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A pombagira

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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011 a todos, que os anjos, os orixás, os astros e o Criador, abençõem a todos! Amém



Fico muito feliz, pois, vejo que mesmo com o enorme preconceito lançado sobre as crenças espiritualistas, a busca pela luz, através dos caminhos da fé, continuam aumentando! Apesar de toda essa midiocracia, distorções e capitalismo, o ser humano, que é sensivel, escolhido pelo astral e que sabe que há um algo mais do que a matéria, sabe identificar os anseios do Criador. E mesmo que queiram deturpar, ridicularizar e criticar, a Umbanda, o Tarô e Astrologia, continuam firme e fortes! O grande sucesso deste blog e de outros blogs que me dedico a escrever é prova disso. São muitos, e só crescem a cada dia, o número de buscadores, de emails, de dicas e de novas amizades. Fico muito feliz, e porque não dizer surpreso, pois a busca não é só do Brasil e sim do mundo inteiro. É muito bom vêr, o quanto cresce os emails, os contatos e a busca de cidadãos da Europa, em especial de Portugal, como tambem da America do Norte, e de muitos paises da nossa amada America do Sul e tambem de paises da America Central.


Não adianta querer deturpar, usar metodos, criticas ou cinismo, pois cada um sabe o que quer o que busca e sente na alma! Que os orixás, os anjos, os astros e a Santissima Trindade abençõem a todos vocês, sejam bem vindos e voltem sempre!


Que Oxumaré abençõe a todos! Arromboboiô Dan!


Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo, Pesquisador e Mago de Umbanda Astrologica.


Feliz 2011 a todos!

O Vodu



CULTO VODU

Tem sua origem entre os negros do Daomé (atual Benin) e se baseia em dois pilares principais: a incorporação dos próprios deuses pelos fiéis e a invocação dos espíritos dos antepassados, com o objetivo de se fazer consultas oraculares.Essa crença se disseminou largamente no Haiti, onde ganhou os contornos de uma religião afro-cristã repleta de mitos supersticiosos e demonstrações exageradas de força e poder.


No Brasil, esse culto não é tão popular quanto o Candomblé e a Umbanda, mas conta com um bom número de adeptos, sobretudo na região de São Luis do Maranhão. Foi lá que, em 1796, foi fundado o culto Mina Jeje, pelos negros fons, originários de Abomey (à época, capital do Daomé). A família real Fon trouxe consigo o culto às divindades (voduns, equivalentes aos orixás) e à Serpente Sagrada, denominada Dan (correspondente ao orixá Oxumaré).


A nomenclatura correta para a nação Jeje seria Ewe-Fon. Em seu dialeto, a casa de Candomblé é denominada kwe, e segundo sua tradição, ela deve ser construída em meio à floresta, numa área repleta de árvores sagradas e rios. Essa grande área é chamada de Runpame, que significa "fazenda". Os animais também ocupam papel de destaque na tradição Jeje, havendo inclusive cultos em que os voduns são identificados com certas espécies (leopardo, crocodilo, pantera, gavião, elefante e outros).


No Maranhão, a sacerdotisa - que equivaleria à mãe-de-santo do Candomblé - é chamada de Noche. Quando o homem ocupa este cargo, recebe a denominação de Toivoduno.


A mais famosa Noche da História do culto vodu maranhense foi Mãe Andresa. Acredita-se que tenha sido a última princesa de linhagem direta da família real Fon. Morreu em 1954, aos 104 anos de idade.



ALGUNS DEUSES VODUNS


Ayzan à Vodun da nata da terra;

Sogbô à Vodun do trovão;

Ágüe à Vodun da folhagem;

Loko à Vodun do tempo.

Tenha proteção psiquica



O poder da ação psíquica O poder da ação psíquica pode até ser uma condição inata, mas a força de vontade só se adquire e se aprimora na negação sistemática e voluntária de seus desejos pessoais prementes.


Para se entender os aspectos do poder da ação psíquica, há de considerar os seguintes aspectos: O Espírito, que é imortal, tem como atributos: A consciência que é a eterna percepção de si mesmo;A inteligência que é o conhecimento da Divindade;A vontade que é o "livre arbítrio" do uso destes dois outros atributos precedentes. Portanto, a vontade ou a sua potencialidade é um atributo do Espírito e não da mente que é mero instrumento pela qual a vontade é exercida. Sendo um poder de ação psíquica, para agir no plano astral e físico, a força de vontade precisa de um veículo e um suporte.


No Plano Astral, seu veículo é o Aura e no Plano Físico é a Bio-energia.
Quando se atua com a Magia, interagem quatro tipos principais de energias, derivadas da Energia Criadora, que movimenta o ciclo da vida. São elas: A Energia MentalA Energia Sutíl ElementarA Energia MagnéticaA Energia Vital A Energia Vital é o produto da interação das Energias Sutíl e Magnética, diria, metabolizadas em todos os seres vivos.


É esta Energia Vital que o indívuo, quando age com a Magia, que veicula por seu Aura, direcionando-a através do seu poder de ação psíquica, utilizando como suporte elementos materiais capazes de agir como irradiadores ou fixadores de forças sutis elementares, pondo-as assim em movimento em seus trabalhos de projeção ou atração, fixação ou desagregação.


Mas como funciona? - Sabemos que o ser humano , num conceito mais místico e superior ao expresso pelo pentagrama, é magisticamente Septenário. Isto já havia sido pressentido pelos egípcios há mais de seis mil anos, cujo feixe de sete princípios são interligados pelo nome. Apenas para conhecimento, a nominação desses princípios, que variam entre os vários segmentos filo-religiosos, são: Espírito ImortalA MenteCorpo MatrizCorpo CausalCorpo AstralCorpo FísicoAura O Espírito é imortal, mas pode estar obnubilado, quer dizer obscurecido, pelo Corpo Matriz, obcecado pelo Corpo Causal e, muitas vezes, prisioneiro por pesado resgate kármico, em um Corpo Mental e Físico deficiente.


A Mente, o Corpo Matriz e o Corpo Causal têm intensa relação entre si, bem como em conjunto com o Corpo Astral.


As relações entre o Corpo Astral e o Corpo Físico se processam através do Aura, que é o produto da transformação e acumulação, efetuada pelo Corpo Físico, da Força Sutíl com a qual ela tem afinidade vibracional. Entretanto, o fenômeno astral do Aura é duplo: interno e externo.


O primeiro, bem conhecido pelos espiritualistas, é o Aura Externo, produto da transformação e acumulação da Força Sutíl Cósmica, conduzida com Prâna e captada pela respiração, transformada no núcleo de radiação Astral, permedando e exsudando do Corpo Físico, condensando-se à sua volta e estabelecendo contato entre ele e o Corpo Astral.


Condensando-se em torno do corpo físico, forma um escudo de defesa que visa protegê-lo da atuação de outros corpos astrais que não o seu próprio ou aqueles autorizados e harmonizados pelo processo do desenvolvimento mediúnico.


Portanto, o Aura Externo é reagente, mas para tal necessita estar em prefeita sintonia vibracional com a Vibração Original do Orixá, que presidia o momento em que o Corpo Físico sorveu o primeiro hausto de vida em seus pulmões. Seu enfraquecimento permite a atuação de Corpos Astrais não harmonizados, que vulgarmente são chamados de "encostos" ou "obsessores". Sua preservação e dinamização são obtidas por rituais com banhos de ervas, com banhos com essências afins e com defumações, que têm a prioridade de repor os fluidos astrais e bio-elétricos que o núcleo de radiação astral necessita para transformar o Prâna e acumular o Aura.


No caso do Aura Interno, pouco conhecido, é o produto da transformação e acumulação da Energia Magnética, que emana da Terra, captada pelos Núcleos de Radiação dos pés, transformada no Corpo Astral e nele se acumulando.


Assim, a soma dos dois resulta em um "Corpo de Ação" e num reservatório de força cinética, capas de ser utilizada pelo Espírito, em projeções efetuadas pela sua Mente e direcionada pela Vontade. Com esta força cinética é possível formarem-se clichês astrais, bem como projetá-los pela Força de Vontade sobre o Mundo Físico e o Mundo Astral, veiculadas pela bio-energia.


O Aura Interno é sobretudo o agente e a alavanda propulsora para se utilizar na movimentação de "forças sutís", num efeito de contato e impacto.


Se enfraquecimento é a causa principal de violentos "choques de retorno" visto o indivíduo não ser suficientemente forte e capaz para agir e reagir contra as forças contrárias deletérias, pois a Magia não é um passatempo ou distração inócua: A Magia é um "campo de batalhas", com vencedores e vencidos.


Sua preservação e dinamização são obtidas por rituais destinados a evocar, fixar e irradiar as "Forças Sutís" da Vibração Original do Orixá afim ao indivíduo e as Entidades Espirituais protetoras.


Estes rituais, apresentam características diferentes: os relativos aos indivíduo e aos relativos às Entidades Espirituais. Ao indivíduo Todo e qualquer preparativo pessoal (amacis, guias de proteção, banhos, etc.), bem como a Saudação ao Anjo de Guarda, deve corresponder às afinidades vibratórias, decorrentes do momento de seu nascimento; À Entidade Espiritual Todos os rituais místicos, preceitos ritualísticos, banhos, amacis de consagração, etc, devem obedecer à correspondência vibratória da entidade protetora.


MAS AS ENTIDADES NÃO PODEM NOS PROTEGER SOZINHAS SEM QUE DEMOS NOSSA CONTRIBUIÇÃO POR ISSO TEMOS QUE ESTÁ SEMPRE EMPENHADOS EM EVOLUIR E NOS PREPARANDO.

Carlinhos Lima - Pesquisas.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Comprender exu é importante.

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Sem dúvida, a figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros é Exú. Para alguns, uma figura brincalhona, associada à imagem de um menino irresponsável, divertindo-se com as confusões que consegue armar entre os seres humanos e entre os próprios orixás: para outros, uma figura temível, perigosa, voltada exclusivamente para o mal. É, segundo, a maioria das lendas, filho de Yemanjá, mas não é considerado unanimemente como um orixá. Além disso é confundido por alguns com Erê e até mesmo com Egun, infelizmente.

Segundo a tradição, Exú e o causador das brigas, calamidades, acidentes e desgraças. Em resposta a essa afirmação, também se atribui a ele um lado bom, que talvez só apareça quando são prestadas a ele homenagens e sacrifícios. Mas, tudo isso visto assim se torna simplista demais. A partir dessa dificuldade em se definir Exú de maneira mais rígida, Pierre Verger afirma que "Exú revela-se, talvez desta maneira, o mais humano dos, orixás, nem completamente mau, nem completamente bom.

Parte dessa contradição toda não vem das crenças iorubás. A identificação de Exú com o mal é mais clara no Brasil, principalmente quando os cultos se distanciam do candomblé tradicional. Até mesmo influencias do Espiritismo e não só do Cristianismo, ajudam as pessoas a se bloquearam e assim não conseguem enxergar a energia como ela é. Mas, isso tambem ocorre pelo uso imbecilizado dessa energia, como por exemplo na Umbanda, Mexico e paises da Africa, onde pessoas usam essa força pra fazer magia negra. Na umbanda, por exemplo, onde o sincretismo religioso corresponde à própria base da religião, Exú e o demônio cristão são quase indistintamente a mesma figura. A história explica o processo de acumulação das características de um pelo outro com certa facilidade. Além do mais a maioria usa esse pretexto, pra usar a macumba, tanto pra ganhar dinheiro, quanto pra conseguir o que querem, mesmo que passando por cima das pessoas e aprisionando-as.

