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segunda-feira, 26 de junho de 2023

Livro de Esoterismo! Chaves de Salomão - Magia Sagrada, cerimonial, astrológica e goecia

 


 

 

A magia astrológica e cerimonial do Rei


É com prazer que divulgo meu segundo livro. Fiquei muito contente pelo sucesso de meu primeiro livro de UMBANDA ASTROLÓGICA, e respondendo a pedidos dos leitores, trouxe também um livro, que graças aos Senhores do Destino e da Magia, já está sendo um grande sucesso. Trata-se de uma nova versão sobre as Chaves de Salomão, também um enorme sucesso, já na segunda edição. A magia cerimonial, ritualística e sagrada do Grande Mago e Rei Salomão. Numa releitura inédita pelo prisma da Magia Astrológica e também da magia sexual. O leitor vai viajar pelas páginas e capítulos dessa obra, com novas informações e fatos complementares, como por exemplo de cenários da Wicca e até Cabala. 



As mais vistas da semana

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

O poder e imprtância do livro



O livro é um objeto sagrado, só perdendo essa conotação, quando é elaborado para coisas malignas. E o livro é sinônimo de conhecimento e de conteúdo existencial, do qual extraímos muitas coisas. Ele pode ser um incentivador de nossa fantasia, ser o nosso mestre, ser o revelador de segredos e ser o nosso "cofre", quando é o nosso diário, pessoal ou não! Nas Escrituras, lemos trechos interessantes que nos falam do "Livro da Vida", e pelo que nos revelaram, tudo que fazemos está escrito nesse livro... E assim, os enviados, que vem com missões pré-definidas a serem cumpridas, ao pecarem, não só contra suas missões, contra sí mesmo e contra o CRIADOR, desobedecendo e fazendo atos ilícitos, poderá ter seu nome riscado do livro dos eleitos e passar a figuras a lista dos amaldiçoados! Por isso devemos sempre ter em mente, o amor, a humildade, a verdade e a justiça, pois assim as letras que o anjo escreve sobre nós, serão mais vivas, mais luminosos, serão de ouro e sem ressalvas! E se escolhemos trilhar o caminho do bem, o bem se fará presente em nossas sentenças, em nossos juízos e em nossa recompensas. Quem vende o corpo, a alma, a sexualidade e se predispõe aos joguetes dos demônios, poderá ter sua genealogia e inscrição apagadas do grande "LIVRO DA EXISTENCIAL ETERNA". Oremos por nossa vida, por nossa alma, por sabedoria e que nunca percamos a atenção de nosso DEUS e do anjo da vida ou do destino. SHALON A TODOS!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Benefícios e liberdade, proporcionados por um livro



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Se você pensar nos beneficios que um livro traz, você vai sentir que ele ficará bem baratinho. Mais barato que o perfume ou assessoria de marca que você compra no shoping - pois ele traz além de conhecimento para a mente, alimento para a alma e luz para o espirito. Ele serve tambem de remédio pois pode aliviar o stress, livrar de ir a sessões de terapias com psicanalistas caros e ainda pode acalmar o coração, pois ao ler um bom livro o grau de satisfação é muito alto. Além de aprender muita coisa, incentivar a fantasia o sonho, a esperança e o amor. Compre bons livros, é um otimo investimento pra seu bem estar...
Muitos escritores e pessoas ligadas ao mercado, respenosaveis por eventos literários e responsaveis por editoras, quase sempre parecem desanimados. Às vezes encontro alguém e penso: veja só, este vive de literatura. Como sonha muitas pessoas. Depois descubro que não é bem assim. O sustento vem de outra fonte.
Observei e conversei com escritores, professores, gente que vive, se não da literatura, em torno dela. Gente, porém, que, quando indagada, prefere desaconselhar o seu caminho. Ah, um caminho difícil, dizem. Para persistentes. Para sofredores. Mas eu já ouvi esse papo tambem em muitas outras profissões, e dou um desconto. Há uma necessidade de valorizar o que se conquistou - no fundo, uma vaidade.
Além de escrever, assuma como bandeira a promoção da literatura nacional, crie programas de leitura ou outras formas de incentivo capazes de atrair patrocínios e, principalmente, verbas públicas. Depois de publicar alguns livros, ministre oficinas para aspirantes a escritores que sonham viver de literatura. Seja flexível em relação a gêneros. Deixar os contos e os poemas de lado para escrever para televisão não significa que você se vendeu. Tenha uma editora, voltada para o mercado ou para a autopublicação de escritores que sonham um dia viver de literatura. Além de escritor, seja crítico literário, depois de desenvolver uma boa argumentação sobre como é possível conciliar as duas funções eticamente. Ou seja, você que vive de livros, de escrever e de literatura, esforce-se mais, promova o mercado, a leitura e crie mais...

