Total de visualizações de página

Os Orixás regentes de 2027

domingo, 11 de setembro de 2022

Quem era Yeshua?


O nome Yeshua é uma forma abreviada do nome Yehoshua, sendo que um mesmo homem é chamado na Bíblia, ora pelo nome Yehoshua, ora pelo nome Yeshua. Este homem era o sumo sacerdote na época de Zorobabel. No livro do profeta Zacarias, ele é chamado de Yehoshua, que na versão em português aparece como Josué, e nos livros de Esdras e Neemias, ele é chamado de Yeshua, que na versão em Português aparece como Jesua.

Tanto o nome Yehoshua quanto o nome Yeshua foram adaptados para o grego como Iesus.

Na tradução do Antiga Aliança em grego, chamada Septuaginta, feita no século III A.C., o nome Yehoshua aparece como Iesus, e o nome Yeshua também aparece como Iesus. Daí é que veio a forma Jesus, que é usada nas traduções da Bíblia para o português.
Yehoshua significa o Eterno salva. Yeshua também tem este mesmo significado.

Josué, Jesua e Jesus são o mesmo nome, em três diferentes adaptações para a língua portuguesa.

Existem pessoas que dizem que é muito importante pronunciar o nome de Jesus como Yehoshua, ou como Yeshua, mas, na realidade, tanto faz falar Yehoshua, ou Yeshua, ou Jesus, pois de qualquer forma é o mesmo nome.

Alguns dizem que nomes próprios não se traduzem. Realmente, nomes próprios não são traduzidos, mas muitas vezes são adaptados para outras línguas, pois existem certos fonemas (sons) que existem em uma certa língua, mas não existem em outras línguas.

Por exemplo: O nome Jacó, é a adaptação para o português do nome hebraico Ya’acov, sendo que em hebraico existe uma letra, chamada ‘ayin, cujo som não existe na língua portuguesa. Também não existe em português palavra terminada em consoante que não seja l, m, r, s ou z. Por isso foi necessário fazer uma adaptação do nome Ya’acov para o Português.

O nome hebraico Yochanan, foi adaptado para o português como João.
O mesmo nome Yochanan, foi adaptado para o grego como Ioanan, para o inglês como John, para o francês como Jean, para o alemão como Johan, e para o italiano como Giovani.

Portanto, vê-se que é normal adaptar-se os nomes próprios de uma língua para outra, mesmo porque, sem esta adaptação se torna muito difícil pronunciar certos nomes.
Principalmente os nomes de pessoas importantes são adaptados para outras línguas. Por exemplo, o reformador alemão Martin Luther é conhecido no Brasil como Martinho Lutero.

Portanto, podemos pronunciar o nome do Messias (Mashiach) como Yehoshua, Yeshua, ou Jesus. É indiferente."
 
 
 

sábado, 10 de setembro de 2022

OS SENHORES DO DESTINO: O diferencial entre a Umbanda Astrológica e os cultos afrobrasileiros já conhecidos

 




Uma pergunta que recebo muito de buscadores, umbandistas, espiritualistas, astrólogos e magos é sobre o que realmente traz de novo a Umbanda Astrológica e qual a diferença da Umbanda já conhecida. Bem, em primeiro lugar a filosofia de Umbanda Astrológica é a de não descartar os conhecimentos ancestrais, ou seja, assim como o Cristo disse sobre as Escrituras "eu não vim pra mudar a lei..." na concepção de Umbanda Astrológica, também decidi que não vim pra mudar a Umbanda Popular ou Tradicional, mas, trazer novos elementos que possa somar e facilitar aos buscadores que não querem se associar a grupos. Mas, confesso que discordo de muita coisa que vemos Brasil a fora inseridas na Umbanda o que na verdade não tem nada dos verdadeiros ensinamentos dos orixás. Uma dessas coisas se refere ao sufocamento do kardecismo sobre a Umbanda. Muita gente quando fala em espiritualismo mesmo se sentindo atraído pela Umbanda, acaba sempre confundindo os cultos afrobrasileiros com o Kardecismo. Mais uma vez afirmo que não tenho nada contra o ensinamento de Kardec, apenas repito que uma não tem nada haver com a outra.

