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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

O poder e mistério dos anjos: Abaddon aka Apollyon ("Destroyer")




O Anjo da Morte

É um anjo da morte e destruição, que é muitas vezes equiparado a Satanás e Samael . No entanto, no livro do Apocalipse, ele é o anjo (como Apollyon), ou estrela, do abismo sem fundo que cadeias de Satanás lá por 1000 anos. Acredita-se que São João foi a primeira pessoa a nome Abaddon como um anjo e, em A Grande Chave de Salomão, ele é dito ser o anjo invocado por Moisés para enviar as chuvas devastadoras para o Egito. Não só é o alinhamento de Abaddon (demônio ou anjo) incerta, outras fontes dizem que ele é, de fato, um lugar e não uma entidade em tudo.

Afirma a crença de que Abaddon é um ser de origem do mal pode ser encontrada nos escritos, como os Atos de Tomé, que não estejam em conformidade com a lei da Igreja. Lá ele é apresentado como um demônio. Esse demônio é descrito como o anjo negro da morte, um demônio do abismo, e um dos príncipes da hierarquia infernal, muitas vezes visto como o próprio Satanás (como ele é rotulado de "O Peregrino Bunyan"). Em O Messias de Klopstock, Abaddon é novamente chamado "anjo da morte está escuro", uma referência ao poema de Francis Thompson aos mártires Ingleses na qual ele atribui Abaddon um par de "asas viciado." Uma Antologia Ilustrada de Bruxaria, Magia e Alquimia chamadas Abaddon de "Destruir Anjo do Apocalipse e de Barrett The Magus há uma foto colorida dele como um dos" demônios do mal. "Também está escrito que o seu é o nome que os judeus deram ao deus grego Apoliom . E, como o argumento final para ele ser uma entidade do mal, seu nome é dito para ser usado em conjurando feitiços para a intenção maliciosa. É apenas nas fontes mencionadas no primeiro parágrafo, que Abaddon é dito ser um anjo. 

Na verdade, essa é mais uma confusão e grande mistério. Certamente uma pegadinha que confundiu magos e cabalistas.  Acredito sim que ele seja um anjo, ligado a morte e por isso muito temido. Vemos nos escritos sagrados, que profetas também chamavam anjos e querubins de "terror" e ao que tudo indica, a visita ou encontro com um anjo, nem sempre é suave como se pensa! Especialmente se este for muito poderoso como um Arcanjo. Vimos que Jacó teve uma luta dura com um anjo pelo deserto. Enfim, por isso é delicado julgar e taxar algo como maligno ou bendito. As vezes, ao ver um ser de 4 cabeças, diversas asas e aparência assustadora, fanáticos intolerantes, vão logo dizendo que é um demônio, e  na verdade como vemos nos livros proféticos, quase sempre é um anjo do Senhor. Então nem tudo que reluz é ouro, assim como nem tudo que parecer ser ruim é de fato algo do mal. Por isso a magia, a espiritualidade e os mistérios, devem ser estudados com cuidado e nunca atacados preciptadamente.

Vemos que este anjo está ligado a morte, sendo ele responsável por este assunto, tão desagradável aos seres vivos e tão amedrontador. Assim está ligado ao arcanjo Samuel e Azrael como, astrológicamente está ligado a Escorpião e Plutão. E no mapa natal, a Oitava Casa e seu regente. E no meio da Umbanda, está ligado a Omulú/Obaluaê e Nanã.

Carlinhos Lima. 24/06/2014
 
 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Budismo e espiritualidade: Kwan Yin é a Deusa do amor, compaixão e misericórdia




DECRETO de compaixão
Mãe Kwan Yin, lotus invocar o seu coração, dê-me a compaixão e perdão nesta hora redime meus defeitos, suaviza o meu caminho e envie seus anjos de violeta puro amor para não sentir que me cobre tristeza e desânimo.
Agora cada sombra transforma em luz e dar-me o perfume de sua essência para purificar meu coração e resgatadas na radiação do seu amor.
Eu sou infinita compaixão de seu próprio coração! Amen.



 Que Kwan Yin Amado nos abençoe com o Seu amor ... nos ilumine para abrir nossas mentes e nos guie no caminho da luz!

BÊNÇÃOS!




Bênçãos! Que Deus o abençoe!


 O monge budista primeiro entre as mulheres que se refere o "Kwan Yin" foi Kumarajiva, traduzindo-se em chinês Sutra de Lótus a em 406 d. C. Em sua tradução, sete das aparências 33 do bodhisattva são do sexo feminino.

É desejável ter uma imagem de Kwan Yin em casa, escritório ou empresa, para invocar e adorá-lo. É um dos símbolos em Feng Shui para harmonizar o ambiente e para a harmonia do chi (energia vital).


