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A pombagira

Meus livros de Magia Astrológica no link

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Leia mais sobre Umbanda e Candomblé


Leia mais sobre a umbanda nos livros:
"Kardecismo e Umbanda", de Candido Procopio Ferreira de Camargo (ed. Pioneira, 1961)
Um clássico sobre o surgimento da umbanda, suas características e importância na sociedade contemporânea. Discorre sobre a doutrina, os rituais, a organização e a prática terapêutica.
"Entre a cruz e a encruzilhada", de Lísias Nogueira Negrão (Edusp, 1996)
Trata da formação da umbanda em São Paulo, identificando suas diferentes etapas e seu dilema ético.
"Candomblé e Umbanda", de Vagner Gonçalves da Silva (Summus, 2005)
Mostra as semelhanças e diferenças entre a umbanda e o candomblé, destacando as principais característica de cada uma.
"Segredos Guardados", de Reginaldo Prandi (Companhia das Letras, 2006)
Discute as transformações, perspectivas e dilemas atuais da umbanda e do candomblé diante da competição entre as religiões afro-brasileiras e demais religiões no cenário brasileiro.

Falanges, hierarquias e atuação de Exu e Pombagira

Olá pessoal, queridos irmãos de fé, buscadores, médiuns e estudiosos do sagrado mundo da Umbanda, do Candomblé e dos cultos afro-brasileiros como um todo. Gostaria de terminar um trabalho que venho empreendendo já há algum tempo, de uma das partes mais sensíveis da Umbanda que é a Esquerda. Mais precisamente Exu e Pombagira. Uma pesquisa séria que venho arduamente traçando, para chegar ao perfil e atuação mais palpável dos poderosos e desafiadores mensageiros e guardiões. Como todos que militam esse terreno sabe este é um caminho complicado, árduo, desafiador. Porém um trabalho que ultrapassa os 17 anos de estudo. 

Porém além do estudo técnico e teológico, místico e magistico, gostaria do apio e ajuda de todos vocês. Assim, em nome dos orixás, dos vossos ancestrais, guardiões e protetores, meu pedido é que me enviem seus relatos e vivências no campo da mediunidade. Além de sua experiência com a Esquerda, se já identificou seu exu, sua pombagira, quais são, como atuam e o que sabem deles. O que já recebeu de revelação, quais as linhas interligadas e como se comportam. Se puderem me enviar o que sabem, o que já vivenciaram e o que já descobriram será de extrema valia para comparações e conslusões. Que o Senhor Elegbará abra o caminho de todos vocês que contribuírem com este importante estudo, que será transformado num livro.

Há muita confusão em grande parte dos terreiros, as mais variadas e assustadoras possíveis sobre este assunto. Para alguns que se dizem sacerdotes, mas, na verdade tem um nível muito fraco de conhecimento, chegam a chamar os senhores da Encruza de "escravos" outros, definem das mais variadas formas possíveis, até comparando-os a demônios ou outras forças até mais assustadoras. Isso porque há muita influência do sincretismo, dos preconceitos cristãos e até kardecistas, além de uma confusão total, quando colocam, ao invés de Esquerda e Direta, como bem e mal, ou Deus e o Diabo. Isso porque não conhecem a ancestralidade, os mitos, os odus, as histórias e lendas direito. Além de não estudarem a teologia e filosofia de Umbanda.

Muitos com um mínimo de conhecimento já querem abrir centros, terreiros e casas de atendimento e divulgam assim as mais terríveis lorotas... Além disso, muitos insensatos, levam para o campo da brincadeira, do deboche e da mentira pra lucrar com aquilo que nem sabem que é perigoso. Muitos nem sabem que estão adentrando um caminho sem volta...

Quem quiser compartilhar sua vivência e conhecimento sobre exu é só enviar para o e-mail: carlinhoslima76@hotmail.com

Não tem importância ou diferença se é de Umbanda ou de Candomblé, desde que seja sobre Exu e Pombagira, será de grande valia para a pesquisa. Seus dados serão preservados.

Se tiverem algum livro importante sobre espiritualismo, umbanda, candomblé, magia ou astrologia, para enviar ao centro de estudos Climazen, também fico muito grato.

Também se algum irmão de fé que acredita na força dos orixás, quiserem contribuir com algum valor para as pesquisas (qualquer valor), desde que seja de bom coração, terá o seu nome inserido na égregora de poder da Sagrada Umbanda Astrológica, regida por Ogum, Iemanjá e Oxóssi - direcionada por Senhor Ogum Rompe-Mato e a força dos anjos mediadores.

Shalom, Axé e luz a todos.

Carlinhos Lima

Horóscopo Chinês: 2014 o ano do Cavalo - movimento e mudanças



O ano de 2014 será o ano do Cavalo e se iniciou no dia 31 de janeiro. Além dos 12 animais sagrados que vão se revezando num período de 12 anos, os cinco elementos vitais também se revezam. Assim como em 1954, 2014 será o ano do Cavalo de Madeira. O Cavalo sempre é regido pelo elemento fogo, juntamente com o elemento que rege o ano, o que faz com que os anos regidos por ele sejam de grandes e profundas transformações, grandes movimentos e até mesmo anos turbulentos. A astrologia chinesa utiliza 12 animais sagrados como símbolos para representar as energias dominantes de cada ano e das pessoas nascidas nos mesmos. Os animais são: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Porco. A preocupação principal do horóscopo chinês não é fazer previsões, e sim proporcionar maior autoconhecimento.

O Cavalo significa movimento, comunicação e o poder que o homem tem de transformar a sua realidade. Como o cavalo é regido pelo elemento fogo, o ano será muito movimentado e até turbulento. Devido ao seu caráter impulsivo, pode provocar desgastes políticos. Os anos regidos pelo cavalo foram anos de grandes transformações e acontecimentos históricos, sendo decisivos para o mundo. O cavalo é um símbolo universal e é conhecido por ser um grande aliado do ser humano, um trabalhador incansável, símbolo da força que quando bem direcionada pode nos levar muito longe. Ao mesmo tempo, é uma grande oportunidade de colocar em prática antigos projetos e ideias que não saíram do papel e fazer grandes mudanças na vida pessoal e profissional, uma vez que o cavalo é um animal forte, disposto, trabalhador e vivaz, o que nos favorece nos momentos de adversidades.

Será um ano decisivo para quem estiver disposto a buscar o seu lugar ao sol e também para aqueles que procuram um bem maior: grandes causas são favorecidas com a força do cavalo. Ação é a palavra-chave deste ano: será ela que determinará o sucesso dos projetos. É um tempo de colheita (vale lembrar que só colhemos aquilo que plantamos!), de renovação e de mudanças. O ano do cavalo não indica necessariamente acontecimentos ruins e catastróficos, mas sim um ano de mudanças. É o ano em que pessoas se unem em prol de um ideal ou objetivo comum. O que nos indica que será um ano de grandes mudanças globais, tanto nas nossas questões cotidianas quanto as espirituais. 2014 será um ano favorável ao progresso financeiro, pois o Cavalo possui bom instinto para matérias relacionadas ao dinheiro.

