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terça-feira, 13 de julho de 2021

Cientista prevê aparecimento de '2ª Lua' no céu



 

O clarão da supergigante vermelha Betelgeuse será suficiente para criar um brilho "visível durante o dia" e "de noite" no céu da Terra, na opinião do astrofísico russo Vyacheslav Avdeev.

A explosão da estrela Betelgeuse, que deverá ocorrer nas próximas dezenas ou centenas de milhares de anos, levará ao aparecimento de uma "segunda Lua" no céu da Terra, disse Vyacheslav Avdeev, membro do Centro Astroespacial do Instituto de Física da Academia de Ciências da Rússia.

"O brilho da estrela será como uma Lua cheia no céu. Será visível durante o dia, será bonita de noite", disse o cientista durante uma palestra no Planetário de Moscou, Rússia.

Avdeev recordou que a estrela, uma das mais brilhantes do céu, começou em 2019 a perder rapidamente a luminosidade visível.

Na época, presumiu-se que a estrela poderia explodir em um futuro próximo, mas os cientistas determinaram que a causa era uma nuvem de poeira ejetada que bloqueava a visibilidade. O brilho da Betelgeuse acabou por voltar.

A estrela acabará em todo o caso explodindo nas próximas dezenas ou centenas de milhares de anos, crê Avdeev.

A supergigante vermelha Betelgeuse encontra-se na constelação de Órion, a cerca de 640 anos-luz da Terra, e é conhecida por ser uma das mais brilhantes no céu noturno, por isso serviu sempre de ponto de referência para seus observadores.

 

domingo, 1 de dezembro de 2019

Humanidade morrerá muito antes do Sol nos 'queimar', prevê cientista



Há uma teoria que prevê que daqui a bilhões de anos o Sol destruirá nosso planeta. No entanto, um astrônomo opina que a própria humanidade vá morrer muito antes desse evento.

O Sol queima 600 milhões de toneladas de hidrogênio e as transforma em hélio dentro de seu núcleo a cada segundo. Quando o núcleo fica saturado com esse hélio, ele encolhe, fazendo com que as reações de fusão nuclear dentro dele acelerem. Desta forma, o Sol descarrega mais energia e brilha cada vez mais.
A cada bilhão de anos o Sol está se tornando 10% mais brilhante. Isso significa que em cerca de 3,5 bilhões de anos nossa estrela será capaz de ferver os oceanos da Terra, derreter suas camadas de gelo e matar toda a vida.
O gigante vermelho em que se transformará o Sol primeiro engolirá Mercúrio e Vênus, e depois, pouco antes de atingir seu tamanho e luminosidade máximos, engolirá também a Terra.

Como a humanidade pode ser salva do gigante vermelho

Avi Loeb, presidente do Departamento de Astronomia da Universidade Harvard, propõe várias soluções para evitar o iminente desaparecimento da humanidade da face da Terra por causa do Sol.
Sua ideia é deslocar-se para outras partes do Universo que sejam mais distantes do brilho vacilante da estrela. No entanto, ele propõe que nos tornemos independentes dos planetas e satélites existentes.
Seria melhor que a humanidade pudesse "fabricar uma estrutura gigantesca capaz de afastar para uma distância orbital ótima a qualquer momento" da energia mortal do Sol, segundo Loeb.
Ele escreveu que a humanidade precisa "contemplar a possibilidade de viagens espaciais fora do Sistema Solar".
Uma vez assegurada a nossa forma de viajar para outros planetas e luas no Universo, o próximo passo seria fazer cópias geneticamente idênticas de humanos e da "flora e fauna que estimamos" para plantar em outros planetas vivos.
"A solução de longo prazo para nossas ameaças existenciais não é manter todos os ovos em uma única cesta", escreveu o cientista.

