
Magia
de Umbanda - Os elementais alimentam e sustentam os campos estruturais
da natureza, através de vibrações mental-emocionais que se deslocam na
dimensão espiritual ou ORUM.
Estas vibrações são geradas por
todos os seres espirituais, inclusive pelos elementais. O Homem tem a
capacidade de provocar alterações nestes campos espirituais, através das
alterações no seu estado mental e emocional. Podemos
gerar vibrações diferentes e novas, entretanto os elementais só
conseguem vibrar em uma frequência fixa, inalterada, conforme sua
atuação dentro de cada reino.
Seu padrão vibratório é constante.
Os elementais agem em conjunto, formando uma verdadeira nuvem de
elementais e os espíritos, através da sua vontade firme, atuam sobre
esta nuvem de elementais direcionando estes seres conforme sua vontade e
necessidade; algo semelhante a uma nuvem eletrônica de elétrons que se
desloca conforme criamos uma diferença de potencial elétrico. É fácil
perceber o poder que adquirimos, quando aprendemos a controlar e
direcionar esta multidão de elementais, eles estão em todas as coisas e
em todos os lugares.

Existem
inúmeras técnicas de previsão na Astrologia Previsional e o importante é
que todas elas tanto podem ser aplicadas aos horoscopos dos orixás,
quanto aos horoscopos dos anjos. Sim, pois muita gente, sabe muito bem
das definições em Umbanda de Orixa-planeta, como também na Cabala, Anjo-Zodíaco, mas, aprendeu a ver esses estudos como estáticos o que não
é! O homem vive de ciclos, de fases e de uma trajetória evolutiva, por isso progredido e muda o tempo todo! Entre essas destacam-se:
1. Progressões Secundárias;
2. Trânsito;
3. Lunações e Eclipses;
4. Revoluções.
Há ainda duas técnicas muito importantes:
5. Grandes Conjunções e Ciclos Planetários;
6. Direções Simbólicas.
Por fim, ainda podemos citar:
7. Pró Luna;
8. Revolução Sinódica;
9. Revolução Diurnal;
10. Fatum ou Meio do Céu Evolutivo;
11. Ponto Idade ou Age Point;
12. Direções Primárias.

Assim,
al-Ghazali era um professor em uma madrassa , um especialista em lei
islâmica, que sofreu um colapso nervoso em 1095. Seu colapso foi causado
pelo fato de que ele sentiu que estava perdendo a fé. Ele ficou
paralisado e não conseguia falar. "de seu médico diagnosticou um
conflito profundo emocional, e mais tarde Ghazzali explicou que ele
estava preocupado que embora soubesse muito sobre Deus,
ele não sabia que o próprio Deus". Ghazzali foi a Jerusalém , praticado
exercícios sufistas e voltou para o Iraque, dez anos depois de escrever
Iyah alum al-Din (O Revivial das Ciências da Religião). Ele se tornou o
texto mais citado muçulmano após o Alcorão e a ahadith. "Foi com base na
percepção de que o ritual importante e só a oração pode dar aos seres
humanos um conhecimento direto de Deus, os argumentos da teologia
(kalam) e Falsafah, no entanto , poderia nos dar nenhuma certeza sobre o
divino. " O que você acha? É só através do ritual e oração que podemos
conhecer a Deus? O argumento teológico nos levar a lugar nenhum,
espiritualmente? "Todas as regras da sharia sobre comer, dormir, lavar,
higiene e oração foi dada uma interpretação devocional e ética, para que
eles não estavam mais directivas simplesmente externos, mas os
muçulmanos habilitado para cultivar essa consciência perpétua do divino,
que é defendido pelo Alcorão A sharia tinha, assim, tornar-se mais do
que um meio de conformidade social e uma imitação servil exterior do
Profeta e sua sunnah:. tornou-se uma forma de alcançar interior islam
Al-Ghazali não era. . escrever para os especialistas religiosos, mas
para os indivíduos devotos Havia, ele acreditava, três tipos de pessoas:
aqueles que aceitam as verdades da religião sem questioná-los, aqueles
que tentam encontrar justificação para as suas crenças na disciplina
racional de Kalam, e os sufis, que têm uma experiência direta da verdade
religiosa.
E você, acha que acredita em Deus só porque vai
todo sabado na igreja e vive com a Biblia nã mão? Você já descobriu seu
Deus, ou acredita nas pregações do pastor ou do padre? Lembre-se bem:
"nem todo que diz Senhor, Senhor, entrarão no Reino do Céu..."
Antes de pensar que é um convertido ou como muitos hipocritamente pensam
um "santo", primeiro certifique-se que sua fé é mesmo real e com razão!
Se lermos a Biblia com profundidade e atenção veremos que Deus se
manifesta diretamente muito poucas vezes, mas, só capta isso, quem não
se deixa levara pelos mitos, lendas, metaforas e poemas contidos nos
livros... Reflita e analise-se...

