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Os Orixás regentes de 2026

sábado, 3 de setembro de 2022

A vaidade é desde a origem dos tempos o grande mal da humanidade


Só o amor vence as vaidades


Todos os seres humanos vieram ao mundo pra sentir sensações. E nessa existência, preso a matéria, o grande desafio é controlar seus instintos. As religiões e crenças, surgiram em especial, numa tentativa de controlar esses instintos e desejos. Há diversas buscas na alma do homem, uns buscam poder, sem saber que tudo é ilusão, como bem sugere o livro Eclesiastes da sabedoria hebráica, outros, querem uma liberdade que talvez nunca consigmos atingir na forma física. A verdade, é que todos temos qualidades e defeitos, assim, a principl escolha é quais iremos apresentar durente nossa vida. 

Os magos por exemplo, sempre buscaram um extremo alto controle da magia que há em tudo que existe, mas, acima de tudo, controle de seus próprios sentidos. Os religiosos, por sua vez, sempre buscaram controlar os instintos e atingirem uma santidade e desprendimento da matéria que talvez ninguém tenha conseguido. Conhecemos muitos personagens em histórias ao longo dos tempos, os quais dizem que conseguiram, mas, não vimos, não temos como saber se são histórias reais ou não. O que complica tudo é a fúria que todos nós carregamos na alma. A mitologia, por exemplo, entitulou um deus (Ares) como sendo o Senhor da Guerra, mas, a filosofia, percebeu que há bem algo mais na fúria que existem em todos os seres vivos. O dinamismo, a potência, a força, a atitude e tudo mais que vem do impulso da vida, tanto pra criar, quanto pra destruir. 

Um dos principais erros da religão, e que talvez seja o grande "calcanhar de Àquiles" de todas elas, é que os pensadores da religião sempre quiseram dividir tudo em rótulos, divindo os seres vivos e as coisas entre boas e más. Sempre buscaram dividir entre sombra e escuridão como se pudessem separar o que acham que é bom, do que acham que é ruim. Assim, sempre surgiram perseguições, guerras, mortes e ruínas. As pessoas brigaram ao longo do tempo, até pra dizerem que são boas. Idiotas que lideram religiões ao longo do tempo, derraram muito sangue, alegando estarem fazendo tais barbaridades, pra "punir pecados e pecadores", sem se dar conta, que um dos maiores pecados é o ataque contra a vida, contra a liberdade do outro e contra a individualidade. 

As pessoas sempre buscaram poder. No âmbito material, o dinheiro e no âmbito espiritual, a magia ou outros tipos de poderes místicos. Porém, tudo pra dominar, subjulgar e o que poucos notam: se inebriar de vaidade. A grande batalha famosa no Céu, entre Lúcifer e seus seguidores, contra Miguel (o Príncipe do Céu) e anjos fiéis ao Criador, tina a alegação de que era uma batalha do Anjo mais belo do Paraíso se opondo as vontades de Deus. Segundo dizem os denfesores de Lúcifer, o Anjo Caído, tinha como vontade se opor ao que seria um "erro do Pai", ao querer que anjos servíssem aos fracos seres humanos e que para Lúcifer, a criação de todos os homens teria sido um erro. Porém, na verdade, Lúcifer não estava nem ai pros seus irmãos, pra criação ou pr nada. A verdade é que ele estava inebriado, enlouquecido com sua vaidade. Dizem que ao se olhar no espelho e ver o quanto era belo e perfeito, Lúcifer começou a beber imensamente no poço das vaidades. E assim por orgulho e rebeldia, se opôs aos planos de Deus.

Bem, todas essas histórias místicas, servem pra nos mostrar o quanto as vaidades são perigosas. As vaidades foram as grandes resposáveis por todos os erros humanso ao longo dos tempos e mãe de todos os pecados e guerras. Por vaidade, sempre se cometeu atrocidades, mentiras, corrupções e violência. Vemos hoje o risco que o mundo corre, ameaças de guerras em todos os cantos, tudo por vaidade de líderes insanos que não querem abrir mão do poder, alienados por suas vaidades. Por que, acham que Maduro está destruíndo a Venezuela ou o ditador coreano arrasa a Coréia do Norte? Pode até ter diversos motivos, mas, o principal deles é a vaidade extrema. Líderes querem o tempo todo mostrar que tem o maior e melhor arsenal, além de se negarem a acordos de paz, porque acham que ceder seria fraqueza. 

