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Os Orixás regentes de 2027

terça-feira, 27 de julho de 2021

As gatas de cada Signo! Escolhemos algumas que demonstram muito bem a influência do zodíaco, da Pombagira e dos orixás

 


A força da Pombagira na cama

O zodíaco é composto por 12 signos, cada um deles com características bem diferentes: qualidades, pontos fortes, atitudes e posicionamento. Além da posição dos planetas dentro dos signos, que são os símbolos formados pelas constelações, tem ainda a avaliação de muitos fatores, como elementos, temperamentos e muito mais. Avalia-se a astrologia, por meio de muitas vertentes e muitos ramos de zodíacos. Na Umbanda Astrológica por exemplo, avalia-se mais profundamente o lado espiritual dos nativos e de forma especifica os orixás que atuam na vida da pessoa. E no caso de mulheres lindas, como as listadas abaixo, também a ação da Pombagira, na parte da beleza, amor e sexo, como também das orixás femininas, ligadas a maternidade, prazer e até mesmo riqueza que uma mulher pode conquistar.

 

Será que conseguimos perceber cada signo na personalidade das nossas Bellas? Na carta natal de uma pessoa, seja homem, mulher, hermafrodita, gay, travesti ou transexual, avalia-se a aparência partindo do Ascendente, mas, soma-se a fatores importantes como o signo Solar, signo Lunar, além dos planetas regentes de cada tema. Por exemplo, uma mulher de Escorpião, ou seja, que tem o Sol dentro do signo de Escorpião, ela terá traços que envolvem mistério, sensualidade e é enigmática, mas, seu Ascendente, pode acentuar isso ou disfarçar parte das características, e assim por diante... Uma mulher de qualquer signo, que tenha uma Vênus, forte em seu mapa, terá mais beleza, atratividade e carisma que outra que tenha um Vênus Fraco. Também uma mulher que tenha uma Lua bem posicionada, será uma boa mãe, boa esposa e boa companheira na cama. Além desses dois astros, tem ainda traços complementares, como a posição da Roda da Fortuna, do Eixo do Dragão ou Nodos, de Lilith, Quíron e muito mais. Uma mulher que tenha um signo forte, mas, um Ascendente fraco, pode ser bela, mas, não saberá expressar essa beleza. Enfim, são muitos fatores.

 

Se você acredita em astrologia, listamos algumas modelos que demonstram muito bem a influência do zodíaco em seu ensaio nu! Complementamos também com uma pitada da influência do ORIXÁ. Por exemplo, as filhas de Oxum tendem a ser mais sensuais e as de Insã mais taradas. MAS TAMBÉM TEM MULHER QUE MESCLAM DIVERSA ENERGIAS AO MESMO TEMPO. AXÉ A TODOS

 

Continue lendo e veja o signo das doze gatas aqui... 

 

https://c7politica.blogspot.com/2021/07/as-belas-de-cada-signo-listamos-algumas.html

 

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Astrônomos capturam IMAGENS de 'fogos de artifício' de galáxias próximas

 


Cientistas estudaram 90 galáxias próximas à Via Láctea através do telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul, no Chile, criando com isso imagens que mostram os locais de jovens estrelas e sua formação.

O telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul, no Chile, captou e compartilhou na sexta-feira (16) imagens nítidas de galáxias próximas que se parecem com fogos de artifício coloridos e lançam luz sobre a evolução estelar.

