Total de visualizações de página

A pombagira

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sufocar o outro estraga a relação

Muitas pessoas estragam uma bela relação por que começa a sufocar o outro. É ciumento, inseguro, mandão, egoísta, quer ditar regras, não quer que o outro trabalhe, não quer que o outro se manifeste, fica procurando cabelo em ovo... Enfim! Em muitas pessoas isso faz parte do gênio delas, como também muitos tem isso trazido do seio familiar, alguns que viram o pai ou a mãe ser traído, viram muitas brigas e por ai vai. Mas, outros que pareciam super legais de repente se mostra um ditador, querendo acorrentar a mulher de toda forma, ou no caso da mulher, fica com uma investigação constante sufocando o marido. Tem certas pessoas que começam isso, até por motivos que tenham chegado até elas, o parceiro deu algum lugar pra isso, começou a agir de forma diferente etc. No entanto, numa grande parcela, isso ocorre também por influencias espirituais, quando há encosto no ciumento, quando há feitiço, inveja de terceiro, obsessão psíquica e por ai vai. Você que tiver passando por isso, vali tudo ao ser redor e se apegue com as forças de luz do Astral Superior.... Shalom a todos!

Ki Tissá - o famoso pecado do bezerro de ouro

Ki Tissá - o famoso pecado do bezerro de ouro. E ao falar-se de uma instrução que aparece logo no começo do texto, em que Moisés é ordenado a contar o povo que estava com ele no deserto: fazer um recenseamento. Isso é feito de modo particularmente interessante. Em vez de enviar recenseadores de tenda em tenda para saber quantas pessoas há em cada moradia, Moisés ordena que cada pessoa deveria dar uma moeda e, depois, o número de moedas era contado.

Por que a necessidade de contar a comunidade através de um objeto em vez de simplesmente contabilizar as pessoas de forma direta? Para avaliar o valor e grandeza de um povo não devemos analisar o número de corpos existentes no grupo, mas o significado de suas contribuições. Mais importante do que obter um número, a Energia Semanal ensina que ao olhar para o grupo devemos avaliar o seu valor, a sua contribuição.

Os números podem ser profundamente desapontadores. Ao longo da história muitas vezes vemos grupos enormes de pessoas que surgiram com ideias e objetivos revolucionários, que causaram certo rebuliço mas que depois "morreram", sem deixar vestígios. Por outro lado, às vezes vemos um pequeno grupo que por meio de sua atitude e empenho muda significativamente o mundo em que vivemos.

Um exemplo frequentemente citado para demonstrar isso é o próprio caso do povo judeu. Ao longo da história, os judeus foram dominados por poderosos impérios, como o Grego, Romano, Babilônio... Os judeus jamais chegaram a 1% da população na qual viviam. No entanto, hoje vemos que o que foram os maiores impérios da história não mais existem (assim como grande parte de sua cultura e valores), enquanto que a cultura e os valores hebraicos/monoteístas continuam influenciando o mundo e sendo praticado por milhões de indivíduos.

Mas, tem muita gente dizendo coisas do tipo "Não tenho valor; não valho nada". Mas cada um de nós tem o poder de contribuir com algo para o mundo, e que é assim que fazemos parte de um grupo maior que nós. Todos nós temos a capacidade de dar a nossa moedinha para fazer parte do recenseamento e sermos contados, todos nós temos a capacidade de tocar um coração, elevar um espírito, acender uma alma, inspirar uma ideia, ou de simplesmente praticar um ato de bondade, que, no fundo, significa dizer “Eu te amo”. Y. A. Cabalista

O dominio da religião e sede de poder

A forma das religiões dominarem, seria cômico, se não fosse trágico, angustiante e indignante! Especialmente as que vem do patriarcado. Em primeiro lugar o método mais usado pra arrebanhar é o medo, segundo a distorção, pois nunca se mostram os textos supostamente sagrados em sua plenitude, deixam sempre nas entrelinhas, captam apenas o que querem, mostram apenas o que lhes convém e ainda, o mais genial de tudo, colocam tudo nas costas da divindade! Ou seja, primeiro enfia-se goela abaixo das pessoas que tudo que está no livro é "palavra de Deus", seja a Bíblia, o Corão ou qualquer outro livro, a pregação diz "foi revelado a profeta fulano, por anjo tal ou pelo Senhor no Deserto"... E por ai vai, o deserto é sempre um lugar preferido, até porque é o que bem tem lá pras bandas das religiões abramicas! Enfim, fica todo num pacote só, "tudo é vontade e revelação de Deus". Ai a menos que seja uma pessoa que queira mesmo pagar pra ver e confrontar, basta a ela baixar a cabeça e acatar, todas as imposições, inquisições, perseguições, boicotes, maldições e muito mais, pois "não se pode contrariar a palavra de Deus". Ai lemos que patriarca tal, com suas tantas mulheres, com muita safadeza se encheu de prazer, tendo uma vida sexual ativa, com nem sei quantas esposas, fez sexo praticamente todo dia, encheu sua casa de filho, tinha escravos, enriqueceu à bessa, tinha poder, matou, foi cruel em muitos momentos... só que tudo ele podia porque era o "escolhido do Senhor", porém você não! Hoje, sexo é pecado, fazer isso ou aquilo é pecado, pois a "Biblia diz isso e diz aquilo", mas, diz também, tem que dar 10% de suas rendas, senão não vai prosperar!

Em primeiro lugar, quem prova que tudo ou o que na Bíblia é mesmo palavra do Senhor? Quem conhece toda historia de todos aqueles patriarcas? E quem garante que Deus aprova atos muitos vezes malignos que vemos de pessoas nas escrituras? Antes de querer colocar nas costas de Deus o que você não sabe! Deixe de ser demagogo que você ganha muito mais...

A caridade é maior que o dízimo

Dízimos: hoje em dia virou moda, todo mundo querer dizer que é Cristão, fundar uma igreja e se dizer profeta! Em primeiro lugar, ser cristão não é ser fanático, sectário e bibliolatra. Lembremos bem do que nos é revelado na passagem das mais importantes que tem nos Evangelhos, quando Mateus fala da divisão, onde o Filho do Homem divide as pessoas entre boas e más. Lá não será dividido por dizimistas e não dizimistas, bibliolatras ou sem bíblia, mas, será dividido por bondade, caridade, misericórdia, generosidade e nobreza de alma. Não vimos Jesus fazer campanha nenhuma por arrecadação de dinheiro, aliás, todo estudioso de teologia sabe muito bem que Judas caiu por querer montar partido e arrecadar pra formar um exercito. O dizimo hebreu, citado nos livros do Antigo Testamento, tem haver com o povo hebreu, recém libertado, sem estrutura e que precisava organizar-se, ter uma economia, ter leis, ordem, obediência e pra manter o Templo, como forma de libertação, o agradecimento. Não que hoje um espertalhão monte um templinho e comece a querer rapar dízimos das pessoas, como se fosse um cobrador de impostos divinos! Quem deu essa outorga! Deus nem precisa de grana nem se constitui de manipuladores pra gerar enriquecimentos.... se liga!

E a verdade vos libertará dos falsos líderes espirituais

Milhares de rádios, jornais, livros, cds, programas repetitivos e demagogos na TV, lideres religiosos, tentando fazer da bíblia um show de stundap, contando lorotas, e recém-convertidos que não desliga o cd de musica gospel o dia todo! Em primeiro lugar, Deus quer ser louvado e adorado e não bajulado! Se assim fosse, com tanto clamor e tanta bajulação, ele não criaria o mandamento entre os dez principais "não chamar o Santo nome de Deus em vão...". Deus quer a melhor canção que pode partir da gente que é o amor, o bem viver, perpetuar a paz, os bons atos, defender os fracos e inocentes... Assim ao invés de ficar perdendo tempo ouvindo essas musicas demagógicas que só visam dar lucro as gravadoras e lojas de pastores ricos, mexa-se vá no seu bairro fazer algo de verdade por alguém! E enquanto fica nas redes sociais, importunando Jesus o tempo todo, com frases como se só você fosse filho de Deus, porque tem uma Bíblia em casa e vai a igreja gritar, tente fazer algo por alguem, pode ter certeza que bem próximo, talvez até na sua família, alguém pode tá precisando de você agora... Conheço muitos que não tiram a Bíblia da mão mas, não abrem a mão pra ajudar ninguém...

Salve os Reis Magos e astrológos, Belchior, Gaspar e Baltazar

Que coisa interessante! No Antigo Testamento, foram colocados trechos intolerantes e mentirosos contra astrólogos e outros seguimentos. Que evidentemente não são originais do autor verdadeiro e sim colocados por copistas que tentaram perseguir mais uma vez pessoas que nada mais querem que buscar se conectar ao Sagrado e conseguir conhecimentos divinos. Porém tiveram que engolir a seco, os trechos do Novo Testamento que falam da vinda de astrólogos do Oriente que seguiam a Estrela de Belém. Mas, você imagina que eles não quiseram retirar esses trechos? É improvável que não! Mas, a história era tão linda que eles não conseguiram tirar. Mas, de muitas maneiras ao longo dos séculos tentou-se achar configurações mentirosas, hora chamando apenas de Reis, outra hora de Reis Magos, mas, a definição magos, já por imposição de quem realmente captou que eles não eram cidadãos comuns. E o interessante que as religiões que dizem ter bases na cultura hebraica, tenta perseguir magos, sem se dar conta que Moisés e Aarão foram grandes magos, que Jacó tinha um cajado mágico, que José fazia previsões e que Sansão não cortava o cabelo pra ter força. E ainda que o povo hebreu saudade as lunações por ordem de seu Deus...