Maduro, os irmãos Castros, Temer ou qualquer outro líder impopular no mundo, mesmo que tenham bilhões em suas contas, jamais param, mesmo tendo o dinheiro que ele jamais irá gastar, pois eles querem é poder, sentindo a vaidade de mandar e serem obecidos. Vemos os corruptos brasileiros, que já ganham milhões, com privilégios que outros milhões de pessoas nem sonham em ganhar, mas, mesmo assim, eles corrompem e se corrompem, pois a vaidade cos corrói como um veneno mortal. Eles não querem apenas ser um parlamentar ou executivo de uma grande empresa, eles querem ser o maior, acima de todos os outros e querem sempre poder e mais poder.

A vaidade, como já nos revelou há muitos séculos o livro do Eclesiastes é o veneno que corroi a vida, ela é a mãe da guerra, do ódio e de tudo que faz mal a humanidade. Hoje o planeta está sendo destruído, por causa da vaidade. Todos querem o melhor carro, o melhor celular e a melhor posição social, o que não seria ruim, se isso, não causasse o sofrimento de tantos outros. As religiões sempre fracassaram em conter a vaidade e a malignidade que aterrorisa a alma humana, pois quase sempre, a própria vaidade acaba sendo o livro mãe de todas as religiões. Hoje em dia, vemos líderes religiosos com a Bíblia na mão, atacando outras pessoas que não são religiosas, sem perceberem que elas mesmas são escravas da vidade. Diversos religiosos, atacaram a horrosa exposição do Santander, que realmente não tinha nada de arte naquilo, mas, esses mesmos supostos defensores da família, não estão nem ai com o sofrimento do próximo que sofre diversas calamidades. A disputa hoje é pra ver qual líder tem o maior carrão, qual igreja abriu mais templos e qual regional arrecadou mais. Só que toda essa arrecadação não é usada pelo bem da humaidade, apesar de repetirem constantemente um famoso bordão "contribuam pra obra", alegando que seria a "obra do Senhor", como se o Senhor que criou tudo, precisasse da generosidade de fracos fiéis pra fazer alguma coisa. Como se Deus precisasse de líderes gananciosos pra propagar seu amor e sabedoria. Deus, está acima de tudo ele não precisa de artifícios humanso pra se manifestar. Como disse Jesus "meu Reino não é deste mundo". Ele não precisa de dinheiro pra obra nenhuma. 

Por pensar que Jesus precisava de grana, foi que Judas caiu em desgraça. Arrecadores da fé alheia, apenas querem ter mais poder, mais editoras, mais templos, o jato maior, o carrão mais brilhante, o salário maior de seus pastores e mais multidão nas suas igrejas mundanas. E arrecadação, não é apenas nas igrejas da moda, mas, nas antigas também. A Igreja Católica por exemplo, que sempre bancou as ideias falaciosas e demagógicas do PT, nunca veio a público pra criticar os erros do partido e da esquerda no Brasil, pois tem medo de perder adeptos e uma boa parcela de suas bases no Brasil é de esquerda. Enfim, tudo é vaidade, como bem previu o rabino que escreveu o Eclesisastes. Tudo é a busca do poder quem domina.

E o que as pessoas que perdem horas e horas em religiões ou buscas pela magia, nunca compreendeu é que a grande chave que pode vencer o mal do mundo e as vaidades é o amor. Só o amor, como conseguiram enxergar os grandes homens, entre eles o Cristo, é capaz de vencer a vaidade. Foi por amor que Miguel não aderiu a rebelião e preferiu lutar, obedecendo o Criador. Foi por amor, que Miguel conseguiu expulsar os traídores do céu. Foi por amor, que Miguel resistiu a vaidade que derrubou Lúcifer. Por que só quando se tem amor no coração, as pessoas não ficam presas aos desejos e vaidade. Só com amor, podemos imaginar o sofrimento do próximo. Só por amor alguém se torna generosos e misericordioso. O amor é a chave de toda luz divina. O amor é o código da imortalidade e que mais nos aproxima de Deus!