Galáxia NGC 4303 próxima à Via Láctea. NGC 4303 é uma galáxia espiral, com uma barra de estrelas e gás em seu centro, localizada a aproximadamente 55 milhões de anos-luz da Terra, na constelação Virgo. A imagem é uma combinação de observações realizadas em diferentes comprimentos de onda de luz para mapear populações estelares e gás. As observações do telescópio ALMA são representadas em tons marrom-alaranjados e destacam as nuvens de gás molecular frio que fornecem a matéria-prima a partir da qual as estrelas se formam. Os dados do espetrógrafo MUSE aparecem principalmente em dourado e azul. Os brilhantes dourados mapeiam nuvens quentes, principalmente de hidrogênio ionizado, oxigênio e gás sulfúrico, marcando a presença de estrelas recém-nascidas, enquanto as regiões azuis revelam a distribuição de estrelas ligeiramente mais velhas
Galáxia NGC 4303 próxima à Via Láctea. NGC 4303 é uma galáxia espiral, com uma barra de estrelas e gás em seu centro, localizada a aproximadamente 55 milhões de anos-luz da Terra, na constelação Virgo. A imagem é uma combinação de observações realizadas em diferentes comprimentos de onda de luz para mapear populações estelares e gás. As observações do telescópio ALMA são representadas em tons marrom-alaranjados e destacam as nuvens de gás molecular frio que fornecem a matéria-prima a partir da qual as estrelas se formam. Os dados do espetrógrafo MUSE aparecem principalmente em dourado e azul. Os brilhantes dourados mapeiam nuvens quentes, principalmente de hidrogênio ionizado, oxigênio e gás sulfúrico, marcando a presença de estrelas recém-nascidas, enquanto as regiões azuis revelam a distribuição de estrelas ligeiramente mais velhas

As imagens mostram os componentes das galáxias em diferentes cores, permitindo aos astrofísicos localizar as jovens estrelas e o gás que elas estão aquecendo ao seu redor.

Galáxia NGC 1300 próxima à Via Láctea. NGC 1300 é uma galáxia espiral, com uma barra de estrelas e gás em seu centro, localizada a aproximadamente 61 milhões de anos-luz da Terra na constelação Eridanus. A imagem é uma combinação de observações realizadas em diferentes comprimentos de onda de luz para mapear populações estelares e gás quente. Os brilhos dourados correspondem principalmente a nuvens de hidrogênio ionizado, oxigênio e gás sulfúrico, marcando a presença de estrelas recém-nascidas, enquanto as regiões azuis no fundo revelam a distribuição de estrelas ligeiramente mais velhas
Galáxia NGC 1300 próxima à Via Láctea. NGC 1300 é uma galáxia espiral, com uma barra de estrelas e gás em seu centro, localizada a aproximadamente 61 milhões de anos-luz da Terra na constelação Eridanus. A imagem é uma combinação de observações realizadas em diferentes comprimentos de onda de luz para mapear populações estelares e gás quente. Os brilhos dourados correspondem principalmente a nuvens de hidrogênio ionizado, oxigênio e gás sulfúrico, marcando a presença de estrelas recém-nascidas, enquanto as regiões azuis no fundo revelam a distribuição de estrelas ligeiramente mais velhas

Durante a pesquisa os cientistas examinaram 30.000 nebulosas de gás quente em 15 milhões de espectros e 100.000 regiões de gás frio em 90 galáxias próximas à Terra. A combinação destes dados com observações do radiotelescópio chileno ALMA permite que os pesquisadores aprendam mais sobre o que desencadeia a formação de estrelas. Este telescópio "é particularmente adequado para mapear nuvens de gás frio", explica o comunicado do Observatório Europeu do Sul.

"Pela primeira vez estamos resolvendo unidades individuais de formação de estrelas em uma ampla variedade de locais e ambientes, dentro de uma amostra que representa bem os diferentes tipos de galáxias", explica o autor principal do estudo Eric Emsellem, da Universidade de Heidelberg, Alemanha.

O astrofísico sublinha que ele e sua equipe podem "observar diretamente o gás que dá origem às estrelas, ver as próprias estrelas jovens e testemunhar sua evolução através de várias fases". Estas são as nuvens de gás frio que fornecem o material a partir do qual as estrelas se formam. Os astrofísicos europeus comparam os fogos de artifício cósmicos a "viveiros estelares", onde as estrelas nascem e crescem.

