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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Revelada doença que torna organismo vulnerável à COVID-19

 


Os pacientes com problemas na seção superior do trato gastrointestinal podem ser vulneráveis ao coronavírus, segundo estudo publicado na revista Gastroenterology.

Cientistas da Universidade Washington em St. Louis (EUA) acreditam que os produtos alimentícios durante a pandemia eram considerados seguros, uma vez que, mesmo que haja vírus na superfície deles, o ácido estomacal neutraliza-os.

No entanto, em pacientes com a doença de refluxo gastroesofágico (DRGE, na sigla em inglês) o ácido do estomago regressa ao esôfago, causando azia e danificando a mucosa deste.

Com o tempo, em alguns pacientes com esse problema as células do esôfago se alteram e começam a ficar parecidas com as células intestinais. Estas possuem receptores que são capazes de se ligar ao coronavírus, notaram os cientistas.

A doença de refluxo gastroesofágico é uma doença crônica recorrente causada por desordem da função evacuadora dos órgãos da área gastroesofágica e se caracteriza por repetida penetração no esôfago do conteúdo do estômago e, por vezes, do duodeno, o que leva ao surgimento de sintomas clínicos que pioram a qualidade de vida dos pacientes.

 

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Médico russo nomeia mutação mais perigosa do coronavírus

 


Em entrevista ao jornal Vechernyaya Moskva, o farmacologista clínico Andrei Kondrakhin revelou a mutação mais perigosa do SARS-CoV-2.

Esta mutação consiste em desenvolvimento pelo patógeno de resistência à resposta imune do organismo humano.

"É como o HIV [Vírus da Imunodeficiência Humana]. Inesperadamente, o vírus pode se tornar não apenas mais contagioso, mas também mais resistente, desenvolvendo novos mecanismos de proteção contra os anticorpos", revelou o farmacologista.

A variante mais provável é o vírus se tornar tão contagioso que se possa ficar infectado após apenas um contato com outro doente. Neste caso, o vírus se tornará "selvagem" e vai se espalhar livremente na população, sendo praticamente impossível o erradicar, avisou Kondrakhin.

Em meados de dezembro de 2020, o Reino Unido anunciou o surgimento de uma nova cepa do coronavírus. A nova variante, segundo avaliações preliminares, pode ser 70% mais contagiosa do que o vírus comum. O premiê britânico Boris Johnson declarou que a nova cepa é 30% mais letal do que a variante conhecida anteriormente.

Outra cepa, chamada 501.V2, foi encontrada pela primeira vez em outubro passado na África do Sul. Segundo dados do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla em inglês), esta cepa é agora variante dominante do vírus nesse país. Os estudos preliminares demonstraram que esta mutação, tal como a britânica, é mais contagiosa. Porém, ainda não existem dados de que ela afeta a gravidade de doença.

 

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Astrônomos descobrem raríssimo exoplaneta semelhante a Júpiter sem nuvens nem neblina

 


Astrônomos dos EUA detectaram um planeta semelhante a Júpiter, mas sem nuvens nem neblina em atmosfera, é o segundo corpo celeste deste tipo observado pelos cientistas.

O corpo celeste WASP-62b se encontra a 575 anos-luz de distância de nosso planeta e tem aproximadamente a metade da massa de Júpiter.

No entanto, ao contrário do maior planeta do Sistema Solar, que leva quase 12 anos a dar uma volta completa em torno de Sol, o planeta recém-descoberto faz esta viagem à volta de sua estrela em apenas quatro dias e meio.

Exoplanetas sem nuvens são extremamente raros, os astrônomos estimam que somente 7% dos exoplanetas têm atmosferas límpidas. Além do planeta recém-descoberto existe apenas outro semelhante ao WASP-62b que foi descoberto em 2018.


 
 © Foto / M. Weiss/Center for Astrophysics / Harvard & Smithsonian
Ilustração artística do exoplaneta WASP-62b localizado a 575 anos-luz da Terra

Devido a sua localização tão próxima de sua estrela, o planeta é extremamente quente, por isso pertence a classe de Júpiteres quentes.

"Sua raridade sugere que algo diferente ocorre neles ou que eles se formaram de uma forma diferente da maioria dos planetas", disse astrônoma Munazza Alam do Centro de Astrofísica Harvard–Smithsonian.

"Atmosferas límpidas também facilitam o estudo da composição química dos planetas, o que pode ajudar a identificar de que o planeta é composto", explicou, escreve portal Sci-News.

Astrônomos acreditam que estudar planetas extrassolares com atmosferas desprovidas de nuvens pode ajudar a entender melhor como eles se formaram.

 

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