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A pombagira

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O poder dos anjos: Os anjos da guarda nos defendem dos ataques do mal

 RABINO SHIMON SENTIA MEDO DO QUE ACONTECERIA COM ELE E LAMENTOU. ENTÃO ELE DISSE, “HASHEM, EU OUVI UM RELATÓRIO DE VOCÊ, E EU TENHO MEDO (CHAVAKUK 3:2). CHAVAKUK TINHA DITO ESTA FRASE QUANDO ELE VIU A MORTE
DELE E A RESSURREIÇÃO DELE ATRAVÉS DE ELISHA. POR QUE ELE FOI CHAMADO CHAVAKUK? PORQUE, COMO ESTÁ ESCRITO,” APROXIMADAMENTE ESTE TEMPO NO ANO PRÓXIMO ABRAÇARÁ VOCÊ (HEB. CHOVEK-ET) UM FILHO “(II MELACHIM 4:16).

ASSIM CHAVAKUK ERA O FILHO DO SHUNAMMITE”. EU ACHEI NO LIVRO DE REI SOLOMON QUE O NOME QUE CONSISTE EM 72 NOMES FOI GRAVADO EM CHAVAKUK POR ELISHA. E CADA PALAVRA CONSISTE EM TRÊS LETRAS (COMO EXPLICOU EM ZOHAR, BESHALACH, PARIDADE. 173). PORQUE AS LETRAS DO ALFABETO QUE O PAI DELE GRAVOU DESDE O PRINCÍPIO NELE VOARAM PARA FORA E FOI COMO ELE MORREU. E AGORA, QUANDO ELISHA O ABRAÇOU, ELE GRAVOU NELE TODAS ESTAS LETRAS DOS 72 NOMES. ENTÃO AS LETRAS GRAVADAS
DOS 72 NOMES CADA QUAL TÊM TRÊS LETRAS NUM TOTAL DE 216 CARTAS.

E TODAS ESTAS 216 LETRAS QUE FORMAM OS 72 NOMES FORAM GRAVADOS POR ELISHA NO ESPÍRITO DE CHAVAKUK PARA O DEVOLVER PARA VIDA. E ELE O CHAMOU CHAVAKUK. SIGNIFICA O SEGREDO DAS 216 LETRAS DO NOME SANTO. PORQUE O VALOR NUMÉRICO DE CHAVAKUK EM HEBREU SOMA 216 DOS QUAIS OS 72 NOMES FORAM CRIADOS. ASSIM PELOS 72 COMPARTIMENTOS (NOMES) ELE O REAVIVOU E
TROUXE O ESPÍRITO DELE. E PELAS 216 LETRAS, ELE REAVIVOU O CORPO DELE COMPLETAMENTE COM TODAS AS FUNÇÕES. ISTO É POR QUE ELE É CHAMADO CHAVAKUK.
72 NOMES: O CAJADO
NOME INEFÁVEL FOI GRAVADO POR BETZAL-EL E A ACADEMIA DELE PELO ESPLENDOR DAS COMBINAÇÕES DAS LETRAS.
COMO ESTÁ ESCRITO, “COM O CAJADO DE HASHEM NA MINHA MÃO” (ÊXODO 17:9). E ESTE É A MESMO CAJADO QUE FOI CRIADO AO CREPÚSCULO DA VÉSPERA DE SHABBAT E FOI GRAVADO COM O NOME SANTO. E COM ESTO CAJADO MOISÉS
COMETEU O PECADO DE GOLPEAR A PEDRA, COMO ESTÁ ESCRITO, “E ELE GOLPEOU A PEDRA DUAS VEZES” COM O CAJADO (BEMIDBAR 20:11). O SANTO, SANTIFICADO SEJA ELE, DISSE A ELE,: “MOSHE, EU NÃO LHE DEI MEU CAJADO PARA ESTE
PROPÓSITO”.
 Muita bobagem já foi escrita a respeito dos anjos. Uma conhecida senhora no Brasil fez fortuna escrevendo sandices a respeito dos anjos. Pelo que ela escreve, os anjos estariam à nossa disposição, loucos para serem contatados por nós, e impacientes para nos ajudar. E gostam de velas, atendem pedidos, etc. Tudo besteira, não é nada disto.
Se fôssemos acreditar nisto, teríamos que considerar também que os anjos então são criaturas de pouca evolução, talvez até inferiores a nós, já que eles precisam que lhes acendamos velas.
Anjos são potestades, forças da Natureza Divina, e não estão à nossa disposição para nos satisfazer os desejos. E talvez por ignorância, essa senhora ensina rituais "angelicais" que visam fazer com que uma pessoa específica se apaixone por nós, tudo usando anjos, e isso é Magia Negra. Magia Negra é o uso da Magia para interferir no livre-arbítrio alheio, visando obrigar magicamente uma pessoa a fazer algo que normalmente ela não faria. A meu ver não é errado ascender velas para os anjos, só que elas devem ser pra estimulo de nossa fé, pra pedir, pra conectar e não pra ordenar ou interferir. Muitos pensam que anjos são influenciáveis, seres que poderiam ser usados conforme nossa vontade, inventam ancoragens bobas, mas, os anjos, além de não serem nada disso, ainda são muito poderosos e toda estrutura espiritual, tanto o lado bom, quando o lado ruim de nossa historia tem planos angelicais nisso tudo, quem pesquisar vai perceber, até facilmente isso...
 Antes de Einstein, antes das religiões, antes de Moisés Havia Adão. Um anjo chamado Raziel deu a Adão o primeiríssimo livro de Cabalá. Ele era tão profundo, sagrado e de tal nível, que para os padrões de hoje ninguém seria sequer autorizado a pronunciar suas palavras que tinham o poder de atrair tremendas forças de energia. Pronunciar as palavras do livro de Adão seria o equivalente a brincar com cabos de alta tensão.

Este poderoso livro, passou de Adão para Hanoch (Enoque) e aos seus descendentes. Noé que era neto de Hanoch o herdou e ensinou aos seus filhos. Esta sabedoria secreta chegou até Abraão o Patriarca na nação de Israel. Abraham é o pai das religiões. Ele foi o primeiro homem a entender que existe apenas um único Elohim que o universo inteiro está na verdade interligado como um todo unificado num profundo nível de realidade.