O Cavalo é um trabalhador incansável. Essa inquietude e a força desse movimento fará com que aqueles projetos engavetados há tempos saiam, enfim, do papel. É um excelente ano para quem quer abrir um negócio. O segredo é não ter medo de se arriscar e lutar pelo que se deseja. A tendência é conseguir solucionar problemas com rapidez e eficiência. O Cavalo é um trabalhador esforçado e inteligente, com habilidade especial para se comunicar com as pessoas. Gosta de trabalhar em equipe, contanto que seus esforços sejam reconhecidos. Tem muita versatilidade e talento, e usa essas qualidades para resolver problemas que possam surgir com rapidez e imaginação.

Os anos regidos pelo Cavalo são cheios de aventura. As pessoas são mais meigas, românticas e carinhosas, o que favorece os relacionamentos. As pessoas estarão mais entusiasmadas e autoconfiantes e terão tendência a agir impulsivamente e a se arriscar em busca de resultados. Por outro lado, se abusarem da racionalidade e indecisão, poderão perder as oportunidades.

Como é tempo de mudanças, trocar de casa e se reinventar vai valer a pena. Fuja do convencional. A hora é agora, não desperdice sua vida. Será um ótimo momento para assumir compromissos no amor, sendo muito favorável aos casamentos. Como a tendência é que as pessoas se sintam mais corajosas, muitos pedidos de casamento aparecerão. Haverá liberdade de movimento este ano. Lute pelos seus sonhos e siga os seus instintos! A fase facilita a expansão da mente do conhecimento por meio de estudos e meditação.

O Cavalo trará tensão e estresse às nossas vidas diárias, por isso é importantíssimo investir em bem-estar e qualidade de vida: atividades que nos ajudem a relaxar, nos conectar a nós mesmos e enxergar as coisas com mais clareza e sabedoria. É imprescindível dar atenção aos nossos sentidos, pois os ventos podem mudar constantemente e só nossa intuição poderá nos guiar para o caminho correto a seguir, mantendo ou não aquela decisão tomada. O Cavalo tem uma natureza muito impulsiva e autoconfiante, o que acaba ditando nossas ações e emoções, mas o bom-humor prevalecerá. O ritmo do ano acaba com nossas energias de reserva, o que nos dá a sensação de esgotamento e cansaço. Mas, ao mesmo tempo, será um ano recompensador.

De acordo com Neil Somerville, autor de Seu horóscopo chinês para 2014: o que o Ano do Cavalo reserva para você (ed. Best Seller), este vai ser o tipo de ano em que se deve dar aquele passo a mais em direção às suas metas. Segundo ele, alguns signos chineses se darão melhor que outros, mas todos podem se favorecer desse período de ação, com recompensas à força de vontade.

A economia mundial vai continuar exigindo muita atenção das autoridades. Na cultura, pessoas novas e influentes podem surgir na indústria musical e novas séries de TV e de cinema do tipo que atraem multidões devem ser lançadas. Segundo o horóscopo chinês, 2014 é um ano regido pelo Cavalo. Isso que significa que, a partir de 11 de fevereiro, é tempo de avanços significativos nas artes, na política internacional, na mídia, na tecnologia e na medicina, pois os anos regidos pelo Cavalo favorecem a ação. Exemplos disso são 1990, ano da libertação de Nelson Mandela, que trouxe mudanças dramáticas para a África do Sul, e 1918, quando terminou a Primeira Guerra Mundial. Os anos do Cavalo também são caracterizados por atos repentinos de agressão, como no ano do Cavalo de 1990, quando as tropas do Iraque invadiram o Kuwait, mas geralmente são problemas de curta duração e de resposta rápida.

O ano de cavalo se move em um ritmo rápido trazer a mudança, o acaso e alguns acontecimentos dramáticos. No cenário mundial poderia haver momentos perigosos como atos súbitos de agressão criar pontos de inflamação e contribuir para a volatilidade de algumas regiões. No entanto, fora da turbulência, os acordos marco pode ser forjada e com o sotaque este ano na construção e seguir em frente. Os eventos podem muitas vezes ser de grande alcance. Cavalo é um dos animais favoritos chineses. Cavalo fornece uma boa e rápida de transporte para as pessoas antes de automóveis. Cavalo pode dar às pessoas uma viagem ao seu destino. Portanto, cavalo não é apenas um símbolo de viagem, mas também um sinal de sucesso rápido. Cavalos gostam de competir com os outros. Eles busca pela sua liberdade, paixão e liderança. Portanto, as pessoas terão agenda lotada para o seu objetivo no ano de cavalo. Hora Cavalo de Horóscopo chinês é 11:00-13:00 Sol gera muito calor durante horas Horse. Portanto, cavalo está ligado ao calor, quente, fogo e vermelho. Cavalos como as atividades sociais, porque os cavalos, como mostrar-se. Desde cavalo é um animal social e vermelho também está ligado ao amor, portanto. cavalo é tratado como uma estrela romântico no horóscopo chinês.

Chinês não iria deixá-cavalo para o trabalho agrícola. Em vez disso, todos os trabalhos de campos agrícolas ir para o boi. Isto porque chineses têm maior expectativa em cavalos. Os cavalos podem ajudar humano para vencer a batalha. Sentado no cavalo de volta implica que a pessoa é de família nobre classificação ou superior. Então, as pessoas nascidas no ano do cavalo geralmente se preocupam com seu molho, outlook e da fala. Cavalo é animal inteligente. Cavalos precisam ser treinados para se tornarem úteis ao ser humano. Humano pode fazer cavalo famoso. Sem guia humano, Cavalo apenas um animal selvagem. Ele não sabe para onde ir. Não há destino na sua vida.

Em teoria dos Cinco Elementos chineses, Cavalo está no grupo de Fogo. Mês cavalo está no meio do verão. Cavalo é o animal mais forte do fogo em 12 zodíacos. 2014 é o ano do cavalo de madeira. A madeira pode ajudar a fogo para queimar. Então fogo pode durar mais tempo. Quando Cavalo atende Tiger and Dog, então eles vão formar ainda mais forte do Fogo. Muito fogo implica o temperamento quente e nenhum paciente. Se o elemento de fogo é favorável à pessoa, então a pessoa deve ter uma boa fortuna em 2014. Se o fogo é desfavorável para a pessoa, então 2014 vai trazer grandes problemas para a pessoa. Zodíaco chinês usa 12 signos animais para prever fortuna das pessoas. Os doze animais são Rato, Vaca, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galinha, Cão e Porco. Os 12 signos do zodíaco chinês está determinado pelo ano de nascimento das pessoas. A maioria dos sites de horóscopo Internet chineses usam o Dia do Ano Novo Chinês para determinar o sinal do zodíaco chinês, o que é errado. O primeiro dia do ano astrológico chinês é o primeiro dia do mês Tiger ( Início da Primavera ). O Mês do tigre começa cerca de 4 de fevereiro de cada ano. Se você nasceu antes de 04 de fevereiro, então você deve verificar seu sinal do zodíaco chinês antes de ler o seu 2014 zodíaco chinês. A maneira mais simples de provar os signos do zodíaco chinês não determinadas pelo Ano Novo Chinês dias é ver o seu astrologia chinesa Nascimento Chart usando o seu aniversário e hora de nascimento. Além de usar signos animais astrologia e básicos de combate e atracção de relacionamentos , zodíaco chinês também usa constelações astrologia chinesa, que se refere à maneira como os antigos chineses agrupados estrelas no céu para prever a vinda fortuna. Mais de 100 estrelas são usados ​​no zodíaco chinês. Há cerca de 60 os mais utilizados. Cada estrela tem uma característica diferente. Basicamente, eles podem ser divididos em Lucky Stars and Stars azarados, que são os principais fatores para predizer as pessoas boa ou má sorte no ano que vem.