Num primeiro momento, os jesuítas católicos tentaram impor a religião católica aos "negros pagãos". Dada a dificuldade em submeter um povo com todo um conjunto de deuses e divindades inclusive mais rico do que a teologia ocidental, alguns missionários optaram por aproveitar o panteão africano e moldá-lo, na medida do possível, à configuração católica mais precisamente à dualidade bem-mal. Era, portanto, preciso encontrar um diabo e a controvertida e irrequieta figura de Exú foi a que melhor se prestou a esse objetivo, por diversas razões.

Exú é uma divindade de fácil relacionamento com os humanos a mais próxima do mundo material. A ele se pede interferência nas questões mais mundanas e práticas. Por essa faculdade, Exú se constituía no protetor dos negros, no período da escravidão, contra o arbítrio e despotismo dos senhores. Além disso, ele é muito ligado a terra, o plano mental mais oculto e a sexualidade.

Eram seus os ebós (conhecidos vulgarmente como "despachos") deixados nas encruzilhadas próximas à casa grande. Numa circunstância de luta, o que pratica o bem para um antagonista, defendendo-o de outro, também pode ser visto, pelo ponto de vista deste último, como o que faz o mal. Mas, na verdade o mal sempre parte de quem busca manipula-lo. No entanto, ao contrario do que muitos afirmam, essa historia de que ele não é bom nem mal, não é tão simples assim. Pois, esses exus que trabalham mais proximos dos mediuns são entidades em evolução e até pode se prestar a vontade de pessoas mal intencionadas. Mas, os Exus, Ancestrais Cosmicos e bem evoluidos chefes do 8º Raio. Esses obedecem as Leis e não agem a nosso bel prazer. Ninguem se iluda achando que qualquer um pode fazer magia, nem todo mundo tem essa licença.

Assim, os senhores de engenho viram em Exú o demônio que os negros "lançavam" contra eles. Outro fator que facilitou a identificação de Exú com o demônio cristão é sua ligação com o fogo, com a massa ígnea. Além disso, a sexualidade desenfreada de Exú (muitas vezes representado por uma figura humana com sorriso debochado e uma permanente ereção) deve ter ajudado a tarefa dos jesuítas na sua procura de um demônio na mitologia africana. Aliás percebemos aqui um outro equivoco, pois o papel de exu não é só sexual, mas, tem todo o interesse de esclarecer os medos e dores profundas da alma. E assim atua sendo um elo entre Consciente e Inconsciente, agindo por meio do subcosciente. Por isso é o Senhor mensageiro, entre os deuses e os homens.

O responsável pelas forças do bem e do mal Aos poucos, essa identificação Exú/Diabo foi sendo aceita quase que integralmente pela umbanda e, de maneira mais contida, por boa parte do candomblé brasileiro. Isso representa uma distorção dos conceitos iorubás tradicionais, que permitem a ele, graças a sua irresponsabilidade e falta total de padrões morais, o controle tanto sobre as forças do bem como sobre as do mal. A moralidade não está na divindade, mas sim em quem se relaciona com ela; assim sendo, Exú é, consequentemente, uma concepção exterior à dualidade cristã.

Esse preconceito se revela no pequeno número de pessoas que são consagradas a ele como filhos. Em geral, existe uma postura diferente entre os "Filhos de Exú" e os de outros orixás. No entanto, eu em particular não acredito muito nisso, pois exu é um outro raio, o que acontece é que tem pessoas que exu, toma a cabeça e assim tem que ser recuperada.

Enquanto estes revelam um grande orgulho de trazerem dentro de si as características de uma divindade a quem aprovam, os filhos de Exú geralmente são apontados como sofredores, "gente que carrega um pesado fardo". Mesmo a linguagem de muitos terreiros marca essa diferença: enquanto se diz, em relação aos outros santos, que estão "possuindo" ou "incorporando-se" ao seu filho, os filhos de Exú são apontados como os que estão "carregando" a divindade, dado o peso que ele representa. Uma crença visivelmente criada a partir dos contatos com o cristianismo afirma que o fato de alguém nascer filho de um Orixá mais fraco e ter a cabeça de em dominio de Exú significa castigo por algo feito em encarnações anteriores. O que pode ser uma ideia aceitavel sim.

Finalmente, o receio do que Exú pode fazer com a cabeça de um ser humano é tão grande que muitos dos que estão dominados , ao invés de assim serem iniciados, são raspados como filhos de Ogum, depois de cerimônias em que Exú é fixado (isto é, "emprestado" por um prazo limitado a Exú), é acalmado. Essa transferência só é possível dada a boa relação que se atribui existir entre Exú, Ogum, irmãos por parte de mãe e igualmente donos de caráter violento e agressivo. Afora isso o dia consagrado a Exú é a, terça-feira na Umbanda-Astrologica, demonstrando assim a relação que existe tem com Ogum, já que esse dia também é o dia de Ogum.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

O poder sacerdotal

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Atualmente, muitos jovens trabalham nas casas como Ogãs, responsáveis pelos toques dos atabaques, e, em algumas ocasiões, como médium. Não consigo mais separar a religião da vida particular e da profissional. É uma coisa só, completa. Não importa qual é a religião e a doutrina que segue, o importante é respeitar todas, se encontrar, e praticar a caridade.

Acredito que a Umbanda deve ser também entendida e praticada dentro de seus princípios litúrgicos e para isso o Estudo se faz necessário. O médium deve ter consciência de seus deveres e responsabilidades perante a Umbanda e o Astral Superior, pois só assim ele sairá da condição de simples praticante, aquele que tem a Umbanda como um fenômeno de incorporação apenas, para uma a condição de um Ser religioso, ou seja um Sacerdote. Quando menciono a palavra Sacerdote, não me refiro aquele diploma que ficará pendurado na parede, mas sim aquele poder de cura que somente pessoas com auto-equilíbrio e total esclarecimento consegue ter e expressar ao próximo. Sacerdote é aquele que tem o dom de ensinar, que toca no coração das pessoas, ensinando coisas mesmo, quando não quer dizer nada. Sacerdote é aquele que traz o dom do Astral Superior e que tem a humildade na alma. Mas, não uma humildade de inferioridade, mas de misericordia.

Em Umbanda-Astrologica, observamos a posição de Netuno, por casa e por signo, os aspectos formados por ele como tambem a influencia através da Trindade e da relação dele com a casa 8 do Horoscopo. Mas, há muitos tipos de mestre e cada caso é um caso.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

sábado, 18 de dezembro de 2010

As Vibraçoes Astrais - Revelando os orixás


Signos Zodiacais & Vibrações Originais
O Signo é definido pelo trânsito do Sol numa casa Zodiacal por um período aproximado de trinta dias. Portanto, o Signo do indivíduo é identificado pela sua data de nascimento. SIGNO PERÍODO VIBRAÇÃO ORIGINAL Áries 21/03 a 20/04 Ogum. Touro 21/04 a 21/05 Oxossi. Gêmeos 22/05 a 21/06 Yori. Câncer 22/06 a 23/07 Yemanjá. Leão 24/07 a 23/08 Orixalá. Virgem 24/08 a 21/09 Yori. Libra 22/09 a 23/10 Oxossi. Escorpião 24/10 a 23/11 Ogum. Sagitário 24/11 a 22/12 Xangô. Capricórnio 23/12 a 21/01 Yorimá. Aquário 22/01 a 19/02 Yorimá. Peixes 20/02 a 20/03 Xangô.

O que determina o signo de uma pessoa, é o trânsito do Sol na casa zodiacal. Recomenda-se aos nativos dos dias limites dos signos, apurarem através de estudo astrológico, o horário de entrada do Sol na casa zodiacal, pois podem ocorrer pequenas variações. Por exemplo, um indivíduo que nasceu às 23:00 horas do dia 20 de março de 2003, não é do Signo de Peixes e sim, de Áries, pois o trânsito do Sol em Áries começou a partir das 22:00 do dia 20 de março.(Lembro no entanto, que essas são as 7 vibrações originais, mas que em relação a orixas existe algumas variações as quais vou explicar no meu livro). Ou seja, orixas, como Oxumaré, Nanã e Iroko, que nao sao citados, mas, que trabalham tambem, por estes sete raios dependendo da configuraçao.

Oxumaré pode se revelar em qualquer um dos signos de Ar em especial Libra, mas, pode ser encontrado também no signo de Escorpião e até mesmo Aries ou Virgem, signos do Yod Cosmico.

Assim tambem como Oxum pode ser encontrada em Libra, Gêmeos e depende muito das posições da Lua e de Vênus. No entanto o certo é olharmos as configurações gerais, elementos, posições, casas e somar tudo para chegarmos a conclusão certa do Odú mais provavel.

Carlinhos Lima - Astrologo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O poder feminino no Tarô

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Com as sucessivas invasões dos povos indo-europeus, e os hiéros gámos (uniões sagradas) entre seus deuses e a divindade suprema do matriarcado, surgiu o que pode ser chamado de departamentalização do feminino. Hera, o poder, está associada às palavras-chave imperatriz, regente, esposa, tradição, casamento, companheirismo, moralidade e matriarca.

Atená, a civilização, se relaciona com educação, cidade, cultura, carreira, profissão, competição e intelectualidade, sendo também a filha obsequiosa ou rebelde. Deméter, a mãe, por sua vez é o corpo como receptáculo, a senhora das plantas, a mãe-terra, tendo também como palavras-chave menstruação, gravidez, geração, amamentação, acalento e fertilidade.

Ártemis, a natureza, é a amazona, a xamanista, a caçadora, a amante dos ermos, a senhora das feras e a aventureira. Perséfone, o mundo avernal, assume os atributos da guia interior, ou seja, aquela que possui clarividência, poder psíquico e de cura, visões, sonhos, mediunidade, pureza, além da regência sobre o oculto, a morte e a transformação. E finalmente Afrodite, o eros, que carrega consigo a sexualidade, a sensualidade, o romance, a beleza e a paixão. Para ela o corpo é sagrado, sendo além da hetaira (a concubina), a patrocinadora das artes e a rainha dos salões.

Esta relação pode e deve ser aplicada ao Tarot, no qual estão contidos tais arquétipos. Em se fazendo isto, o entendimento das referidas cartas torna-se muito fácil, proporcionando ao profissional ou estudante uma abertura de horizontes sem precedentes.

A Imperatriz, por exemplo, abrange em si as características de três deusas, sendo com isso a que mais se aproxima do arquétipo Grande Mãe. No "Tarô Mitológico", de Liz Greene e Juliet Sharman-Burke, ela é Deméter, a terra cultivada. Sendo assim, aparece grávida e colhendo espigas maduras de trigo. Waite, no seu polêmico porém brilhante baralho, associa o Arcano III à deusa latina Vênus (que possui os mesmos atributos de Afrodite) no qual a mesma se encontra confortavelmente esparramada em grandes almofadas, em meio a uma luxuriante paisagem (o glifo do planeta Vênus está gravado no escudo a seu lado, atestando tal relação). A Imperatriz, contudo, também traz o arquétipo esposa, ou seja, a deusa Hera, já que é a companheira do Imperador.

Sacerdotisa, A Lua e A Estrela estão relacionadas à Perséfone, a senhora das profundezas (no Arcano II do "Tarô Mitológico", a esposa de Plutão desce as escadas do mundo avernal), que além de conhecer o lado sombrio e oculto do ser, permanece pura tal qual o Arcano XVII. A chave da associação entre A Estrela e Perséfone está no fato dessa divindade atuar como ponte entre o Hades e a Terra, pois é a semente que morre e renasce. Com isso, a deusa incute nos homens a esperança e a fé na continuidade, através das sucessivas reencarnações representadas pelos ciclos da vegetação (essa idéia tornou-se o tema central da religião d'Os Mistérios de Elêusis, que por sua vez acabou por originar a teoria reencarnacionista).