Abraham é o primeiro homem desde a aurora da civilização a transcrever verdadeiramente um livro de Cabalá atual. Ele é chamado o Livro da Formação e contém os sublimes mistérios e
segredos do nosso universo. Admiravelmente, esta compilação inteira está contida num pequeno número de páginas, mera centena de palavras.
 A Igreja confessa a sua fé nos Anjos da guarda

O Papa Bento XVI disse que: “Eliminaríamos uma parte do Evangelho se deixássemos fora esses seres enviados por Deus, que anunciaram sua presença entre nós e que são um sinal dela”. E pediu a intercessão dos anjos “para que nos sustenham no empenho de seguir Jesus até nos identificarmos com Ele” (Zenit.org, março 2009).

A Bíblia e a Tradição da Igreja mostram amplamente que os anjos têm participação ativa na história da salvação dos homens, nos momentos em que Deus quer.

“Não são eles todos espíritos ao serviço de Deus, enviados a fim de exercerem um ministério a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”, pergunta o autor da Carta aos Hebreus, capítulo1, versículo 14.

E nisso crê e isso ensina a Igreja; sabemos que é tarefa desses seres celestes bons a proteção dos homens e a sua salvação. Diz o Salmo: “Mandou aos seus anjos que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te levarão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra” (Sl 90/91,11-12).

 Os 72 Nomes de D´us contidos nesta apostila da Kehilá Aisha HaOr, foram extraídos diretamente do Livro de Raziel, que o cabalista Mishael Yehuda ganhou de presente do cabalista Mario Meir da "Academia de Cabalá", e  também é baseado na apostila dos 72 Nome do "kabbalah Learning Centre".

Os anjos criados por Elohim, que se subdividem em grupos (ou hierarquias, para usar seus termos). Estes anjos são eternos. Maimônides escreve sobre este assunto, dando o nome de cada grupo. Os anjos são os "ministros" do Rei, (como os chamamos na canção de sexta-feira à noite na entrada do Shabat - anjos ministrantes). Os anjos têm cada um sua missão particular e, de fato, o nome anjo em hebraico (mal'ach) significa mensageiro. Por exemplo, existem os anjos protetores de cada povo, cuja missão é defender seu povo contra quaisquer acusações no Tribunal Celestial, etc. Existem anjos encarregados sobre cada parte da Natureza, como sobre a Terra, o Mar e o Deserto. E outras categorias. Elohim criou estes anjos com inteligência superior e eles reconhecem que são apenas mensageiros, sem poderes autônomos. 

 A luta entre o bem e o mal, sempre esteve no contexto das religiões, desde as mais patriarcais a mais magisticas. Mesmo as monoteístas, acaba em alguns trechos admitindo que um Deus não pode ser bom e mal ao mesmo tempo. Hoje em dia, as novas religiões que estão inseridas na profecia de João, o qual nos revela que um Dragão está sempre de boca aberta pra engolir a criança que acaba de nascer, o Dragão vermelho, que e´o capitalismo, fanatismo, demagogia e mentira. Hoje a estratégia do Diabo é outra, ele não usa mais as ultrapassadas artimanhas, nem mesmo pactos na encruzilhada noturna, com malas de dinheiro ele tá a oferecer. Na verdade a melhor forma de conquistar fiéis é sendo lobo em pele de cordeiro, é inserindo-se na profecia do Cristo que disse "e virão falsos profetas, curando e pregando em meu nome...", os midiáticos, que utilizam a Bíblia, pra fanatizar, distorcendo as verdadeiras frases dos profetas.

Tá cheio de pessoas mau instruída que viveu a vida toda no interior, especialmente no Nordeste e ao chegar as grandes cidades tá cheio daqueles arrebanhadores de dizimistas, ficam o tempo todo, insistindo até convencer os pobres coitados, como se Deus quisesse idiotas zumbís pra segui-lo, dando milhões em arrecadação pra espertalhões viverem com jatinhos caros, imóveis em bairros luxuosos, enquanto eles nadam no fanatismo cegos, ouvindo pregações, de quem nem sequer também acredita no que tão pregando... como disse Yeshua, "meu reino não é desse mundo...".

E já repararam como as pessoas que se dizem "convertidas", como se apenas pagar dízimos, ir a igreja rotineiramente e viver com a bíblia na mão, apagasse pecados ou santificasse, ficam todos fanáticos, de cada dez palavras que sai da boca, nove é falando em Jesus - esquecendo-se de importantíssimo mandamento que diz "não chamar o Santo nome de Deus em vão". Não precisa ser fanático, quando Jesus curava ele dizia "vá e não fale a ninguém...", sendo que ele mesmo disse: "nem todo que diz Senhor, Senhor, entrará no Reino do Céu...". Chega de hipocrisia...

O Grande conflito entre astrólogos e cientistas céticos

O Grande conflito entre astrólogos e cientistas céticos sempre foi a questão de conseguir-se interpretar um mapa sem saber de quem é e acertar tudo sobre esse nativo. Mas, a astrologia não é uma ciência exata e o astrólogo não tem que provar nada a ninguém, pois a astrologia é uma ciência divinatória e não adivinhatória. Ou seja, ao contrario do que pregam nas escolas de astrologia, o astrólogo não tem que provar nenhuma formula ou regra, mas, seguir toda simbologia, utilizando sua intuição, pois só assim ele vai captar o que mais importa naquele momento e pra aquela pessoa. Não é todo mundo que precisa saber o que está no seu mapa. nem saber todas as configurações de seu horóscopo, apenas se sentir um chamado e se for preciso e o que for preciso. Nem todo mundo tem que saber o que revela cada um dos astros de seu mapa. Por isso não acredito em analises por curiosidade e nem que astrólogos sem intuição possa dominar a astrologia como deveria. Na verdade somos como hardwares e os signos em nós como programas cósmicos operantes onde os planetas são aplicativos e filtros, e onde nossa mente, espírito e corpo, são Hds, memórias e processadores, que vão agindo no caminho existencial. Outro duro embate sempre foi entre astrólogos e religiosos, na questão do livre-arbítrio e destino, e eu volto a afirmar, que existem as duas coisas, mas, que operam em conformidade com a necessidade e escolhas. - na verdade decidimos sobre aquilo que nos é dado e nos é dado, conforme nossas escolhas, atos e merecimentos.

