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Os Orixás regentes de 2027

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Cientistas identificam forças que inclinam eixo de Saturno

 


 

A órbita de sua principal Lua, Titã, e a ressonância com Netuno, seriam as responsáveis pelas forças que influenciam o planeta gigante.

Um dos planetas mais famosos do Sistema Solar, por seu tamanho e por seus anéis, Saturno possui um eixo inclinado em um ângulo de 26,7 graus entre seu equador e seu plano orbital. 

Anteriormente, os cientistas pensavam que essa inclinação era resultado da migração planetária no início do Sistema Solar, há pelo menos quatro bilhões de anos, mas agora um novo estudo focado em Titã, sua maior Lua, concluiu que o motivo é outro. O estudo foi publicado na revista Nature.

A nova explicação aponta para uma ressonância do planeta com suas Luas ocorrida há cerca de um bilhão de anos, quando o restante dos planetas provavelmente já tinham seus eixos orientados como os têm hoje. Porém, Saturno não se tornou oblíquo de uma vez só, pelo contrário, Cronos, como conhecido na mitologia grega, sofreu uma evolução contínua de sua posição no espaço.


 
Saturno e a órbita de sua Lua principal, Titã, em torno de seu eixo quando entra em ressonância

Novos cálculos compararam a relação entre as Luas de Saturno e o próprio planeta, e nessa comparação, as Luas seriam responsáveis ​​por equilibrar o planeta gigante, segundo os pesquisadores, sendo Titã a mais importante nessa contribuição. Os novos cálculos foram estudados e apresentados por astrofísicos do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica e das Universidades de Sorbonne (França) e Pisa (Itália), segundo publicação do RT.

De acordo com os cientistas, por mais de três bilhões de anos após sua formação, Saturno manteve um eixo de rotação ligeiramente inclinado. Então, a lenta migração de seus satélites coincidiu em um certo ponto com outro fator, ou melhor, um outro planeta: Netuno. E assim começou o fenômeno de ressonância que continua até hoje e que faz com que Saturno se incline.

Conclusões semelhantes foram feitas a outro gigante: Júpiter. Que pode ter sofrido mudanças parecidas em seu eixo devido à migração de suas quatro Luas principais e uma ressonância com a órbita de Urano.

 

 

domingo, 17 de janeiro de 2021

A mania de invejar e querer queimar o filme da outra



É evidente que não é todo mundo, mas, grande parte das mulheres tem mania de invejar e querer queimar o filme da outra. Mas, ela não percebe que fazendo isso além de tá podando a si mesma, tá criando uma onda de energia inconsciente negativa e dando direito pra que na sua própria busca outros também tentem pedir o seu mal. A mulher precisa entender que se fizer amizades e desejar o bem de seus semelhantes ela fica muito mais forte e seu sexto sentido como seus dons físicos também serão bem vistos e agirão melhor. E também tem pessoas que agem e com insensatez tremenda, que além de invejar aquelas que ousam e vencem, ainda são ingratas se ajudadas por essas pessoas generosas que lhes estendem a mão. Gente, generosidade é bom, mas, gratidão também é um dom divino. Tem muita gente que não sabe agradecer, e pior do que não ajudar é ser ingrato... quem age com honestidade tem maiores chances de ter sucesso na vida! Namastê.

Carlinhos Lima - Climazen

https://www.zoom.com.br/livros/as-claviculas-de-salomao-as-sagradas-magias-cerimoniais-do-rei-lima-carlinhos-9788567855400
 
 
 
 

Descoberta corrente estelar de quase 500 estrelas formadas ao mesmo tempo

 


As 468 estrelas da corrente têm a mesma origem e se movem na mesma direção pela Via Láctea.

Uma equipe de astrofísicos, liderada por Jeff Andrews, da Universidade Northwestern (EUA), combinou conjuntos de dados captados pelo telescópio espacial Gaia e descobriu que as 468 estrelas da corrente estelar Theia 456, que se estende por mais de 500 anos-luz, nasceram ao mesmo tempo e se movem na mesma direção.

Os cientistas observaram que as estrelas têm quantidades parecidas de ferro, algo que significa que provavelmente foram formadas juntas há 100 milhões de anos.

"Acreditamos que todas estas estrelas nasceram juntas e têm uma origem comum", afirmou Andrews, citado pelo portal Phys.org.


 
 
 © Foto / NASA/JPL-Caltech/R. Hurt/SSC & Caltech
Representação artística das correntes estelares na Via Láctea

A maioria dos aglomerados de estrelas conhecidos possui forma esférica. Porém, recentemente, os astrofísicos encontraram novos padrões no céu.

Estima-se que a Via Láctea tenha mais de oito mil correntes estelares como a recentemente descoberta, todas denominadas Theia.

"O emocionante da Theia 456 é que ela não é um pequeno grupo de estrelas juntas. É comprida e alongada. Há relativamente poucas correntes próximas, jovens e tão dispersas", afirmou.

O pesquisador detalhou que as estrelas "frequentemente formam estas correntes através do céu". A maioria destes aglomerados tem sido observada em outras partes do Universo, não na nossa galáxia.

"Embora as conheçamos há décadas, estamos começando a encontrar algumas ocultas", adicionou.

A Theia 456 é uma destas correntes estelares até agora ocultas, localizada no disco galáctico, algo que a torna muito pouco visível entre os mais de 400 bilhões de estrelas da galáxia.

"Agora, estamos começando a encontrar estas correntes na nossa própria galáxia. É como encontrar uma agulha no palheiro. Ou, neste caso, encontrar uma onda no oceano", ressaltou.

 

 

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