Belchior, Gaspar e Baltazar que, para chegar a Belém, foram guiados por uma estrela. Esses astrólogos abençoados, que estavam atentos aos sinais de Deus e contemplavam incansavelmente o céu como verdadeiros servos do Senhor, pois contemplaram e estudaram suas obras, com tamanha fé e admiração, enxergaram a luz das profecias, ao contrário de sacerdotes judeus que em meio a tanta arrogância sequer sentiram a presença da Estrela Sagrada.

Herodes, representa todos os retrógrados, cegos de consciência, intolerantes, preconceituosos e malignos atacantes de que só busca, paz, conhecimento e graças de Deus. Não tem forma mais sublime de dizer que ama a Deus, do que admirando, louvando e assistindo suas obras com grande temor e encantamento. Pois tudo que Deus criou é perfeito, pois Deus é perfeição. Contemplando-o, somos convidados a ver sua profundidade: a sabedoria do Criador, a incansável fantasia de Deus, o seu infinito amor por nós. Não devemos deixar nossas mentes serem limitadas pelas teorias que chegam sempre apenas até um certo ponto e que, embora não estejam em absoluta concorrência com a fé, não conseguem explicar o sentido da realidade.

Uma prova de que os Evangelhos Apócrifos só são usados quando interessam a igreja é que só são citados quando fortalece alguma teoria que traz benefícios a instituição. Mas, eles não são apenas uma “ameaça” aos cânones da Igreja Católica estão na religiosidade popular e na arte sacra, que buscaram inspiração nas histórias apócrifas. A famosa história dos 3 reis magos que levaram presentes ao menino Jesus e tudo que inspira os presépios natalinos, por exemplo, vêm dos evangelhos apócrifos.

Desafios dos astrológos e da astrologia pelo mundo

Enquanto mesopotâmicos, árabes e europeus transformavam a astrologia em arte elaborada, outras tradições tão ou mais antigas de leitura dos astros lançavam raízes na China. Há indícios de que a astrologia tenha se desenvolvido por lá antes do ano 2000 a.C. Curiosamente, as bases eram parecidas com a da astrologia mesopotâmica: um calendário anual que incorporava conhecimentos sobre as constelações. Chineses também desenvolveram um sistema que previa o destino de uma pessoa com base na data de nascimento - algo como um mapa astral. No lugar das 12 constelações do zodíaco ocidental, havia um ciclo de 12 anos, cada um correspondente a um animal - hoje conhecido como horóscopo chinês. Na sociedade centralizada da China, astrólogos eram funcionários públicos, subordinados diretamente ao imperador. Previsões consideradas subversivas - golpes de Estado ou doenças na família real - eram proibidas. Nos relatos do viajante italiano Marco Polo, do século 13, é mencionada a existência de 5 mil astrólogos na corte do imperador de origem mongol Kublai Khan. Outro europeu, o jesuíta Matteo Ricci, visitou Pequim em 1583 e relatou que era um crime capital estudar astrologia sem autorização do soberano chinês.

Mesmo criticando todo mundo lê o horóscopo ou fica doido pra saber sobre seu signo

Se hoje todo mundo consegue dizer se é de Libra ou Escorpião, deve-se agradecer ao britânico William Allen - aliás, Alan Leo, ou "Alan de Leão", nome que ele assumiu de acordo com o seu signo solar. Nascido em 1860, Leo foi um dos pioneiros da astrologia para as massas, fundando uma revista batizada de Modern Astrology e popularizando a idéia de que o local ocupado pelo Sol no zodíaco durante o nascimento da pessoa era a principal influência sobre o seu destino e, principalmente, o seu caráter. Para Leo, o Sol era o "princípio universal", a "fonte primal da existência". A tese é bastante diferente da longa tradição astronômica desde Ptolomeu, que sempre viu o Sol como apenas mais uma energia planetária, que influenciava as demais, mas também sofria influências poderosas delas. Seja lá como for,a idéia de Leo rendeu um bocado, graças principalmente à oferta de horóscopo por apenas um xelim (subdivisão hoje obsoleta que equivalia a um vigésimoda libra britânica). Ele fundou um curso de astrologia por correspondência, abriu uma editora e montou filiais em Paris e Nova York.Quem seguiu os passos de Leo com sucesso estrondoso foi a americana Evangeline Adams. Dizendo-se descendente de John Quincy Adams, um dos primeiros presidentes dos EUA, a astróloga oferecia seus serviços para uma variada clientela, até ser presa por charlatanismo, em 1914. Adams não se intimidou: no julgamento, convenceu o juiz de que a astrologia era uma ciência séria. Absolvida, tornou-se a primeira astróloga a ter programa de rádio em 1930, além de lançar uma autobiografia e 3 guias astrológicos paraleigos. Seus clientes incluíam o rei inglês Eduardo 7º e o ator Charles Chaplin.

Um dos mandamentos mais astrológicos da Bíblia


Beshalach (בשלח, "ao libertar")
Êxodo 13:17 - 17:16
Na porção desta semana o povo hebreu recebe um de seus mandamentos mais astrológicos: a necessidade de marcar (e santificar) o dia da Lua Nova.

Mais do que um simples mandamento, é curioso ver como esse foi o PRIMEIRO mandamento dado ao povo assim que ele se viu livre da escravidão. No sentido literal, fica claro como a identidade de um povo está ligada à capacidade de fazer seu próprio calendário, e contar as suas festas.

Mas, cabalisticamente, esse mandamento representa mais do que isso.

Ao contrário do Sol, que é visto para nós como algo constante e imutável, a Lua possui fases. Ela pode crescer, minguar, ficar cheia e renascer. É graças às suas variações que temos as marés (as águas crescendo ou minguando). A Cabalá ensina que a Lua influencia também no crescimento de nossas unhas e cabelos. Além disso, se pensarmos que somos compostos de 75% de água, é óbvio que a Lua interefere diretamente em nosso estado de ânimo, “enchendo-nos” ou “minguando-nos” assim como faz com os oceanos.

A Lua, assim, é muito mais humana do que o Sol. Não é à toa que chamamos algumas pessoas de “lunáticas” (mas jamais de “solares”). A maior lição que se tira daqui é que existe uma forte relação entre a Lua e a natureza humana, ou entre a mutabilidade lunar e a nossa essência.

Por exemplo, do ponto de vista constitucional, o homem pode se equiparar a um anjo, ou a um animal, dependendo dos seus atos e nível de consciência. O ser humano pode ter as ideias mais enlevadas e nobres em sua alma, mas também pode ter os sentimentos mais baixos, vis e mesquinhos.

Numa hora uma pessoa pode se ver dotada de um espírito de generosidade, compaixão e de fazer o bem para na outra pender para o lado da maldade, da raiva e da melancolia.

A Lua sempre tem um momento em que mingua e diminui a ponto de quase desaparecer, mas esse processo é tão intrínseco a ela como a sua fase de nascimento e crescimento. Assim, a Lua nos ensina que só porque estamos minguando em dado momento, isso não significa que estamos desaparecendo ou sofrendo um processo de extinção. Mesmo quando em queda, temos a capacidade de recuperação. Assim como a Lua, nossa luz jamais some totalmente. Ela pode aparentar sumir, mas, na verdade, está sempre lá. Mesmo quando chegamos ao ponto mais baixo de nossa jornada, devemos lembrar que em algum momento virá o renascimento e o crescimento.

Nunca devemos nos esquecer que não existe escuridão na qual não haja um pouco de luz, e nem luz na qual não haja um pouco de escuridão. Yair Alon - o Cabalista

Não se sinta dono da verdade, pensando que sua religião é melhor que a do outro

Uma das argumentações de quem defende sua religião é que milagres aconteceram em sua vida e que ela tem certeza que ela tá acreditando em algo que mudou a vida dela. Mas, infelizmente as religiões tem esse poder de causar egocentrismo e uma fascinação misturada a fanatismo nas pessoas, porque elas passam a crer que e ela está certa e o resto do mundo que não comunga da mesma opinião está errada. Isso porque toda religião tem manipuladores, que por interesses próprios, incita a intolerância e convence a essas pessoas que opiniões contrárias "precisam ser eliminadas". Especialmente religiões que buscam poder terrestre. Dioceses que queriam arrecadar mais, pastores que ganham pela quantidade de adeptos e quanto mais fiéis, mais poder no meio político. Vimos na Igreja Católica por exemplo, o envolvimento em guerras cruéis e sangrentas, para conquistar mais poder ao lado dos dominadores e para exterminar resistências... E hoje quando vemos um membro da Pastoral da Terra incitando guerras no campo por causa de terra, nos lembra de quanto sangue foi derramado no passado, sem necessidade. E qual foi a parte de "o meu reino não é deste mundo..." eles não entenderam...

O que as pessoas precisam entender é que milagres ocorrem em todas as religiões que tem fé, amor e paz no coração. Não existe essa de chamar de "nosso Deus", pois o Criador se apresenta de diversas formas e ninguém sabe o nome real dele. Ninguem é dono de Deus e ele ama todas as suas criaturas. Não se influam por causa de trechos colocados na Bíblia para gerar intolerância e manipular...