A Justiça é sem sombra de dúvidas Palas Atená, a deusa racional, nascida das meninges de Zeus (a espada e a balança, símbolos da mente, confirmam com segurança esta associação), como pode ser visto, mais uma vez, no Tarô Mitológico. A filha do senhor do Olimpo é a divindade das pólis, atuando como mediadora e estrategista.

Por fim, A Força evoca Ártemis, a senhora das feras. Crowley, no seu Tarot de Thoth representa este arquétipo através de uma figura feminina (a mulher escarlate do Apocalipse para alguns) cavalgando um leão que possui inúmeras faces e uma serpente como cauda. A referida personagem também segura um cálice (o Graal) do qual saem energias tanto prolíficas quanto aniquiladoras. Provavelmente o grande mago se inspirou numa miniatura hindu do século XVII ou XVIII, intitulada "Deusa sobre Leão Cósmico", já que os mesmos símbolos estão na referida carta. Em sua grande maioria, os Tarots apresentam no Arcano XI (ou VIII), uma jovem dominando um leão. O controle sobre o animal, o lado instintivo do ser, representa a antiga característica da Grande Mãe que está associado tanto ao ato de criar quanto ao ato de destruir. Esta lâmina, portanto, nos conecta também a outras deusas lunares com os mesmos atributos da irmã de Apolo, tais como Lilith, Káli e Diana, só para citar algumas.

Não se pode, no entanto, deixar de mencionar A Temperança. Esse arquétipo, representado por um anjo na maioria dos baralhos, surge nos Tarots de Crowley e da Golden Dawn como uma mulher. Tal fato estaria ligado à letra hebraica associada ao Arcano: Samekh, que significa esteio, ou seja, proteção, útero (que no Tarot de Thoth é o caldeirão no qual a figura lança o fogo e a água, ou ainda, o espermatozóide e o óvulo). Essa idéia, portanto, nos atira mais uma vez em direção à Grande Mãe. O lado Ártemis também se encontra na lâmina, pois à mesma foi relacionado o signo de Sagitário (Ártemis é a deusa da caça, portanto exímia arqueira).

Toda mulher possui esses arquétipos inseridos em sua psique, sendo que um deles (ou mais de um) pode estar evidenciado, ao mesmo tempo em que outro (ou outros) está reprimido. Enfim, as situações são inúmeras, dependendo da pessoa. Cada um desses modelos-padrão pode também se constelar à medida em que a mesma evolui ao longo da vida. A mulher, portanto, deve procurar se conscientizar do arquétipo ou arquétipos que são vivenciados a nível exterior, e os que possam estar inconscientes ou mal resolvidos, afim de uma maior integração consigo mesma e com a própria vida. O mesmo vale para o homem no que diz respeito à companheira ideal, ou melhor, à anima.

Se o ser humano aprender a controlar esse poder de todo simbolismo do tarô, ele será capaz de controlar grandes energias, psiquicas e grandes disturbios seriam dissipados. Muitos sentem bloqueios, por não ter noção do poder que tem. Além do mais, as pessoas, teimam em aceitar que varios arquetipos não vibram dentro delas. Só que existe sim, e tem arquetipos bons e ruins, falsos e verdadeiros. Assim nossa evolução passa pela busca de seleção desses arquetipos. Quem consegue isso, terá em mãos grande poder. Você que tem a sede de conhecimento, comece investigando seu proprio Eu. Porque dominando o microcosmo, poderemos nos harmonizar melhor com o Macrocosmo, mais facilmente.
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Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Libertando-se dos desejos com as Leis

Se focalizarmos o sexo no tarô não encontramos boas discrições dos Arcanos quando se trata exclusivamente do ato sexual. Vemos que ele só vira positivamente, quando gerado do sentimento pleno do amor, pois é isso que nos mostra o Arcano 19, que é luz e sentimento puro entre duas pessoas. Mostrando que o julgamento vindo de um sentimento iluminado e verdadeiro mostrado pelo Arcano 20 revelará a plenitude do prazer, do extasi e da felicidade do Arcano 21.

No entanto, se o ser foca apenas no sexo, no uso e abuso simples do ato, como regalia e prazer carnal, como mostrado no Arcano 15, podemos observar que o contexto é de prisão, escravidão moral com queda espiritual. Vemos que o arcano que seue, mostra incisivamente, o poder de Deus punindo aqueles quem do uso e abuso dos desejos, e que se entregaram sem medo a luxuria! Outra coisa a se observar é que o ser atinge o Arcano 15, ao ultrapassar o degrau 14 e passa a não exercer a temperança e prudencia necessaria em seus atos.

No entanto não poderemos aqui recriminar o sexo ou te-lo apenas como prisão espiritual que leva a decadencia da alma. Afinal é através dele que todos nós viemos a vida! Na verdade o que temos é que assimila-lo com toda a sua força vital e não com sua força repulsiva ou nociva. Veja que o Diabo tem em suas coleiras aqueles que não se importam com a presença do diabo, que não ligam de mostrar seus corpos nús e que não tem mais nenhum resquicio de descencia espiritual.

Veja que tudo isso é gerado pela indecisão, é por isso que a incredulidade, desobediencia e falta de fé em Deus e amor proprio, deixa a alma vulneravel, as tentações malignas e prisões carmicas. Isso porque a essencia desse arcano 1+5=6 vem de uma força empirica de indecisão duvidas morais e falta de estabilidade espiritual.

Mas, se esturdamos a fundo, vamos perceber que desmenbrando esse arcano veremos que ele é formado, pelo Arcano 5 e o Arcano 1, portanto tem muita energia espiritual empregada, sendo justamente por isso que o Diabo quer domina-la. Desviando as pessoas da força magica contida no Arcano 1 e da força espiritual contida no Arcano 5.

Para conseguir isso o Diabo, passa a instingar a desobediencia as Leis dos Antigos Ancestrais, as quais são os pilares do nosso desenvolvimento espiritual. Tambem tenta simplicar tudo, lançando incredulidade, nos ritos sagrados, distorcendo as Santas Leis, para que o homem nunca busca apoio das Forças Hierarquicas e se desprenda cada vez mais do seu elo com a Mãe Natureza.

Vemos que o Arcano 1, mostra toda a trajetoria de Cristo na Terra, e tambem apoiado pelo Arcano 5, vemos que ele mostrou obediencia as Leis tanto, dos Ascestrais como dos Profetas. No estagio do Arcano 1, o Mestre Jesus (Yoshua), sempre usou da Ritualistica Sagrada, não só pelos seus varios e maravilhosos milagres, mas tambem pelos ensinamentos que nos deixou. A Ceia que é hoje reproduzida na missa por exemplo, é um rito lindo e maravilhoso.

Mas, para absorver tudo isso temos que nos livrar do Arcano Zero que nasce latente em nossa alma, e é que primeiro domina nossa natureza logo no estagio de infantilidade. Para compreender isso temos que saber ouvir os Mestres, os amigos e os Sagrados Ensinamentos. E assim saberemos que as vezes recuar é tambem coragem, e não só atacar pelo que queremos, mas esperar que o Cosmos nos mostre as vezes, qual é o melhor caminho. O proprio Arcano Zero nos mostra isso em sua simbologia, pois tem em seu Naipe, um Louco se lança em uma aventura, mas logo atraz dele, um cachorro amigo, puxando em sua calça alertando pra que ele não va se arriscar nesse caminho perigoso. Quem tem ouvidos ouça!

Luz na Mente e Paz no Espirito a todos! Namaste!

Carlos Lima - Tarologo e Astrologo.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Caboclos: Os guerreiros da Umbanda



A palavra caboclo, vem do tupi kareuóka, que significa da cor de cobre; acobreado. Espírito que se apresenta de forma forte, com voz vibrante e traz as forças da natureza e a sabedoria para o uso das ervas. A marca mais característica da Umbanda, uma religião surgida no Brasil no final do século XIX e início do século XX, é a manifestação de entidades espirituais, por meio da mediunidade de incorporação. Os primeiros espíritos a “baixar” nos terreiros de Umbanda foram aqueles conhecidos como Caboclos e Pretos-velhos, a seguir surgiram outras formas de apresentação como as Crianças, conhecidas, variadamente, como Erês, Cosme e Damião, Dois-dois, Candengos, Ibejis ou Yori.

Essas três formas, Crianças, Caboclos e Pretos-velhos, podem ser consideradas as principais porque resumem vários símbolos: representam, por exemplo, as raças formadoras do povo brasileiro - indígenas, negros e brancos europeus - e também representam as três fases da vida - a criança, o adulto e o velho - mostrando a dialética da existência. Além disso, trazem valores arquetipais de Pureza e Alegria na Criança; Simplicidade e Fortaleza no Caboclo e a Sabedoria e Humildade dos Pretos-velhos, mostrando o caminho para a evolução espiritual dos sentimentos, do corpo físico e da mente. Com a expansão da Umbanda, muitas entidades apareceram, como os Baianos, Boiadeiros, Marinheiros e outras, sem falar de Exu, outro grande ícone umbandista.

Existem variações no entendimento que os umbandistas têm sobre o que sejam os caboclos. As variações são próprias do movimento umbandista, notavelmente plural, mas há consenso na Umbanda, no fato de que os Caboclos são espíritos de humanos que já viveram encarnados no plano físico e são, portanto, nossos ancestrais. É interessante notar que em alguns cultos afro-brasileiros, os caboclos são considerados “encantados” e se relacionam com os espíri­tos da natureza, recebendo nomes de animais, plantas ou outros elementos naturais. Essa percepção se aproxima das lendas indígenas que narram um tempo em que os animais falavam e viviam em comunhão com os homens, podendo um se transformar no outro.

A palavra caboclo vem do tupi kariuóka, que significa da cor de cobre; acobreado. A partir daí vem a relação com os índios brasileiros, de tez avermelhada. Assim, a palavra caboclo passou a designar aquilo que é próprio de bugre, do indígena brasileiro de cor acobreada. Posteriormente surgiu a noção de caboclo como mestiço de branco com índio, o sertanejo. Dada essa relação dos caboclos com os indígenas - nos terreiros de Umbanda é dessa forma que se manifestam -, e aproximando esse fato ao Orixá Oxossi, que em África é cultuado como Odé, o caçador, o Senhor das Florestas, conhecedor dos segredos das matas e dos animais que lá vivem, diz-se que os Caboclos que baixam na Umbanda são espíritos ligados a Oxossi.

Muitos entendem que somente esses são caboclos e que as entidades da vibração de Ogum, Xangô, Yemanjá e Oxalá não seriam, propriamente, caboclos. No entanto, há caboclos da praia, do mar e das ondas, das pedreiras, das cachoeiras, dos rios etc., cujos elementos se associam mais aos outros Orixás que a Oxossi.

Outra maneira de se interpretar as entidades de Caboclo, é como espíritos que se apresentam na forma de adultos, com uma postura forte, de voz vibrante, que trazem as forças da natureza, manipulando essas energias para trabalhar nas questões de saúde, vitalidade e no corte de correntes espirituais negativas. Seu linguajar pode se assemelhar ao dos indígenas, paramen­tados ou não com cocares, arcos e flechas, machadinha e espadas. Aqui estamos entendendo os Caboclos de maneira mais ampla, como símbolo de fortaleza, do vigor da fase adulta, existindo caboclos de Oxossi, Xangô, Ogum e mesmo aquelas entidades ligadas aos orixás femininos, como Yemanjá, Oxum, Yansã. É claro que essas últimas entidades não vêm como índias, mas com uma forma tipicamente relacionada aos seus atributos. Todavia, são entidades que se apresentam como adultos.