A fé não nasce só na mente

A fé não nasce só na mente, pois não é apenas uma escolha consciente! Na verdade envolve, espírito, coração e influencias diversas, entre elas, ancestralidade, atuação familiar, forças zodiacais, cármicas e forças espirituais em atuação. Quando Buda decidiu mudar, não foi só uma escolha, mas, aceitação de seu destino. Isso porque quando ele esteve na frente do portal do despertar, ele fez a escolha certa. Mas, não foi fácil o quanto parece, pois ele meditou muitos e muitos dias, sofreu e jejum intenso serviu pra iluminá-lo. Dá mesma forma o Cristo que mesmo já sendo escolhido e sábio passou pelo mesmo processo, como fez Odin e outros grandes... E todo homem passa na frente desse portal algumas vezes durante sua vida, por isso deve sempre está atento, pois uma decisão errada, pode prejudicar sua vida pra sempre, ou elevá-lo a santidade. Por isso não ponha sua vida nas mãos de pastores ou líderes quaisquer, eles são homens comuns como todos nós. Escute seu anjo da guarda, seu poder ancestral, seu orí e o grande poder divino que são os oráculos divinamente constituídos pelos deuses salvadores... E antes de você sectário, fanático e cego espiritual vir falar do que não sabe, especialmente dos oráculos, sugiro que estudo sobre os oráculos do Templo, onde Moisés e Aarão, como também Salomão e Davi não faziam nada se antes consultá-lo...

A magia, os ciclos, a fé, o bem e o mal

Magia de Umbanda - Os elementais alimentam e sustentam os campos estruturais da natureza, através de vibrações mental-emocionais que se deslocam na dimensão espiritual ou ORUM.

Estas vibrações são geradas por todos os seres espirituais, inclusive pelos elementais. O Homem tem a capacidade de provocar alterações nestes campos espirituais, através das alterações no seu estado mental e emocional. Podemos gerar vibrações diferentes e novas, entretanto os elementais só conseguem vibrar em uma frequência fixa, inalterada, conforme sua atuação dentro de cada reino.
Seu padrão vibratório é constante.

Os elementais agem em conjunto, formando uma verdadeira nuvem de elementais e os espíritos, através da sua vontade firme, atuam sobre esta nuvem de elementais direcionando estes seres conforme sua vontade e necessidade; algo semelhante a uma nuvem eletrônica de elétrons que se desloca conforme criamos uma diferença de potencial elétrico. É fácil perceber o poder que adquirimos, quando aprendemos a controlar e direcionar esta multidão de elementais, eles estão em todas as coisas e em todos os lugares.
 Existem inúmeras técnicas de previsão na Astrologia Previsional e o importante é que todas elas tanto podem ser aplicadas aos horoscopos dos orixás, quanto aos horoscopos dos anjos. Sim, pois muita gente, sabe muito bem das definições em Umbanda de Orixa-planeta, como também na Cabala, Anjo-Zodíaco, mas, aprendeu a ver esses estudos como estáticos o que não é! O homem vive de ciclos, de fases e de uma trajetória evolutiva, por isso progredido e muda o tempo todo! Entre essas destacam-se:

1. Progressões Secundárias;
2. Trânsito;
3. Lunações e Eclipses;
4. Revoluções.

Há ainda duas técnicas muito importantes:

5. Grandes Conjunções e Ciclos Planetários;
6. Direções Simbólicas.

Por fim, ainda podemos citar:

7. Pró Luna;
8. Revolução Sinódica;
9. Revolução Diurnal;
10. Fatum ou Meio do Céu Evolutivo;
11. Ponto Idade ou Age Point;
12. Direções Primárias.
 Assim, al-Ghazali era um professor em uma madrassa , um especialista em lei islâmica, que sofreu um colapso nervoso em 1095. Seu colapso foi causado pelo fato de que ele sentiu que estava perdendo a fé. Ele ficou paralisado e não conseguia falar. "de seu médico diagnosticou um conflito profundo emocional, e mais tarde Ghazzali explicou que ele estava preocupado que embora soubesse muito sobre Deus, ele não sabia que o próprio Deus". Ghazzali foi a Jerusalém , praticado exercícios sufistas e voltou para o Iraque, dez anos depois de escrever Iyah alum al-Din (O Revivial das Ciências da Religião). Ele se tornou o texto mais citado muçulmano após o Alcorão e a ahadith. "Foi com base na percepção de que o ritual importante e só a oração pode dar aos seres humanos um conhecimento direto de Deus, os argumentos da teologia (kalam) e Falsafah, no entanto , poderia nos dar nenhuma certeza sobre o divino. " O que você acha? É só através do ritual e oração que podemos conhecer a Deus? O argumento teológico nos levar a lugar nenhum, espiritualmente? "Todas as regras da sharia sobre comer, dormir, lavar, higiene e oração foi dada uma interpretação devocional e ética, para que eles não estavam mais directivas simplesmente externos, mas os muçulmanos habilitado para cultivar essa consciência perpétua do divino, que é defendido pelo Alcorão A sharia tinha, assim, tornar-se mais do que um meio de conformidade social e uma imitação servil exterior do Profeta e sua sunnah:. tornou-se uma forma de alcançar interior islam Al-Ghazali não era. . escrever para os especialistas religiosos, mas para os indivíduos devotos Havia, ele acreditava, três tipos de pessoas: aqueles que aceitam as verdades da religião sem questioná-los, aqueles que tentam encontrar justificação para as suas crenças na disciplina racional de Kalam, e os sufis, que têm uma experiência direta da verdade religiosa.

E você, acha que acredita em Deus só porque vai todo sabado na igreja e vive com a Biblia nã mão? Você já descobriu seu Deus, ou acredita nas pregações do pastor ou do padre? Lembre-se bem: "nem todo que diz Senhor, Senhor, entrarão no Reino do Céu..."

Antes de pensar que é um convertido ou como muitos hipocritamente pensam um "santo", primeiro certifique-se que sua fé é mesmo real e com razão! Se lermos a Biblia com profundidade e atenção veremos que Deus se manifesta diretamente muito poucas vezes, mas, só capta isso, quem não se deixa levara pelos mitos, lendas, metaforas e poemas contidos nos livros... Reflita e analise-se...
 Terumá - Segundo a Cabalá, o propósito da Criação é que a presença do Divino seja revelada neste mundo. Isso ocorreu pela primeira vez no estado ideal que chamamos de Jardim do Éden, como relatado no início do livro do Gênesis. Naquele então, Adão e Eva habitavam o Jardim e, junto com eles, estava a Presença Divina, ou o que em hebraico chamamos de Shechiná.

No entanto, o mundo ainda não estava pronto para isto. Depois do pecado com o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, a Presença Divina se ocultou. Com o passar do tempo, à medida que a humanidade decaía mais e mais em seu nível espiritual, mais a Presença Divina se ocultava. Este processo só começou a ser revertido com Abraão, que foi sucedido por Isaac e Jacó. Na sétima geração depois de Abraão, surgiu Moisés. Os Sábios da Cabalá nos dizem que o “sétimo” é uma posição especial, e que sempre tem uma grande probabilidade de sucesso. Assim, no propósito de revelação da divindade, Moisés foi um dos que mais longe conseguiu chegar.