Uma vez que a previsão de Zodíaco chinês é baseado em constelações chinesas , que são diferentes das constelações modernas, muitas posições das estrelas de hoje mudaram muito longe de posições antigas do tempo chinês. Isso significa que algumas previsões sobre algumas estrelas estão perdendo a precisão. Em torno de Dinastia Tang (618 dC), a astrologia chinesa mudou o ponto central do céu ao Sol para desenvolver novo sistema de previsão sem o uso de estrelas distantes. Desde aquela época, a previsão astrologia chinesa começou a usar o signo de dia do nascimento das pessoas para representar a pessoa. (Use chinês mesmo caráter chinês para o dia e do sol.) Esta possibilidade fez uma descoberta em uma precisão da previsão superior. Mais de 2000 anos depois, hoje astrólogos profissionais chineses continuar a usar a mesma teoria para dizer fortuna das pessoas.


Em breve trarei a previsão para todos os animais do horóscopo chinês...

Uma coisa interessante que pouca gente percebeu é que além de esse ano ser uma energia de movimento e mudanças, é um ano onde o cosmos se sincroniza pelas forças divinatórias.  Assim o ano do Cavalo, se liga ao ano do Sagitário que tem em seu símbolo um centauro, que é metade homem e metade cavalo. Xangô o imponente rei da montanha, também costuma vir montado em seu cavalo branco e imponente.

Mediunidade e dificuldades: Os espiritualistas não nascem prontos

Os espiritualistas não nascem prontos. Grande parte, talvez a maior parte, terá problemas com o tema. Por exemplo, os médiuns, tem muita dificuldade na infância e adolescência, até mesmo em falar sobre o tema, quanto mais entender os fenômenos a sua volta. Muitos desenvolvem até auto-preconceito, tonaram-se críticos ferrenhos, adotam religiões contrárias ao espiritualismo e tendem a passar por confrontos consigo mesmo até um ponto de transformação.

A maioria dos médiuns passam a vida se debatendo com teorias e ensinamentos diversos e é testado o tempo todo, especialmente com filosofias contrárias, pois isso faz parte de sua iniciação. O Astral Superior que ver até onde vai sua coragem, sua aceitação e se ele estará pronto a vivenciar seus dons. Grande parte jamais passará no teste! Muitas dessas pessoas caem, se corrompem com sexo, drogas, crimes ou religiões totalmente contrária a sua missão. Justamente porque quando se chega a encruzilhada onde deveriam decidir pelo espiritualismo, sua mente pode tá tão cheia de confusão que eles vão sempre decidir pelo caminho mais largo, mais fácil e menos desafiador. Por isso há na Bíblia a citação entre os caminhos e portas, largas e estreitas.

Mas, os espiritualistas nascem prontos numa coisa, eles tem dons bem interligados com o astral, alguns tem até um alto poder de cura, outros tem uma premonição tão aguçada que chega a assustar os outros e ele próprio. Mas, sempre virão desafios, inimigos e pessoas querendo colocá-la na sombra. Meninas médiuns por exemplo, tendem a se envolver com sexo, ou por que foram induzidas, convencidas e seu lado sensual predominou, como também por abusos, inclusive da própria família e amigos próximos.

Sexualidade sempre será um dos principais temas na vida de um espiritualista. Alguns chegam ao extremo, seja pra um lado ou pra outro. Ou seja, vão decidir ou por praticar sexo em excesso e de forma anormal pra si mesmo ou tentar rejeitá-lo.

Além disso, ferramentas adotadas ao longo da vida serão importantes como forma de complemento, como se fossem aplicativos que fazem os softwares rodarem direito. Ou seja, alguns adotam a arte, a música, a escrita e diversos outros meios criativos pra apaziguar sua energia, direcionar seus dons e cumprir missões. Outros adotarão simples estudos. Mas, algumas parcelas tendem a ser mais radicais, como adotar a magia de forma bem incisiva e indo bem fundo nas experiências, enquanto outros querem sentir a sensação do corpo. E ai é onde mora o perigo. Porque alguns usarão estímulos e as sensações das incorporações, adotando os métodos corretos, enquanto outros, vão seguir o caminho do sexo, do fetiche e dos instintos.

E tem pessoas que vivem fazendo programas, em prostíbulos, filmes pornôs, traindo o marido ou a esposa, achando que faz tudo de forma consciente, quando na verdade é apenas induzido por espíritos que usam a energia do sexo para ganhar poder. Ou seja, tem espíritos que se alimentam dos orgasmos através do médium. Por isso muitos se sentem cansados, como se sentem dominados pelo desejo, incontrolável de até mesmo com parceiros, buscar novos, encontros, aventuras e qualquer sinal de sedução, descontrolam os instintos e pensam em sexo o dia todo.

Tudo isso são apenas testes e ele nem se dá conta que é atuação de uma força maior, cármica e oculta pra testar e minar seus dons...

Shalom a todos.

Carlinhos Lima.

A Itró, é propícia para pensarmos sobre o conceito de posse

A Itró, é propícia para pensarmos sobre o conceito de posse. O que significa "ter" alguma coisa? Todo tipo de "ter" é igual? Vamos supor que perguntemos à uma pessoa o que ela tem, ela poderia dizer coisas como: tenho um cônjuge, tenho filhos, tenho uma casa, tenho emprego, tenho conhecimento em tal e tal área, tenho um carro, tenho roupas, tenho amigos, tenho minha reputação...

Todas as coisas realmente são objeto do verbo "ter", mas elas são muito diferentes entre si. Ter um cônjuge, por exemplo, não é o mesmo que ter um carro. Algumas coisas que temos na vida foram compradas. São coisas pelas quais pagamos e que obtivemos por meio do trabalho e esforço. Esse talvez seja o nível mais básico do ter e o que mais faz as pessoas sentirem que realmente "têm" alguma coisa, pois aqui existe o senso de realização: a pessoa investiu algo e obteve.

Algumas coisas que temos nos são dadas. Alguns recebem um carro novo dos pais quando passam na faculdade. Mesmo que isso não tenha ocorrido conosco, um outro exemplo é quando alguém ama você. Você tem o amor da pessoa e um cônjuge ao seu lado, e isso lhe foi dado. Nesta classe do ter estão as coisas que temos mas que não dependem totalmente de nós. São coisas que só temos porque de algum modo alguém achou que nós éramos dignos de ter aquilo.

Por fim, algumas coisas nós temos porque são inerentemente nossas. Nós não as compramos e ninguém precisa querer dá-las para nós, elas são nossas mesmo que não queiramos! Exemplo disso é a nossa pátria, ou a nossa tradição familiar. Basta você nascer em determinado local ou em determinada família para "ter" certos valores e certa mentalidade. Você pode até não querer ter aquela pátria ou aquela tradição. Pode até vir a renegá-los, mas a verdade é que isso não é uma escolha sua. Eles são seus e ponto final. Outros exemplos desse nível de ter são: nossa alma, nossa mente, nossos talentos.