Historia e desafios da astrologia

Tycho Brahe, filho de um lorde e de uma condessa dinamarqueses, começou a atuar. Brahe conseguiu observar uma "estrela nova" (que hoje sabemos ser o resultado da explosão que marca a morte de uma estrela distante, aumentando muito seu brilho) e mostrar que ela estava acontecendo a uma imensa distância da Terra. Isso sugeria que a chamada região das estrelas fixas, supostamente imutável segundo a doutrina de Ptolomeu, não era tão imutável assim. Brahe foi além: tentou conciliar o sistema de Copérnico e o ptolomaico ao criar um modelo em que o Sol e a Lua giravam ao redor da Terra, enquanto os demais planetas circundavam o Sol.
Com o apoio do rei da Dinamarca, Frederico 2º, Brahe construiu um observatório na ilha de Hven, tão gigantesco que passou a ser conhecido como Uraniborg, "fortaleza do céu". Lá, Brahe e seus discípulos usaram os melhores instrumentos da época (antes da invenção do telescópio, é bom lembrar) para realizar observações extremamente precisas e abrangentes. Ao mesmo tempo, Brahe professava sua crença na tradição astrológica e fez um mapa astral detalhado do príncipe-herdeiro dinamarquês, Cristiano 4º. Ele só parece não ter previsto que Cristiano retiraria o apoio real a suas pesquisas quando chegasse ao poder. Por sorte, a fama de Brahe lhe granjeou o posto de matemático do imperador germânico Rodolfo 2º. Por conta do novo posto, ele se mudou para perto de Praga, onde morreu depois da bebedeira que mencionamos no começo desta reportagem.

O alemão Kepler herdou o posto do mestre, e não ficou devendo em nada a ele. Usou os dados obtidos em Uraniborg para confirmar que o modelo de Copérnico (e não o meio-termo de seu mestre) era o correto, e também para mostrar que as órbitas dos planetas do sistema solar não eram círculos, formas consideradas "perfeitas" no sistema ptolomaico, mas elipses - círculos "espichados" ou ovalados, digamos. Kepler também jurava de pés juntos que a astrologia era uma forma "divina" de conhecimento, e diz-se que ele teria previsto a própria morte, em 1630.

Em certo sentido, a carreira de Kepler marcou tanto a ascensão quanto o começo da queda do prestígio científico da astrologia. A vitória do modelo de Copérnico teve muito a ver com isso: ao tirar a Terra do centro das coisas, ele ajudou a tornar menos plausível a idéia de que a vida humana do dia-a-dia é influenciada pelos acontecimentos celestes. Conforme o conhecimento astronômico avançava, ficava cada vez mais claro que o Cosmos era imensamente vasto, e que o Sol e seus planetas não passavam de um cantinho insignificante de uma galáxia como qualquer outra Universo afora. Ou que, embora pareçam alinhadas se vistas da Terra, as constelações não são formações naturais. No espaço, as estrelas que formam Libra ou Aquário ocupam posições sem qualquer relação. Até onde sabemos, fora as influências óbvias do Sol e da Lua, astros têm pouco ou nada a ver com o dia-a-dia da Terra. Mas, sem a idéia de que isso poderia acontecer, talvez nunca tivéssemos chegado a um conhecimento mais claro da imensidão lá fora.

O poder do som: música, louvor e oração

Musica sacra, louvor, oração, mantras ou meditação, tudo tem a hora. Como nos diz o Elesiastes, tudo tem seu tempo... Não é por se achar cristão, que eu tenho que ficar o tempo todo ouvindo musica gospel, lendo a Bíblia e chamando o nome de Deus toda hora. Como diz um ditado popular "Quem não sabe rezar xinga a Deus...", ou seja, nem sempre Deus será disponível a nossa oração. Se fosse, não veríamos toda aquela desumanidade no Oriente Médio, causado por pessoas que se dizem tão tementes e fiéis, mas, que não pensam duas vezes em matar o próximo, jogar um míssil na cidade do vizinho, lançar uma bomba no meio das pessoas e assim por diante. O que faz a fé ser verdadeira, são os sentimentos puros e não ficar batendo os labios só pra mostrar que reza ou que é mais santo que os outros...

A astrologia ao longo do tempo - desafios enfrentados pelos astrológos

A queda de Roma acabou levando a uma diminuição do conhecimento astrológico na região durante os primeiros séculos da Idade Média. A prática da arte exigia um grau de educação formal e sofisticação tecnológica que sumiu junto com o domínio romano. Mas o surgimento do islã como nova potência mundial ajudou a preencher esse vácuo.

Com a conquista das regiões de influência persa e grega, a partir do século 7, os seguidores de Maomé traduziram para o árabe todas as principais obras ligadas à astrologia e às demais ciências da época. E, em muitos casos, ainda ampliaram esse conhecimento. Os árabes usaram a astrologia como base para avanços na matemática e na ótica, por exemplo. Quando as cruzadas colocaram em contato os mundos islâmico e cristão, as obras em árabe, traduzidas, impulsionaram avanços das ciências e das artes. A alquimia, "mãe" da química moderna, também tomou impulso com o conhecimento astrológico, porque considerava-se que os materiais alquímicos eram influenciados por princípios dos astros - acreditava-se que metais eram ligados a planetas, por exemplo.

O ápice desse processo de desenvolvimento do conhecimento e das artes passaria a ser conhecido como Renascimento, e algumas das principais figuras da ciência renascentista eram praticantes da astrologia. É o caso do italiano Girolamo Cardano, nascido em 1501. Seu trabalho matemático ajudou a fundar a álgebra moderna, e Cardano também estava à frente de seu tempo como médico, ao insistir que a higiene no quarto e na alimentação do doente eram essenciais para a cura - coisa óbvia agora, mas que nenhum médico medieval costumava levar em conta. Tabelas e mapas planetários produzidos por astrólogos-matemáticos guiaram a viagem de Colombo para a América em 1492, e o astrólogo Rui Faleiro ajudou Fernão de Magalhães a planejar a primeira expedição marítima a dar a volta ao mundo, que partiu em 1519 da Espanha.

Esses avanços vinham justamente quando o sistema cósmico elaborado por Ptolomeu - Terra no centro, planetas em volta - começava a desmoronar. O religioso polonês Nicolau Copérnico deflagrou a mudança ao propor que, na verdade, o centro do Universo era o Sol. Por ser contrária ao que a Bíblia parecia afirmar, a tese foi condenada pela Igreja.

Os conhecimentos astrológicos são apaixonantes e nos encantam

A cara-metade do Almagesto, por assim dizer, era o chamado Tetrabiblos.("4 livros", em grego). Enquanto o primeiro descrevia o movimento dos planetas, o segundo era um guia de como interpretá-los, explicando todas as regras básicas do trabalho astrológico - de como traçar um mapa astral até um método para determinar a duração da vida de uma pessoa no nascimento. Nos séculos seguintes, o Tetrabiblos passaria a ser o guia-padrão para qualquer astrólogo que se prezasse.

Por volta dessa época, também, Ptolomeu e outros astrólogos proeminentes estabeleceram a divisão da astrologia em 4 ramos principais. A divisão tentava cobrir todos os ramos da atividade humana de forma completa e adequada. Assim, surgiram a área mundana (ligada à sociedade como um todo, prevendo coisas como clima, colheitas, guerras e política); natal, baseada na data de nascimento de alguém (ou de alguma coisa, como a fundação de uma sociedade); horária, na qual um mapa astral é traçado com base na hora em que uma questão foi feita ao astrólogo; e eletiva, cujo propósito é escolher (ou eleger, como diz o nome) o melhor momento para se fazer alguma coisa.

O bom mestre

Um bom mestre e líder espiritual não influência, mas, ajuda o aluno a pensar. O bom mestre não quer formar o aluno como seu reflexo, mas, procura extrair o melhor que ele tem. O bom mestre não repassa só seus conhecimentos, mas, estimula o aluno a buscar aquilo que precisa. Pois nem tudo que serviu pra ele, servirá para o aluno. Cada ser tem seu caminho individual. Assim se o fogo é bom pra uns, pode ser nocivo pra outros. Cada pessoa tem sua própria essência. Por isso pecam muito, os supostos mestres que querem vender as mesmas receitas pra todo mundo como se todo mundo fosse iguais. Só que cada pessoa ama de um jeito, sente de um jeito, assimila de uma forma original e nunca poderá viver trilhando os caminhos que deverão ser de outros. Nossa vida é formada de linhas gerais, linhas individuais e linhas que se mesclam. Assim vemos que tem muitas coisas que servem pra todo mundo, mas, terão momentos que apenas linhas nossas, servirão aos nossos propósitos evolutivos, como também haverão momentos em que nossas linhas, fundirão as linhas gerais do coletivo e formarão pontos cruciais em nossa caminhada. E ai está a importância de um grande mestre para orientar seus alunos nesses momentos de indecisão...

Os caminhos perigosos

Há duas vertentes e caminhos, perigosos para a nossa existência. Um é o caminho do fanatismo que distorce os verdadeiros ideias espiritualistas. E o outro é o excessivo materialismo. O primeiro é contaminado muitas vezes pela obsessão, já o segundo é muitas vezes formado pelo ceticismo.

Ser cético não é ruim, o que torna qualquer coisa ruim é o excesso. Não devemos acreditar em tudo, sem questionar e sem buscar algo que seja capaz de nos convencer. No entanto, há ceticismo sem limites, onde se busca provas incansáveis e fatos que não poderão ser obtidos. Também com o fanatismo o homem cai numa areia movediça perigosíssima, pois quem tá sofrendo de fanatismo, passa a agir cegamente e deixa de raciocinar, apenas segue.