Na energia desta semana, Terumá, seguindo as instruções dadas a ele, Moisés coordena a construção do Tabernáculo, no qual a Presença Divina foi revelada neste mundo pela primeira vez desde a Expulsão do Éden. A revelação ocorria no local chamado de Santo dos Santos. No entanto, este foi só o primeiro passo para a revelação divina que, segundo os planos iniciais, deve ser uma revelação total e absoluta, e não restrita a um só local.

Ao lermos este relato, podemos achar que a Presença Divina habitou no Santo do Santos e que essa era uma realidade totalmente à parte da vida regular dos hebreus no deserto. Mas ao olharmos atentamente o texto hebraico, vemos que está escrito o seguinte: “Eles construirão para Mim um Tabernáculo, e Eu habitarei neles”. Do uso do plural quando se esperaria o singular os Sábios da Cabalá ensinam que a divindade habita dentro de cada indivíduo e que a construção do Santuário, na verdade, é um ato interno, que permite que a divindade habite o coração de cada um.

Diversos comentários mostram que foram as mulheres que tiveram a participação mais importante na construção do Tabernáculo. As mulheres estavam muito mais entusiasmadas que os homens e foram elas que generosamente se prontificaram a trazer doações de tudo o que era preciso para construção do Santuário. Foram elas, com suas habilidades manuais e dotes artísticos, que prepararam os panos e tecidos a serem usados para o serviço sagrado. E, além disso, ao contrário dos homens, a tradição nos conta que as mulheres foram totalmente avessas à construção do Bezerro de Ouro.

Assim, a Cabalá ensina que ainda hoje em dia a mulher tem um papel de liderança em tudo o que diz respeito à santidade e à espiritualidade. A mulher é a verdadeira responsável pela construção do Tabernáculo em nossos dias, ou seja, é a mulher que permite que a Presença Divina venha ao mundo. Este poder espiritual do feminino está relacionado à ideia cabalística de que a mulher tem uma afinidade com o sétimo atributo Divino, a Sefirá de Malchut, e que é, não por acaso, justamente um atributo de conclusão, de realização e de obtenção dos objetivos. Além disso, a Cabalá ensina que é em Malchut que a Shechiná habita quando trazida ao mundo.

Falando em termos mais claros, o que acontece é que a mulher é dotada de uma sensibilidade espiritual maior, o que lhe faz reconhecer o sagrado com mais facilidade e, assim, permite que ela seja o veículo mais importante para trazer essa realidade espiritual ao mundo físico. É claro que nisso o homem não é uma figura isenta e desnecessária. Para a verdadeira construção do Tabernáculo dentro de nós é preciso a força conjunta de homem e mulher: a mulher como força principal, o homem como força secundária. É com a união dessas duas forças que finalmente poderemos revelar a Presença do Divino no âmbito pessoal, depois no âmbito comunitário e, por fim, em abrangência global, para toda a humanidade.

A força dos instintos

A origem do caos está impressa na força que o seu instinto tem sobre a tua vontade, sobre o seu medidor de certo e errado. Quando não consideram o certo e o errado apenas uma convenção. Nós vivemos numa teia de acontecimentos imprevisíveis e incontroláveis. Carregamos a vaga sensação de um futuro já previsto pela rotina, e descartamos inconscientemente qualquer hipótese de caos. A desordem está à espreita. Sondando os segundos dos relógios.

Todo caos que nos ronda faz da gente um lugar sem significado. A bagunça faz com que a ordem natural dos acontecimentos se inverta. E quando o arranjo das coisas está ao contrário, o fato de sentir qualquer tipo de coisa nos confunde. A desordem revela a verdadeira entranha do nosso caráter. Se alteram o curso que você espera pra sua vida, a confusão que está dentro de você se revela. E é na fenda que se abre no teu peito que pode realmente ser vista a pessoa que você esconde lá dentro.

Sentimentos que duram e as lembranças que doem

Como pode um sentimento durar tanto tempo em nossa mente e na nossa alma? Com todas ensinamentos de fisiologia, filosofia, magia, astrologia ou espiritualismo e textos de psicologia na cabeça, acredito que a exposição à uma doença, um fato, uma pessoa, uma lembrança te faz ficar melhor em relação aquilo, desde que essa exposição, seja pra compreensão, expurgação e limpeza das memória. É até um tipo de psicoterapia se expor às lembranças que te deixam para baixo, quando encara-se de frente, aceitando a realidade e buscando uma nova direção. Dizem que alguns pacientes melhoram, quando conseguem distinguir seus sentimentos e aceitar que tudo passa, que não podemos nos prender ao passado e que a dor deve ser ignorada. E se entendem que ao se abrir novas coisas surgirão, realmente melhoram. Mas os sentimentos não somem. Você aprende a lidar com eles. E no auge disso tudo, apenas queremos uma imunização.

Assim passa-se a aceitar que o cérebro vive da abstração. Ele recria todas as situações (somente as boas) de estarmos juntos. Constrói memórias que nunca existiram para poder fazer do outro uma pessoa melhor pra nós. E esses momentos que nunca tivemos foram reconstruídos dos segundos que ficamos olhando pra o outro enquanto ainda podia toca-lo. Nem tudo o que nos lembramos é verdade, mas a reação que o cérebro desencadeia faz parecer verdade para o corpo. E isso gera uma coisa parecida com a saudade. E o pior é quando a obsessão, aliada a raiva, orgulho ferido e a teimosia, tende a amplificar o apego e a alma vai se inclinando para a sombra que consome o espirito. Dai terriveis demonios mentais podem surgir, dominando a mente e trazendo sofrimentos horríveis.

Tem que se compreender no entanto é que o outro que se foi virou uma fotografia. Um momento congelado. E eu sei lidar perfeitamente com toda essa lembrança, mas eu só não consigo fazê-la ir embora, por isso ferramentas importantes, como a reprogramação mental, a espiritualidade e a meditação, são importantes. E se fica depressiva quando lembra desse outro alguém porque queria estar com ela, só que a interação de todas as vidas da terra, o bater da asa da borboleta, e até mesmo Deus não quis que ficassem juntos, o melhor é buscar aceitação. Se nenhum deles quiseram, então por que é que eu não posso simplesmente esquecer? Essa capacidade de ficar criando situações que nunca presenciamos não vai ajudar em nada disso. Eu quero é abstrair, não te recriar.