Sua chave tonal está em "No jardim do mosteiro" de Ketelby, eo japonês tradicional canção "Sakura Sakura".


Kwan Yin é um membro do Conselho do Carma, e é o ex-diretor do Raio Violeta 7 de perdão e da misericórdia divina.
Ele pode invocar Kwan Yin para liberar carma ruim de todos, e para as crianças a nascer.



 Há mais de mil imagens diferentes de Kwan Yin. No Oriente, há muitos templos e estátuas dedicadas ao Bodhisattva. No Japão, é chamado de "Kannon" (Bodhisattva Kannon).

Ela é muitas vezes visto em pé ou sentado em uma flor "sagrado lótus" cor de rosa, chamado de "a Rosa do Nilo" ou "Nelumbo nucifera".


 No Ocidente, associam a figura chinesa de Kwan Yin, a deusa protetora das mães e de outras religiões, como a Virgem Maria, mãe de Jesus, no cristianismo, a deusa Isis no antigo Egito; G para R do budismo tibetano, e Shakti, Parvati, S I T A Radha O no hinduísmo.




 Kwan Yin é a Deusa do amor, compaixão e misericórdia.
É um Ray Mãe Divina Violeta 7 de Misericórdia, a Compaixão Perdão e compaixão; demonstração Amidha Avalokiteswara e Buda.


Umbanda Astrológica (Carlinhos Lima) 19/12/2013

 

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

A Ciência dos Ancestrais: Babilônios descobriram geometria astronômica 1.400 anos antes dos europeus

Estudo publicado na última edição da 'Science' analisou placas de argila escritas entre 350 e 50 d.C, que revelaram que os astrônomos babilônios realizaram sofisticadas contas geométricas para calcular a posição de Júpiter

 


 


O estudo das placas de argila revelou que os astrônomos babilônios fizeram marcas com sofisticadas contas geométricas que calculavam a posição de Júpiter (Trustees of the British Museum/Mathieu Ossendrijver/Reuters)
Os babilônios podem ter descoberto a geometria astronômica 1.400 anos antes dos Europeus. É o que revelou um estudo, realizado por Mathieu Ossendrijver, professor da Humboldt University, em Berlim. A pesquisa, publicada na última edição da Science, analisou placas de argila de babilônios, possivelmente escritas entre 350 e 50 d.C. e concluiu que astrônomos babilônios fizeram escritos com sofisticadas contas geométricas para calcular a posição de Júpiter em relação ao fundo estrelado no céu.

A ideia de calcular o deslocamento de qualquer corpo utilizando o tempo e a velocidade é comumente associada às descobertas matemáticas na Europa do século XIV. No entanto, Ossendrijver revelou em seu estudo recente que, mais de mil anos antes, os astrônomos babilônios já tinham desenvolvido a mesma técnica.
O professor explica em seu estudo que este é um tipo de cálculo geométrico nunca visto nem mesmo entre povos antigos. Os gregos, por exemplo, utilizavam geometria para calcular espaços físicos, mas, em sua nova descoberta, os babilônios foram capazes de traçar a posição de Júpiter ao calcular matemática abstrata, utilizando o tempo e a velocidade como variáveis.
Placas - Praticamente indecifráveis, as 450 placas analisadas estão no Museu Britânico de Londres. No começo dos estudos o professor ainda tinha dificuldades para compreender a complexidade dos cálculos expostos na argila; ele sabia apenas que os escritos tratavam de geometria. Em 2014, ao receber de um arqueólogo aposentado uma foto de outra placa, ele conseguiu "fechar o quebra-cabeças". A placa, apelidada de Text A, continha uma espécie de abreviatura dos longos cálculos vistos por ele nas outras placas e, a partir daí, começou a identificar os escritos "misteriosos". Os números da placa batiam com os que foram vistos nos cálculos de trapézios.
O cálculo - Os babilônios calcularam o movimento de Júpiter ao realizarem uma associação entre o momento em que o planeta aparecia no céu e sua posição 60 dias depois, com o cálculo de trapézios que já era conhecido por eles. Ao adaptarem as posições do planeta entre os 60 dias aos trapézios, e dividirem este trapézio ao meio (em dois trapézios menores de igual área), eles conseguiriam descobrir o tempo que Júpiter viajaria a metade da distância observada, utilizando como variáveis do cálculo a velocidade e o tempo.
"Na Babilônia, entre 350 e 50 d.C, alguém surgiu com a ideia de desenhar gráficos utilizando velocidade e tempo como variáveis matemáticas. Ao calcular a área deste gráfico, eles realizaram um tipo de conta nunca vista até pelo menos 1350", disse o professor.
(Da redação)
 
 

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