Quase que paradoxalmente, são as coisas do terceiro tipo que talvez nos dêem menos senso de realização e as que menos despertam nosso desejo de ter, mas são justamente essas as coisas que você mais tem de verdade. Para constatar isso, basta reparar que o seu poder de ter do primeiro nível pode variar conforme você passa pelos altos e baixos da vida. Os presentes, ganhos, o ter do segundo nível, também podem variar e sofrer oscilações, e vão sempre depender de forças externas a nós, vão depender dos outros. No entanto, no terceiro caso, as coisas que temos são inerentemente nossas, e assim o serão em todas as circunstâncias e sob todas as condições.

A Cabalá nos ensina que grande parte do sofrimento humano vem do desequilíbrio no foco que damos aos três níveis de ter. Muitas vezes passamos a vida focando no ter do primeiro nível, para depois descobrir que um vendaval passa e leva tudo o que "tínhamos". Em outros casos, focamos demais no segundo nível de ter, vivemos tentando fazer com que as pessoas nos dêem as coisas, para depois começar a ver que assim estamos à mercê do humor e boa-vontade dos outros. Em geral o que mais renegamos é o terceiro nível de ter, aquilo que é realmente nosso, que realmente nos define e que realmente se constitui em nosso legado. Muitas vezes vivemos sem nos lembrar dessa nossa posse, desse nosso tesouro, escondido bem debaixo dos nossos pés. Y. A. Cabalista

O rito social ou na sociedade

Segundo Da Matta, o ritual tende a criar o momento coletivo, fazendo sucumbir o individual e o regional no coletivo e no nacional. Desta forma, o autor dá a entender que tudo pode ser posto em ritualização. Tudo o que faz parte do cotidiano pode ser estudado sob o ângulo da ritualização.

Porém, estudando a bibliografia existente sobre o assunto percebe-se que alguns autores discordam de Da Matta. Para Trindade-Serra e Capinan, por exemplo, nem tudo é rito na vida social. Para eles, para que um fenômeno seja considerado um rito, se faz necessário que exista algo especial no fenômeno, ou ainda segundo o antropólogo Stanley Tambiah, devem existir valores a serem passados.

No meu ponto de vista, acho que o ritual de valor precisa sim de coisas importantes a serem passadas e que essas coisas tem que ser especiais. Mas, ao mesmo tempo, não quer dizer que Da Matta estivesse errado em seu pensando. Pois ao criar o momento coletivo, desde um culto ecumênico a um simples encontro de pessoas pra se divertirem, de certa forma estará ai acontecendo o rito. Se ele tem valor ou não, pra que e porque, ai já é outra historia...

Poder de dragões

Ao contrário das energias negativas associadas com dragões ocidentais, os dragões orientais são mais bonita, simpática e sábia. Eles são os anjos do Oriente que trazem abundância, prosperidade e boa sorte.

Em vez de ser temido ou desprezado, eles são amados e adorados. Templos e santuários foram construídos para homenageá-los, pois eles representam a Mãe Natureza e as forças que controlam a chuva, rios, lagos e mares.

Há nove tipos principais de dragões chineses. Estes incluem o dragão com chifres, o dragão alado, o dragão celestial (que apoia e protege as casas dos deuses), o dragão espiritual (que gera vento e chuva para o benefício da humanidade), o dragão de tesouros escondidos (que guarda riqueza ), o dragão enrolando (que vive na água), eo dragão amarelo (que já saiu da água e apresentou o lendário imperador Fu Shi com os elementos da escrita). O último dos nove é o rei dragão, que na verdade consiste de quatro dragões separados, cada um dos quais (as regras sobre um dos quatro mares do leste, sul, oeste e norte).

Água acalma o fogo do Dragão. Dragões de água são menos opinativo do que os outros, capaz de ver as coisas de outros pontos de vista e muitas vezes tendem a ser excessivamente otimistas (ou seja, não é o primeiro a chorar sobre o leite derramado nem são interessados em declarar que o céu está caindo .. . certamente deve haver uma solução ... por que não construir uma arca?)
Crédito da imagem: dragão de água chinês. Ilustração por Katrina M. Montgomery - elfwood- katrina99

Os ritos de passagem

Os Ritos de Passagem, nas suas várias modalidades, formas e funções, não se encontram apenas nas etapas cronológicas da vida, nascimento, infância, puberdade, maturidade, velhice e morte, mas nos ritos de crises existenciais, e em outras facetas do cotidiano. Através dos ritos são marcados os estados da alma. Ajudam a celebrar bons momentos e atravessar os maus, as alegrias e as agonias.
 Para Gennep, os Ritos de Passagem compreendem uma sucessão de etapas, o que não significa que estas sejam estáticas ou imutáveis. Pelo contrário, são dinâmicas e recriadas. O simples fato de perceber que o indivíduo modificou-se traz atrás de si a passagem por diferentes etapas da vida e a travessia de diversas fronteiras.

O ritual é um sistema cultural de comunicação simbólica

E uma definição operativa de rito (ritual). Segundo o antropólogo Stanley Tambiah em 1985:
O ritual é um sistema cultural de comunicação simbólica. Ele é constituído de seqüências ordenadas e padronizadas de palavras e atos, em geral expressos por múltiplos meios. A ação ritual nos seus traços constitutivos pode ser vista como “performativa” em três sentidos: 1) no sentido pelo qual dizer é também fazer alguma coisa como um ato convencional. 2) no sentido pelo qual os participantes experimentam intensamente uma performance que utiliza vários meios de comunicação e 3) finalmente, no sentido de valores e conhecimentos sendo inferidos e criados pelos atores durante a performance.

Espiritualidade: Umbanda Astrológica

A nova Umbanda, Umbanda Astrológica ou conceitos espiritualistas da cosmologia africanista e astrológica, amplia a minha visão sobre o tema "Espiritualidade e Ciência". Ratifica a confiança que temos na aproximação dos diversos setores da gnose humana de maneira pacífica e atraumática, tornado tangível a tão propalada Cultura de Paz.

Amplia, pois ao apresentar a Espiritualidade como algo inerente a todo ser humano torna-A acessível para todos. Basta utilizar o método adequado que pode estar nas religiões, ciências, filosofias e artes sem, contudo, ser domínio exclusivo de nenhuma em específico. É por meio dela que a Humanidade poderá finalmente constatar que não há divergências possíveis entre os Quatro Pilares do Conhecimento Humano, pois cada um deles tem sua linguagem própria, seu método específico e sua finalidade particular. Toda divergência é falsa e só aparente, embora toda a história do ocidente moderno esteja fundada na separação conflituosa ou indiferente entre eles.
E a convergência entre eles é a única forma de percebermos que o Sagrado e a Espiritualidade os transcende, embora se manifeste neles.

A complexidade das relações entre os Quatro Pilares exige de nós a integralidade de nosso Ser. Precisamos ser íntegros para compreendê-los em profundidade. Peço Bênção aos Mestres da Convergência, que entregam à Humanidade sempre novas possibilidades de entender o mundo e a si mesmos! Com ênfase no caráter de inexclusividade da Espiritualidade por qualquer um dos pilares do conhecimento, centralizando-a no homem e, portanto, não mais monopólio das religiões.