No entanto, o mundo tá cheio dos insistentes, dos apegados e obsessivos, muitos gastam muito de seu dinheiro com magias negras e artimanhas pra tentar reconquistar, aquilo que já deveriam ter aceitado como passado. É difícil, mas, temos que aceitar todas as etapas de nossa vida, pois muitas vezes lutar pra seguir com aquilo que julgamos ser nossa grande felicidade, poderá trazer apenas dor!

Carlinhos Lima

Não confunda paixão com amor

O sentimento latente é mais intrigante, sem compromisso e pode durar apenas um dia ou um mês. E se somado com tristeza pode até ser confundido com um repentino amor. É um sentimento que chega com uma manha sutilmente ardil, é confuso. Ele te deixa desconfortavelmente à vontade perto de alguém.

O coração bate até mesmo quando não está apaixonado. Apesar da paixão ser considerada um combustível potente por muitos, talvez não seja bem assim. Existe um sentimento anterior a paixão e ao amor que daremos o nome de sentimento latente. Por que latente? Porque esse sentimento está oculto até mesmo para a pessoa que está sentindo. Ela sabe que sente, mas não sabe definir o que sente. Esse sentimento latente se manifesta quando você sente um prazer e um conforto imenso de estar ao lado de uma pessoa que você nem sequer conhece direito, mas tem a sensação de que sempre estiveram por perto. Se pudéssemos falar para a pessoa uma frase que defina o que sentimos, essa frase seria "eu sinto uma lacuna por você" ou "eu estou completamente confuso por você".

A probabilidade desse sentimento virar amor é muito grande. Aquele amor que não precisa abalar o mundo da outra pessoa pra existir. Um amor que existe pelo compromisso, pelo afeto e pelo carinho que se tem pela outra pessoa. O sentimento latente é uma predisposição ao amor. É quando ele evolui e você sabe que pode amar alguém sem clichês, sem competir com o vizinho a imensidão do amor, sem se sentir inseguro, contrariado ou explodindo de emoção. O sentimento latente é o estímulo, e em alguns casos o amor é a resposta.

Esse sentimento é bem mais energético e repetitivo quando se está sozinho. E quando você o sente por alguém estando comprometido, ele vira o sentimento "poderia ser". E pode ser dissipado facilmente já que não é tão intenso quanto a paixão. A única coisa a fazer é perder o foco. Perdendo o foco, não há mais sentido desse sentimento existir porque ele se alimenta do tempo que você passa pensando no que poderia ser se esse sentimento fosse outro. Não existindo foco, não existe sentimento latente.

Conhecer as emoções

O conhecimento da emoção que estamos sentindo te livra de viver uma situação que já foi vivida. Você conhece o roteiro. Sabe que se alguém te abandonar, você irá se sentir magoado, com raiva, o coração acelerado e uma coisa ruim no estômago e no peito. Você precisa entender isso. Eu sei que não é fácil. Mas se você voltar os olhos um pouco mais para dentro de si mesmo, verá que a mágoa e a raiva passam. O coração desacelera e a coisa ruim no estômago some.

As pessoas não possuem uma bola de cristal, é preciso entender que você não pode controlar o sentimento que alguém poderá te causar, mas você pode conhecê-lo. E se você conhecer esse sentimento, é bem mais fácil de controlá-lo. Alguns chamam isso de mecanismo de defesa. Por exemplo: Quando você ama demais alguém, e de uma hora pra outra o relacionamento finda, você fica arrasado. Você sofre, xinga, chora, fica remoendo o término do romance por um mês e depois isso acaba. Pronto. Você já não sente mais nada. Quando você inicia outro relacionamento, você já sabe quais são as coisas que te machucam, então você as evita. E mesmo que esteja preste a sentir toda aquela insegurança de novo, você simplesmente para de pensar naquilo e se distrai com outras coisas mais importantes. Você já sabe como agir diante da mágoa, e sabe o que fazer pra ela passar.

Se você tiver paciência para prestar atenção na maneira como os sentimentos te influenciam, você poderia perceber que as tuas ações e reações se tornam cada vez mais pensadas e menos sentidas. Nós precisamos entender o que estamos sentindo, e para entender temos que ter sentido aquilo pelo menos algumas vezes na vida. Acredito que também exista um conhecimento adquirido pelos nossos pais, e que a maneira como eles nos educam também influencia na maneira como sentiremos as coisas. Tem pais que ensinam os filhos a aceitarem as decepções de uma forma mais branda. Coisa que o tempo pode curar. Já outros pais entendem que o fracasso é algo inadmissível, e que não se pode aceitar a derrota nunca. Nenhum dos dois está errado. Só que dependendo da ênfase que for dada, o filho pode entender que perder sempre é normal ou insuportável. E tudo o que precisamos é de um meio-termo.

Também não estou falando pra ser cruel com todo mundo e sair fazendo o que bem entender. Até porque não é todo mundo que tem paciência de prestar atenção naquilo que sente, e dependendo do que você fizer você pode se dar mal. Estou me referindo mais às coisas que nos fazem sofrer. Que nos deixam com o coração partido. Essas coisas merecem ser conhecidas, analisadas e arquivadas para nos ajudar depois, se por acaso precisarmos fazer uma varredura completa dentro de nós mesmos para saber como lidar ou não lidar com situações futuras. Não é guardar rancor. É guardar experiências (depois de entendê-las). As coisas que passamos durante o dia são importantes para aprendermos a conhecer os nossos sentimentos, não estou dizendo que isso fará com que você se conheça melhor, mas já é um bom começo. Nós precisamos prestar mais atenção nas emoções que as pessoas causam na gente. Isso quase sempre some depois de um tempo. Não importa quando tempo, sempre some.

O amor acaba...

O mais estranho de se ter sentimento por alguém pela definição do mundo é que o amor acaba. Vai um, vem outro. Se você não ama mais alguém, amará outra pessoa. E isso sempre acontece. Parece que o amor é uma estrada de mão dupla, onde só tem um carro que vai e muitos outros carros que passam. Mas que deveria ter só um outro carro na contramão. É raro o amor surgir em duas pessoas ao mesmo tempo. Tem gente que chama isso de alma gêmea. Eu chamo de sorte. Muitas pessoas estão sem sorte nesse momento. Ou então acharam que esperar o tempo certo era o ideal e faria com que a sua metade aparecesse. Decidiram esperar, e depois de alguns anos queriam alguém do tempo errado pra ficar junto.

