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Os Orixás regentes de 2027

domingo, 1 de setembro de 2013

Não deixe transtornos da vida acabarem com você! Busque paz, auxílio e harmonia

O agito e stress das grandes cidades, causam envelhecimento mental e físico as pessoas. Trânsito, fobias, correria, má alimentação e cansaços, além de tantos outros fatores, como brigas familiares, brigas com vizinhos e tudo mais. E ainda, o desleixo de muita gente com a espiritualidade ou uma má vivência nesse sentido. Muitos procurando falsos mestres, igrejas gananciosas ou a podridão moral, que fica nas encruzilhadas, buscando fazer mal aos seus semelhantes. Porém uma coisa muito interessante, digna e do bem, foi criada pela sociedade moderna, que são as clínicas de terapias diversas, que vão desde uma filosofia científica a uma metodologia mais espiritualista. 

De qualquer forma, você que tem uma vida agitada, que prefere gastar seu dinheiro nos shoppings como forma de terapia, preserve um tempo pra sua alma, buscando um desses locais, onde um fisioterapeuta, um espiritualista ou um massagista que utiliza alguma das diversas e maravilhosas técnicas, como Reiki, ioga ou tantas outras, poderão trazer alívio ao seu corpo e paz a sua alma. E para os espiritualistas, saibam que apenas gritar o nome do Senhor ou bater tambor num terreiro, ascender incensos ou exercitar magias, nunca trará equilíbrio amplo. Na verdade o médium em especial, tem que entrar em paz de espírito e um dos fatores pra isso é harmonizar sua bio-energia. E terapias são muito boas nisso. Com o uso de cristais, de elementos magísticos e o acompanhamento de uma pessoa que tenha mãos de cura, vai equilibrar seus chacras e tranquilizar sua alma. Axé a todos e Shalom

Carlinhos Lima - Astrólogo.

domingo, 18 de agosto de 2013

Quais são os orixás que nos regem?

Orixá de Cabeça - Pai de Cabeça
O orixá de Cabeça, Pai de Cabeça e Mãe de Cabeça - Hierarquias = Regências...
É comum ouvir as pessoas dizerem que são de um certo orixá, especialmente os mais populares, muitos seguem por devoção espontânea e outros por indicações ou deduções. É comum ainda encontrar pessoas que dizem que sabe do seu orixá, por que alguém lhe falou no jogo de búzios, no tarô ou incorporado. Mas, este assunto não é tão simples assim. Na verdade somos regidos por mais orixás do que se pensa. É uma hierarquia na verdade! Começando pelos orixás do par vibracional, que são Pai e Mãe de Cabeça. Logo depois e talvez o mais importante o Orixá de Cabeça, aquele que carrega a força do nosso Orí. E temos ainda, o Orixá de Frente ou Adjuntó, o Orixá Ancestral, aquele que representa nossa linhagem e reencarnações passadas, o nosso clã e nossa origem. Tem ainda o Orixá Carmico, aquele que revela e representa as provações que passamos na vida, também temos o nosso Orixá Guia, aquele que indica os caminhos e nos ajuda nos momentos difíceis da nossa caminhada, regendo toda falange de guias. Além disso, a hierarquia segue com o orixá do amor, das finanças, dos caminhos, do trabalho, da magia e o mais importante de todos o orixá que está apenas abaixo da primeira Trindade Citada (Pai, Mãe e Orí), que é o Orixá do Destino. E uma coisa muito importante que é saber que dependendo da ancestralidade e astral de uma pessoa, ela pode ter mais ou ter menos linhas que outra pessoa. Isso ocorre, por que podem haver cruzamentos e em muitos casos, um orixá, tem mais de uma dessas funções citadas aqui. Ou seja, um orixá de frente, pode ser também seu orixá guia, orixá protetor, orixá de destino, orixá pai ou mãe, ou mesmo ser de frente ao mesmo tempo que é seu orí. Por isso em muitas pessoas um orixá se destaca tanto, enquanto em outros um orixá é tão apagado. Tudo envolve sua posição, se ele veio forte, fraco, atuante, oculto ou se ele tá bloqueado, precisando de desenvolvimento... Enfim, cada pessoa é única e tem seu caminho. Por isso não caia na bagunça dos terreiros, que se banalizaram tanto por causa da ganância e das respostas simples e fáceis! E outra coisa, saibam que em muitas pessoas os orixás todos não se apresentam no oráculo e apenas com iniciações. As vezes até se identifica o orixá de frente ou um dos pais, ou até os dois, mas, o orí na maioria das pessoas é oculto e só falará por meio de iniciações.
 Podemos encontrar, destacar e compreender mais sobre esses orixás, como atuam sobre nossa vida e identificar a hierarquia, por meio do Mapa astrológico. Assim como o Sistema Orunmila do Ifá, a mandala astrológica, atua como um oráculo e nos mostra por meio das posições dos astros, quais são as vibrações atuantes sobre nós! Além disso, podemos usar também métodos variados, que vão além das previsões, a compreensão de nós mesmos e do mundo a nossa volta. Assim como os odus, as casas astrológicas e os signos do Zodíaco, se tornam as portas sagradas por onde falam os orixás e nos revelam as vibrações cósmicas que falam da nossa ancestralidade e espiritualidade ou carma.
A coroa astrológica de Orunmila, a sincronia e as regências dos signos pelos orixás, o sistema da numerologia dos odus, com uma nova metodologia, o sistema Ifastrologia e a historia dos oráculos, a ligação com os anjos, como também a historia de Orunmila, Ossaim e diversos outros orixás, estão no livro de Umbanda Astrológico, que breve estará nas livrarias... Axé a todos!