Mas, podemos dizer que todas as entidades de Umbanda, especialmente as Crianças, Caboclos e Pretos-Velhos, são espíritos ancestrais que estão ligados, cada um, a um Orixá. Assim, as crianças trazem a vibração dos Orixás Ibeji, conhecidos na Umbanda Esotérica como Yori; os Pretos-velhos vêm sob as vibrações dos Orixás Obaluaiê, Nana Burukum ou Yorimá e os Caboclos podem ser de Oxossi, Xangô, Ogum etc. Também é preciso falar que existem os chamados cruzamentos vibratórios em que uma entidade de Ogum, por exemplo, pode trazer também as forças de outro orixá, como Ogum Yara que além das forças de Ogum, movimenta também as forças dos Orixás das águas, como Yemanjá, Oxum etc. Este é um dos nomes pelo qual é conhecida a Umbanda.

O que realmente quer dizer essa luz velada, da qual a Umbanda é senhora? Tratando-se de um Movimento Espiritualista Cristão, a Umbanda é um dos meios pelos quais a Espiritualidade Superior toca seus clarins, conclamando a humanidade para a volta a Luz. Se essa Luz ainda está velada, é função do Movimento Umbandista, como um dos agentes da Misericórdia de Deus, pela ação dos abnegados Instrutores Espirituais, torná-la conhecida e brilhante, atingindo a todos aqueles que dele se acercam. Os estudiosos do assunto dizem que Umbanda é um vocábulo oriundo do termo abanheenga (a mais antiga língua falada no Brasil) “AUMBANDAM”, que significa: “o conjunto das Leis Divinas”.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A Revolução Solar e partes arabicas

Na Astrologia a Revolução Solar uma extensão do mapa natal, que nos ajuda a separar o que aconteceu de importante em um ano específico da vida da pessoa, com a progressão podemos achar a época provável e na revolução nos ajudar a confirmar e dar detalhes do evento no ano. Ao fazer a revolução de um ano olhamos suas determinações como um mapa comum, assim consideramos os lotes da revolução como estão e também o estado dos significadores, um sol, júpiter ou saturno aflito e na casa oito da própria revolução geralmente indica algum problema com o pai.

O lote da fortuna ocupa sempre uma posição especial em relação ao evento mais importante, então se está em conjunção ou aspecto a algum planeta, com significador de mãe ou estiver na casa dez, terá algo especial a dizer sobre a mãe no ano, também considere o grau do ascendente e seus aspectos.

Assim se a lua ou outro ponto na revolução se encontra no mesmo grau que o lote da mãe no mapa radical, terá algo relacionado à mãe no ano, dê sempre muita importância aos lotes são de grande ajuda, não se engane com os lotes, olhe do que é composto um lote, pois o lote que alguns chamam de sucesso que é uma combinação de júpiter e o lote do espírito pode ser perigoso se o regente da oito for júpiter.

Depois que verificamos a configuração geral guardamos os graus dos planetas e dos lotes com relação ao tema que achamos importante no ano, vamos ao mapa radical e conferimos o que fazem aspecto com algum ponto relacionado ao que procuramos no mapa radical em uma orbe de 3 graus para cada lado do ponto.

Observando a revolução, tambem podemos ter uma noção maior da ação das vibrações e raios dos orixás sobre nós em cada ano.

De olho nos planetas retrogrados

Jupiter R - dificuldade de expandir-se, pouco desenvolvimento, desperdiça a vida. Dá importância demasiada à sua situação social ou liga-se a filosofias pré-conceituosas. Deve usar o que aprendeu, pois conhece o melhor e o pior da sociedade. Pode representar dificuldades tanto com a Vibração de Xangô, como tambem, Iansã ou Iemanjá. Dependerá de qual signo, casa e aspectos o envolvem.

Urano R - Mau uso da mente superior. Dificuldade de fazer mudanças, acha-se aprisionado por circunstâncias. Se mudar, será como tirar um peso dos ombros. Significa a necessidade de reajustes nas linhas de Oxumaré, Obá, Iansã, Ogum e até Oxalá, depende de onde ele estiver, ou seja, signo, casa e aspectos.

Netuno R - Fantasia para evitar problemas, ou usa escapismos diversos: álcool, drogas, eroticismo... Pensamento negativo, sujeito a condições precárias, estranhas, ilusões. Deve aceitar realidade e não buscar só o maravilhoso; desenvolver a espiritualidade de forma construtiva e não envolver-se com pseudo-espiritualidade. Obsessão. Evitar a Magia Negra. Se refere a linha de Xangô, Iemanjá, Iansã, Oxum ou Oxalá, a configuração geral deve ser olhada.

Plutão R - Precisa crescer, pois há risco de regredir. Sente-se abusado ou achaque o mundo lhe deve algo. Indigna-se. Sua grande fonte é o seu próprio poder, no qual deve confiar e não usar mal. Recursos interiores. Se refere a carencias na linha de Nanã, Omulú, Ogum, Iemanjá e até Exu.

Agora... é pensar... que efeitos têm esses planetas nas casas onde se encontram no Mapa, "cármicamente" falando, seria como tentar resolver uma situação inacabada... A energia do planeta é a mesma, mas experienciada diferente. Então, o signo do planeta retrógrado, esotéricamente falando, indica a maneira como a pessoa vem repetindo experiências de vida... Então a Casa onde está esse planeta RETROGRADO indica as circunstâncias em que a pessoa está vivenciando uma situação semelhante de acordo com a natureza do planeta...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Astrologia e heranças ancestrais



Ao analisarmos a Astrologia Genética descobrimos uma somatória dos nossos ancestrais, e identificamos que "herdamos" traços planetários deles... Sabendo que em Astrologia Cármica a posição do ascendente é importante, pois, podemos detectar se na época do nosso nascimento nossos Pais estariam bem ou mal.

Fiz a comparação é muito boa da posição dos astros no nascimento com a fase de vida dos pais na época é só investigar com eles. Pelo que descobri astrológicamente, apesar minha mãe durante a gravidez passou por uma fase dificil, como mostra meu mapa realmente.

A maioria dos antigos consideravam a casa 4 para os pais, mas é um tema complicado visto que neste eixo 4/10 pode afetar os dois pais, visto o significado acidental entre as casa. Alguns modernos tendem a usar o pais dominante ou mais presente para a casa 10 que diz ser o que dá referência a sua vida social, assim costuma atribuir a mãe para esta casa já que costuma ficar mais tempo com o filho.

Lilly dizia que a mãe primeiro é significadora da 10 casa, segundo o senhor da casa 10, terceiro vênus em uma natividade diurna, e a lua em uma noturna, quarto um planeta ou mais na 10 casa, embora, Lilly esteja falando sobre cartas natais, os mesmos domicílios podem ser aplicado nas horárias.
Para o significador de pai Lilly considerava primeiro a casa 4, segundo o senhor dela, terceiro o sol e mapa diurno , saturno no noturno e quarto o planeta ou os planetas na 4 são considerados.

A IV pode representar um e outro dos 2 pais. Se a IV estiver numa dignidade (domicílio, exaltação, triplicidade) do Sol, ela descreverá o pai se este signo for masculino e se estiver numa dignidade da Lua, descreverá a mãe se o signo for feminino. Mas alguns autores franceses da época do declínio da astrologia tradicional (fim do século XVII-começo do XVIII) diziam para a mãe: nunca deixar de olhar a Lua que seja em diurno ou em noturno.

Eu aprendi que, em mapas nocturnos (sol abaixo da linha do horizonte), a mãe é a Lua e o regente da casa X e o pai Saturno e o regente da casa IV.
Em mapa diurno (sol na parte superior do mapa), a mãe continua a ser o regente da X e Vênus, o pai o regente da IV e o Sol.

Yuzuru acrescenta:
“O método que aprendi de delineação com o Steven Birchfield é que todas essas considerações devem ser tomadas, mas nunca em separado, para achar o significador.
Por exemplo, uma carta noturna, saturno é regente natural, mas sol está na quarta casa, provavelmente sol é o significador do pai.
Mas, saturno recebe a disposição do sol, tendo algum tipo de regência sobre a quarta, por exemplo, triplicidade, e agora provavelmente é saturno o real significador da quarta.”.

Também é importante ver a relação dele com o ascendente para Ptolomeu, mas também podemos considerar o mc, alguns também observar se o significador está em aversão a um destes pontos assim os exclui como significador.

Já Ptolomeu dizia olhe para o sol se a natividade é diurna. Se aspectar o ascendente(aspecto por signo) e se o Sol não aspectar o ascendente, mas saturno o faz, mas se este também não aspectar o ascendente então é o fundo do céu.(casa4)

Resumindo tenha tudo isso em mente e analise o mapa se tiver referência de alguma época que um dos pais esteve mal veja se não há direções de um maléfico aos significadores o lote do pai e da mãe também é muito eficaz, assim uma conjunção de marte progredido ao grau do lote do pai seria uma possível problema com ele.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Pedras atribuidas aos signos e aos astros segundo Papus:


- Sardônica
- Cornalina
- Topázio
- Calcedônia
- Jaspe
- Esmeralda
- Berilo
- Ametista
- Jacinto
- Crisopraso
- Cristal
- Safira

- Pedra-imã
- Safira, berilo
- Ametista, diamante, jaspe
- Carbúnculo, crisólito
- Esmeralda, ágata
- Cristal, pérolas, coral branco

O poder da Lua de Touro



A cada Lua Nova começa um ciclo de experiências para a Terra com as experiências e vivencias do signo no qual ocorre o evento cósmico. Nesta fase a Lua não é visível, e o poder solar predomina. Acredito ser a Lua Nova a catalisadora dos poderes solares inerentes a cada signo emergirem com toda força e influencia sobre os eventos pessoais e mundiais. A evidencia do Sol num signo se manifesta então plenamente. Os efeitos mais fortes de cada lunação tem seu ápice no prazo de 7 dias , sendo o ápice o dia da conjunção Sol /Lua no mesmo grau .

E a mais linda lunação do zodíaco para toda a humanidade, pois a lunação de Touro fala de amor e bens. Touro, o feminino signo de terra, regido por Venus, governa o prazer, a beleza, o amor, a sensualidade e todos os bens materiais. É a Venus do elemento terra, o corpo enlaçando outro corpo, o conforto, abundancia, a preferência pelas coisas naturais. Colher a fruta no pomar e saborear... Touro é a casa 2 do mapa astral , significando todos os bens que possuímos , sendo nosso corpo em primeiro lugar.

Esta Lua Nova em Touro traz avidez, desejo, e também muita insatisfação e desgosto caso não seja possível suprir e alimentar nossa ânsia visceral. É o corpo exigindo gratificação, é a malvadeza da carne... Estamos falando do amor na vida física.

Ela nos obrigará a usar poder mental para adquirirmos a satisfação dos desejos ou a constatação da impossibilidade destes se forem irreais ou acima da capacidade ou recursos disponíveis. Deveremos raciocinar para atender aos instintos.