O problema de não ter certeza é que você acaba dispensando uma vida que seria legal de se viver junto pela comodidade de estar comprometido com alguém que não se encaixa em você, pelo fato de que os anos decifraram todos seus segredos e que eles não teriam que fingir um começo para ser sincero no final. Tem gente que se esforça tanto pra ser amado por alguém que não o ama que perde a noção do que é o amor em si. Às vezes você precisa das dores da rejeição pra saber distinguir quem gosta de você de quem não gosta. E muitas vezes o gostar ainda é confundido com essa indiferença porque nos fizeram acreditar que as pessoas são orgulhosas demais para admitirem o que sentem ou que estão confusas.

Ninguém mais sabe o que é o amor. Estamos todos confusos. Há conceitos demais. As revistas que trazem reportagens sobre o comportamento humano, os filmes, os livros, criaram um manual do amor. Só é amor o que bate com os itens, o que aparece na novela, o que está escrito nos livros. A realidade é que nunca estamos satisfeitos com o que sentimos. Pensamos que poderia ser mais: Mais legal, mais divertido, mais forte, mais intenso, mais romântico, mais sexo. Começamos com pouco, evoluímos pra muito e acabamos em nada. E o ciclo se repete infinitas vezes.
Será mesmo que o amor é tão volátil? Quando pensamos no amor, imaginamos algo permanente. Algo constante. Mas a forma como começa e como acaba e como começa de novo, faz parecer o amor algo inconstante. Qual seria então o verdadeiro sentimento? Tem vezes que temos uma atração tão forte por alguém que a facilidade de sair um eu te amo bem sonoro se multiplica em zilhões de vezes. Você tem até o direito de sentir uma coisa estranha no estômago, mas quando passa é embaraçoso. É fútil. Como se você tivesse pego uma doença por uma semana, ou por meses.

É triste dizer, mas só o tempo e o arrependimento pra responder. Mas a gente não se arrepende de tudo também. Só quando você viu que o seu erro foi, de fato, a maior burrice que você já fez. Mas o que é certo e errado quando se gosta de alguém? Eu não sei. Só sei as coisas que não são legais de serem feitas. E mesmo assim, se o impulso for muito forte, o teu raciocínio vai fazer uma viagem pra China. E te deixa aqui, sem o lado racional da vida.
E então, o que é o amor? Conheci pessoas que conseguiam amar mais de uma pessoa. A argumentação foi plausível, mas o sentimento é diferente. Sentir atração por alguém é facilmente confundido com amor. Até porque a atração, no sentido real da palavra, é uma 1. Força que faz com que um corpo se desloque para ir a outro. Como lutar contra essa força? Como evitar essa força? Como não confundí-la com o amor? Alguem consegue responder ou ficar imune a ela? Creio que raríssimas pessoas podem...

A dedicação

A dedicação que uma pessoa tem pelas coisas que faz muda todo o cenário em volta dela. Apesar de que eu vejo a nossa sociedade com olhos nebulosos. As coisas verdadeiras estão embaçadas, e eu não consigo ver claramente a essência que faz com que os atos de todos tenham algum significado. O que você pensa influencia muito na maneira como as coisas acontecerão. Eu fico analisando as pessoas e a forma como elas se relacionam com a própria vida, e me vejo afundando num mar de probabilidades. Será que elas sabem exatamente aonde estão indo ou só eu que pareço estar flutuando nessa imensidão de escolhas? Dizem que é importante traçar objetivos. Traçar uma reta até as coisas que realmente importam. Mas e quando a tradução do que você é também é uma interrogação? Eu procuro alguma coisa, mas eu não sei o que encontrar. Tento entender por que a nossa sociedade funciona dessa maneira, e se eu estou de fato fora de órbita. Se eles sabem o que estão fazendo, por que eu não sei? Parece ser tão fácil ter objetivo quando você sabe o que é realmente importante. E como eu fico pensando que é uma sorte estar vivo nesse mundo, nada consegue ter tanta importância (exceto a saúde e a segurança das pessoas que eu amo). Todo mundo escolheu algo, eu que não escolhi nada fico com a filosofia shakespeariana na cabeça, parafraseada: "Qualquer coisa serve". Não que eu vá optar seguir uma vida sem caráter algum, eu sei a relevância de um bom relacionamento com os "bons atos", eu só não sei o que fazer com o resto de tudo.

Quase ninguém se interessa pela sua confusão. Ninguém é obrigado também. O mundo vive em total desordem acobertado por uma legislação que mal funciona, quem se interessaria em saber se a vida do próximo está uma bagunça? Cada um é o próprio sol. Só que ninguém admite isso. Fingimos ser altruístas, e a nossa sociedade parece funcionar muito bem assim. Espero estar errado.

A indecisão

A indecisão só existe para as coisas que você não tem certeza de que são boas. Aquilo que é ruim, e que você tem certeza de que é, você simplesmente diz não. Um não bem literal. A indecisão é amiga íntima da subjetividade. Como você pode saber de algo que só é relativo ao sujeito, de algo que só está dentro dele? A gente não tem tradutor pra isso. E todo mundo é assim, até mesmo eu.
E mesmo que o mundo fique completamente literal, a esperança de que as coisas possam mudar embaralha tudo dentro de você. É chato e complicado. Como será que a gente muda isso? Sem dicas, sem esperanças, nem planos, eu espero que possamos entender a maioria das coisas da maneira correta.

É difícil saber lidar com o que falam. Apesar de ser um amontoado de palavras, você tem que processar tudo de uma maneira bem literal, mas então a interpretação tem que ser subjetiva. E todo esse subjetivismo não tem nada a ver com você. Tem a ver com o subjetivo da outra pessoa. Ou seja, não é o que você tem que entender pelo simples jeito de como as coisas são, é o que a pessoa quer te falar (de maneira maquiada) pra você entender da maneira dela, excluindo o fato de que você pode interpretar tudo da sua forma. Excluindo o teu subjetivismo. Não sei que nome se dá pra isso. Mas é chato não conseguir entender o que a outra pessoa realmente quer com você.

Nós poderíamos guardar o que as pessoas falam numa caixa. Ficaria fácil revirar todas as frases e entender o que querem realmente dizer. Se bem que é tudo questão de entrelinhas. Ninguém é tão claro a ponto de falar o que realmente quer. Queremos sempre ter tudo com textos subjetivos. E nunca está nos planos magoar os outros.