Não pude deixar de pensar que o novo conceito ultrapassa em essência e em consequências a famosa “Declaração Universal dos Direitos Humanos”. Esta última pede uma atitude de “fé nos direitos fundamentais” e o conceito de Espiritualidade, ao contrário, é um alicerce seguro e universal para uma proposição de Cidadania Planetária e de Paz Mundial, que o senhor já vem fazendo à muito tempo. A Espiritualidade é inerente a todo ser humano vivente no interior dele.

A Espiritualidade encontra-se em todas as religiões, transcende-as, não sendo monopólio de nenhuma delas. Todas as religiões são nobres e santas em suas aspirações, todavia não são os únicos métodos de acesso à Espiritualidade. Outros métodos (forma imediata) são encontrados na ciência, na filosofia, na arte e na cultura. E sob o ponto de vista do indivíduo, a asserção de que a Espiritualidade se encontra no inconsciente profundo, seu acesso não poderia ser considerada tarefa prosaica, assim como romper as fronteiras entre os diferentes saberes não pode ser imaginada como mera aglutinação do conhecimento já acumulado. O acesso ao inconsciente profundo e a convergência dos saberes pela síntese exigem igualmente muito esforço, vivência, tempo e principalmente direcionamento e assistência espiritual superior.

Axé e Shalom a todos!

Carlinhos Lima.

Bruxos e magos: magia e bruxaria é tudo igual

O que as bruxas e bruxos fazem: - Plantam ervas em seu quintal para fins curativos e culinários.
- Conversam e se comunicam com as plantas e animais.
- Celebram a virada das estações do ano.
- Celebram as fases da Lua.
- Relacionam a sua menstruação às fases lunares.
- Honram todos os alimentos, de carnes a vegetais.
- Têm seu corpo como sagrado.
- Sexo por amor e por prazer, por ser algo natural.
- Bruxas acreditam em reencarnação.
- Bruxas honram deuses e deusas.
- Bruxas respeitam todos os seres vivos em igual importância.
- Bruxas repudiam o proselitismo.
- Bruxas servem à Terra.
- Bruxas repudiam qualquer forma de preconceito.
- Bruxas são cidadãs.
Bruxas: Esqueça aquela imagem distorcida que todo mundo aprendeu a ter medo das bruxas. Incentivado tanto pelos contos de fada, quanto pelo ataque das religiões intolerantes e opressoras. Não existe aquele arquétipo de bruxas com nariz grande, verruga e pessoas sem tomar banho ou que come insetos. Na verdade, geralmente as bruxas são em especial, mulheres lindas, sensuais e muito sexuais! Adoram o sexo o prazer e a Natureza! O arquétipo horripilante da bruxa espalhafatosa e má, é realmente no contexto astral, são aqueles que ao invés de dominar a magia, são dominados por ela. Tanto porque mexeram com o que não deviam, como pelo fato de terem se conectado a energias sincronizadas ao seu coração em trevas. Em todo seguimento tem os que pendem para as sombras, mas, a magia em especial é a contemplação do que transforma a natureza a vida e as coisas como um todo. Ser um bruxo não é fazer magia negra pra destruir, mas, pra contemplar com magia natural.

Muitas pessoas torturadas pelo Inquisição, retornaram em uma outra vida, mais elevada e conhecendo um verdadeiro poder, pois dons foram concedidos pra que seu espírito se libertasse da dor. Uma verdadeira bruxa é reconhecida em seu mapa natal, aquela que tem a missão de defender o Meio Ambiente, o amor e a procriação. As casas mágicas do mapa natal de uma pessoa, mostram isso claramente, como também pelos indicadores de magia configurados ao seu espírito, seu Orí e seus odús.

Tem muita menina nessas igrejas da moda, com a Bíblia na mão, porque os pais, deixaram elas bibliolatras, mas, que seu coração é puramente mágico, a mediunidade sensitiva é aflorada, e por isso vai se tornar uma pessoa frustrada, pois não conseguiu liberar sua verdadeira essência. E isso se dá em todas as classes, culturas e cantos do mundo! A magia tá na alma.

A religião Wicca ressurgiu com o bruxo inglês Gerald B. Gardner que impulsionou o renascimento do culto, com o nome de Wicca, juntamente com outros bruxos e bruxas, em meados dos anos 40 e 50. Após a revogação da última lei britânica sobre bruxaria, em 1954 ele lançou o livro “Bruxaria Hoje”, considerado um marco para o renascimento do paganismo mundial. Ele alegou que: a religião, na qual ele fora iniciado, era uma sobrevivente moderna de uma antiga religião da bruxaria, que tinha existido em segredo durante centenas de anos, originária do Paganismo pré-cristão da Europa. A Wicca é, assim, às vezes referida como a Velha Religião, ou a Nova Religião dos Velhos Deuses. 

 Embora tenha começado no fim da Idade Média , a caça às bruxas européia foi bem mais um fenômeno da Idade Moderna, período em que a taxa de mortalidade foi bem maior. Foi uma perseguição religiosa e social que começou no final da Idade Média e atingiu seu apogeu na Idade Moderna . Antigas religiões pagãs e matriarcais eram tidas como satânicas. Mulheres eram queimadas em fogueira sob o menor pretexto. Um tipo de paranóia social. O mais famoso manual de caça às bruxas é o Malleus Maleficarum, ou "martelo das feiticeiras", de 1486.

Superinteressante - Bruxas por trás da caça
 Nem velhas, nem feias e muito menos com verruga no nariz. “As bruxas nunca foram feias e representantes do mal, mas sim, grandes mulheres na sociedade que ameaçavam os homens necessitados de poder. Foi a mentalidade machista que reprimiu e distorceu a imagem delas, assim como, até hoje, são rotuladas as mulheres batalhadoras como feministas feias e mal-amadas”, comenta Isabel Vasconcellos, 62, escritora com mais de 11 obras publicadas, entre elas, o livro “Todas as Mulheres são Bruxas”, em sua segunda edição, pela Editora Barany. 

No livro, a autora explica que a figura milenar está por todas as partes, e, ao contrário do que se pensa, elas são belas, atraentes e bem-sucedidas. “Sempre fui feminista e então estudei a história das mulheres. O fato de elas terem sido queimadas pela Inquisição, sempre me incomodou muito. Fui, então, entender quem eram elas e percebi, pelos relatos da tradição e da história, que tudo que elas tinham nós também temos: a intuição, a sensibilidade”, diz Isabel, que durante 30 anos esteve à frente de programas voltados para a mulher nas TV’s Gazeta, de São Paulo, Record, Rede Mulher de Televisão e, por último, um programa sobre sexo, na TV Bandeirantes. As bruxas retomam no imaginário popular com a proximidade do Hallowenn, festa pagã, comemorada no próximo dia 31. “O que hoje é conhecido por Halloween, há muitos séculos, era uma festa religiosa comemorada sempre no último dia do verão, mais ou menos em 31 de outubro. Nesse dia, acreditava-se que uma porta entre o mundo espiritual e o material abria-se para saudar e guiar os espíritos dos mortos. Para que não ficassem presos e sem rumo no mundo dos vivos, geralmente eles eram orientados por abóboras iluminadas e outros objetos até hoje existentes nas festas em celebração à data”, comenta Isabel. Origem. A autora passeou pela história e concluiu que “as únicas mulheres que viveram em igualdade de direitos com os homens foram as da sociedade celta. A civilização celta, um dos povos classificados como bárbaros pelo Império Romano, floresceu por muitos séculos, desde cerca de 400 a.C. até a Baixa Idade Média. No mundo dos celtas não havia diferença entre os sexos. Tanto mulheres quanto homens exerciam as diversas funções sociais, da política à religião. O sexo não era um tabu, era livre e fazia parte, inclusive, das festividades promovidas em prol da fertilidade da terra”. Sendo assim, “essas mulheres sexualmente tão livres quanto os homens, que tinham poder político e sacerdotal e sabiam manipular ervas e criar medicamentos, não combinavam com a visão que os romanos cristãos tinham da mulher. O cristianismo (não como filosofia de vida, mas enquanto instituição) via e vê a mulher como a detentora do pecado, a que precisa ser domada na sua excessiva sensibilidade pela racionalidade do homem, seu amo e senhor. Enquanto a sociedade romana predominou sobre a celta, as mulheres livres foram sendo sistematicamente perseguidas amaldiçoadas e queimadas nas fogueiras da Inquisição. Os católicos passaram seis séculos queimando mulheres”, observa a autora. 