Carlinhos Lima - Astrólogo, Tarólogo, Pesquisador e Mago de Umbanda Astrológica.

domingo, 4 de agosto de 2013

A organização social de uma comunidade: Shofetim (שופטים, Juízes)


Shofetim (שופטים, Juízes)
Deuteronômio 16:18 – 21:09
A porção dessa semana gira basicamente ao redor de um só tema: a organização social de uma comunidade. O texto explicita os cargos necessários para a vida em sociedade: magistrados e juízes, guardas, governantes, levitas e profetas. No entanto, talvez numa visão utópica de mundo, a Cabalá afirma que se vivêssemos em um estado ideal e perfeito, a rigor não precisaríamos de figuras como juízes, guardas e governantes. Ou seja, o fato de o texto pedir que tenhamos esse tipo de cargo em nossa sociedade é prova de que ainda vivemos em um estado aquém do ideal, em que é preciso impor regras e estabelecer limites.

Conta-se que certa vez, o Rabi Shimon ben Halafta viu uma série de formiguinhas em fila carregando pedacinhos de trigo. Ele reparou, então, que uma das formiguinhas derrubou o seu grãozinho de trigo e que, embora, todas as outras formigas vieram cheirar o grão caído, nenhuma delas tocou nele; até que a formiga à qual o grão pertencia veio e o recolocou sobre as costas. Espantado com o que vira, o Rabi Shimon se lembrou do Provérbio que diz “Observa a formiga, ó preguiçoso, estude seus caminhos e adquira sabedoria” (6:6). Nesse momento ele ficou extremamente maravilhado com a sabedoria daquela criatura e a retidão de caráter que demonstravam em comunidade. Mesmo sem juízes ou guardas regendo a sua sociedade, nenhuma formiga ousou pegar o grão que era da formiga que o deixara cair.

Imediatamente, então, o Rabi Shimon sentiu-se pesaroso por saber que o ser humano, longe de tal estado de integridade, precisava receber ordens explícitas de nomear juízes e guardas sobre o povo. Daqui podemos aprender duas coisas importantes: a primeira é que muitas vezes seres que alguns humanos consideram “inferiores” (aliás, de maneira totalmente errônea) estão muito além do nosso nível e possuem lições valiosíssimas a nos ensinar, em diversos aspectos.

Em segundo lugar, aprendemos a importância em se reconhecer e resolver um problema real que temos (no caso literal do texto, o de que não temos uma conduta social de integridade), sempre almejando, no entanto, que um dia cheguemos a tal grau de perfeição que possamos eliminar de dentre nós os juízes e guardas. Obviamente, podemos enxergar nesse segundo ponto uma lição mais ampla do que à literal aplicada a esse caso. Sempre que detectamos um problema em nós, antes de mais nada devemos reconhecê-lo (em vez de fingir que ele não existe) e nomear juízes e guardas para tratar de erradicá-lo. Uma vez que isso é feito de maneira exemplar, nosso eu muda, nosso comportamento se retifica e podemos alegremente demitir essas autoridades do nosso mundo interno, pois então somos como formigas, naturalmente justas e íntegras. Y. A. Cabalista
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