De repente tudo fica pesado

A paixão nos deixa patéticos, nos deixa tristes iguais a zumbis. De repente tudo fica pesado, o céu fica nublado trazendo consigo uma brisa fresca e a lembrança de que você ainda está sozinho. É como ter o seu coração rejeitado na hora do almoço por alguém que está diante de você dizendo que prefere ficar com a saudade ao invés de ficar com o seu coração. Você volta pra casa com alguma coisa batendo no peito sem nem ao menos saber direito o que é.

A paixão, especialmente a não correspondida e base no amor ou fomentada pela obsessão, nos deixa num estado incapaz de tomar decisões benéficas para nós mesmos. Ficamos a disposição de uma mensagem ou uma ligação. E quando enfim a mensagem chega, e seu coração aos pulos imagina ser notícias do ser desejado, mas, é a sua operadora informando-te de alguma promoção. Frustrado, você presta mais atenção do que deveria nas letras das músicas tristes que não param de repetir no som da sua casa. Ela te deixa parado nas portas, encostado nas paredes, de bruços nas mesas, andando pra cima e pra baixo nos corredores. Deixa-te fazer convite ao vento. Te faz escutar alguns nãos. Colocar músicas com letras garrafais nos sites de relacionamentos pra tentar mostrar algo que provavelmente a outra pessoa nem irá entender. Ela te faz cancelar ligações, apagar mensagens. Faz você acreditar que está sendo piegas ao tentar dizer pra ela que se ela te pedisse pra ficar, você ficaria. Ela julga erroneamente os sentimentos alheios, e te faz acreditar em coisas que não são reais. Faz com que você interprete todos os sinais de forma errada. Resumindo: Faz com que você pareça patético.

Lev Tolstoy um dos grandes escritores da literatura russa do século XIX

Lev Tostói é um dos grandes escritores da literatura russa do século XIX, juntamente com Doistoiévski, Tchecov, Turgueniev e Gorki. Nasceu no ano de 1828 e foi educado por preceptores, com a morte prematura dos pais. O interessante para mim na vida de Tostói foi saber que ele escreveu sobre a precariedade da educação no meio rural, criando uma escola para filhos de camponeses na qual escrevia o seu material didático e deixava os alunos bem livres, sem muitas regras e punições. Era um grande pensador, as coisas do mundo o inquietavam, e cansou-se de procurar as respostas pelas quais tanto ansiava na filosofia e na ciência, deixando-se guiar então pela vida simples dos camponeses, que para ele era a mais adequada.

O ano de 1828, com Plutão caminhando nos primeiros graus de Áries, começando um novo ciclo longo de transformações da humanidade e com Saturno passeando em Câncer, com Júpiter em Escorpião, os portais cósmicos abertos daquela época, eram totalmente avessos aos nossos portais atuais, onde Saturno caminho no Escorpião e Júpiter e que está prestes a adentrar no signo de Câncer, um signo de bases, família e valorização do homem do campo. Como também Plutão, que hoje se encontra em Capricórnio, estava naquele ano também num signo Cardinal, mas, totalmente avesso a realidade que vivemos hoje. Aquelas configurações daquele século, trouxe um espírito voltado a uma educação de base, onde o ser humano tinha que ser o mais importante, se valorizando pelo conhecimento, e não onde o conhecimento que tenha que ser mais importante que o homem... A nossa forma de educar de hoje tem que ser repensada e Tostói um talentoso pensador, dá-nos a dica que a liberdade do pensamento e que a criatividade tem que fluir, acima de sistemas forjados e decorebas ultrapassados!
Liev Tolstói possuia Júpiter em libra e treze filhos. Liev Tolstói Lev Nikolayevich Tolstoi, mais conhecido em português como Leon ou Liev Tolstoi foi um escritor russo. Wikipédia Nascimento: 9 de setembro de 1828, Yasnaya Polyana, Rússia Falecimento: 20 de novembro de 1910, Lev Tolstoy, Rússia Cônjuge: Sofia Tolstói (de 1862 a 1910) Filhos: Alexandra Lvovna Tolstaya, Lev Lvovich Tolstoy, Ilya Tolstoy, Tatyana Sukhotina-Tolstaya, Michael Lvovich Tolstoy, Maria Lvovna Tolstaya, Andrei Lvovich Tolstoy, Alexei Lvovich Tolstoy, Sergei Lvovich Tolstoy, Ivan Lvovich Tolstoy, Varvara Lvovna Tolstaya, Peter Lvovich Tolstoy, Nikolai Lvovich Tolstoy Filmes: Anna Karenina, Voyna i Mir, Guerra e Paz, Ikiru, O Dinheiro

Russo famoso escritor e historicamente conhecida, romancista, filósofo e reformador social. Ele aclamado notoriedade por trabalhos que incluíram "Guerra e Paz" e "Anna Karenina". Ele foi excelente para o realismo da sua ficção com profunda intuição psicológica.

Dados Astrologia s_su.18.gifs_vircol.18.gif 17 ° 04 ' s_mo.18.gifs_vircol.18.gif 22 ° 33 Asc. s_cancol.18.gif 07 ° 42 '
Liev Tolstói (1828-1910), escritor de "Guerra e Paz", ganha novas traduções no país em 2010
Na época em que "Ressurreição" foi lançado, Tolstói, já célebre, era mais conhecido pelas críticas sociais e religiosas do que propriamente como escritor de ficção, como lembra o professor de história em Oxford Orlando Figes em seu "Natasha's Dance" [a dança de Natacha, estudo que parte de uma coreografia do tolstoiano "Guerra e Paz" para examinar a construção cultural da Rússia]. Em 1899, pouco mais de dez anos antes de morrer, Liev Tolstói (1828-1910) lançava seu último romance. E pela primeira vez em português traduzido do russo, pelo escritor e tradutor Rubens Figueiredo, 53.

Alma de crítico, podemos ver que esse grande homem tinha, pois seu horóscopo nos mostra isso claramente. Ele nasceu com Plutão na casa 11 em quadratura a Marte e em movimento retrógrado. Assim vimos que seu anseio por reformas nas estruturas de poder e na sociedade era bem vivo. Além disso ele era um virginiano, com Sol, Lua e Mercúrio no mesmo signo. O que revela alguém com raciocínio rápido, bem formulado e até de certo ponto bem orientado, pois estes astros, se encontravam em harmonia com Marte e Netuno no seu nascimento.

E na época em que lançou "Ressurreição", Plutão novamente retrógrado, passeava junto com Netuno (também retrógrado), por sua casa 12. Esses astros pesados e lentos, fazendo uma tremenda transformação em revirando seu psiquismo, seu inconsciente e suas crenças. Além disso, Saturno e Urano passavam por sua casa de saúde e trabalho. Urano bem configurado, mas, Saturno desafiando todas as suas estruturas. Sendo que Saturno, regente de seu Descendente, já Urano regente de seu Meio do Céu. Assim, suas metas, sua forma como via as associações e estruturas de poder estavam ainda mais fixas e focadas. 