Com o tempo, a sabedoria das mulheres celtas foi sendo eliminada e esquecida. “Mulheres sábias, em nome da repressão dos antigos católicos, foram rotuladas como bruxas, feiticeiras, demoníacas. Muito da tradição, da sabedoria, do domínio da intuição, se perdeu, espalhou-se nas cinzas das fogueiras da matança. Hoje, as mulheres precisam resgatar a bruxa dentro delas. É preciso lembrar que podemos ter os mesmos direitos que os homens na sociedade, mas que somos diferentes deles”, propõe Isabel. - fonte: http://www.otempo.com.br/interessa/bruxas-s%C3%A3o-belas-e-modernas-1.738065



A bruxa sempre foi uma mulher moderna! Costumavam se estregar ao desconhecido e aprender a manusear o poder de ervas e toda a energia ao seu redor. A Wicca surgiu no período Neolítico, em várias regiões da Europa, onde hoje se localiza a Irlanda, Inglaterra, País de Gales, Escócia, indo até o Sudoeste da Itália e a região da Britânia na França. Quando os Celtas invadiram a Europa, quase mil anos antes de Cristo, trouxeram suas próprias crenças, que, ao se misturarem às crenças da população local, originaram o sistema que deu nascimento à Wicca. Foi somente na Idade Média que a Bruxaria foi relegada às sombras com o domínio da Igreja Católica e a criação da Inquisição, cujo objetivo era eliminar de vez as antigas crenças. 

O rabino Moisés de Viena gostava de contar aos amigos sobre o dia em que estivera na cidade de Rosenburg, na Áustria. Mal havia chegado e um mensageiro bateu à sua porta, dizendo: "Um homem está morrendo e quer um pouco de seu vinho". Ele achou o pedido um tanto estranho, mas atendeu sem fazer perguntas. Mais tarde, descobriu do que se tratava. Corria a lenda, na Idade Média, de que os judeus dominavam as artes ocultas, sendo capazes de invocar anjos e demônios. Também se acreditava que o vinho usado em cerimônias judaicas tinha poderes mágicos e era capaz de curar doenças. O moribundo, como deduziu o rabino, pedira a bebida na esperança de escapar da morte. Superstições como essas eram comuns no período medieval. Naquela época, o imaginário coletivo estava povoado por bruxas, magos e demônios. E, se alguma crença destoasse da religião dominante, o cristianismo, logo surgiam especulações, boatos e crendices. Era o caso da cabala ma’asit ou cabala prática, que muita gente via com medo e desconfiança. Segundo os estudiosos do misticismo judaico, essa corrente teria se desenvolvido paralelamente à cabala tradicional. Mas, em vez de estudar ou meditar sobre as forças divinas, seus adeptos propunham maneiras práticas de experimentá-las. "A mística judaica sempre incluiu rituais de magia", diz Michel Schlesinger, rabino da Congregação Israelista Paulista. "Encantamentos, exorcismos e outras práticas eram realizados por essas pessoas. Hoje, esses rituais são vistos pela comunidade judaica apenas como objeto de estudo e curiosidade." Apesar do caráter mágico, os praticantes da ma’asit rejeitavam a alcunha de magos. Eles eram chamados de ba’alem shem, do hebraico "mestres do Nome". Para entrar em contato com o mundo sobrenatural, esses cabalistas do truque usavam uma série de métodos secretos. O mais importante consistia na recitação dos chamados nomes divinos. Retiradas das escrituras sagradas, eram palavras utilizadas tradicionalmente para se referir a Deus e a seus atributos. Os cabalistas acreditavam que, se essas palavras fossem declamadas no momento certo e seguindo determinados rituais, podiam interferir no curso dos acontecimentos. 

A rotina dos adeptos da ma’asit incluía rituais que teriam o poder de alterar a matéria. Esses rituais eram transmitidos de mestre para aluno, geração após geração: estudiosos acreditam que sua origem está na Antiguidade, em regiões como o Egito e a Pérsia. "O que se tornou conhecido como cabala prática era, na verdade, um conjunto de todas as práticas mágicas encontradas no judaísmo desde o período talmúdico até a Idade Média", diz o historiador Gershom Scholem, no livro A Cabala e Seu Simbolismo. A maioria desses procedimentos se perdeu com o tempo: somente alguns deles foram registrados em livros e tratados de magia. Entre os poucos exemplares conhecidos do gênero está o Sefer ha-Razim ("Livro dos Segredos" ou "Livro dos Amuletos"), do século 4, que ensina como invocar anjos. O Harba de Moshe ("A Espada de Moisés"), organizado entre os séculos 1 e 4, apresenta uma lista de nomes de anjos que teria sido transmitida diretamente a Moisés, o patriarca bíblico. Seu autor ensina a utilizá-los em todo tipo de encantamento, desde poções para atrair o amor e curar doenças até fórmulas secretas para conseguir andar sobre a água. Os encantamentos, por sinal, eram muito populares entre os cabalistas mágicos. Acreditava-se que, fazendo uso de determinados comandos verbais, lidos em voz alta, seria possível conjurar entidades sobrenaturais. Essas práticas se baseavam na crença em uma dimensão invisível - chamada de mundo intermediário ou mundo do meio - habitada por milhares de anjos e demônios. Mas, para invocar tais entidades, era necessário usar os elementos certos e recitar as palavras adequadas no número de vezes indicado. Do contrário, o feitiço poderia dar errado e despertar forças incontroláveis. 

como vemos o que há é uma tremenda hipocrisia, naqueles que usam as Escrituras Judáicas para atacar os outros. Todos os conhecimentos rabinicos sobre magia, nada mais é que bruxaria como a de outras religiões e crenças, mas, eles não se intitulam magos ou bruxos, para não se enquadrarem nos preconceitos de sua religião. Como também por causa do ego inflamado e por se acharem mais especiais que os outros. Querem passar uma alusão de que os "milagres" ocorrem pelo poder de Deus, mesmo utilizando rituais mágicos, enquanto as práticas dos outros seriam feitos "pelo Diabo". Tudo hipocrisia profunda e descarada...