E certas pessoas já nascem com predisposições, pra acreditar em tudo ou para não acreditar em nada. Tem indivíduos que nascem com signos de vulnerabilidade onde ela está sempre propensa a se tornar um fantoche. Ela sempre busca algo para adorar, desde forças do campo espiritual a ídolos humanos da vida material. Tem gente que seria capaz de se sacrificar, se suicidar ou vender a própria mãe para seguir seus ídolos mortais. Da mesma forma que tem pessoas que ficam tão fanáticas, que se jogariam numa missão como homem ou mulher bomba, brigaria com toda família ou renunciaria o amor, para cumprir os preceitos da sua religião. E não há nenhum mérito nisso, só demérito. Nada em excesso é bom...

Mas, tem pessoas que nascem pra crer em tudo, enquanto tem outras que nascem pra não crer em nada. Por isso é muito bom a pessoas se conhecer melhor para poder os excessos, dominar os instintos e ter controle sobre sua própria natureza.

Anjos e demônios

Anjos e demônios

As pessoas, especialmente no Ocidente e principalmente nos países latinos, são muito extremistas, no que se refere a crenças, quase sempre retrógradas, influenciadas, captadas da Europa, cheios de preceito e certezas que no fundo ninguém tem. Ou seja, as pessoas hoje em dia ainda mais do que no passado, se acham cheias de certezas, apontando apenas entre duas opções: acreditam ou não acreditam. E é assim em quase tudo, maior parte de tudo. Ou seja, ou elas acreditam em Deus ou não acreditam em nada; ou são bastante supersticiosas ou céticas... Enfim, elas nunca estão dispostas em enxergar nem um caminho do meio, muito menos que os dois caminhos se cruzam, se mesclam ou se completam em muitos pontos.

Uma das coisas mais dificeis que os Ocidentais acham pra entender é sobre a questão do livre-arbitrio, apenas se dividem as pessoas em quem acredita em destino e as que acreditam em livre-arbitrio. Não entra na cabeça delas que as duas coisas existem, fazem parta da mesma existencia e um complemente o outro! O livre-arbitrio é apenas pra decidir sobre aquilo que nos é dado através de nosso destino. E o nosse destino vem conforme de cidimos ao longo de nossa jornada. Bem não é facil explicar, muito menos entender, especialmente quando se tem a cabeça focada apenas pra novela das oito, o consumismo da tecnologia da moda e do consumismo exagerado. Mas, um pequeno exemplo pra tornar mais facil. Suponhamos que a pessoa montando um cavalo, represente o seguinte quadro: o cavalo é o destino e a pessoa que o conduz tem o livre arbítrio pra guiá-lo. Pois bem. Ela tem as rédeas na mão, mas, não tem o poder de decidir como quer, por que por exemplo se ela decidir levar o cavalo em direção a um precipcio, ao fogo ou a um pantano, fatalmente vai morrer! Assim ela tem que guiar o cavalo, num caminho que deixe ela e o seu cavalo vivos. Por outro lado, temos qu nos dar conta que o cavalo pode se revoltar, pular e derrubar seu condutor e abandonar ela antes de qualquer decisão idiota desse condutor! Enfim, o sucesso para o cumprimento de um destino feliz são as sabias decisões e bom alinhamento entre destino e livre-arbritrio.

E como espiritualista que sou, creio que há interferências nisso tudo afinal bem e mal existem e se chocam a todo momento. Assim temos anjos da guarda pra nos ajudar, como também demônios tentando fazer com que erremos... compreendeu? Maiores informações breve no meu livro de Umbanda Astrológica.

No amor, não há lugar pra guerra


Eu já li que alguém falou que "no amor e na guerra vale tudo...", mas, eu discordo completamente! É justamente por pensar assim que muitos cometem atrocidades como as que vemos no noticiário todos os dias. Ex-companheiros, matando, espancando e perseguindo pessoas que eles teimam em chamar de "pessoa amada", quando na verdade são apenas vitimas de pessoas obsessivas e cruéis. Nem na guerra vale tudo. Na verdade um verdadeiro guerreiro e verdadeiros comandantes de um exercito tem que acima de tudo observar os direitos humanos e ter leis morais, princípios e decência aliadas a uma moral, ética e justiça inquestionáveis. E justamente por não ter nada disso é que demônios como os nazistas e tantos outros exércitos mau liderados, provocaram barbáries. Via-se quando um exercito invadia o território inimigo, a chacina de crianças, mulheres e homens indefesos, mesmo que já dominados, apenas por crueldade. Então se nem na guerra vale tudo, muito menos no amor. Aliás, já é um erro querer igualar ou juntar o amor e a guerra num mesmo paralelo, quanto mais misturá-los. Quem afirma que vale tudo, é porque acha que pode existir a guerra dentro do amor e um amor dentro da guerra, o que jamais será real, apenas sentimentos distorcidos. O amor é o sentimento mais nobre que há no mundo. E se ele por magia sagrada dos senhores do tempo surgir em meio a uma guerra, será apenas para agilizar, atos de amizade, de heroísmo, de misericórdia e de salvação, jamais de atitudes cruéis pela vitória... O amor é sagrado, limpo e iluminado!

Shalom a todos!

Carlinhos Lima.

Muitos tem preconceitos e atacam, sem saber de nada

Em conceitos de Umbanda tradicional, levando em conta os mitos, os orikis e até os odús vindos do Sistema Orumilá-Ifá, sabemos bem que as linhas de Ogum e Obaluaê não são muito harmônicas, pelo fato de representarem arquétipos, forças e ações antagônicos em controvérsias. No entanto, no conceito de Umbanda Astrológica, a Teologia de Umbanda Astrológica nos mostra uma definição mais profunda, distinta e que leva em conta outros tantos códigos que não se capta na Umbanda, especialmente a Umbanda Popular. Bem, isso ocorre pelo fato de na Umbanda Astrológica, o termos e conceitos astrológicos serem também levados em conta na maioria das vezes. Tanto em respeito ao Arqueômetro, a Lei de Pemba e da formula cósmica zodiacal.

Assim sabemos que ao mesmo tempo em que Ogum não é tão compatível com Obaluaê, porque Ogum representa principio e inicio, Obaluaê e Omulú, representam decrepitude, final, reclusão, uma certa inércia, ao tempo em que Ogum é ação! Além do mais, sabemos bem da fusão das vibrações, que nos pontos onde elas se conectam, Ogum se exalta, fica mais forte e poderosamente, defende as tradições. Assim num ano de Obaluaê como 2013, Ogum é o principal guerreiro comandado por Obaluaê. Ainda mais que Saturno transita por Escorpião, os portais da morte, sexo e magia. E que Áries será o Ascendente do Ano Astrológico. Na verdade tudo depende da conexão, pois a roda zodiacal, tem pontos harmônicos e desarmônico para cada portal, vibração e astro.

 A Umbanda, quando vista pelos leigos, religiões preconceituosos, ateus, fanáticos e críticos da vida alheia, dá a impressão de uma bagunça total. Até pra mim que pesquiso a Umbanda há quase vinte anos, confesso que ainda fico surpreso e sinceramente assustado com tantas coisas medonhas que vemos Brasil à fora! Confesso que em certos terreiros eu não entro nem amarrado! A ganancia, desinformação, desrespeito, fetichismo e pirotecnia, transformou a Umbanda numa coisa meramente forjada na superstição, engodo e piorou ainda mais, quando imprimiram na Umbanda certos conceitos que não é dela. Por um lado seu aspecto totalmente banal, aquele da macumbaria que assusta e revolta! E por outro o da demagogia, que tenta mascarar, disfarçar e enganar as pessoas com o carimbo do Espiritismo. Pra uns a malandragem, pra outros a desinformação e pra os demais a boa vontade, mas, sem conhecimento. Isso porque como estamos num Continente onde as ideologias cristãs são mais aceitas, são simpáticas e pra brasileiro tudo que reluz é ouro, as aparências contam e muito. Assim as praticas espíritas são mais aceitas facilmente, com o lema de caridade, do branco, da limpeza e de toda a mescla com o cristianismo. Enfim surgiu não apenas por culpa da perseguição católica não, o tal sincretismo, na verdade os próprios umbandistas, reformadores, quiseram dá um grau, fazer um marketing mais aceitável pra vender suas ideias. Hoje em dia tá cheio de autor, que só lança livro psicografado, com as ideologias kardecistas... volto a repetir nada contra, admiro e muito o Kardecismo, porém cada um com seu cada um! Umbanda é Umbanda e Espiritismo é Kardecismo. Além disso, parece que quando alguém se diz espiritualista, tá se declarando kardecista! Mero engano meu caro pataxó! Na verdade nada haver!

E por causa dessas misturebas, Exú se desvirtuou, ninguém entende direito os conceitos de Pomba gira, e vemos sujeira pra todo lado nos centros das grandes cidades, com farofa, pipoca e velas, na macumbaria da umbanda banal, enquanto de outro lado, as orações de mãos dadas, passes e a tal Apométria, que é uma certa terapia, que ninguém sabe se é espírita, alternativa ou simples invencionice. E essa confusão toda tá matando a Umbanda, tanto que nem aparece no senso do IBGE, pois pra muita gente, mesmo que esteja enfiado dia e noite e batendo tambor, dizer que é kardecista é mais bonitinho, europeu e mais alfabetizado... Se é Umbanda, querido irmão é Umbanda e pronto, se não é não é!