Sol&Lua em Touro , e Venus , regente da lunação em uma posição de poder, é muito positivo. A busca do paraíso perdido... A passiva, yin Venus deverá tomar atitudes desta vez, fazer opções e descartar o resto, antes que a vida disto se encarregue. Ao estarmos sob forte domínio do elemento terra no céu, além da lunação é bom obsrvar Saturno e a Triplicidade de Terra como um todo. O céu pedindo para nos atermos as necessidades, não o pensar que se pode tudo. A mente se torna gesto , e este alcança a matéria.

A Lua se exalta no signo de Touro. Porque a Lua fertiliza a Terra. Lua e Venus são indicadores de fertilidade e gestação. E a poderosa Cabocla Jurema auxiliando o ser humano. E no signo de Escorpião, a polaridade, a Lua está em queda. Estes são termos da antiga astrologia criada no hemisfério norte, numa época na qual a vida, a alimentação estava sujeita unicamente aos eventos climáticos das estações da Natureza. Vivia-se completamente à mercê da Natureza.
Ora, fica claro o porquê disso, pois no Norte a estação agora é primavera, quando podiam suprir e armazenar para os rigores do inverno. E lá o outono tem seu auge no signo de Escorpião. Não havia mais luz e calor para fertilizar a terra, por isso se diz que a Lua está em queda em Escorpião.

Mas a Lua Cheia de Touro se dá no signo de Escorpião. Interessante não? Esta Lua Cheia com toda a força solar contida nela, deixa então cair sobre os bons semeadores no senso lato, ou seja, aqueles que souberam após colher, semear o alimento necessário ao seu biotipo, recebem então da Lua a queda das bênçãos dos esforços produzidos com a totalidade de seus seres; corpo, mente, emoções, recursos.

Escorpião é o signo do zodíaco da casa 8 , a casa que une os bens em comum de um casal ou grupo atuando lealmente para o bem e expansão geral , ou então nada da prodigalidade quando se chega a casa 9 governada por Júpiter, este dá somente o que foi cultivado e cultuado pelos participantes num projeto visando melhoras para todos.

Se Plutão brecar , Júpiter não tem nada, aliás Hades/Plutão é o único deus o qual Zeus/Júpiter se submete quietinho... Sem trovões... Júpiter manda no céu, mas na terra o poder é de Plutão. Por isso Venus brinca quando está com Júpiter, e treme de medo, mas se entrega sem chances de recusa a Plutão.

A Lua Cheia de Touro é considerada sagrada por vários povos. Este é o momento que Plutão concede abrir seus portões para deixar passar o ouro. Ouro espiritual o qual depende do nosso uso transmutá-lo em material. E se a Lua Nova de Touro é Cabocla Jurema, a Lua cheia é Ossaim ou conforme as configurações de movimentos e mutabilidade em ação Oxumaré.

A festa do Wesak acontece todos os anos no dia da Lua Cheia de Touro, que o Budha traz a benção divina do shambala do Cristo , a qual religa a humanidade à esta hierarquia . Uma antiga tradição relata que Budha tomou sua decisão , graças a uma experiencia extraordinária , de deixar uma vez por ano seu alto local de atuação para retornar a Terra e abençoar-nos.

A cerimonia existe num pequeno vale do Tibet além Himalaia . O vale é fechado por 3 lados c/ altas montanhas e a linha de saída se abre unicamente ao nordeste por uma estreita abertura .
Assim temos como uma garrafa com o gargalo voltado p/ o nordeste. O sul é a parte mais larga . Sobre o solo deste vale sem árvores ou arbustos, onde só cresce erva selvagem, se reúnem os peregrinos , os homens santos , e lamas , q vão se acomodando na parte mais larga.

A parte nordeste , mais estreita , é deixada livre para o grupo de entidades mais elevadas , são os guardiães terrestres dos Planos Divinos para o planeta e os homens . são os Mestres da Sabedoria. Estes sábios são os mais importantes desta festa. eles se instalam seguindo a ordem de desenvolvimento espiritual de suas hierarquias iniciáticas , e se preparam para o grande ato de serviço .

No cimo , diante de uma grande pedra plana, o rosto voltado para o norte , ficam as entidades mais elevadas , que são chamadas pelos mais jovens de Os 3 Grandes Senhores. No meio fica o Cristo , a sua direita manu , o Senhor das formas vivas , a esquerda Mahacohan , o Senhor da 1° civilização .

Sobre a pedra plana há uma grande vasilha alongada cheia de água . Atrás do grupo dos mestres sábios , adeptos ,iniciados e antigos colaboradoes do Plano Divino , ficam os jovens do mundo , estudantes de diferentes níveis e domínios , q constituem o Novo grupo de Servidores do Mundo de hoje . Eles podem estar presentes fisicamente ou apenas seus corpos sutis ...

A hora da Lua Cheia se aproximando , o silencio se instaura no grupo . Todos os olhares se dirigem ao nordeste, rituais são efetuados , e mestres e jovens formam com seus corpos posições simbólicas sobre o solo de figuras geométricas significativas . A estrela de 5 pontas com o Cristo ao cimo (quintil) , um triangulo como Cristo ao zênite , (trígono) , uma cruz (a grande cruz) , e outras , com profundo e poderoso significado. Frases e mantras esotéricos são entoados...

Coboclos na Umbanda Astrológica, importantes pra evolução da alma

Tanto os Tamaí como os Cabocos de Frente, são considerados Cabocos de Pena, ou seja sábios ameríndios iluminados, condição simbolizada pelo cocar que ostentam, representando o Carama (Chacra) Coronal iluminado). O Caboco de Frente – São guerreiros chefes de aldeias e tribos (Raios) que só se manifesta raramente. Tamaí - Sábio indígena que chamamos simplesmente de Caboco; O Índio – Também chamado de Caboco Pessoal, termos que se referem as sub-personalidades, que são resquícios de nossas encarnações indígenas anteriores; mas, alerto aqui que não somente indios, e sim caboclos de todas as raças.

Todos os Caboclos, com exceções dos Caboclos de Frente, os Chefes de Tribo, se manifestam em sessões mediúnicas. Esses últimos, manifestam-se apenas quando há missões de grande importância a ser cumprida.

Os Caboclos elevados, não são eguns, ou seja, não são mortos como são considerados por alguns praticantes de cultos afro-brasileiros, isso porque mesmo depois de desencarnados eles continuam a viver no Reino da Mata. Eles, os Cabocos, são nossos ancestrais nativos que devido à grandes esforços pessoais alcançaram um outro estado de existência, ainda em vida e ao desencarnarem continuaram a viver na condição de Encantado.

Os Caboclos são espíritos ancestrais encantados que atuam sempre sobre as ordens dos Deuses Nativos (os Anderus), cujo Raio, ou tônica trabalham. Por isso mesmo, se diz num ponto cantado de Umbanda, “... na sua aldeia ele é caboclo, é Rompe-mato e seu mano Arranca-toco, na sua aldeia lá na Jurema, não se faz nada sem ordem suprema”.

Eles nos trazem as forças da natureza e a sabedoria para o uso das ervas na cura de doenças, na Abertura dos Caminhos e no combate dos males provocados por nossos inimigos. Posteriormente os africanos reproduziram o mesmo processo que aprenderam com os nativos em relação a religião dos europeus, relacionando também seus Orixás, aos santos do catolicismo. Foi esse processo de sincretismo, que séculos mais tarde deu origem a Umbanda. Porém, aqui em nosso país, por ação dos nossos índios, essa religião sincrética que cultua os deuses, os ancestrais e os espíritos da natureza surgiu e se desenvolveu, desde o seu início sob a égide dos Caboclos.

Os Caboclos estavam subordinados aos Deuses Nativos (os Deuses Anderus) e como esses Deuses foram substituídos na Umbanda pelos Orixás, alguns inadvertidamente além de afirmar que os Caboclos são espíritos de mortos (eguns), afirmam também que eles estão submetidos aos Orixás. E assim sabemos do conceito de hierarquia religiosa, onde as entidades nativas estão submetidas aos Orixás Cosmicos.

Os Cabocos não são deuses como os Anderus, porém eles são seus mensageiros. Eles são espíritos que encontram-se numa condição de existência especial conhecida como Encantada de antigos índios guerreiros, que habitaram o território brasileiro, cuja bravura e o conhecimento da mata os tornaram guardiões da natureza e protetores dos habitantes de nossa terra. Eles são nossos ancestrais sagrado, não são de maneira nenhum espíritos de mortos, eguns, ou kama-rupas, pois como já disse estão desencarnados mas não mortos.

Como já expliquei, as entidades do Reino da Mata, que nos interessam no momento, são de três tipos; primeiro os guias Chefes de Tribo, chamados Cabocos de Frente, depois os Espíritos de índios no processo de caboclização (santificação), considerados Tamaí (sábios), que se iluminaram antes de morrer e conseguiram cristalizar suas consciências, o que lhes permitiu superar o processo de morte e prolongar sua existência para além do limites biológicos. Seja um Caboco de Frente, ou um Tamaí, o Caboco esta desencarnado, mas não esta morto.

As principais características dos Caboclos são sua bravura, coragem e conhecimento da mata, eles dão consultas, conselhos e orientações, trabalham principalmente com raízes, ervas e folhagens, chás, poções, banhos e ungüentos, curas dos males do corpo, utilizam os recursos das matas e seus vastos segredos para combater feitiços e curar doenças naturais e não naturais.

Depois das duas categorias de habitantes do Astral, temos as sub personalidades do próprio médium, resíduos não equilibrados de suas Encarnações Passadas. Estes últimos, quando se manifestam, assumindo o controle da consciência do médium são tratadas em algumas sessões espíritas erroneamente como entidades distintas.

São estes elementos armazenados é que promovem a maioria dos efeitos de “incorporação” que ocorrem em muitos terreiros. É interessante notar que um tibetano, ou um hindu, ou mesmo um chinês que nunca teve encarnações na América pré-colombiana, não incorpora um Caboclo, ou algum outro antepassado ameríndio, essa é uma prerrogativa dos brasileiros e de outros sul americanos que aqui já viveram em encarnações pretéritas. Isso acontece, porque geralmente os Caboclos que incorporam são na realidade sub personalidades de outras vidas pertencentes ao próprio médium, aspectos de suas vidas passadas que ainda não estão integrados à sua consciência atual.

A referida recordação das muitas vidas citada por Krisnha, diz respeito a esse antigo iluminado hindu, ter integrado as personalidades de suas vidas anteriores na sua consciência atual. Um iluminado, ou seja, um Caboco de Pena, ou um Mestre, é um ser que integrou todas as sub-personalidades de vidas passadas na sua atual consciência. E é nesse sentido que no Bhagavad Gita, texto clássico indiano, Krisnha, fala à seu discípulo Arjuna "Muitos foram os meus nascimentos no passado, e também muitos foram os teus, ó Arjuna! Eu me recordo de todos, mas tu não te recordas dos Teus, ó Terror dos inimigos.”

Quando por exemplo, o Caboclo é canalizado ou incorporada por uma pessoa, a Entidade “manifestada” geralmente não é um Chefe de Tribo, na maioria das vezes trata-se de um aspecto da psiquê do próprio médium, uma sub-personalidade de uma vida passada deste último que precisa ser harmonizada e reintegrada na consciência atual do próprio médium.

Como esta sub-personalidade vibra numa determinada freqüência, ou tônica que é regida por um Caboclo de Frente, um Guia Espiritual Nativo de muita luz, a sub-personalidade nativa, que pertenceu a pessoa em uma vida passada, apresenta-se como uma Entidades importante para evolução, informando assim que atua sob a orientação espiritual de um desses Caboclos Chefes de Tribo. Ao afirmar-se assim a sub-personalidade do médium, usa a insígnia da “Tribo” a que pertence, informando como dissemos sob qual tônica e comando esta agindo.