Wych em saxão e Wicce em inglês arcaico significam "girar, dobrar, moldar". Uma palavra radical indo-européia ainda mais antiga, Wic, ou Weik, também significa "dobrar ou moldar". A palavra "Witch" também pode ter a origem na antiga raiz germânica Wit – Saber. A palavra "Wicca", que tem a mesma raiz que "Witch" - vem do inglês antigo "wicce", proveniente da raiz saxônica "wic'" e hoje está relacionada com religião e magia. Assim: Wicca era uma palavra do Inglês Antigo (pronunciava-se 'witcha') que significava homem sábio ou xamã sendo ‘wicce’ a forma feminina. 

A crença em anjos e demônios tinha como base alguns trechos específicos do Zohar. Segundo o livro sagrado da cabala, haveria 3 classes de demônios: um grupo parecido com os seres humanos, outro que lembraria anjos e um terceiro em forma de animais. A mais temida, no lado das trevas, era Lilith, a rainha dos demônios, que teria sido a primeira mulher de Adão. Lilith, dizia-se, era casada com Asmodeu e gerenciava suas hordas de uma caverna no fundo do mar. Para identificar a presença de um deles, os praticantes sugeriam afastar as camas e, sobre o chão empoeirado, procurar pegadas semelhantes às de pássaros. A tradição contava que alguns desses seres tinham pés de aves e, mesmo quando disfarçados de humanos, esse aspecto permanecia inalterado. Durante séculos, essas lendas e rituais foram deixados de lado. Quando a cabala se popularizou e se tornou acessível a todos, no século 20, alguns deles voltaram a ganhar espaço, mas de maneira bastante simplificada. É o caso das recitações ou visualizações de letras e palavras hebraicas, com intuito de atrair equilíbrio e saúde para o praticante - o que não deixa de ser um tipo de magia. "No fim das contas, pouco importa se esses rituais, magias, superstições são reais ou não, se são fatos ou lendas", diz Schlesinger. "Se o real e a fantasia enriquecem a nossa vida de alguma maneira, se nos fazem pessoas melhores, isso é o mais importante". 

Para invocar anjos e demônios, a origem foi descrito na Chave de Salomão, famoso livro de magia produzido entre os séculos 14 e 15. A obra era muito popular na Itália durante o Renascimento, quando diversos pensadores passaram a ler e produzir tratados sobre cabala e ocultismo. Os ingredientes • Roupas brancas, de linho ou seda • Sapatos brancos • Uma coroa branca.   O ritual - É um ritual longo e complexo. Depois de vestir as roupas indicadas, escreva os nomes de Deus na coroa e coloque-a na cabeça. Trace no chão dois círculos, um dentro do outro. 

Os nomes de Deus devem ser novamente escritos entre um círculo e outro. O iniciado entra no círculo (no qual estará protegido) e profere uma série de orações e palavras mágicas para que a invocação ocorra. A entidade chamada realizará as tarefas que forem ordenadas. Para voar e levitar Origem - Não se sabe a origem ritual, mas dizem que era praticado pelos cabalistas desde a Antiguidade. Foi registrado no livro Grimório do Poder, atribuído a Aptolcater, um mestre dessa tradição que teria vivido na Turquia do século 17. Os ingredientes - • Madeira branca e vermelha • Óleo e neve • Vesícula de carneiro • Um livro - O ritual Acenda uma fogueira com a madeira branca e vermelha. Aqueça um punhado de neve com óleo e guarde a mistura em um saco feito com a vesícula de um carneiro. Em seguida, lance o saco nas chamas e deixe-o queimar. O material, por fim, deve ser triturado e transformado em pó. Quando desejar levitar ou voar, sente no chão e pense no local onde deseja estar naquele momento. Você será transportado para onde quiser, voando mais rápido do que um falcão. Para transformar metal em ouro - Origem - Este procedimento, também encontrado no livro de Aptolcater, lembra as práticas da alquimia. Os ingredientes - • Pedaço de madeira, pedra ou metal • Mercúrio, pó preto e pó vermelho • Recipiente de barro - O ritual: Desenhe, sobre um pedaço de madeira, pedra ou metal, uma sequência específica de números e letras, dispostos na forma de um quadrado. A figura funcionará como amuleto de proteção: use-a durante o procedimento. Misture o mercúrio, pó preto e pó vermelho ao chumbo durante 8 dias e noites. Depois, lance a mistura em um vaso de barro. No exterior do recipiente, desenhe as letras consideradas mágicas e espere mais algum tempo. Ao abri-lo, segundo a tradição, encontrará ouro puro. 

O golem de Praga - Criar a vida usando barro era uma das metas dos adeptos da cabala ma’asit. A tradição conta que vários rabinos teriam conseguido esse feito, usando seus poderes para criar um tipo de criatura chamada golem (a palavra vem do hebraico gelem, que significa "matéria crua"), que obedeceria às ordens de seu criador. Eles seriam semelhantes aos seres humanos, mas só na aparência, pois não teriam intelecto nem personalidade. O rabino Yehuda Leow, que viveu em Praga entre os séculos 16 e 17, ficou conhecido como o criador do mais famoso golem. Seu intuito, dizem, era usar a criatura para proteger os judeus que viviam na cidade. Mas, com o tempo, ela teria ficado violenta e se voltado contra o mestre. O golem de Praga virou estátua (foto acima) e foi tema de um filme rodado em 1936 (abaixo, à esquerda). A lenda cabalista também foi citada em um episódio da série de TV Arquivo X chamado Kaddish (abaixo, à direita). Fonte/http://super.abril.com.br/religiao/

O distante Olorum, isolado em sua condição de supremacia, acabou ficando a ver navios. Nas culturas tradicionais africanas, os meros mortais nunca se relacionaram diretamente com ele, mas com os orixás, como Xangô, Ogum, Iansã e Iemanjá. O mesmo aconteceu no Brasil, onde a mitologia ioruba desembarcou junto com os escravos trazidos do continente africano, a partir de 1559. Candomblé, pará, macumba, cambinda, batuque, umbanda, quimbanda, catimbó, babaçuê, tambor-de-mina... Em todas essas crenças, a primazia é deles. A ação dos orixás está sempre envolta numa aura fantástica. "São religiões mágicas, que pressupõem o uso de forças sobrenaturais para a intervenção neste mundo", diz o antropólogo Antônio Flávio Pierucci, professor da Universidade de São Paulo (USP). Os babalorixás e ialorixás - pais e mães-de-santo, respectivamente - são os responsáveis pelos cultos. A intervenção mágica dos orixás pode ser benévola ou malévola, e depende muito da troca de favores - ou das relações de amizade e inimizade - entre humanos e divindades. Vem daí a tradição de oferecer presentes às entidades, assim como banquetes de louvação e sacrifícios. Incluam-se nessa lista os feitiços do tipo "despacho", geralmente colocados no cruzamento de duas ruas. No início do século 20, o popular cronista carioca João do Rio escreveu: "Para matar um cavalheiro, basta torrar-lhe o nome, dá-lo com algum milho aos pombos e soltá-los numa encruzilhada". Os orixás, contudo, também são bondosos e oferecem proteção aos seus filhos. É o que explica o uso de amuletos e talismãs. Fonte/http://super.abril.com.br/religiao

"Casamento Blindado" - amor não se aprende em sala de aula...