Mas, deixando de lado o que eu não aprovo vamos ao que a Umbanda Astrológica traz de novo ou de diferente. Em primeiro lugar diz respeito a visão espiritualista do culto aos orixás. E no meu livro OS SENHORES DO DESTINO E A COROA ASTROLÓGICA DE ORUMILÁ, que já está nas livrarias, fui buscar num passado bem distante o inicio dos cultos aos ancestrais, aos deuses criadores e o uso da magia divinatória. Inclusive constatando que o homem tentando cumprir bem o seu destino, ele tenta usar ferramentas, como magia e os oráculos pra ter mais força e uma orientação mais abalizada de que caminhos seguir e quais atitudes tomar pra não sair da linha de sucesso de seu destino. E nesse contexto que o livro aborda, que é a importância dos oráculos para que o homem se sinta mais seguro pra seguir seu caminho, é que a Coroa Astrológica de Orumilá é citada. Primeiro porque Orumilá é o Orixá do Destino, o Grande Babalaô do Orun, o Grande Adivinho do Astral Superior e o senhor dos oráculos. E por isso a Coroa dele é citada, como sendo esta formada pelos signos e portais zodiacáis! Enfim, nessa filosofia astro-ancestral, vemos o orixá como um guia direcionador e não escravizador. Ou seja, o homem tem Destino, mas, também o livre-arbítrio. Assim não vemos ele como obrigado a seguir essa ou aquela religião pra poder se conectar aos seus ancestrais. Então esse é o maior diferencial entre a Umbanda Astrológica e a Umbanda Tradicional, ou seja, deixar o homem livre pra buscar de forma individual ou se quiser se associando a grupos, mas, sempre sem ter que se prender a obrigações que muitas vezes são apresentadas de forma insensata ou até esdrúxula as pessoas que buscam informações.

Quem comprar o livro OS SENHORES DO DESTINO E A COROA ASTROLÓGICA DE ORUMILÁ, perceberá que a mensagem é para alertar ao homem a importância dos ancestrais, mas, que ele é a principal porta para que seu destino se concretize da melhor forma. Ou seja, que seus orixás podem lhe mostrar os caminhos, mas, as escolhas pessoais é que ditarão os resultados dessas leis e missões passadas pelos Senhores do Destino.

Uma diferença importante também é que na Umbanda Astrológica vemos os orixás como seres de luz, que em termos elevados nunca encarnaram, distanciando-se assim dos conceitos, especialmente da Umbanda Kardecista, que costuma ver em grande parte os orixás ou guias, quase sempre como Eguns, ou seja, desencarnados atuando. Outra diferença, é que os cultos conhecidos, costumam limitar muito os orixás a atuação aqui na Terra, identificando um orixá a um rio, uma montanha, um elemento e assim por diante. Enquanto na Umbanda Astrológica, como eu já disse, vejo o orixá, como um ser elevado, em seu alto grau de Orixá Maior, um ser que não passou pela vida humana, assim como os Arcanjos ou Querubins. Apenas os Orixás Menores, como bem enxergou Pai Matta, que já encarnaram e passaram a militar nas legiões e linhas dos orixás. O mesmo acontecendo com Exus e Pombagiras.

Também vemos cada casa astrológica, signo ou portal zodiacal, como uma porta ou reino governado por um ser cósmico de luz, como por exemplo, Touro regido por Oxóssi e assim por diante. Além da regência de um orixá, a regência também dos anjos cabalísticos se dá nos portais do Zodíaco. Não citada no livro, por que a edição ficaria muito grande, mas, terá continuidade num livro futuro.


Em nossa filosofia também, não temos como na Umbanda Kardicista, uma visão da existência como se ela fosse fadada a um carma escravizante onde a pessoa tenha vindo pra sofrer ou penar durante toda sua existência. Na verdade, vemos uma interação entre Destino+Livre-arbítrio+Acaso e que dependendo dessa interação tudo pode modificar totalmente a rota ou os acontecimentos. Tanto que acredito que o Ifá é o grande livro da vida, a "Bíblia" dos oríxas. E que esse oráculo divinatório fantástico existe justamente pra ajudar o homem a mudar, aprimorar ou a cumprir com sucesso seu destino e missões, rumo a felicidade e não apenas que cumpra-se destinos cruéis.

Outra coisa que prego com os conceitos de Umbanda Astrológica é que vivemos ciclos, estamos inseridos em graus e hierarquias. E assim temos que ter códigos em mente, signos em ação e não apenas utilizar o conhecimento do orixá somente baseado na tradição oral, na vocação ou no dogmatismo. E sim que o homem tem que buscar cumprir, degraus iniciáticos, seguindo certos preceitos seus e só seus, sem copiar o que os outros vivem. Ou seja, cada um tem um destino, uma herarquia e uma força única. Ninguém é igual. Por isso, não é porque alguém cultura um orixá, é devoto de Ogum, por exemplo, e tem sucesso que outro fazendo o mesmo que terá o mesmo benefício. Ogum pode ser muito positivo e necessário pra uns e não pra outros. Obaluaê visto como ruim pra uns, pode ser maravilhoso pra outros - tudo depende da ancestralidade de cada um. Não serve a receita dada a um pra todo mundo da mesma forma. Além disso, esqueça essa história de que todo mundo tem um único orixá, pois temos a atuação do Astral e do Orun completo sobre todos, cada um com um código e de uma forma único. Mas, os orixás atuam em cada um de uma forma, mas, eles sempre estarão lá, como os signos do Zodíaco.