sábado, 24 de dezembro de 2016

Livros físicos: Tomara que as boas livrarias físicas voltem logo

  livrarias físicas voltem logo
Livros: Tomara que as boas livrarias físicas voltem logo

Fazia tempo que eu não ia à Cultura do Conjunto Nacional, aqui em São Paulo, um dos pontos de origem das grandes livrarias brasileiras. Fui recentemente e confesso que não tive a melhor das experiências do mundo. Na minha lembrança, ela costumava ser um templo do saber com os seus devidos guias espalhados pelos diferentes andares. Estava interessado em artes? Havia ali um especialista ímpar que conhecia cada título, autor e tema pronto para ajudá-lo. Literatura portuguesa? Outro especialista brotava do chão para te guiar entre Camões e Saramago. Negócios? Um terceiro, amigo íntimo de Kotler e Porter. 

Por muito tempo, a Livraria Cultura foi a minha Meca pelo simples fato de empregar pessoas que eram nitidamente apaixonadas por livros. Algo óbvio para uma livraria? Talvez em outros tempos. Por favor me entendam: não quer fazer nenhuma crítica isolada à Cultura em si, que mesmo hoje segue como uma das melhores livrarias paulistanas. Mas esses especialistas, esses apaixonados por livros que falavam com propriedade de Platão a Sartre simplesmente evaporaram não apenas dela, mas do mercado inteiro. Em seus lugares, profissionais clonicamente treinados para encontrar rapidamente títulos disponíveis ou para lamentar a inexistência de outros no estoque. Tudo rápido como mandam as leis do mercado, claro… mas tudo absolutamente descolado de um ambiente que deveria ser pautado pelo Saber. Os especialistas em livros não sumiram só da Cultura, repito: eles foram, aparentemente, abduzidos em massa do planeta Terra. Exceto por um ou outro sebo escuro escondido em alguma rua de algum centro, todas as grandes livrarias se transformaram em ambientes tão assépticos quanto a sala de espera de uma clínica ortopédica. “São as leis do mercado”, dizem muitos. Será? Leis de mercado costumam ser infalíveis por unir, em um casamento perfeito, o que o consumidor busca ao que o empreendedor oferece. 

Só que, se o mercado editorial tradicional está à beira do colapso, certamente é porque as tais leis do mercado foram, no mínimo, mal interpretadas. Falando como consumidor, quando quero comprar algum livro específico, dificilmente vou a uma livraria física: a Internet me satisfaz com maior velocidade, menor preço e garantia de “encontrabilidade”. Mas e quando eu preciso ser “guiado” em um tema qualquer, quando ainda estou tateando um assunto imerso naquela típica insegurança socrática? Aí só a opinião alheia pode ajudar. E sim: certamente conseguirei encontrar uma diversidade de opiniões alheias na Internet… mas às vezes há simplesmente caos demais no ambiente digital para que se consiga extrair dele um rumo mais claro, uma curadoria confiável. É esse tipo de rumo que eu, pelo menos, esperaria encontrar em uma livraria física. É precisamente ele que não existe mais lá. 

Não é de se surpreender que a própria Cultura, assim como muitas outras redes de livrarias, estejam fechando lojas e diminuindo seus espaços: esse “nivelamento por baixo” generalizado que elas encamparam acabou se mostrando diametralmente distante das leis do mercado que pregam, acima de tudo, que se conheça bem tanto o consumidor quanto o próprio produto. Tomara que alguma livraria acorde para o fato de que vender livro não é o mesmo que vender bananas. Tomara que as boas livrarias físicas voltem logo.

Texto do Clube dos Autores: blog.clubedeautores.com.br/2016/12/
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