"Casamento Blindado" - É não! É? Bem só se for na base do contrato com firma reconhecida, na base da nomeação e repartição de bens, mesadas e compensação! Porque o amor não se blinda, não se prende, não se manipula, não se agarra... Ele simplesmente está onde tem sintonia fina, onde há merecimento e onde as almas fluem com liberdade. A blindagem pode até funcionar pra filha do bispo, afinal que não quer ser herdeiro de uma das maiores fortunas do Brasil, ser genro de um dos homens mais ricos deste país... não só tá blindado como tá "amarrado me nome da Recópia...". Porem o blablabla de psicologia não resolve desavenças amorosas se forem cármicas, astrais e comportamentais, num pacote só. Pode até se tentar resolver um problema de cada vez mas, é duro conseguir sanar tudo. O que se ajeita é relação que passa por turbulências externas e não de alma dos envolvidos.

Vender um livro sendo filha de um homem que tem vários canais de TV, rádios e outras mídias, é muito mole, ainda mais apresentando um programa numa grande emissora - o dificil é realmente patentear uma formula de sucesso, quando ano a anoa só aumentam o número de divórcios! Muita gente faz seu livro de cabeceira, esses livros sensacionalistas, mentirosos e midiáticos de autoajuda, com uma pitada de religiosismo farçante. Mas, a principal resposta pra uma união perfeita é deixar fluir o verdadeiro sentimento, anulando o egoismo e acima de tudo, entendendo que ninguém é dono de ninguem, que nem sempre temos o que queremos e que o amor se manifesta como quer e quando quer!

A complexidade da vida e a proteção dos anjos, orixás e ancestrais

Nossa vida é difícil e nosso caminho é complicado. O ser humano é um organismo vivo muito complexo que se torna ainda mais difícil de entender, porque diferente dos animais irracionais, ele tem outros níveis de consciência além da física e mental, há também a espiritualidade, latente e desafiadora.

E por isso estamos ligados a diversos assuntos, metas, causas e efeitos. Estamos amparados por muitas forças que partem de uma mesma fonte, mas, que agem de formas distintas e variadas. Assim não temos apenas um anjo protetor, um único orixá ou um único signo. Somos regidos por muitas forças, assim como temos muitos chacras em nosso corpo, agindo como centros de energia e muitos cromossomos e neurônios que formam o ser individual que somos.

Tentar harmonizar as forças atuantes dentro de nós é um dos princípios para que possamos ter paz, harmonia e luz. Um homem dividido é um homem inseguro. Temos que ter uma boa afinidade harmônica entre os sentimentos, pensamentos, conceitos, sentidos e instintos. Temos que ter um espírito muito bem integrado ao nosso corpo físico e a nossa mente.

Um setor psicológico em equilíbrio e uma espiritualidade em harmonia é fundamental para que tenhamos sentimentos livres, leves e iluminados. Busquemos sempre a luz, mas, busquemos entender também as trevas, dentro e fora de nós. Pois não é fugindo dos desafios que vamos vencê-los, mas, enfrentando-os...

Carlinhos Lima - Shalom.

Mishpatim - Moisés enumera os famosos Dez Mandamentos ao povo hebreu

Mishpatim - Moisés enumera os famosos Dez Mandamentos ao povo hebreu. Na energia, Mishpatim, Moisés começa a passar uma série de regras complementares aos Dez Mandamentos para que o povo hebreu cumpra. A primeira regra dada é: “Quando comprares um escravo hebreu, ele servirá por seis anos e no sétimo sairá livre, de graça [...] Mas se o escravo disser: Eu amei a meu senhor [...] e não sairei livre; então seu senhor o fará chegar aos juízes [...] e seu senhor furará sua orelha com a sovela, e o servirá para sempre” (Êxodo 21:2-6).

O povo hebreu tinha acabado de sair da escravidão no Egito, e a primeira regra que Moisés lhes dá depois de enunciados os Dez Mandamentos é justamente uma regra relacionada à escravidão; mais especificamente, a proibição de se ter um escravo por mais de seis anos. Podemos imaginar que de todas as regras esta é a escolhida para vir em primeiro lugar pois a experiência e a memória da escravidão estavam frescas e vivas na mente do povo. Eles tinham acabado de passar por uma situação amarga e árdua e agora recebiam a incumbência de usar esta experiência de vida como meio de se tornar um povo que defendia a liberdade.

A preocupação bíblica com a liberdade ultrapassa e muito o conceito de não exercer um trabalho forçado. Ser livre, do ponto de vista da Cabalá, é muito mais do que trabalhar no que se quer e seguindo as leis da CLT. O chamado da Torá é para que desfrutemos de uma liberdade do ponto de vista existencial e essencial, e que também permitamos aos outros viver com essa liberdade.

No entanto, a liberdade não é algo fácil. Muitas vezes defendemos a liberdade para nós mesmos; e usurpamos a liberdade dos outros quando ela entra em conflito com os nossos valores. Como então podemos viver num estado de liberdade pessoal, desfrutando deste conceito, mas também fornecendo a liberdade aos outros?

O segredo está no direito de escolha. A liberdade que temos que dar ao próximo é o poder de escolher, e é isso que o versículo vem nos ensinar. Se tivermos um escravo em nossas mãos – não no sentido físico, mas “psicológico” do termo – devemos libertá-lo depois do sétimo ano, a não ser que ele mesmo escolha continuar a viver daquele jeito, por gostar daquele modo de vida. O que o texto pede é que depois de seis anos de trabalho demos ao escravo o direito de escolha, para que ele defina o que quer fazer da sua vida: se ver livre ou continuar servindo para sempre? Daqui podemos aprender que a escravidão do próximo surge quando privamos o outro do direito de escolher por si só. Quando impomos as nossas ideias e visões forçosamente sobre o próximo, forçando que ele aja segundo o que eu quero e vislumbro, estamos adquirindo um escravo. Y. A. Cabalista

Morte, fé na vida enterna e ressurreição

Durante toda nossa vida há questionamentos internos, inconscientes e que em algum momento acaba passando aos pensamentos conscientes. E em muitos momentos nos perguntamos "quem sou, de onde eu vim, pra onde eu vou e será que tem vida após a morte?". Essas questões sempre nos acompanham.

Nos mais distintos credos, nas mais diversas culturas e nos tempos diferentes o homem sempre procurou uma resposta. No Evangelho Jesus responde aos saduceus (aqueles que não acreditavam em ressurreição) e fala de uma vida além da morte distinta dessa vida: não haverá partes institucionais ou sacramentos, nem distinção de sexo, idade, cor, inteligência, etc. Serão todos iguais aos anjos. Enfim a vida, neste mundo, está condicionada ao tempo/espaço/matéria/forma. Na vida, depois da ressurreição, desaparecerão estas categorias. Entrará um novo estado de vida, onde estaremos ou mais próximos de Deus (absoluta realização humana) ou mais distante (absoluta frustração humana). O importante é a conquista que fazemos já nesta terra em viver à luz de Deus.

Essas revelações de Jesus, confortam a todos os pobres, excluídos, perseguidos, frágeis e indefesos, pois ele deixa claro que no espírito de cada filho de Deus tem o mesmo valor. Se a vida material gera discórdia, divisão, exclusão e sofrimento, o espírito liberta. Basta que encontremos a luz do amor divino e a verdade, que deve ser baseada na justiça e na sabedoria.

Shalom a todos!

Carlinhos Lima.
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