Galáxia NGC 3627 próxima à Via Láctea. Os clarões avermelhados brilhantes mapeiam nuvens quentes de hidrogênio (Hα), marcando a presença de estrelas recém-nascidas, enquanto as regiões azuis (uma combinação de filtros verdes, vermelhos e infravermelhos) revelam a distribuição de estrelas ligeiramente mais velhas
Galáxia NGC 3627 próxima à Via Láctea. Os clarões avermelhados brilhantes mapeiam nuvens quentes de hidrogênio (Hα), marcando a presença de estrelas recém-nascidas, enquanto as regiões azuis (uma combinação de filtros verdes, vermelhos e infravermelhos) revelam a distribuição de estrelas ligeiramente mais velhas

Agora os autores do estudo planejam "resolver mais mistérios", em particular, descobrir se as estrelas se formam em regiões específicas do Universo e como a evolução influencia a formação de novas gerações de estrelas.

 

 

Cientistas descobrem fósseis de tsunami de asteroide que 'participou' da extinção de dinossauros

 


Pesquisadores norte-americanos encontraram no estado da Louisiana restos fossilizados do tsunami que surgiu quando um asteroide se abateu sobre a Terra há 66 milhões de anos, extinguindo os dinossauros, relata a revista Science.

Cientistas nos EUA encontraram fósseis das enormes ondas do tsunami que surgiram após o asteroide Chicxulub, que foi responsável pela extinção dos dinossauros, ter atingido nosso planeta.

Há 66 milhões de anos, uma enorme rocha espacial atingiu as águas perto da península de Yucatán, no México. O impacto do asteroide fez surgir uma densa camada de poeira que escondeu o Sol, fazendo com que as temperaturas em nosso planeta caíssem drasticamente e desaparecessem os dinossauros da face da Terra. O impacto também gerou um enorme tsunami no golfo do México. Segundo estimativas, o tsunami inicial atingiu uma altura de 1.500 metros, foi seguido por ondas menores e acabou batendo na América do Norte, escreveu na última segunda-feira (12) a revista Science.

Agora, pela primeira vez na história, os cientistas encontraram em sedimentos do estado norte-americano de Louisiana as megaondas fossilizadas do tsunami catastrófico. Há quase uma década, o geofísico Gary Kinsland da Universidade de Louisiana, em Lafayette, pediu a uma empresa de combustíveis fósseis os dados de imagens sísmicas que eles registraram no centro do estado, acreditando que, devido ao nível do mar ser mais alto na época da extinção dos dinossauros, os dados sísmicos desta região forneceriam pistas sobre o que aconteceu nos mares rasos ao largo da costa.

 

Equipe francesa analisou 1.600 fósseis para concluir que extinção de dinossauros já estava em processo e não foi somente por conta do impacto do asteroide massivo
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Durante a análise de uma camada de cerca de 1.500 metros de profundidade, associada ao período do impacto, Kinsland e sua equipe foram capazes de ver enormes ondas fossilizadas.

"Estas 'megaondulações' têm comprimentos de onda médios de 600 metros e alturas médias de 16 metros", escreve a Science.

Segundo Kinsland, os fósseis encontrados no subsolo são vestígios deixados pelas ondas do tsunami durante sua aproximação da costa em águas de cerca de 60 metros de profundidade, o que perturbou os sedimentos no fundo do mar. Sua localização era perfeita para preservar as ondas, que acabaram enterradas naqueles sedimentos, sublinha o geofísico.

"A água era tão profunda que, assim que o tsunami parou, as tempestades regulares não podiam perturbar o que estava lá embaixo", explicou a equipe no estudo publicado na revista Earth and Planetary Science Letters.

 A pesquisa também observa que a orientação das ondas também é consistente com o impacto, já que suas cristas formam uma linha direta para a cratera de Chicxulub no México.

 

 

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