E um Caboclo de Frente, um Chefe de Tribo, raramente se manifesta diretamente, só o fazendo quando trata-se de uma ação realmente importante que exija sua atuação direta. Na maioria das vezes ele envia outro desencarnado nativo, um Tamaí (Sábio, iluminado, geralmente um Pajé ou um Caraíba poderoso que deixou esta vida, porém cuja consciência também não morreu) de sua “Tribo”, ou então o Chefe da Tribo (comunidade Espiritual) atua energeticamente sob a psiquê do médium, de modo que a sub-personalidade nativa do médium ligada àquele raio, desperte e se manifeste.

E o Caboclo, ele é você e você é ele, ou foi ele em uma vida passada. Ambos são apenas personalidades de um mesmo ser, de uma mesma essência espiritual em vidas diferentes. No início eles “chegam” expressando-se somente em brados, na língua nativa antiga, sem falar bem o português. Porém, eles precisam ser doutrinados, o ódio, o rancor e a revolta, tem que ser deixados de lado, eles tem que sair da Mata Escura, vir para a luz, para o convívio da Tribo Espiritual, ele tem que aprender com os Espíritos de Luz Nativos, com os Tamaí (Sábios) e Chefes de Tribo (Caboclos de Frente) a Trabalhar pela evolução de todos os seres vivos independente de suas origens étnicas, mas principalmente pela evolução e desenvolvimento do povo em meio ao qual o seu Carnal vive e se desenvolve.

Uma vez doutrinados e evoluídos esses Caboclos “guias” tem conhecimentos de ervas, raízes, terapia e magia natural que podem ser úteis se integrados a consciência atual do médium. Mas o risco que se corre é de tratar essas manifestações de nossas vidas passadas como outras pessoas, o que pode provocar sérios problemas psicológicos. Nós e nosso Cabolco, somos nós mesmos, como fomos em outras vidas.

Na os guias espirituais existem, eles são os Cabocos de Frente, Chefes Nativos de Tribo, ou de Raio, que regem as Aldeias Espirituais no Reino da Mata, sob a égide dos quais agem outros Cabocos menores, os Tamaí (Iluminados Nativos Desencarnados). Porém ambos raramente se manifestam, geralmente influenciam energeticamente o próprio médium, fazendo com que Nossos Caboclos “pessoais”, os chamados Índios (nossas sub personalidades de outras Encarnações Nativas), se manifestem nessa vida e se desenvolvam para serem integralizadas em nossa consciência. Esses últimos é com os quais temos mais contato, por um motivo simples, em nossa jornada evolutiva, temos que integrar todas as nossas vidas passadas na presente.

Todos os Tamaí (Sábios nativos iluminados), que pertencem ao Raio (Tribo) desse chefe, falam não em seus nomes individuais (também impronúnciáveis em nossa língua), mas em nome de seu chefe, assim se apresentam como Caboclo Tupynambá. Porém o mais correto seria dizer "- Eu sou um Caboclo da Tribo Tupynambá", ou simplesmente "-Eu sou um Tupynambá". Aos poucos porém quando são doutrinados, se integram a Tribo ou do Raio, que fazem parte e atuam no mundo sob as ordens do Caboclo de Frente (Chefe de Tribo), no mesmo processo hierárquico.

As sub-personalidades, fazem parte de nós, foram as personalidades que utilizamos em outras vidas e que precisam ser integradas a nossa personalidade atual.

O poder do nome esotérico



Figurações do Nome Esotérico

Figuração Mantrânica do Nome Esotérico

Torna-se evidente que as possibilidades de composição mantrânica do "Nome Esotérico" são inúmeras, dado que cada consoante pode ocupar qualquer posição de precedência e ser acoplada ou não a vogal "A", que é a única vogal indiferenciada relativa a Deidade. Assim, a sua Figuração Mantrânica poderá recair sobre aquele "Som Mantrânico", composto ou decomposto em duas ou mais partes, que após muita meditação e constante enunciação sonora de todos, despertem dentro de você as "Vibrações Místicas" que lhe sejam afins. Eis alguns exemplos, mas teste as combinações possíveis, trocando as letras.

A Figuração Mantrânica poderá ser utilizada em exercícios, tal como o estímulo dos seus chakram, sintonia com o Cosmos, busca interior, etc.

Figuração Simbólica do Nome Esotérico

A Figuração Simbólica ou Selo Astral é a expressão visual harmoniosa da Figuração Linear e é ela que nos vale quando queremos compor visualmente o "Nome Esotérico", para que dele se tenha um Símbolo visível, tal como "Selo Astral" ou "Carimbo Ritual".
Para identificar a Figuração Simbólica, é levada em consideração a transliteração e recomposição do potencial numérico utilizada para a Figuração Mantrânica do "Nome Esotérico", traduzindo o nome na grafia adamica.

Estas letras trazem a sua respectiva vibração, que numa composição adequada, elabora-se o seu "Nome Esotérico". Em resumo, o "Nome Esotérico" tem um sentido exclusivo, traduzindo a missão para a qual a pessoa veio para esta vida. Em conjunto com o seu "Mestre Exterior", caso tenha, ou com o seu "Mestre Interior", buscará e encontrará o melhor sentido. A formação do nome poderá ser simples ou composto. Com todas ou algumas letras; É adicionada a vogal "A"; E, tenha em mente, que cada letra, sílaba, palavra, trazem o seu significado, pois estão em consonância com as Vibrações Universais.
Algumas Escolas não adotam no levantamento as letras A, S, Th. Estas letras em seus nomes, elas têm de ser consideradas na onomástica. Inclusive, no levantamento, para apuração dos dados as letras em duplicidade também são consideradas. As que estão em duplicidade não são consideradas apenas na composição final da Figuração Simbólica ou Essencial.

A Figuração Essencial

É a forma que mais se ajustará à composição de "Sinais Adâmicos Riscados na Lei de Pemba" que tenham que se ajustar a outros dados, como, por exemplo, o "Talismã de Proteção Astral". Também aqui há uma conjugação e/ou coesão de valores numéricos com correlação às Letras do Alfabeto Wattan-Adâmico por processos de codificação e decodificação, de caráter oculto.

O alfabeto Adâmico

(WATTAN)

O Wattan, de tão antigo, que o seu maior estudioso, o sábio francês Saint-Yves D’Alveydre, analisando-o e decodificando-o em sua monumental obra científica "L’Archéomètre", denominou-o por Alfabeto Adâmico, tão perto o situou da Aurora da Humanidade.

VALOR

LETRA

WATTAN RELAÇÃO VIBRAÇÃO
1

A


Deidade -
2

B


Lua Yemanjá
3

G


Vênus Oxossi
4

D


Júpiter Xangô
5

E


Áries Ogum
6

V


Touro Oxossi
7

Z


Gêmeos Yori
8

H


Câncer Yemanjá
9

T


Leão Orixalá
10

I=Y=J


Virgem Yori
20

C


Marte Ogum
30

L


Libra Oxossi
40

M


Escorpião Ogum
50

N


Sol Orixalá
60

S


Deidade -
70

O=U=W


Sagitário Xangô
80

P=F=Ph


Capricórnio Yorimá
90

Ts


Mercúrio Yori
100

K=Q


Aquário Yorimá
200

R


Peixes Xangô
300

Sh=X


Saturno Yorimá
400

Th


Deidade -

A seguir, você encontrará alguns significados esotéricos, mas deverá pesquisar outros. Entretanto, tenha em mente que o seu sentido descrito é metafórico:

A - Vê Deus face a face, sem morrer, e conversa familiarmente com os sete gênios que mandam em Toda a milícia celeste. Tudo mostra uma causa inteligente, ativa; AG – Fogo; AUM, UM – Princípio; B - Está acima de todas as aflições e de todos os temores. O número dá prova da unidade viva; BARA – Palavra, Corpo; BHAN, BAN - Conjunto; C - Achar a pedra filosofal.

É por isso que temos um altar, uma lei; C - Mudar em ouro não só todos os metais, mas também a própria terra, e até as imundícies da terra. Rico em misericórdia e enérgico ao punir; D - Dispõe da sua saúde e da sua vida e pode também dispor das dos outros. Só, antes de qualquer princípio, está presente em toda a parte; DAN, DA – Lei; EL – Deus; G - Reina com o céu inteiro e se faz servir por todo o inferno. Nada pode limitar aquele, que tudo contém; GA – Movimento em harmonia; GO– Raio, fogo, alma; H - Não pode ser surpreendido pelo infortúnio, nem atormentado pelos desastres, nem vencido pelos inimigos.

Como é o único senhor, é o único adorável; IS – Princípio; K - Triunfar das adversidades. O seu Sol é a fonte em que tudo se renova; KA – O "Céu" , o "Éter", que cobre e protege; L - Dominar os animais mais ferozes, e saber dizer palavras que adormecem e encantam as serpentes. Promete ao seu povo um rei no porvir; M - Possuir a arte notória que dá a ciência universal.

O túmulo é a passagem para a terra nova. Só a morte acaba, a vida é eterna; MA – Fluídico; MA – Lei; MI – O Centro Vibratório; MU – Dele; N - Falar sabiamente sobre todas as coisas, sem preparação e sem estudo. O bom anjo é aquele que acalma e tempera; ORI – A Luz. O Esplendor; O– Círculo; OX – Ação, movimento; P - Prever todos os acontecimentos futuros que não dependam de um livre arbítrio ou de causa incompreensível. Vésper e seu orvalho obedecem a Deus; PHA – O Órgão do Pensamento vivo do Criador.

O Sopro vital e Potencial; R - Dominar o amor e o ódio. O seu sopro faz germinar o pó dos túmulos; RA – Movimento determinado atingindo seu fim. A palavra em ação; RA – Reinar; RI – Ser Rei, Iluminado; S - Conhecer, à primeira vista, o fundo da alma dos homens e os mistérios do coração das mulheres. P mau é o espírito de orgulho e cólera; SA – Esplendor; SH - Ter o segredo das riquezas, ser sempre seu senhor e nunca o escravo. Sabei gozar mesmo da pobreza e jamais cair na abjeção nem na miséria.. Aonde os mortais sem freio descem em multidão; SI – Vivente da Terra; T - Ter a medicina universal. E nunca o eterno mudará a sua base; TH - O sábio governa os elementos, faz cessar as tempestades, cura os doentes, tocando-os e ressuscita os mortos. Sua coroa cobriu o propiciatório; TS - Dar de momento e a todos as consolações mais eficazes e os conselhos mais salutares.

Coloca sobre nossas torres a Lua como sentinela; V - Sabe a razão do passado, do presente e do futuro. Revela aos corações puros seu dogma verdadeiro; Y - Conhecer as leis do movimento perpétuo e poder demonstrar a quadratura do círculo. Dos céus e dos nossos dias regula cada fase; Y – Potência ou movimento; YO – A ação de sacrificar-se; Z - Tem o segredo da ressurreição dos mortos e a chave da imortalidade. Mas é preciso um só chefe às obras da fé.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A importância dos pontos riscados na Umbanda Astrológica



Percebo aqui nas visitas a este humilde blog, que há um enorme interesse sobre pontos riscados. Na verdade os pontos são mesmo importantissimos, eu diria que os riscados, mais ainda que os cantados. Claro que os cantados tambem são de suma importancia, mas, a diferença é que são mais liturgicos, enquanto que os riscados são mais magisticos.