"É uma simplificação que deixa de lado o caráter mais marcante da obra de Tosltói: seu cunho questionador dos pressupostos da sociedade moderna _um questionamento de espírito polêmico e feito de um ângulo que, às vezes, se assemelha ao de um antropólogo." Para o o cientista político Paulo Sergio Pinheiro, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência da USP, que assina o texto da quarta capa de "Ressurreição", trata-se de "um dos maiores romances de todos os tempos, ao demonstrar a interdependência entre privilégio e violência, através de um preciso desvendamento das relações de poder na sociedade".

E era justamente isso que ele tava vivenciando no ano de 1899. Com esses quatro planetas exteriores citados aqui.  Os quais agiam num único eixo composto pelas casas 6-12, focando assim principalmente o campo do trabalho, do bem estar social e dos fatores ocultos da sociedade que só um crítico preparado mentalmente poderia captar. Com Netuno e Plutão, medindo forças com Urano e Saturno, em casas opostas, de certa forma deve ter gerado alguma forte ou várias, indecisões e dificuldade de avaliação em Tosltói. Porém como Mercúrio é o Senhor de um desses eixos (Dispositor), Júpiter o outro Senhor (Dispositor), de forma trocada, pois um rege Gêmeos na casa 12 e o outro Sagitário na casa 9, sendo que Júpiter estaria melhor na casa 12 e Mercúrio na regência da casa 6, mas, ambos estão muito bem relacionados na carta natal, percebe-se que o alto poder de análise psicológica e filosófica de Tosltói não foram afetados por estes astros pesados. Assim ele pode desenvolver um trabalho brilhante e de grande valor.  Até porque seu poder de transformação pela arte, pelas belas filosófias era um de seus dons, basta ver a boa relação de Mercúrio e de Plutão com Vênus.

"Tolstói foi um grande ficcionista. Ele tem que ser apreciado como ficcionista. Há momentos em que o pregador aparece, mas são poucos", aponta o tradutor Bóris Schnaiderman, 92, que lança em maio lança sua "retradução" de "Khadji Murat" (Cosac Naify). E esse poder de ficção, se deve ao ciclo que ele estava vivenciando, com a medição de forças entre o setor 6 e 12 de seu horóscopo natal, sendo que planetas exteriores, abriram seu campo inconsciente e todas as portas de seus sonhos e fantasias, puderam liberar materiais no campo da mente, como também do espírito.

E observando pelo prisma da Umbanda Astrológica, ele seria filho de Ossaím com Ewá, com Ibêjis como orixá de Cabeça e Iemanjá de frente e influência bem forte de Exu. Também como Oxalá como orixá responsável pela escrita, educação, divulgação de ideias e conhecimento. Assim fica claro, o seu lado preocupado com a educação, com o futuro das crianças, dos jovens e seu jeito crítico aos sistemas. Mas, pela configuração da coroa ancestral, nota-se de certa forma uma pessoa estranha, de aparência sem tanta beleza ou carisma por parte física, mas, muito charme pelo nível intelectual.

"Em 'Felicidade Conjugal' ele se entregou plenamente a essa capacidade de transmitir as nuances das vivências humanas", afirma Bóris Schnaiderman. "Tolstói tinha uma habilidade extraordinária de compreender as fraquezas humanas. [O cineasta Serguei] Eisensentein disse que 'Anna Kariênina' era de um moralismo feroz, e é verdade, é uma condenação do adultério. Ao mesmo tempo, tem uma compreensão, uma capacidade de transmitir as nuances, os sentimentos humanos, diante das quais essa finalidade inicial quase desaparece."

Isso é fácil de perceber no mapa dele, pois tem Saturno e Vênus opostos a Urano, como também Marte exaltado por signo e em queda por casa, ao lado de Netuno, desafiando Plutão na casa do poder e das leis. Primeira obra de Tolstói que Schnaiderman traduziu, "Khadji Murat" "saiu com o título de 'O Diabo Branco', pela Vecchi, em 1948", diz o professor aposentado pela USP, que refaz suas traduções. O personagem-título é um tchetcheno que tem de decidir entre se aliar a russos para salvar a família sequestrada ou render-se a Imam Schamil (1797-1871), líder da resistência contra o Império Russo no século 19. Para Schnaiderman, o texto merece mais atenção que a que tem recebido no Ocidente. "É um tema que nos toca hoje mais de perto. Tem havido mais atenção, Harold Bloom trata desse livro no seu 'Cânone Ocidental'."

Já O livro "Guerra e Paz" (1869)narra a invasão da Rússia por Napoleão Bonaparte, que culminou na derrota francesa em 1812, e as consequências da guerra na vida da aristocracia do país. Há sutilezas de Tolstói que costumam se perder em traduções, como chamar Napoleão ora de Bonaparte, ora de Buonaparte, recurso irônico que ressalta a origem do imperador, nascido na Córsega, e não na França, e descendente de italianos. Outras alterações podem provocar erros de interpretação, como chamar de "guerra patriótica" (Simões) aquilo que Tolstói qualifica como "guerra popular" (contra Napoleão), na tradução de Figueiredo e Mendes. O autor de "Guerra e Paz" faz da repetição de palavras um verdadeiro método de escrita. Observe, por exemplo, o uso da palavra "ponte" no trecho do "Tomo Um", reproduzido em quadro nesta página. Consideradas deselegantes ou impróprias, as palavras repetidas costumam ser trocadas por sinônimos pelos tradutores, em qualquer língua. "Algumas traduções acabam civilizando Tolstói. Ele queria contar a história do seu povo. Estava pouco ligando para própria literatura", afirma Figueiredo.

Em 1869,  o autor era desafiado por uma conjunção de Júpiter e Netuno em Áries, no seu meio do céu. Sendo que essa conjunção aumentou seu idealismo, seu humanitarismo, o grau de irrealidade e ideias com busca de recompensa, especialmente como escritor. Além disso, Saturno transitava sua casa 6 mau configurado com o Sol Natal e Mercúrio o que aumentou as possibilidades de erros, perturbações e diminuiu seu grau de criatividade.


Fontes: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u671332.shtml e Wikipedia.
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1022662-para-especialistas-nova-traducao-e-a-mais-fiel-ao-estilo-de-tolstoi.shtml

Carlinhos Lima - Cientista Contemplativo (Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador)
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