Terumá
- Segundo a Cabalá, o propósito da Criação é que a presença do Divino
seja revelada neste mundo. Isso ocorreu pela primeira vez no estado
ideal que chamamos de Jardim do Éden, como relatado no início do livro
do Gênesis. Naquele então, Adão e Eva habitavam o Jardim e, junto com
eles, estava a Presença Divina, ou o que em hebraico chamamos de
Shechiná.
No entanto, o mundo ainda não estava pronto
para isto. Depois do pecado com o fruto da Árvore do Conhecimento do
Bem e do Mal, a Presença Divina se ocultou. Com o passar do tempo, à
medida que a humanidade decaía mais e mais em seu nível espiritual, mais
a Presença Divina se ocultava. Este processo só começou a ser revertido
com Abraão, que foi sucedido por Isaac e Jacó. Na sétima geração depois
de Abraão, surgiu Moisés. Os Sábios da Cabalá nos dizem que o “sétimo” é
uma posição especial, e que sempre tem uma grande probabilidade de
sucesso. Assim, no propósito de revelação da divindade, Moisés foi um
dos que mais longe conseguiu chegar.
Na energia desta semana,
Terumá, seguindo as instruções dadas a ele, Moisés coordena a construção
do Tabernáculo, no qual a Presença Divina foi revelada neste mundo pela
primeira vez desde a Expulsão do Éden. A revelação ocorria no local
chamado de Santo dos Santos. No entanto, este foi só o primeiro passo
para a revelação divina que, segundo os planos iniciais, deve ser uma
revelação total e absoluta, e não restrita a um só local.
Ao
lermos este relato, podemos achar que a Presença Divina habitou no Santo
do Santos e que essa era uma realidade totalmente à parte da vida
regular dos hebreus no deserto. Mas ao olharmos atentamente o texto
hebraico, vemos que está escrito o seguinte: “Eles construirão para Mim
um Tabernáculo, e Eu habitarei neles”. Do uso do plural quando se
esperaria o singular os Sábios da Cabalá ensinam que a divindade habita
dentro de cada indivíduo e que a construção do Santuário, na verdade, é
um ato interno, que permite que a divindade habite o coração de cada um.
Diversos comentários mostram que foram as mulheres que tiveram a
participação mais importante na construção do Tabernáculo. As mulheres
estavam muito mais entusiasmadas que os homens e foram elas que
generosamente se prontificaram a trazer doações de tudo o que era
preciso para construção do Santuário. Foram elas, com suas habilidades
manuais e dotes artísticos, que prepararam os panos e tecidos a serem
usados para o serviço sagrado. E, além disso, ao contrário dos homens, a
tradição nos conta que as mulheres foram totalmente avessas à
construção do Bezerro de Ouro.
Assim, a Cabalá ensina que ainda
hoje em dia a mulher tem um papel de liderança em tudo o que diz
respeito à santidade e à espiritualidade. A mulher é a verdadeira
responsável pela construção do Tabernáculo em nossos dias, ou seja, é a
mulher que permite que a Presença Divina venha ao mundo. Este poder
espiritual do feminino está relacionado à ideia cabalística de que a
mulher tem uma afinidade com o sétimo atributo Divino, a Sefirá de
Malchut, e que é, não por acaso, justamente um atributo de conclusão, de
realização e de obtenção dos objetivos. Além disso, a Cabalá ensina que
é em Malchut que a Shechiná habita quando trazida ao mundo.
Falando em termos mais claros, o que acontece é que a mulher é dotada de
uma sensibilidade espiritual maior, o que lhe faz reconhecer o sagrado
com mais facilidade e, assim, permite que ela seja o veículo mais
importante para trazer essa realidade espiritual ao mundo físico. É
claro que nisso o homem não é uma figura isenta e desnecessária. Para a
verdadeira construção do Tabernáculo dentro de nós é preciso a força
conjunta de homem e mulher: a mulher como força principal, o homem como
força secundária. É com a união dessas duas forças que finalmente
poderemos revelar a Presença do Divino no âmbito pessoal, depois no
âmbito comunitário e, por fim, em abrangência global, para toda a
humanidade.