Namastê e Shalom a todos

Carlinhos Lima
 
 
 

domingo, 28 de agosto de 2022

Esoterismo: O duende nasceu como ‘dono de casa’





Não existe um consenso sobre a etimologia da palavra duende, “entidade das lendas europeias, de aspecto humano, orelhas pontudas e pequenina estatura, que geralmente usa seus poderes em travessuras noturnas para assustar os moradores das casas; trasgo, fradinho-da-mão-furada” (Houaiss). No entanto, a tese mais consistente – do filólogo catalão Joan Corominas – traça uma relação entre o duende, que em sua origem era um espírito basicamente caseiro, e a expressão “dono de casa” em espanhol, isto é, dueño de casa. Em seu Breve diccionario etimológico de la lengua castellana, Corominas afirma que duende, palavra existente em espanhol pelo menos desde 1221, “é a contração de duen de casa, locução cuja primeira palavra é a forma apocopada de dueño”. Mas esse “dono de” tinha a princípio sentido literal. A acepção de “espírito travesso que se acredita habitar uma casa” teria surgido no espanhol em torno de 1490, segundo o estudioso catalão. Em português, a palavra fez sua estreia oficial no dicionário do padre Rafael Bluteau, a primeira grande obra lexicográfica de nossa língua, em 1713. 

domingo, 21 de agosto de 2022

Pelo segundo portal do Tarô - a Papisa



 

O segundo Arcano associa-se ao signo Beth e tem como hieróglifo a boca do homem. O nome erudito é Gnosis ou porta do santuário, entrada sagrada ao conhecimento ou seja entrada para a série dos Arcanos seguintes. A lâmina apresenta num segundo plano duas colunas.


Uma coluna é preta ou azul, a outra é branca ou vermelha. A coluna branca é solar (conhecimento direto através do estudo dos fenómenos) e designada por Jaquim. A coluna preta titula-se Boaz e está sob domínio da Lua (conhecimento indireto ou intuitivo). A representação da meia lua que se encontra entre as colunas simboliza o Espaço Médio da linguagem maçônica.


Na lâmina da Papisa esse espaço está oculto por uma cortina. Os chifres da Isis e as colunas indicam o princípio binário. A Isis sentada em cima da pedra cúbica é sinónimo de passividade, sua postura demonstra um estado de expectativa, de meditação e de receptividade. Os chifres aqui substituiram o sinal do infinito patente no primeiro Arcano, dando um elemento mais tangível ao 2º Arcano.


O passivo é sempre mais concretizado que o ativo. O símbolo astrológica do Arcano é a Lua, revelando o conceito da maternidade, mãe universal ou divina substância e expressa claramente o princípio da fecundidade. Desde dos tempos primórdios a água e a lua simbolizam o Astral. A lua ou espelho por cima da cabeça da Isis indica a conexão do Arcano com o Mundo Astral. O plano astral por definição é adjacente aos planos mental e físico e deve possuir marcas ou reflexos dos elementos das regiões que lhe são próximos.


As colectividades de ideias já condensadas e agrupadas possuem um reflexo no plano astral. São as chamadas Astro-Ideias, isto é ideias que já estão a assumir uma forma e podem ser captadas por diversas mentes em simultâneo resultando em sistemas paralelos ou análogos, como aconteceu no caso do aparecimento do cálculo diferencial de Newton e do cálculo infinitesimal de Leibnitz (algo semelhante aconteceu com a descoberta da reação nuclear).


Concebendo através do desejo e esboçando um quadro astral, o indivíduo constroi um Ente segundo a lei de individualização das coagulações. O Ente criado é um astrosoma tipicamente formado, carece de corpo físico mas em vez disso possui algo semelhante a uma mônada mental (ideia do desejo concebido) e atua somente na esfera da ideia que o criou, estendendo a sua influencia sobre o seu criador.


O Ente, designado pelos Ocultistas como Larva Astral incentiva o seu criador para a renovação contínua do impulso que o criou e fortaleceu (encontramos aqui tambem o mistério do turbilhão astral).

No caso de um Ente criado por um grupo de pessoas, ou sociedades, falamos de uma Egrégora colectiva.  


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