Artes divinatórias e não adivinhatórias

Não procurem na astrologia uma arte de adivinhação, muito menos aquela bobagem criada pelos gringos de "astrologia científica", pois toda astrologia é igual. Astrologia não é diferente do Ifá, I-Ching ou qualquer outra arte divinatória, na verdade ela é 70% simbologia, 20 intuição e os outros 10% revelações divinatórias. A astrologia tirou até o sono de Tomás de Aquino, Santo Agostinho e outros grandes, que nunca conseguiram aceitá-la e nem descartá-la. Tudo mais complicado ainda mais pra eles, pois pensavam com a cabeça de religioso, querendo misturar filosofia, teologia e preconceito, por isso não deu certo pra nenhum deles perceberem o mais aceitava, que a astrologia é uma interpretação de uma escrita divina que tá além de uma compreensão simples e racional. Porque ela tem que atuar no astrólogo, não só pelo conhecimento teórico dos manuais, mas, tem que fluir junto com a mente superior, através das inspirações que vem através da intuição, numa junção de consciente, subconsciente e inconsciente... e assim é que funciona a Umbanda Astrológica...

Magia: Bruxos, Magos e Sacerdotes

A verdadeira magia Wica, Celta ou afro, não é pra fazer mal, dominar pessoas ou se comunicar com as sombras de forma banal e descontrolada. A magia é para conseguir autocontrole, conhecimentos de si mesmo, do universo e do ambiente a sua volta. Jamais use os conhecimentos pra fazer maldades, pois ele acabará se voltando contra você mesmo. Use seus dons e conhecimentos para afastar e combater o mal...

"O verdadeiro mago é quem faz de sua vida um contínuo encantamento". Valter da Rosa Borges 

Infelizmente, há também seres que se preparam durante séculos para se tornarem condutores do mal; são os mestres da magia negra. O ser humano é livre de escolher o bem e o mal. É claro que, quando escolhe o mal, mesmo que a Inteligência Cósmica o deixe continuar durante um certo tempo, ele acabará sempre por ser aniquilado, dado que, pelo seu comportamento, se opõe à ordem universal. Mas, à partida, o ser humano tem a hipótese de escolher. Enquanto vivo, é livre de se determinar num sentido ou no outro. Alguns seres, muito raros, apesar desta liberdade que lhes é concedida, permanecem definitivamente determinados. Os grandes Iniciados, por exemplo, determinaram-se para a luz e para o amor. Alguns, é certo, caíram, mas a maioria deles permaneceram espíritos de luz. E, aliás, quanto mais tempo passa, menor é a possibilidade de mudarem de direção, pois, graças ao seu trabalho espiritual, eles foram conseguindo transformar, divinizar, a matéria do seu corpo e esta tornou-se como que um metal inoxidável, ouro puro. Contudo, enquanto um ser não chega a este estado de evolução, é sempre possível ele mudar de direção, e existem casos na História em que magos brancos tornaram-se magos negros.

Muitos imaginam que, para alguém se tornar um mago negro, é necessário que um mestre diabólico lhe ensine a arte dos encantamentos e dos esconjuros maléficos. Isso pode acontecer, mas, para alguém colocar-se ao serviço do mal, não é absolutamente necessário ter um mestre; sem instrutor, sem receita, sem nada, qualquer um pode tornar-se um mago negro se deixar-se guiar demasiado pela sua natureza inferior. E o mesmo se passa com um homem que só pense em ajudar e em esclarecer os outros: mesmo que não tenha um Mestre para o instruir, estará a caminho de tornar-se um mago branco. Na realidade, cada ser humano tem um Mestre, e se não for um Mestre visível, será um Mestre invisível. Os criminosos têm, no mundo invisível, um mestre que não cessa de aconselhá-los a prejudicar os outros. 

O autêntico mestre é reconhecido invariavelmente pelos guardiões ocultos que existem no plano da energia-mente, e só estes, ao reconhecê-lo como tal, podem dar-lhe o passe para atuar em determinados contextos. Estes guardiões a que nos referimos são grandes mestres da antiguidade que vivem sem corpo físico, e que têm por missão manter a pureza do conhecimento hermético, evitando que seja contaminado pelas ambições pessoais de pseudomestres. Estes seres se encarregam de anular os estudantes de hermetismo que chegaram a obter certos conhecimentos e pretendem fazer mau uso deles.

Mestres bruxos costumam ser idealizados por aprendizes como seres sobre-humanos, fontes inesgotáveis de proteção e sabedoria, espíritos que emanam bem estar e segurança com sua simples presença física, seres que demonstram seus dons incomuns e seu domínio sobre técnicas que fogem completamente ao alcance da ciência. Os aprendizes geralmente esperam dominar o que seu mestre domina, despertar em si seus dons maravilhosos e conseguir sua sabedoria. Se acham no caminho de aprender a bruxaria mas se colocam na posição de ovelhas suplicantes por um pastor que lhes dirija. A maioria não vai ao encontro do mestre buscando por esclarecimentos, ao contrário, ficam no aguardo de comandos, instruções, e acreditam que, se lhes seguirem as palavras, um dia o mestre reconhecerá seus esforços e lhe dará em um toque o domínio sobre os elementos, os sentimentos, a mente e, quiçá, o espírito. Não poderiam estar mais enganados. Em primeiro lugar, iluminados ou não, mestres são pessoas sábias, mas como encarnados, vivem os mesmos dramas diários de qualquer um. Sua missão não é passar o conhecimento sagrado, isso pode ocorrer como pano de fundo, mas o que os mestres realmente buscam é fazer com que o aprendiz aprenda a caminhar sozinho. Ao contrário do que muitos pensam, a maior prova de sucesso de um mestre é ser superado por seus iniciados. Mas as glórias, assim como as derrotas, dependem muito pouco do mestre. Cabe ao aprendiz aprender; ao mestre, orientar. 

Nós somos a maior e melhor ferramenta criada pela Deusa e pelo Deus. Nossos corpos e mentes são capazes de fazer a melhor de todas as Magias sem a utilização de um único Instrumento Mágico. São nossas intenções e energias que conduzem qualquer tipo de trabalho mágico. Existem inúmeras Bruxas que optam por não usar nenhum aparato ritualístico, utilizando sua própria energia como fonte de poder.Uma Bruxa deve aprender a escutar a voz que reside em seu interior e sentir o pulsar da Terra, as batidas do coração da Grande Mãe, a fim de que esteja em unidade com a Natureza e com o Universo. Somente a partir disso a vida de um Bruxo realmente irá tornar-se mágica e, integrado com a Natureza e com o Cosmo, ele poderá seguir rumo à sua evolução. 

A escada da consciência pode ser dividida em três degraus: o menor e o primeiro, é o instinto. O segundo, o do meio, é o intelecto e a terceira, a mais elevada, é a intuição. A maioria das pessoas pensa em magia como um assunto de nicho e não o que deve ser de interesse real. Mas quando se compreende a definição da palavra magia torna-se claro que este não é o caso. Magia, a ciência e arte de provocar mudança de ocorrência em conformidade da Vontade… E se pensarmos sobre o assunto desta maneira, então é algo que todos nós devemos estar estudando para se tornar mais eficaz no seu uso. Independentemente das crenças pessoais, todos os seres humanos estão no negócio de tentar fazer as suas vidas sempre melhor. Em outras palavras, todos nós estamos tentando trazer uma mudança, de acordo com nossa vontade. Nós trabalhamos duro para tentar conseguir uma promoção, vestir-nos elegantemente para atrair membros do sexo oposto, ter em casa, uma melhoria para tornar nosso ambiente mais confortável, e assim por diante. Nenhuma dessas coisas parecem ter nada a ver com nada metafísico, mas todos eles são exemplos de magia em ação.

Uma vez que estamos todos usando magia, quer percebamos ou não, faz sentido reconhecer o fato e, em seguida, deixar de ser um “mago acidental” para ser um ‘mago proposital “ e podemos fazer isso de três maneiras simples: Estudo de Sistemas de Magia, Reconhecer a Magia acidental e Usar Magia Intencionalmente. Reconhecer o poder que você tem e está dormente e dar permissão para se libertar e criar seu estilo de vida que sempre quis. Quando você começa a viver sua vida com esse tipo de atitude – como um criador que escolhe fazer as coisas acontecerem, será como se você tivesse apenas trocado um interruptor em sua vida e você vai começar a realizar o tipo de resultados que a maioria das pessoas somente sonham. 

Wicca é uma religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs e práticas da Europa ocidental que afirma a existência do poder sobrenatural (como a magia) e os princípios físicos e espirituais masculinos e femininos que interam a natureza, e que celebra os ciclos da vida e os festivais sazonais, conhecidos como Sabbats, os quais ocorrem, normalmente, oito vezes por ano. Autoridades como Alex Sanders referem-se a ela como religião natural, "a mais antiga do mundo". É muitas vezes referida como Witchcraft (em português: "bruxaria") ou the Craft por seus seguidores, que são conhecidos como Wiccanos ou Bruxos. Suas origens contestadas residem na Inglaterra no início do século XX, mas foi popularizada nos anos 50 por Gerald Gardner, que na época chamava a religião de "culto às bruxas" e "bruxaria", e seus seguidores "a Wica". A partir dos anos 60 seu nome foi normalizado para "Wicca".