Os primeiros pontos a serem riscados sao os de firmeza do conga e entrada. São riscados no chão, em geral pelo guia que ira chefiar a gira. Pontos de trabalho, riscados para direcionar energias durante um atendimento por exemplo assim como os pontos de confirmação são riscados em tabuas que possuímos para tal.

Entendo os pontos riscados como portais, logo visualizo o riscar na tábua um possibilidade de mover para outro lado sem que necessite fazer tudo denovo. No chão, quando a entidade trás sua assinatura, pois é através dela que o guia afirma ser quem diz ser ou como os Umbandistas entendem saber por qual linha ele vem trabalhar. As tábuas creio eu foi uma introdução dos dirigentes, tendo em vista que ficava melhor para o trabalho de aportar os objetos de trabalho quando a entidade está no terreiro, ( Ex: Copo com água, velas, ervas, fios de contas, bilhetes, búzios e etc...)

Marcas de tribos são os Gberes ou curas que são diferenciados entre Nações de Candomblé podendo terem riscos verticais, horizontais, em cruzes, ondulados e pela quantidade de riscos paralelos ou ainda uma mistura entre estes em casos de iniciados ou simplesmente em desenhos nas paredes ou chão. O Ponto riscado também é visto e realizado tanto na Cultura Angola/Kongo como na Cutura Fon ( Djedje), mas sua predominância é de fato na Umbanda. Nem sempre o risco é ponto de firmamento, muitas vezes esse risco trás influencias cabalisticas como em casos de pontos de fogo ou mesmo cruazamentos sejam com Pembas, amaci, água, marafo e etc... Algumas outras culturas da religiosidade afrodescendente também o fazem como marcas de tribo ou simbolismo.

E vale lembrar ainda que a prática utilizada na Umbanda e conhecida como ponto de fogo utilizado por algumas entidades na verdade é algo trazido da ancestralidade Fon/Ewe ( Djedje ). Interessante lembrar que na cultura do Angola/Kongo, todos nós que nascemos com ancestralidade para o direito ao Sacerdócio ( Nganga ) trazemos nosso risco cabalistico além das dijinas que são duas, uma para o conhecimento do clã ( Família ) a qual classifica o iniciado por aquilo ao qual ele venha a representar como a minha KAMBAMI ( O filho que fala pelo Pai ) e outra bem mais secreta que dá a origem de sua linhagem e toda sua carga espiritual chamada de Dijina Kissuama.

Essa prática magistica é bem mais vista no chamado Vodoo, não confundir com o culto a Vodunsi, pois ambos tem sua origem nas culturas do Dahomey (Daomé). Também, os riscos nas culturas Yorùbá podem e são relacionados com a forma geomântica das leituras dos Odu.

Analizando ainda a parte os pontos riscados sejam dentro de louças ou de alguidares/oberós, vale lembrar os ambos aspectos que levem a tal procedimento, seja para firmar o ponto do guia ou mesmo para quebrar demanda. A Umbanda por estar repleta de espíritos de diversas culturas trás para dentro de sua linha diversas formas de riscos o que leva ou deveria levar a um sacerdote Umbandista uma compreensão bem mais ampla das culturas de origem para poder entender e saber analizar a entidade presente.

O certo é que aquele que domina essa prática, se torna um grande mago e domina a magia, assim como aconteceu com Salomão, Melquisedek e outros. E não se engane, essa pratica não é uma criação da Umbanda que conhecemos hoje, na verdade é muito mais antiga do que se pensa.

Mas, é muito dificil, poucos iniciados tem 50% do dominio e do conhecimento dessa ciência fantástica. Muitos destes pontos as vezes não são riscados com a Pemba e sim desenhados com o próprio material ofertado, seja no desenho que se faz com a farofa/Padê ou mesmo nas disposições dos elementos ( Ex: Quiabo/Ilá nas comidas de Sangò. Nos chamados "paliteiros" nos inhames de Ògún, na distribuição do Coco/Àgbon nas oferendas de Odé, no enfeite de camarões nas oferendas de Yemoja, nas colocações dispostas das folhas de Louro nos Akarajés de Oya e etc. Só que mais importante que os elementos é saber decifrar para que serve cada ponto, cada traço e não usar as magias movimentadas por eles sem prudencia.

Enfim, é bem mais do que apenas riscar com Pemba seja no chão ou na tábua. Os pontos cabalisticos se estendem bem mais dentro da liturgia espiritual. Em geral os pontos riscados tem funcao de agregar ou dispersar energias conforme movimento ou vontade do manipulador , de modo que, sempre trazem sinais que se relacionam as elementos da natureza mais afins ao maipulador ou objeto em questao , quer seja terra, agua, fogo e ar.

Os pontos mais fortes e corretamente montados são de culturas distantes como a antiga cabala iniciatica brahmane chamado por pesquisadores de alfabeto adamico. Tambem há influência Celta, Essênia, Egipcia, hebraica e Meji. Além de pontos que não conhecemos ainda e que só são passados aos escolhidos por seus mentores, esses são ineditos.

Muito antes de conhecer a Umbanda, a espiritualidade, magia ou esoterismo, sempre vi pontos riscados no céu, ao fechar os olhos, dormindo ou acordado. Sempre tive a noção de que a magia passa pela ritualistica dos riscos sagrados. O proprio Cristo tinha noção disso, pois, vivia riscando no chão. Até porque ele estudou com os descendentes essênios e além disso, toda cultura hebraica é rica nesse tido de esoterismo ou simbolismo.

E sem querer me extender esse é o maior misterio visivel nos trabalhos esotericos de umbanda pois esta vinculado a egregoras consonantes de energia no plano astral, logo nao é leite pra crianca beber... e assim vamos seguindo devagar , devagarinho, as vezes vendo um ou outro movimento de magia interessante por ai nos pontos riscados em meio a sinais em geral apenas mnemonicos ( que ativam a memoria ) como estrelas, ancoras, coracoes ,etc. Mas, grande maioria não passa de bobagem. Muitos ensinam uma tal de "geometria sagrada", dizem que fizeram incorporados, mas tudo é só pra vender livros e cursos.

E o sinal mais importante para os mediuns iniciados no segmento esoterico é um poonto chamado de ordens e direitos de trabalho onde o mentor chefe do medium, se identifica e invoca suas forçcas, comandos e comandados, para o trabalho libertador de consciencias... Esse sinal principal é o ponto que fica, ou a meu ver deveria ficar, sobre a mesa principal ou conga em templos de Umbanda.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

Umbanda Astrologica, Carma e planetas retrogrados

" Os Retrógrados não apenas fazem o Indivíduo voltar para o ontem, o útimo mês e o último ano, como também provocam a Regressão para Vidas Anteriores, cujas memórias trazem fortemente para a atual encarnação. Estas memórias representam acontecimentos específicos ou indivíduos que eram suficientemente significativos em outra vida para, ainda, possuírem influência sobre a pessoa. Sempre que um Planeta Retrógrado aparece no Horóscopo, o indivíduo avança na sequência do tempo, junto com o resto de seu Mapa natal.
Ao contrário, ele continua tentando solucionar circunstâncias anteriores que ainda parecem inacabadas.
Nestas áreas específicas de sua vida não parece haver uma demarcação entre uma vida e outra. Suas memórias são tão intensas que ele nem mesmo as reconhece como tal; para ele, elas parecem ser o presente. Contudo, ele está vivendo uma fase sombria de outra zona de tempo, cujo irresistível magnetismo parece até mesmo mais importante do que sua vida atual.
Nesta surpreendente transcendência do tempo através dos Retrógrados é que está a principal chave para o Carma." -Martin Schulman, Planetas retrógrados e Carma

Na Umbanda Astrológica, obsermos menos planetas retrogrados, no contexto da reencarnação ou problemas espirituais, avaliando as configuraçãos, juntamente com Nodos, Saturno, Lua e Angulos.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Encantados, elementais e orixás



Normalmente cultuados no esoterismo são considerados seres integrantes do reino elemental (os outros dois reinos são humano e angélico). Também são, algumas vezes, evocados para algum benefício, visto que, de modo geral, esses seres existem para nos servir. A Umbanda, principalmente a esotérica, faz distinção entre elementais e elementares.

Normalmente são considerados elementais seres que ainda não tiveram nenhuma encarnação, seres que usam os elementos da natureza para se manifestar (terra, fogo, ar, água). Para a Umbanda os elementais são formas pensamentos que têm semelhança e se agrupam. São atraidos por afinidades conforme o campo magnético que se condensam com esses seres. Dessa forma, não são considerados espíritos, não são dotados de inteligência imortal, eterna, racional. São apenas vibrações que se atraem.

Já os elementares, para a Umbanda, são caracterizados de forma semelhante aquela que as demais correntes esotéricas usam para carcterizar os elementais. São aqueles espítitos que aguardam a primeira encarnação. Não encarnaram em forma humana e procuram apropriar um corpo mediador para isso. Quando esses conseguem uma primeira forma mental rústica ficam, não raro, a disposição de espíritos mais evoluidos e experientes que podem usá-los tanto para o bem como para o mal.

O Encantado tem suas raizes na Pajelança hoje mantida sob cultos de Encantaria, como Mina, Jurema, Toré, Barquinha e outros. São facilmente associados a seres como arvores e animais e até mesmo como minerais, e os elementos da natureza... seria quase que a versão indígena para os "elementais" Europeus, digo quase pq apesar de bem semelhantes em alguns aspectos estes se aproximam e muito das entidades "Guias" como as conhecemos hoje.

Tais seres, chamados por muitos de Caruanas, em principio são espiritos antigos, que podem absorver formas mais humanamente alcançaveis ao nosso entendimento. São espiritos naturais, como se fossem um "ânima" anterior a humanidade em si, são seres de grande poder, e por muitos considerados a energia que gerou os elementos como conhecidos hoje, pra onde um dia os encantados voltarão.

Por ser, um ser encantado pode ter tido alguma passagem terrena sim, mas em geral não sob a condição humana, mas na forma de algum aninal ou planta ou ainda ser mitológico...a ex de alguns encantados conhecidos temos as Sereias que se apresentam na Umbanda como as caboclas d'agua, como as mestras da agua... estas em geral não falam mas desenvolvem todo um trabalho de purificação no ambiente.

Há tambem entidades que são consideradas encantadas em virtude de seu alto conhecimento em vida da magia elemental, Este grupo corresponde diretamente aos Caruanas, e se dividem sem dois grupos distintos, um que em geral as entidades não se apresentam com nomes humanos, preferem se nominar com nomes do elemento a eles associados como ex: Cabocla Jurema, Caboclo cobra coral, Sucuri, Cabocla Yara, mestre Angico, Mestra Flor, e outros, não estou falando de seus falangeiros mas sim de seus originais.

Bom Conforme acompanhamos tudo começa com os Caruanas, são eles os encantados primários e participantes da criação do mundo, e responsáveis por sua manuntenção, sendo mitologicamente parecidos com os Orixás, porem sem humanizações ou coisa parecida, são simbolizados por sua essencia apenas sem caracteristicas humanas definidas.

E o outro grupo de encantados, estes mais humanizados, mas ainda muito proximos de sua essencia energética com grande associação a seus elementos de origem, possuem grande flexibilidade e não se prendem as linhas existentes conhecidas na Umbanda. Por isso a grande confusão, estes foram encarnados e tiverem cada um sua vida, nada santificada em grande maioria, mas alcançaram a iluminação expiando suas culpas e dívidas nesta vida de forma tão brilhante que são chamados a continuar sua evolução do outro lado.

