de 5 a.C. na mesma constelação. Depois de todos estes acontecimentos celestes, os astrólogos magos ter-se-iam convencido da chegada do Messias e ter-se-iam preparado para a caminhada até Jerusalém. 

O «quarto sinal», ainda segundo Ridger, seria o aparecimento de uma explosão estelar, uma nova ou supernova, que o astrónomo britânico levanta como possibilidades, baseado em estudos de registos chineses. A «estrela nova» não seria tão espectacular que tivesse despertado grande interesse na Judeia, mas seria o sinal decisivo para astrólogos magos, que teriam passado os últimos anos a seguir os acontecimentos celestes. Os magos ter-se-iam posto a caminho para o local lógico de nascimento do novo rei dos judeus: a Judeia. Chegados a Jerusalém, pelo movimento natural dos céus, a nova, que teriam visto a oeste durante a madrugada, apareceria agora a sul, indicando o caminho para Belém.

A explicação de Ridger parece bastante plausível e vem trazer novos elementos a esta longa polémica. Mas Michael Molnar, o astrónomo que publicou o segundo livro sobre o tema apresenta um argumento que parece demolidor: não era Peixes mas sim Carneiro o signo associado à Judeia. Molnar apresenta dezenas de autores e estudos da antiguidade, nomeadamente Ptolemeu, em apoio à sua tese, enquanto Ridger apenas se baseia no testemunho do rabi Abarbanel, um sefardita espanhol que viveu no século XV.

A explicação avançada por Molnar é completamente inovadora e baseia-se numa leitura das edições mais antigas do Evangelho de Mateus, escritas em grego. Molnar diz que a estrela não era mais do que o planeta Júpiter, que teve uma conjugação com a Lua em 17 de Abril de 6 a.C. na constelação Carneiro, o signo dos judeus. Essa conjugação não seria visível, pois registou-se perto do Sol, e apenas astrólogos a poderiam ter calculado. Indo ao texto grego, Molnar interpreta os versículos de Mateus tal como eles seriam lidos por astrólogos magos da época. 

A frase «vimos a sua estrela no Oriente», depois de confrontada cuidadosamente com o texto grego, significa apenas «vimos a sua estrela (isto é, o planeta Júpiter) nascer a oriente do Sol» (logo antes do Sol, o chamado nascimento helíaco). Quando o texto bíblico afirma que a estrela «ia adiante» e «parou», isso apenas significa que a estrela (Júpiter) seguia o movimento de leste para oeste nos céus (hoje chamado retrógrado, para um planeta) e depois ficou estacionária, o que terá acontecido em 19 de Dezembro do mesmo ano, antes de recomeçar o seu movimento aparente normal, de oeste para leste, habitual nos planetas.

As datas, tanto de Ridger com de Molnar, são compatíveis com o que se admite ter sido o momento de nascimento de Cristo, situado em data incerta, entre 7 e 4 a.C., provavelmente num mês de Abril ou Maio. As explicações parecem igualmente credíveis, mas a obra de Molnar, com uma interpretação puramente astrológica da estrela de Belém, parece estar a despertar mais interesse entre os estudiosos. Owen Gingerich, astrónomo e historiador de Harvard, diz que o livro de Molnar é a contribuição recente mais importante na procura de uma explicação natural para a famosa Estrela de Belém. Talvez a explicação da Estrela de Belém não esteja, afinal, escrita na observação de um fenómeno celeste espetacular, mas sim no simbolismo da astrologia antiga.

O certo é que esse não é um fenômeno normal que possa ser explicado pela ciência, pois se refere na algo extraordinário que marcou a humanidade para sempre. Na verdade, eu tenho por certo que a chamada “Estrela de Belém”, é sim um alinhamento astronômico, com interpretação astrológica, por isso se deu a visita dos magos ao menino. Eles o encontraram através da Astrocartografia por isso descrevem a estrela como guia. Eles simplesmente usaram as coordenadas baseadas nas posições dos astros para encontrar aquela pessoa especial revelada pelo Mapa montado naquela época. Esse aspecto místico nos é também confirmada na visão de Santa Ana Catarina: “Então se renovou nessas três tribos o estudo das estrelas e renasceu o desejo da vinda do Menino prometido. 

Desses três irmãos descenderam os Reis Magos em linha direta, por 15 gerações, após 500 anos; mas, pela mistura com outras raças, eram de cores diferentes. Desde o princípio desses 500 anos, ficavam sempre alguns dos antepassados dos Reis num edifício comum, para estudarem os astros; conforme as diversas revelações que recebiam, mudavam certas coisas nos templos e no culto divino. Todas as épocas que se referiam à vinda do Messias conheciam-nas nas visões Milagrosas, ao observar as estrelas. 

Desde a Conceição de Nossa Senhora, portanto há 15 anos, essas visões mostravam, cada vez mais distintamente, a vinda da criança. Por fim viram até muitas coisas que se referiam à paixão de Jesus. Podiam calcular bem o tempo da estrela de Jacó, que Balaão predissera. (Núm. 24, 17); pois viram a escada de Jacó e, segundo o número dos degraus e a sucessão das imagens que nestes apareciam, podiam calcular, como num calendário, a proximidade da Salvação; pois o cume da escada deixava ver a estrela ou a estrela era a última imagem dela”. Quando ela fala em visões milagrosas, nos mostra que a astrologia como Ciência Sagrada está ligada as Hierarquias Superiores, e por isso a Visão mística dos acontecimentos são palpáveis e possíveis.


Pesquisa desenvolvida por:
Carlos Lima - Astrólogo e Pesquisador – Shalom pra todos e que a paz de Cristo esteja com todos.

Veja no próximo artigo:
Tentação e morte de Jesus, na visão astrológica.

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