A palavra bruxaria, segundo o uso corrente da língua portuguesa, designa a execução de rituais de cunho sobrenatural com a intenção de obter benefícios pessoais, sendo também utilizada como sinônimo de cura espiritual, prática oracular e feitiçaria. Tal definição, entretanto, além de não retratar com fidedignidade mínima a bruxaria de fato (não fictícia), torna indistintas as práticas dos verdadeiros bruxos de muitas das práticas da maioria das outras expressões de religiosidade. Note-se, por exemplo, que uma prece autenticamente cristã é um ritual de cunho sobrenatural (não científico) com a intenção de obter benefícios pessoais; a cura espiritual também se encontra em diversas formas de religiosidade, desde a bênção cristã até o passe espírita. Da mesma forma, as práticas oraculares se encontram presentes até mesmo em religiões que as criticam duramente, como podemos constatar pela presença do capítulo do apocalipse na bíblia cristã. Portanto, para compreender o que é a bruxaria de fato, é necessário observar as crenças e atividades dos bruxos contemporâneos e suas referências principais. 

Na Umbanda, no Candomblé e entre os Iorubás, também existem bruxos, sacerdotes e magos. E mais especificamente entre os orixás, podemos identificar Ossaím como o grande mago da cura. Assim como entre os anjos, o Arcanjo Rafael é o anjo da cura e da medicina. Enquanto artes do uso de recursos e forças naturais para preservar ou restaurar a saúde , ambas possuem em comum o seguinte: sãoconhecidas pelo mesmo nome - oogun, egbogi, isegun ; estão sob odomínio da mesma divindade - Osanyin , também chamado Osonyin ;apoiam-se na crença de que divindades e espíritos auxiliam a cura e quecertas substâncias da natureza possuem qualidades inerentes, designificado oculto; fazem uso dos ofo, ou seja, de encantamentos. Os dados sobre adivinhação, magia, bruxaria e feitiçaria entre os iorubás advêm, emgrande parte, das obras de Abimbola, Awolalu e Dopamu.

A Bíblia não torna ninguém dono da verdade ou santo - o que santifica é o amor, a justiça e a sabedoria

Eu tava vendo num perfil de uma suposta "pastora", pois pastora de verdade não incita ódio entre seu rebanho, muitas afirmações preconceituosas e de intolerância. Mas, o que mais me irrita nesses produtores de discórdia é que eles afirmam coisas baseados em coisas que não podem provar. Eles querem pregar a Bíblia de forma literal e como se mais da metade da Bíblia não fosse simbólica, metafórica e ainda com grande pitada de política no meio. Sabemos bem que a Bíblia foi previamente selecionada, livro por livro, corrigida texto por texto por monges copistas e teólogos católicos para que parecem totalmente sincronizada e alinhada aos princípios da Igreja. E mesmo assim, não deu profundamente certo, pois vemos que ela dá margem a diversas interpretações, especialmente quando cai nas mãos de especialistas em engambelar usando a Bíblia. Vemos que surgem igrejas aos montes, todos os dias, de diversas vertentes e ideologias. Isso porque cada um pega o trecho que quer, da forma que quer e usa com sua "teologia artificial" própria para convencer.

Sabemos bem que diversos livros foram retirados da Bíblia, como se algum daqueles doutores retrógrados da igreja tivesse conhecimento necessário para dizer quais seriam inspirados e quais não seriam! É muito interessante ver que dos Evangelhos escolhidos, apenas dois foram escritos por Apóstolos de Jesus, aliás, dizem que foram, pois até hoje não conseguiram provar! É claro que entre os outros apóstolos eventos de tamanha grandiosidade não passariam em branco e eles também devem ter escrito a seu modo cada coisa que viram. Mas, a igreja deu seu jeitinho de garimpar e só deixar aquilo que lhe convinha. E além disso tem informações nos Evangelhos que dificilmente os apóstolos teriam capacidade de colocar.

Portando não me venham com bibliolatrias pra cá, querendo dizer-se santos e apontando o dedo para os outros, sem poder provar nada. Pois até hoje quase nenhum dos grandes fatos históricos da Bíblia sequer foram provados ou confirmados. Tirando a Bíblia, não temos nada sobre Jesus e pouco se sabe da vida dele, muito menos se foi ele mesmo que teria falo tudo que está lá nos Evangelhos.

O interessante é que no perfil dessa suposta "pastora", tem uma tal peneira na qual ela certamente se diz apta a passar e que os demais que não são bibliolátras e sectários não passariam. Mas, entre essas 8 peneiradas, que envolvem ser verdadeiro, justo, amável, virtuoso, respeitável, puro, de boa fama e ter algum louvor, ela se esqueceu da mais importante que é ser humilde! Aliás, ser humilde é o que pouco se busca nessas igrejas da moda, pois eles adotaram a tal "teologia da prosperidade" onde é mais importante pagar dízimos do que seguir a ritualística religiosa. E o que se vê é um monte de pessoas, sempre falando em dívidas, exibindo contas e falando de aquisições. Isso porque não sabem que o maior dos pecados que deu origem a queda até mesmo de Lúcifer é a vaidade. Mas, o que vemos são supostos líderes, indo a igreja mesmo morando a duas quadras, com seus carrões novos, para incitar inveja e dizer que se seguirem a mesma seita também comprarão um! Isso é ridículo... A maior e mãe de todos os pecados é a vaidade. Dele nascem a soberba, a ira, a arrogância, a ganância e o orgulho inflamado. Portanto não me venham com bibliologias pois pra seguir a Bíblia nos princípios cristãos com base nos evangelhos, é preciso acima de tudo seguir os princípios de Jesus que são humildade, amor e misericórdia. Coisas que são apagadas pela vaidade e materialismo - E é impossível não ser materialista, com seus carrões do ano, relógio de ouro no braço e contas bancárias recheadas. Aliás, religião sem sacerdócio não é espiritualmente guiada. E sacerdote com estilo de empresário e sem tunica, ritualística e simbologia sagrada não é sacerdote. Deixem o estilo empresarial, do terno e da gravata para executivos, investidores e empresários, pois sacerdote é justamente para o desapego, do capitalismo, da ganância e do materialismo...

Os médiuns são mau compreendidos e criticados

Sempre vemos críticas idiotas contras os médiuns como por exemplo "se ele avinhasse alguma coisa, adivinhava o resultado da loteria...". Em primeiro lugar mediunidade não é pra adivinhar, apesar de ter médiuns com dons de prever alguns acontecimentos no futuro. Segundo, mesmo que fosse, tudo está debaixo da lei maior e não na vontade dos médiuns. Por isso muitos caem, pois tem dons e começam a consultar com oráculos, como se ele pudesse controlar as revelações. Além do mais, muitos que tem o dom de enxergar a má ou boa sorte de outros, quase sempre não podem enxergar a sua.

Muitos vem com a missão predeterminada e não pode se desviar do caminho. Por isso, magos, bruxos e sacerdotes que se corromperam e acharam que poderiam usufruir de seus dons para dominar o mundo acabaram foi caindo nas trevas.

Se alguém nascesse com dons para enxergar o resultado antecipado das loterias, não teria precisão de que fosse assim. Os senhores do carma não teriam que dar a ele dons para num determinado momento adivinhar jogos, mas, já o enviariam com poder de ganhar dinheiro, ou como herdeiro de uma família muito rica ou com algum dom que gerasse muita riqueza, como por exemplo um artista, atleta famoso ou qualquer outra coisa, sem precisar adivinhar nada.

Como disse Einstein "Deus não joga dados no universo.." ou seja, Deus não brinca com seu projeto. Quem nasce pra ser mago, nasce pra ser mago, quem nasce pra ser rei nasce pra ser rei e pronto. Tinham os reis que estudavam magia, mas, porque se apaixonavam pelos temas, como tinham os que achavam que conseguiram poderes grandiosos contra seus inimigos, mas, a maioria deles que possui conhecimentos e não conseguiram sabedoria, caiam todos nos braços do mal.

Tem duas vertentes: os que tem dons para buscar autoconhecimento e evoluir, e os que tem dons para ajudar os outros evoluírem. Supostos sacerdotes que com a palavra e a religião, montam impérios e ficam o tempo todo querendo ostentar vaidades, mostrando seus bens materiais, nada de divino possuem, o que eles tem são manobras malignas, são maracutaias, envolvimentos políticos e usam seus irmãos...

Foi por não poder usar os dons mediúnicos como ferramentas de adivinhação que os deuses ensinaram aos homens a usarem os oráculos. Pois atráves dos oráculos tanto os senhores do tempo passariam mensagem aos seus protegidos, quanto pelo fato do controle. Ou seja, o homem só veria o que podia a ele ser mostrado. E por isso é um erro ficar o tempo todo abusando de qualquer oráculo com perguntas e mais perguntas idiotas e egoístas. Tem gente que fica o o tarô na mão o dia todo sem saber que tá se prejudicando e muito com isso.

Até Moisés e Arão, que eram escolhidos, tinham oráculo, o Urim e o Turim, que mostrava-lhes a vontade do Santo dos Santos na sala sagrada...

Não critique e nem zombe de um médium pois só ele sabe seus fardos e missões e você poderá se dar mal com isso...

Fé e pensamento positivo

Não confunda pensamento positivo com fé. Pois um nasce da mente e a outra do espírito. ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem e pensamento positivo é se autoafirmar que as coisas vão dar certo mas com uma certa dúvida se realmente vai acontecer, a fé é a certeza de que vai dar certo.

De fato, não há força diretora mais poderosa no comportamento humano do que a crença.