Humanidade como principal ameaça à existência de vida na Terra

No entanto, Loeb não está tão certo de que a humanidade esteja perto de desaparecer nas mãos de um Sol que ilumina e se expande.
"Estou inclinado a acreditar que nossa civilização desaparecerá como resultado de feridas autoinfligidas muito antes que o Sol represente uma ameaça previsível", escreveu.
Para o cientista, a ausência de outras espécies de vida no Universo é prova da existência curta de civilizações em escala universal.
"Por que acredito nisso? Porque o silêncio morto que ouvimos tão longe dos numerosos exoplanetas habitáveis que descobrimos pode indicar que as civilizações avançadas têm vidas muito mais curtas do que suas estrelas anfitriãs", argumenta o pesquisador.
Loeb está certo de que a vida extraterrestre existe, ou existiu, no espaço. Até agora, porém, os pesquisadores não descobriram a presença de qualquer outra civilização.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Rabino prevê fim do mundo com ascensão de asteroides e passagem do Planeta X



Não é de hoje a profecia que o Planeta X, também conhecido como mundo alienígena Nibiru, traria o caos e o fim da humanidade.
À medida que mais asteroides ameaçadores da Terra são detectados voando nos arredores e uma onda de terremotos devasta o nosso planeta, o especialista em Planeta X rabino Yuval Ovadia explica que ambos são sintomas da interação astronômica do fim dos tempos, que está prevista para preceder o Messias.
Apesar das garantias da NASA e de outros especialistas, grandes asteroides passam despercebidos pelos sistemas de alta tecnologia projetados para detectá-los regularmente.
"Conforme Nibiru se aproxima, mais asteroides aparecerão […] Nibiru é descrito em fontes judaicas como uma estrela, não como um asteroide. Mas à medida que se aproxima, ele empurra os asteroides à sua frente como um navio empurra a água para a frente", disse Ovadia ao tabloide britânico Daily Star.

Consequências catastrófica

Na opinião do especialista, a aproximação do Planeta X é a fonte da recente onda de rochas espaciais, bem como de uma recente abundância de terremotos que atingiu o sul da Califórnia, nos EUA.
"Terremotos e vulcões estão aumentando, mas em vez de procurar a causa debaixo da terra, os cientistas também deveriam olhar para as estrelas […] Nibiru é enorme, muito maior do que qualquer asteroide e, à medida que se aproxima, sua presença afetará uma atração gravitacional sobre a Terra, provocando terremotos, vulcões e até mudanças no clima", opinou.
A declaração do especialista veio depois que a NASA anunciou sobre a aproximação do enorme asteroide 216258 (2006WH1) no próximo mês, após a semana judaica de Hannukkah.
Essa rocha espacial está entre as maiores a se aproximar da Terra este ano e está programada para passar pela Terra em 20 de dezembro a uma velocidade impressionante de 43 mil km/h.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Carta achada de Isaac Newton 'prevê' data do fim do mundo



Famoso cientista britânico Isaac Newton escreveu suas previsões sobre o fim do mundo em carta que foi achada somente em 1969.


Em uma carta escrita em 1704, o renomado físico, matemático e astrônomo britânico Isaac Newton escreveu suas predições sobre o fim do mundo. A carta foi encontrada em 1969, em um baú na casa do conde de Portsmouth.
Segundo Newton, o mundo deveria acabar 1.260 anos após a fundação do Sacro Império Romano-Germânico, que se deu em 25 de dezembro do ano 800 d.C.
Desta forma, o fim do mundo, segundo os cálculos de Newton, deverá ocorrer em 2060, publicou o tabloide inglês Express. 
Não tendo total certeza sobre a data, Newton escreveu em sua carta que o evento poderia ocorrer mais tarde.
"Isso pode acabar mais tarde, mas não vejo razão de acabar mais cedo", escreveu Newton.

Livro de Daniel

Newton, fervoroso crente dos textos bíblicos, calculou o fim do mundo em 2060 a partir de suas análises escatológicas baseadas no livro bíblico do profeta Daniel.
O livro é interpretado como tendo mensagens tanto para séculos antes de Cristo como também depois. No entanto, a razão de Newton calcular a data não seria levantar uma mera hipótese, mas refutar inúmeras outras predições.
"Eu falo disso não para assegurar quando o tempo do fim chegará, mas para acabar com as inúmeras conjeturas de homens fantasiosos que constantemente predizem o fim do mundo", disse Newton na carta.
Ainda segundo Newton, o fim do mundo será marcado por sinais como a "ruína das nações ímpias, o fim do sofrimento e de todas as tribulações, assim como o retorno dos judeus do cativeiro e o estabelecimento de seu reino próspero e duradouro".

Calendário Maia

Newton não foi o único a prever o fim do mundo entre os cientistas. Don Carlos Barrios, antropologista e estudioso do chamado calendário Maia, revelou em 2012 que estaríamos entrando em uma nova era e que o mundo chegará ao seu fim.
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