Carlinhos Lima 
 
 
 

sábado, 3 de setembro de 2022

A vaidade é desde a origem dos tempos o grande mal da humanidade


Só o amor vence as vaidades


Todos os seres humanos vieram ao mundo pra sentir sensações. E nessa existência, preso a matéria, o grande desafio é controlar seus instintos. As religiões e crenças, surgiram em especial, numa tentativa de controlar esses instintos e desejos. Há diversas buscas na alma do homem, uns buscam poder, sem saber que tudo é ilusão, como bem sugere o livro Eclesiastes da sabedoria hebráica, outros, querem uma liberdade que talvez nunca consigmos atingir na forma física. A verdade, é que todos temos qualidades e defeitos, assim, a principl escolha é quais iremos apresentar durente nossa vida. 

Os magos por exemplo, sempre buscaram um extremo alto controle da magia que há em tudo que existe, mas, acima de tudo, controle de seus próprios sentidos. Os religiosos, por sua vez, sempre buscaram controlar os instintos e atingirem uma santidade e desprendimento da matéria que talvez ninguém tenha conseguido. Conhecemos muitos personagens em histórias ao longo dos tempos, os quais dizem que conseguiram, mas, não vimos, não temos como saber se são histórias reais ou não. O que complica tudo é a fúria que todos nós carregamos na alma. A mitologia, por exemplo, entitulou um deus (Ares) como sendo o Senhor da Guerra, mas, a filosofia, percebeu que há bem algo mais na fúria que existem em todos os seres vivos. O dinamismo, a potência, a força, a atitude e tudo mais que vem do impulso da vida, tanto pra criar, quanto pra destruir. 

Um dos principais erros da religão, e que talvez seja o grande "calcanhar de Àquiles" de todas elas, é que os pensadores da religião sempre quiseram dividir tudo em rótulos, divindo os seres vivos e as coisas entre boas e más. Sempre buscaram dividir entre sombra e escuridão como se pudessem separar o que acham que é bom, do que acham que é ruim. Assim, sempre surgiram perseguições, guerras, mortes e ruínas. As pessoas brigaram ao longo do tempo, até pra dizerem que são boas. Idiotas que lideram religiões ao longo do tempo, derraram muito sangue, alegando estarem fazendo tais barbaridades, pra "punir pecados e pecadores", sem se dar conta, que um dos maiores pecados é o ataque contra a vida, contra a liberdade do outro e contra a individualidade. 

As pessoas sempre buscaram poder. No âmbito material, o dinheiro e no âmbito espiritual, a magia ou outros tipos de poderes místicos. Porém, tudo pra dominar, subjulgar e o que poucos notam: se inebriar de vaidade. A grande batalha famosa no Céu, entre Lúcifer e seus seguidores, contra Miguel (o Príncipe do Céu) e anjos fiéis ao Criador, tina a alegação de que era uma batalha do Anjo mais belo do Paraíso se opondo as vontades de Deus. Segundo dizem os denfesores de Lúcifer, o Anjo Caído, tinha como vontade se opor ao que seria um "erro do Pai", ao querer que anjos servíssem aos fracos seres humanos e que para Lúcifer, a criação de todos os homens teria sido um erro. Porém, na verdade, Lúcifer não estava nem ai pros seus irmãos, pra criação ou pr nada. A verdade é que ele estava inebriado, enlouquecido com sua vaidade. Dizem que ao se olhar no espelho e ver o quanto era belo e perfeito, Lúcifer começou a beber imensamente no poço das vaidades. E assim por orgulho e rebeldia, se opôs aos planos de Deus.

Bem, todas essas histórias místicas, servem pra nos mostrar o quanto as vaidades são perigosas. As vaidades foram as grandes resposáveis por todos os erros humanso ao longo dos tempos e mãe de todos os pecados e guerras. Por vaidade, sempre se cometeu atrocidades, mentiras, corrupções e violência. Vemos hoje o risco que o mundo corre, ameaças de guerras em todos os cantos, tudo por vaidade de líderes insanos que não querem abrir mão do poder, alienados por suas vaidades. Por que, acham que Maduro está destruíndo a Venezuela ou o ditador coreano arrasa a Coréia do Norte? Pode até ter diversos motivos, mas, o principal deles é a vaidade extrema. Líderes querem o tempo todo mostrar que tem o maior e melhor arsenal, além de se negarem a acordos de paz, porque acham que ceder seria fraqueza. 

Maduro, os irmãos Castros, Temer ou qualquer outro líder impopular no mundo, mesmo que tenham bilhões em suas contas, jamais param, mesmo tendo o dinheiro que ele jamais irá gastar, pois eles querem é poder, sentindo a vaidade de mandar e serem obecidos. Vemos os corruptos brasileiros, que já ganham milhões, com privilégios que outros milhões de pessoas nem sonham em ganhar, mas, mesmo assim, eles corrompem e se corrompem, pois a vaidade cos corrói como um veneno mortal. Eles não querem apenas ser um parlamentar ou executivo de uma grande empresa, eles querem ser o maior, acima de todos os outros e querem sempre poder e mais poder.

A vaidade, como já nos revelou há muitos séculos o livro do Eclesiastes é o veneno que corroi a vida, ela é a mãe da guerra, do ódio e de tudo que faz mal a humanidade. Hoje o planeta está sendo destruído, por causa da vaidade. Todos querem o melhor carro, o melhor celular e a melhor posição social, o que não seria ruim, se isso, não causasse o sofrimento de tantos outros. As religiões sempre fracassaram em conter a vaidade e a malignidade que aterrorisa a alma humana, pois quase sempre, a própria vaidade acaba sendo o livro mãe de todas as religiões. Hoje em dia, vemos líderes religiosos com a Bíblia na mão, atacando outras pessoas que não são religiosas, sem perceberem que elas mesmas são escravas da vidade. Diversos religiosos, atacaram a horrosa exposição do Santander, que realmente não tinha nada de arte naquilo, mas, esses mesmos supostos defensores da família, não estão nem ai com o sofrimento do próximo que sofre diversas calamidades. A disputa hoje é pra ver qual líder tem o maior carrão, qual igreja abriu mais templos e qual regional arrecadou mais. Só que toda essa arrecadação não é usada pelo bem da humaidade, apesar de repetirem constantemente um famoso bordão "contribuam pra obra", alegando que seria a "obra do Senhor", como se o Senhor que criou tudo, precisasse da generosidade de fracos fiéis pra fazer alguma coisa. Como se Deus precisasse de líderes gananciosos pra propagar seu amor e sabedoria. Deus, está acima de tudo ele não precisa de artifícios humanso pra se manifestar. Como disse Jesus "meu Reino não é deste mundo". Ele não precisa de dinheiro pra obra nenhuma. 

Por pensar que Jesus precisava de grana, foi que Judas caiu em desgraça. Arrecadores da fé alheia, apenas querem ter mais poder, mais editoras, mais templos, o jato maior, o carrão mais brilhante, o salário maior de seus pastores e mais multidão nas suas igrejas mundanas. E arrecadação, não é apenas nas igrejas da moda, mas, nas antigas também. A Igreja Católica por exemplo, que sempre bancou as ideias falaciosas e demagógicas do PT, nunca veio a público pra criticar os erros do partido e da esquerda no Brasil, pois tem medo de perder adeptos e uma boa parcela de suas bases no Brasil é de esquerda. Enfim, tudo é vaidade, como bem previu o rabino que escreveu o Eclesisastes. Tudo é a busca do poder quem domina.

E o que as pessoas que perdem horas e horas em religiões ou buscas pela magia, nunca compreendeu é que a grande chave que pode vencer o mal do mundo e as vaidades é o amor. Só o amor, como conseguiram enxergar os grandes homens, entre eles o Cristo, é capaz de vencer a vaidade. Foi por amor que Miguel não aderiu a rebelião e preferiu lutar, obedecendo o Criador. Foi por amor, que Miguel conseguiu expulsar os traídores do céu. Foi por amor, que Miguel resistiu a vaidade que derrubou Lúcifer. Por que só quando se tem amor no coração, as pessoas não ficam presas aos desejos e vaidade. Só com amor, podemos imaginar o sofrimento do próximo. Só por amor alguém se torna generosos e misericordioso. O amor é a chave de toda luz divina. O amor é o código da imortalidade e que mais nos aproxima de Deus!

Namastê e Shalom a todos

Carlinhos Lima
 
 
 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores

magia (378) astrologia (336) signos (249) espiritualidade (206) Umbanda (178) amor (172) umbanda astrológica (146) orixá (143) UMBANDA ASTROLOGICA (136) mulher (129) CONCEITOS (117) religião (95) signo (95) anjos (75) candomblé (69) comportamento (67) mediunidade (50) 2016 (45) horóscopo (45) espaço (44) esoterismo (41) anjo (37) arcanos (37) magia sexual (35) oxum (35) Ogum (34) sexualidade (32) ancestrais (30) 2017 (28) oxumaré (28) estudos (27) fé religião (27) iemanjá (26) Yorimá (12)