(Antonny Robbins, Poder Sem Limites, p.65)

“O poder da mente e principalmente a inteligência humana podem ultrapassar qualquer barreira, inclusive o fogo”. Com frases assim, Anthony Robbins, chamado de palestrante motivacional, procura ensinar seus ouvintes a conquistarem aquilo que desejarem. Em suas palestras, ele chega a fazer seus ouvintes andarem sobre um caminho em brasas. Detalhe: descalços.

Só que apesar de parecer a mesma coisa, há diferenças claras entre fé e pensamento positivo. Pois o pensamento é programático, consciente e nasce da mente, enquanto a fé, nasce da alma, nem sempre é consciente, (ou na maioria das vezes), e nem sempre está ligado aos desejos como o pensamento, mas, pode simplesmente tá ligado as necessidades ou a vontade de agradecer...

A trajetória dos astrologos e da astrológia

Os conhecimentos mesopotâmicos não demoraram a se espalhar. Para o oeste, eles chegaram até o Egito e a Grécia; para leste, foram abraçados pelos persas, lar da casta dos magos, a classe de sacerdotes envolvida no estudo da astrologia que daria origem à história dos Reis Magos. No século 4 a.C., boa parte dessas terras, das cidades-Estado gregas às fronteiras da Índia, foram anexadas ao império de Alexandre, o Grande, criando um ambiente propício para que o conhecimento astrológico (e astronômico) se tornasse unificado e padronizado.

A adoção do grego como língua oficial da ciência e da cultura só fez impulsionar o intercâmbio entre estudiosos dos astros. E quando Roma chegou ao poder, o conhecimento astrológico foi abraçado com entusiasmo por seus poderosos nobres. Consta que vários imperadores romanos não davam um passo sem consultar seu astrônomo particular. Adriano, cujo reinado terminou no ano 138, teria feito predições para si mesmo todo santo ano.

Foi por volta da mesma época que um egípcio de fala grega, Cláudio Ptolomeu, desenvolveu a tese de que o Universo era ordenado por um modelo geocêntrico, no qual o Sol, a Lua e todos os demais planetas giravam em torno da Terra. Foi a primeira vez que alguém tentou explicar de forma coerente a mecânica do Cosmos. Estava tudo errado, claro, mas para o que se sabia na época ele até que se saiu razoavelmente bem. O trabalho ficou conhecido pelo nome árabe de Almagesto.

Buscar o contato com Deus

Em nossa era, é muito interessante a forma dos cristãos da moda orar e buscar contato "com Deus". Ao invés de ouvir o Cristo que disse "entra no teu quarto e ora secretamente, para que só o Pai que está no Céu te ouça...", vemos justamente o contrário. Na verdade vemos se encaixarem na outra descrição do próprio Evangelho que diz "hipócritas que oram e gritam nas praças públicas e sinagogas só pra mostrar que rezam...". Curas, milagres e revelações, devem ser tratadas como disse Jesus "vá e não conte nada pra ninguém..." Porém a falsa alegação é de "dar testemunho", assim com essa desculpa, eles colocam sonorização potente e fazem a maior pirotecnia para chamar a atenção das pessoas. Ai erra o cara que conta toda sua vida na frente de todo mundo, pois só devemos conversar nosso pecados a Deus ou a um líder espiritual com outorga necessária e erra os manipuláveis que vão nessa onda de falsas conversões. Isso porque as pessoas tem a mania ridícula de pensar que uma coisa que acontece espiritualmente com uma outra pessoa, também vai acontecer com ela o que é mentira.

Se alguém for no deserto e lá ter um contato com um anjo, não quer dizer que você ou eu indo lá que vamos ter também! Na verdade cada revelação é pessoal, rara e só acontece por um propósito. Não é porque fulano entrou numa igreja a vida dele melhorou que você fazendo o mesmo percurso, que vá ter as mesmas melhoras.

Cada quem tinha uma missão. Assim como José teve a missão de levar seu povo ao Egito pra dar a eles conforto e alimento, Moisés já teve a missão de tirá-los de lá. Ou seja, cada era, ciclo, local e pessoa, tem uma missão, um propósito e um dever. Não é porque seu irmão se deu bem na igreja católica ou no budismo que você também terá que seguir não. Ninguém deve querer enfiar sua fé goela abaixo dos outros, achando que pode impor suas crenças. Cada pessoas veio com um caminho particular.

Assim se algumas pessoas se sentem bem indo as missas no domingo, outros se sentirão melhor indo na Umbanda, no Kardecismo ou na igreja evangélica. A fé jamais pode ser imposta. Não pense que evangelizar é apenas ir na igreja todo final de semana, pagar dízimo e ficar falando besteira com um microfone na mão ou vendendo Bíblia de porta em porta não. Quando Jesus vier pra julgar, segundo a Bíblia ele vai separar os bons dos maus e não os que vivem com a Bíblia na mão dos que nunca pegaram em uma! Na verdade ele vai escolher pela bondade, generosidade, amor e misericórdia, pois são dons divinos que lavam a alma dos pecados. E não propriamente viver falando na Bíblia o tempo todo. Na verdade, muitos falam na Bíblia constantemente, mas, é cheio de vaidade, materialismo, apego aos apetites do ventre e orgulhosos.

Evangelizar é sim fazer o bem, evitar o mal e pregar o amor. Isso sim é evangelizar, pois quem prega o bem, luta pela paz, tem força de herói e luta pela justiça.

Shalom - Carlinhos Lima.

Pastor que pensa que é dono da verdade, mas, é apenas agente da mentira


Tem um pastor midiático que carrega em sua luta, muita intolerância e argumentos como se ele fosse o dono da verdade. Para justificar sua condenação dos homossexuais, ao contrário, o tal pastor busca justificativas na ciência: explicações comportamentais, dados genéticos, origens sociais e ambientais. Ele fala em cromossomos, em traumas, um vocabulário, cá entre nós, bem pouco teológico. Percebam queridos irmãos que os lideres religiosos modernos, recorrem a ciência apenas quando lhe interessa, quando lhe convém e apenas no que lhe convém. Quando o assunto é debater a validade da Bíblia, se ela é ou não a "Palavra de Deus" e a verdade dos movimentos cristãos da moda, ai todo mundo pula fora.

A grande questão é que ele se dirige a um público bastante particular e, diria eu, provavelmente numeroso, com proporção considerável entre seus fiéis. Não me parece que ele esteja se dirigindo a uma malta histérica e sanguinária de fundamentalistas religiosos, como levaria a crer seu tom de voz e a já referida leviandade. E se ele faz isso, ora, é porque o público ao qual se dirige tem algum nível de exigência por explicações como essas, ou seja, faz questão de fundamentar suas opiniões e crenças em dados empíricos. De fato, pesquisas e mais pesquisas reiteram que, para a infelicidade de Silas e tantos outros, o público evangélico não é nem tão homogêneo, nem muito menos tão intolerante quanto costumam pintá-lo.

O crucial, neste momento, é entender a dimensão dessa troca de papéis: O pastor midiático, por sua própria iniciativa, apresenta como credencial não a espiritualidade, mas a ciência. "A razão", poderíamos dizer, se estivéssemos com pressa de fazer juízos. Mas não estamos com pressa. Por enquanto, tudo que quero expressar é que, ao se colocar como homem de ciência, ainda que pseudociência, um indivíduo, pastor ou não, se submete de livre e espontânea vontade ao risco de refutação e à exigência de rigor metodológico. Observe que este senhor em seus programas não recorre à ciência simplesmente como citação. Contra Jean Wyllys, por exemplo, que é historiador por formação, o pastor tenta a carteirada do argumento de autoridade: "eu sou psicólogo".

Isso é verdade mesmo para alguém que, paralelamente, ainda pode tentar a carteirada inversa, ou seja, reafirmar-se como autoridade religiosa, com uma posição inicial inflexível que coloca, desde o início, fora do alcance o tal rigor metodológico. Isso é extraordinário, porque é uma situação paradoxal, um beco sem saída em que ninguém o obrigou a entrar. Ele se coloca na discussão não como pastor, não como intérprete ou defensor das Escrituras, mas como psicólogo, ou seja, como autoridade científica! Sim, verdade, um psicólogo de formação não é necessariamente um cientista; pode muito bem, por exemplo, ser um profissional de RH ou trabalhar com marketing. Mas não é como o pastor se apresenta: ele busca usar sua condição de bacharel em psicologia para se passar por cientista, ainda que isso, normalmente, exigisse publicações na área, entre outras coisas. E ai vemos sempre a esperteza desse pessoal que querem criar impérios que eles chamam a toda hora de "a grade obra", que obra e pra quem, o que fica-nos claro muito mais é o poder econômico, mas, o que eles querem dizer afinal não fica bem claro...

O pastor da igreja que ele criou, uma dissidência de outra mais antiga, uma igreja herdeira dos avivamentos do século XIX, nos EUA e, por isso mesmo, uma religião de culto, ou seja, da experiência direta e individual do divino. Essas religiões, pentecostais e neopentecostais, recusam tanto quanto possível as exigências de discussão teológica, do estabelecimento de dogmáticas e da observância estrita de liturgias - elementos vigorosamente criticados nas religiões à época já estabelecidas. Nesse contexto, o pastor midiático é um líder espiritual, de fato e de direito, numa estrutura em que o direito decorre imediatamente do fato. Em outras palavras, ele tem seguidores, por isso é líder. Não há chancela de autoridade formal e hierarquizada, como no caso do catolicismo, por exemplo. Essa posição de líder espiritual, nem preciso dizer, é muito forte. Sem embargo de toda essa força, o pastor não consegue se bastar nessa posição.