Estes são mais conhecidos como Mestres, e embora se distanciem e muito da verdadeira concepção indígena do que seja um Encantado, os Mestres estão ligados a estes intimamente, pois seriam parte encantado e parte humanos qdo vivos e com sua passagem teriam se encantado de vez, estes também não reencarnam mais, cumprem sua missão como guias espirituais, conhecemos assim alguns que são divulgados na Umbanda Popular, como, Mestre Zé Pilintra, Zé Phelintra, Maria do Acaes, Familias boji, Tertuliano, Mestre Carlos, Mestra Laurinda, Maria Luziária e outros...

Os Elementais são Entidades Espirituais, relacionadas com os elementos da natureza, onde realizam desempenhos muito importantes, essenciais mesmo, à totalidade da vida natural, pois que, através das ditas Entidades, nos são oferecidos: ervas, flores, frutos, oxigênio, água e tudo o mais que o ser encarnado denomina de Forças da Natureza.

Pertencem ao grupamento de espíritos que não tiveram, nem terão, vida material, situando-se numa escala evolutiva Angelical. À eles, cabe realizar a evolução da vida e da forma em nosso planeta. Acima dos Elementais, DEVAS MAIORES, estão os chamados Anjos e Arcanjos, e a escala se prolonga, até que cheguemos aos espíritos comandantes da natureza, os ORIXÁS.

São Entidades gerando, ordenando e dirigindo na natureza, suas manifestações peculiares e trabalhando dentro de uma linha evolutiva, diferente da dos seres encarnados. Podem ser percebidos pelo homem em certos estados de consciência, porém, pelos chamados irracionais, são notados e vistos com a maior naturalidade e amiúde.

Nas épocas da germinação, crescimento e desenvolvimento, a vitalidade e atividade destas entidades aumentam o seu contato direto com o mundo físico, e é quando se tornam mais visíveis, dançando, brincando e até de certa forma, imitando os seres encarnados.

Os Elementais são constituídos de LUZ - ou um tênue material auto-luminoso e sua forma é na apresentação, semelhante à humana. As variações de consciência evolutiva e deveres cumpridos, produzem mudanças na coloração da luminosidade e até interfere na própria forma.

Vindos de terras distantes, chegaram através do mar e têm origem nobre. Seus principais componentes são:

Mãe Douro, Mariana, Guerreiro de Alexandria, Menino de Léria, Sereno, Japetequara, Tabajara, Itacolomi, Tapindaré, Jaguarema, Herundina, Balanço, Ubirajara, Maresia, Mariano, Guapindaia, Mensageiro de Roma, João da Cruz, João de Leme, Menino do Morro, Juracema, Candeias, Sentinela, Caboclo da Ilha, Flecheiro, Ubiratã, Caboclinho, Aquilital, Cigano, Rosário, Princesa Floripes, Jururema, Caboclo do Tumé, Camarão, Guapindaí-Açu, Júpiter, Morro de Areia, Ribamar, Rochedo, Rosarinho.
São encantados guerreiros e sua cantigas falam de guerra e batalhas no mar. Dizem que nasceram das ondas do mar.

Alguns dos encantados turcos têm nomes que lembram postos de guerra ou de marinheiro, outros, nomes indígenas. Algumas dessas entidades, como na Família do Lençol, estão ligadas às narrativas míticas das Cruzadas e das guerras de Carlos Magno, muito presentes na cultura popular maranhense. São suas cores: verde, amarelo e vermelho.

Família de guerreiros, caçadorese e pescadores chefiada por João da Mata Rei da Bandeira, tendo como componentes :

Caboclo Ita, Tombacé, Serraria, Princesa Iracema, Princesa Linda, Petioé, Senhora Dantã, Dandarino, Caboclo do Munir, Espadinha, Araúna, Pirinã, Esperancinha, Caboclo Maroto, Caçará, Indaê, Araçaji, Olho d'Água, Espadinha, Jandaína, Abitaquara, Jondiá, Longuinho, Vigonomé, Rica Prenda, Princesa Luzia, Princesa Linda, Tucuruçá, Beija-Flor, Jatiçara, Pindorama.

Família da Mata. - À qual pertencem muitos caboclos cultuados também na umbanda, como Caboclo Pena Branca, Cabocla Jacira, Cabocla Jussara, Sultão das Matas, Caboclinho da Mata, Caboclo Zuri e Cabocla Guaraciara.

Familia da juncal, tambem se chama de linha de Junco, familia de marinheiros, familia de botos,apenas conheço dois.(boto roxo e vermelho), só não conheço essa familia de caravelas.

Na conceituação original, propagada pela Teosofia os elementais são seres de uma cepa de evolução paralela a humana, mas que atuam proximos em virtude de serem seres que cuidam das terras, águas, fogo e ar. Os termos gnomos (salamandras, silfides e ondinas) foram apropriados da cultura irlandeza.

Na raiz das tradiçoes magisticas de todos os povos e tempos vemos o homem interagindo com seres magicos de formas diversas e ligadas aos misterios da natureza e da vida, a propria terra de fato é um organismo vivo que fala conosco o tempo td... temos que abrir nossa mente e os sentidos superiores para penetrar na essenci das coisas... o mito é a porta que vela os misterios,, a forma é relativa sempre.. a essencia esta em toda parte.

Os animais de poder, seres ocultos, estao ao nosso redor... mas estamos dormindo e tao ligados a forma externa das coisas que perdemos o contato com eles a tempos... apenas isso.. somos uns idiotas que riem de td e duvidam muitas vezes ate da propria espiritualidade e origem divina.. mediocres somos ainda infelizmente mesmo. E a pajelança de herança indigena resgata o contato com os espiritos que moram nos elementos, chamados elementais por outras culturas, sumamente poderosos e temidos.. aqueles aos quais os guias de fato recorrem para movimentar a magia.

As lendas retratam um mundo magico incrivel, nesse video aqui temos pajé lutando contra uma entidade maligna poderosa entao ele ora para Tupã para que o ajude a vencer e chega a guerreira de luz com a lança para vencer o demonio ... realidade X mito se cruzam sempre.

Além da visão indigena relativa a existencia de seres magicos que moram nos elementos e preservam a vida, na concepção do tambor de mina os ancestrais que trabalham nos terreiros são qualificados como encantados .

Muitos já ouviram falar em deuses do fogo, deusas das águas, deus do trovão, etc. Entendam esses “deuses e deusas” como divindades que são “senhores” do fogo, da água, do trovão, etc. E por senhores, entendam as divindades que guardam os mistérios desses elementos da natureza. Então temos os orixás do fogo, da água, do ar, etc.

Divindade, todos sabem o que são. Por divindade entendemos um ser divino portador de qualidades superiores e localizadas numa faixa vibratória exclusiva do Divino Criador, onde Ele Se manifestará de forma já individualizada em Seus Tronos. Deus, quando Se nos mostra de forma individualizada, está atuando em nossas vidas através das Suas hierarquias divinas formadas por divindades. Portanto, divindades são seres superiores que manifestam as qualidades de Deus.

Essas divindades ou orixás elementais são manifestadores energéticos das qualidades de Deus, e nós os chamamos de orixás do fogo, da água, do ar, etc. Mas temos, nas hierarquias divinas, os Tronos (ou orixás) Encantados, que são os que atuam mentalmente e por magnetismo energético, que é tão forte que mantém à sua volta os seres que sustentam mentalmente. Por isso são chamados de Orixás Encantados: possuem um magnetismo tão forte que “encantam” os seres que amparam mentalmente e sustentam energeticamente.

Às divindades ou orixás que atuam a partir de nossa consciência, nós os chamamos de “Orixás Naturais” porque tanto atuam sobre a natureza física como sobre a energética, e também sobre a natureza íntima dos seres, ou seja, sobre suas consciências. Sim, todos possuem uma natureza íntima que, pouco a pouco, vai individualizando-o e distinguindo-o entre seus semelhantes.

Depois, nas hierarquias divinas, temos os Orixás Naturais, que atuam mentalmente, energeticamente e consciencialmente, pois têm como uma de suas atribuições, despertar a consciência dos seres sobre si mesmos e sobre o universo onde vivem e evoluem. Nós somos um exemplo, pois estamos despertando nossa consciência e adquirindo a capacidade de raciocinarmos a partir de fatos consumados, que nos fornecem os conhecimentos que precisamos para não repetirmos os mesmos erros e
aprimorarmos nossos conceitos sobre a vida.

Os orixás elementais atuam em naturezas bem definidas e isoladas: uns atuam no elemento fogo e seus domínios são ígneos, outros atuam sobre o elemento água e seus domínios são aquáticos. Já os Orixás Encantados não atuam sobre os elementos fogo ou água, e sim sobre as naturezas dos seres, mas de uma forma geral, pois os seres ainda são inconscientes ou não individualizados.

Os seres encantados são amparados pelo que chamamos de “consciência coletiva”. Essa consciência coletiva é sustentada pelo orixá encantado que ampara, se aquático, seres da água, ou seres ígneos se for um orixá do fogo. Então temos que um orixá da água sustenta seres já individualizados energeticamente, mas não mentalmente, pois a consciência do regente, totalmente identificada com o elemento que o distingue, o torna tão atrativo magneticamente que os seres que ele ampara sentem-se parte dele.

A simbiose mental entre o orixá encantado e os seres “encantados” é tanta que através de um deles podemos ver o orixá que o rege, o ampara e o sustenta. E retirá-lo do domínio do orixá é como arrancarmos um fio de cabelo de nossa cabeça: doerá em nós e o fio morrerá! Ou como na samambaia: a folha secará e o caule ficará desfigurado, pois um e outra se confundem na formação da samambaia.

Um ser encantado é capaz de manifestar todas as qualidades do orixá encantado que o rege, pois ele é como a folha da samambaia: traz em si as qualidades que a definem como samambaia! Isso é orixá encantado e seres encantados da natureza, seres individualizados energeticamente, mas que ainda estão tão intimamente ligados consciencialmente, que são indissociáveis. E esta ligação é mental, pois os seres vibram o que o orixá vibra, e este sente todo e qualquer desequilíbrio vibratório em seus “encantados”.

Assim, uma encantada de Yemanjá traz em si as qualidades da Yemanjá encantada que a rege, que a torna em si mesma uma Yemanjá. E manifesta todas as qualidades de sua regente justamente porque está intimamente ligada a ela, e é em si mesma uma extensão da sua regente Yemanjá encantada! Um ser encantado não consegue se ver individualmente, pois sente-se parte do mental coletivo centralizado no orixá que o rege e o guia em todos os sentidos.

A individualização permite ao ser uma conscientização contínua e proporciona a ele um novo campo de atuação, pois se a encantada de Yemanjá só atuava no elemento água, a natural de Yemanjá tanto atua água quanto no ar, ou na terra ou nos minerais, etc. E, porque o ser adquiriu uma consciência de que pode acrescentar outras qualidades às qualidades originais do elemento água, então se guiará no novo elemento sustentado por dois orixás: um da água (Yemanjá) e outro do ar (Iansã). Isso é aplicavel a todos os orixás.

As "sereias" são seres que nunca encarnaram e atuam como seres encantados como os elementais. São seres naturais. São regidas por Yemanjá, Oxum, Oxumaré e Nanã. Para oferendar as sereias, deve-se levar ao mar, aos lagos ou às cachoeiras: rosas brancas, velas brancas,azuis, amarelas e lilases, champanhe, frutas em calda e licores. Mas se contata mais facilmente essas energias e vibrações através de cristais com mentalizações e pontos cantados.

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