Se ainda fosse líder apenas espiritual, especificamente no estilo de John Newton ou Luigi Francescon, ele poderia deixar de lado o recurso à genética e fazer valer sua visão de mundo pela força da autoridade religiosa. Mas não é o que acontece, provavelmente porque já não são muitos os que estão dispostos a discriminar vizinhos só porque alguém poderoso diz que deve ser assim. Quando falamos em retorno do sentimento religioso, geralmente não sabemos muito bem que sentimento religioso é esse que está voltando. Mas se colocamos isso em questão, a dúvida passa a ser relativa à ideia de que algo esteja mesmo voltando, isto é, que uma religiosidade do passado saiu de cena, mas agora retorna tal e qual. Afinal, se encararmos as manifestações religiosas de hoje, será que enxergamos um retrato fiel da religiosidade de meio século atrás - ou um século inteiro, ou dois.? E não basta responder que não, porque seria igualmente possível entender o retorno do religioso como o renascimento do espírito místico inerente ao humano, ou seja, sua atração pelo transcendente.

Sem esquecer, é claro, que o pastor, pelo histórico de sua religião, não pode recorrer àquelas formulações teológicas que renderam tantos embates, até guerras, entre protestantes e católicos, católicos e católicos, protestantes e protestantes. Como resultado, o pastor, ao se entregar a incursões clamorosas no debate público, flutua entre inúmeros campos distintos, sem conseguir ancorar-se a nenhum deles: o pentecostal, o teológico-dogmático, o psicológico, o cromossômico. A sede, o sonho de transcendência, pode manifestar-se de uma infinidade de maneiras. Nas catedrais góticas, nas construções harmônicas de Bach, nos sacrifícios de São Francisco de Assis, na voz dos pastores que entoam espiritual; mas também na conquista do espaço infinito, no desejo de dominar o mundo, no patriotismo cego, na fé inabalável de que são objeto o progresso, a propriedade, o mercado, a revolução. E o misticismo pode tanto ser monacal quanto pentecostal quanto psicodélico quanto druídico quanto futebolístico.

Estamos, então, diante de um caso de preceitos religiosos que buscam, porque precisam, se justificar na ciência. E pensar que, por séculos e séculos, o mecanismo das relações entre ciência e religião se orientou por uma lógica rigorosamente inversa! Mesmo com todas as suas revoluções, suas acusações de heresia, da Idade Média até fins do século XVIII o que impulsionou a ciência foi a submissão a Deus, declarada e irrenunciável! Quando leio sobre a participação de religiosos nos debates em torno de casamento homoafetivo, aborto, eutanásia e assim por diante, sempre me vem à mente o célebre trecho de Mateus com o "a César o que é de César". Belo preceito do cristianismo, que faz grande falta a outras religiões semelhantes. Mas muito difícil de cumprir. Tudo vai bem quando César e Deus estão, ou parecem estar, lado a lado, seja num Estado teocrático, seja a partir da crença, absolutamente majoritária até o século XVII, de que o poder do soberano emana diretamente de Deus. Em outras situações, o cumprimento é bem mais difícil, porque exige do fiel que tome atitudes que vão frontalmente de encontro a suas convicções. Ou, pelo menos, que ele aceite, e até apoie, legislação que contradiga suas crenças. Por outro lado, se entendemos que o que está voltando não é exatamente um sentimento, mas um fato de ordem política, um poder normativo atribuído às religiões, então me parece que posturas como a desse pastor, dos psicólogos curadores de homossexuais e até, muitas vezes, do Vaticano - como quando, por exemplo, padres tentam argumentar que estupros não provocam gravidez, ou quando encíclicas papais insistem na interdependência estreita entre fé e razão - desmentem essa noção. Algo fundamental para o funcionamento de um tal poder parece ter se quebrado, dentro mesmo da mente dos fiéis, no comportamento daqueles que creem. Eu diria que é a disposição para remover do caminho do dogma tudo que tenha qualquer outra fonte de legitimação.


Amor: a pessoa certa

No amor existe a pessoa certa? Sem sombra de dúvida! E tá grafado na palma da mão. Eu já ouvi pessoas dizerem que "o que existe mesmo são pessoas que se esforçam pra dar certo"! Até chega a nos enganar por algum momento essa afirmação. Só que analisando bem profundamente pelo prisma do amor, sabemos bem que não passa de engodo.

Você acha que é certo por exemplo alguém chegar pra você e dizer "oi eu faço programa, saio com vários caras por noite, mas, vou tentar parar com essa vida aos poucos pra ver se dará certo com você" ou um cara chegar pra mulher e dizer "eu sou mulherengo, mas, eu vou tentar deixar aos poucos pra ficar definitivamente com você". É claro que tem pessoas mundo a fora que aceitam diversas situações, mas, no geral é baixa estima, obsessão e achar que no mundo só tem aquela pessoa pra ela amar... São as pessoas que tentam que tem diversos casamentos, formam diversas famílias e passam a vida sem amar ninguém e ser ser amados. Vivem a vida só na tentativa.

A pessoa certa pro você, não é ligada por padrão social, cor da pele, tipo físico ou classe social. Mas, a pessoa certa é aquela que ama de verdade, incondicionalmente, verdadeiramente e é sincera. É aquela que é o que você precisa e não o que você busca. Mulheres ou homens que saem trepando com qualquer um com essa filosofia do "tentar" são pessoas mau amadas, destinadas ao fracasso sentimental.

O amor é uma joia rara que no entanto, não precisa ser garimpado, mas, ele vem até nós por merecimento. O amor tá gravado na palma da sua mão. E casar por conveniência, por que o parceiro tem carrões, dinheiro, fama ou é pegador, só vai apagar a marca do amor de sua vida. Não se iluda achando que só porque tem um amor prometido na sua vida, que ele virá mesmo você tendo se envolvido com todo mundo não! Na verdade, a luxuria apaga as dádivas do verdadeiro amor. É por isso que tem muitas mulheres casadas mundo a fora, sendo adultera e muito homem casado sendo corno, virando cachaceiro e melancólico. E muitos se enganam achando que entrando numa igreja e indo todo final de semana, com a família que tá livre disso. Pelo contrário. Tem muito perdendo a mulher pro pastor ou pro padre...

Cada individuo traz uma natureza distinta

Não precisamos ser astrologos, psicologos, filosofos ou muito observadores pra notarmos que cada individuo traz uma natureza distinta, não só na forma de comportamento interior, mas, também exterior. Até mesmo gêmeos idênticos tem naturezas diferentes, por mais que pareçam sofrer das mesmas emoções, sentimentos e influencias. Tudo isso tem haver com seus signos, vibrações e Ancestralidade. O que se insere ai o carma e as escolhas. Cada tem o poder de tomar decisões e tem um trajeto a cumprir e assim nosso destino vai se desenhando. Vemos que enquanto uns gostam ou optam por gostarem de ambientes livres, outros preferem ficar fechados, enquanto outros optam por está no meio de pessoas, outros querem a solidão... Enfim, tudo isso, depende do signo, orixá e anjo da guarda de cada um. Além das escolhas, cármas, heranças e influencias externas...

Pessoas preparadas espiritualmente

Pessoas preparadas, não são aquelas que pensam apenas no corpo, mas, também na alma. Todos os que já se deram conta que somos seres que existimos com base nos 3 níveis, físico, mental e espiritual, saberá que não basta apenas cuidar do corpo, como ter boas vestes, cuidar da beleza e viver em academias, para suprir apenas os desejos de vaidade. Mas, saberá que é preciso cuidar da mente também e em especial do espírito. E quando falamos cuidar da mente, não é apenas ir dançar na balada, se divertir ou viver rotinas mundanas, muito pelo contrário! Nesse mundo turbulento nossa alma em muitos momentos precisa de paz de solidão até e de meditação sem interrupções. E cuidar do nível espiritual, não é apenas apenas ler a Bíblia, pagar dízimos ou ir a igreja. Em muitos momentos e pra muita gente, Deus está distante de igreja, mas, no seu próprio interior.

Uma coisa boa que surgiu nesses tempos de modernidade e tecnologia, são os centros esotéricos, espiritualistas e terapêuticos. Tem nas grandes cidades, terapeutas fantásticos, que são preparados, desde os cuidados com o corpo, a um auxílio psicológico e espiritual. Geralmente essas pessoas que escolhem se dedicar a terapias, são pessoas espiritualizadas e iluminadas.

Mas, muitas pessoas mesmo tendo essas oportunidades, preferem se entupir de comida, como forma errada de terapia, detonar o cartão no shopping ou gastar com viagens pra lugares, onde só vão lhe gerar mais descontrole ou solidão. E quando procuram ajuda é tarde.

Tem gente que gasta muito mais com bobagens ou coisas cafonas e excêntricas do que gastaria com uma boa terapia e ainda conseguiria bem estar. Por isso antes de se tornar apenas um consumista idiota, um guloso preguiçoso e um muquirana que só pensa em esnobar, procure a companhia e auxilio de um bom terapeuta, especialmente os espiritualizados e você verá que uma boa massagem, uma boa conversa, um bom tratamento até mesmo estético, te descarregará energias e te deixara bem melhor.

Shalom a todos

Carlinhos Lima.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores